17 de fevereiro de 2018 às 10:27
17 de fevereiro de 2018 às 11:19
Parnamirim foi escolhida para desenvolver junto com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) um projeto voltado para o aprimoramento do atendimento aos idosos do município. O projeto é uma iniciativa da UFRN, que foi vencedor de um edital da Secretaria Nacional de Defesa do Direito da Pessoa Idosa, que premiou os três melhores projetos do país nessa área.
O projeto será realizado inicialmente no Bairro de Monte Castelo e seguirá várias etapas. A primeira delas será o monitoramento das condições de saúde dos idosos com a utilização de tecnologias de apoio ao diagnóstico, ao tratamento e às intervenções desse grupo social.
Em paralelo a esse monitoramento, serão desenvolvidas uma série de outras ações em parceria com a Prefeitura. Uma delas é trabalhar juntos ao alunos da rede pública de ensino municipal e aos pais, informações sobre o idoso, do ponto de vista da saúde, da sua cidadania, do respeito e sua dignidade.
De acordo com o professor, Álvaro Campos Cavalcanti, docente do Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e coordenador do projeto, a parceria com o município nasceu do desenvolvimento de um outro projeto voltado para acompanhamento de mulheres na menopausa.
“A partir de toda essa disponibilidade que Parnamirim sempre nos proveu nós entendemos que o município reunia todas as possibilidades para que pudéssemos trazer esse projeto para a cidade”, explicou.
Uma outra iniciativa do projeto será a promoção de um concurso, no qual os próprios idosos escolherão a logomarca do projeto. O melhor desenho será premiado.
Ainda de acordo com o professor, a ideia é expandir a iniciativa para outras áreas da cidade. “Inicialmente nós estamos contando com o apoio da secretaria de saúde, assistência social, e da saúde, mas a ideia é que possamos estender o convite para as demais secretarias para que todas possam estar envolvidas nessa melhora da assistência ao idoso”, declarou.
Como resultado final, o professor espera que, de fato, o atendimento à pessoa idosa ocorra de forma mais eficiente e consequentemente que ele seja estendido para todo o município.
15 de fevereiro de 2018 às 18:09
15 de fevereiro de 2018 às 18:44
O Instituto Evandro Chagas apresentou nesta quinta-feira (15), durante coletiva de imprensa no Ministério da Saúde, pesquisa que aponta que o mosquito Aedes albopictus, conhecido como Tigre Asiático, está suscetível ao vírus da febre amarela em ambiente silvestre ou rural. Mosquitos infectados foram capturados, no ano passado, em áreas rurais próximas aos municípios de Itueta e Alvarenga, em Minas Gerais. O instituto é vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde.
Diretor do Evandro Chagas, Pedro Vasconcelos explicou que, se houver transporte do inseto para áreas urbanas, o mosquito pode vir a servir de vetor de ligação entre os dois ciclos possíveis da doença no Brasil: o ciclo urbano, que não tem sido mais registrado no país desde a década de 40, e o silvestre, que é o responsável pelas transmissões atuais. Essa possibilidade, no entanto, ainda não está confirmada.
“Em princípio, é uma evidência. A gente não pode falar em risco ainda pelo encontro do vírus nesse mosquito Aedes albopictus. Ele é um mosquito que, por sua filogenia, é mais silvestre que urbano ou periurbano. Como ele se adapta bem às áreas florestais, ele pode ter sido infectado por macacos, mas não se sabe ainda qual é a capacidade vetorial dele”, afirmou Vasconcelos.
Agora, o instituto deve trabalhar na avaliação dessa capacidade, pois apenas a presença do vírus não significa que o Aedes albopictus tenha adquirido o papel de vetor da febre amarela. Também será estudado, nos próximos dois meses, se mosquitos do gênero continuam apresentando presença do vírus nas cidades mineiras inicialmente investigadas.
A possibilidade desse mosquito atuar como transmissor intermediário já era investigada, dado que papel semelhante é exercido por várias espécies de Aedes na África, continente que ainda registra também a febre amarela urbana. “O encontro do vírus no mosquito, por si só, não autoriza a ninguém a afirmar que ele seja um transmissor da febre amarela, porque vários mosquitos são encontrados na floresta infectados, mas somente o [Aedes] haemagogus e sabethes é que são os transmissores da febre amarela silvestre”, de acordo com pesquisas já confirmadas.
O ministro Ricardo Barros avaliou que a descoberta “mostra que temos sido diligentes na busca de fatos novos e de entender por que houve aumento de casos [de febre amarela] no ano passado”. Para ampliar o escopo do estudo e a capacidade de avaliação, o ministério aprovou a realização de uma força-tarefa de captura de mosquitos em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia.
“Nós esperamos ter o cuidado e a cautela, como tivemos sempre, de averiguar todas as possibilidades, para que nós possamos controlar todos os episódios de febre amarela no Brasil”, acrescentou Barros. Ele também destacou a importância de a população manter-se vigilante e no combate ao já conhecido Aedes aegypti, que até as primeiras décadas do século 20 foi responsável por transmitir a febre amarela no ambiente urbano.
Número de casos
Na coletiva, o ministro descartou a ocorrência de epidemia de febre amarela neste momento e reiterou que não há registro de febre amarela urbana. O número de casos da doença é, inclusive, menor do que no ano passado. Entre 1° de julho de 2017 e 15 de fevereiro de 2018, foram 407 casos confirmados no Brasil. Em São Paulo, foram 118 até hoje; no Rio, 68; e no Distrito Federal, 1. No mesmo período do ano passado, foram 532 ocorrências.
Quanto aos óbitos, até agora foram 118, contra 166 no mesmo período de 2017. “Nós temos tido menos casos e menos óbitos do que no ano passado. Isso demonstra que as medidas preventivas foram adequadas”, apontou Ricardo Barros.
15 de fevereiro de 2018 às 08:47
15 de fevereiro de 2018 às 08:57
Lady Kelly Farias da Silva
Terapeuta Ocupacional – Casa Durval Paiva
Crefito14295-TO
Receber o diagnóstico de câncer definitivamente não é fácil, é um momento extremamente delicado em qualquer fase da vida. E, para os pais receberem este diagnóstico do filho é muito mais complicado. Muitas são as perguntas que surgem, além dos medos do que está por vir, da insegurança do desconhecido, de como lidar com toda essa situação que, literalmente, não estava nos planos de vida do filho, que se encontra em pleno desenvolvimento na escola, fase de brincadeiras, com estímulos em todos os aspectos, perguntam-se então como serão os próximos capítulos.
De acordo com os pesquisadores Anders, Lima e Rocha (2005), ser portadora de uma doença crônica, que necessita de tratamento agressivo, leva a criança e sua família a se defrontarem com um grande desafio e a capacidade de adaptação à doença depende de fatores como: apoio familiar e social, acesso aos serviços de saúde, características individuais, complexidade da doença, suporte da equipe de saúde, entre outros.
Nesse contexto, surgem as casas de apoio, com o objetivo de proporcionar suporte necessário às pessoas que estão passando por este momento de grandes dúvidas, onde possam encontrar o mínimo de acolhimento. A Casa Durval Paiva busca oferecer bem estar durante esta fase de tratamento, proporcionando o suporte global às crianças e adolescentes com câncer e doenças hematológicas, assim como, seus acompanhantes, mediante uma assistência interdisciplinar.
Importantes questões como a dificuldade das famílias em iniciar e dar continuidade ao tratamento devido ao alto custo; a precariedade do transporte público e a falta de uma dieta balanceada são identificadas; Além da hospedagem, atendimento de qualidade, através de uma equipe preparada e disponível nas áreas de serviço social, orientação psicológica, dentistas, pedagogas, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, suporte nutricional adequado, médica, farmacêutica, a instituição oferece na sala de artes, um espaço onde é possível os acompanhantes receberem capacitação profissional para que tenham uma renda extra, já que não conseguem um trabalho fixo, em função do acompanhamento médico de seu filho, ainda a inclusão digital e o transporte, para que desta forma, possam se locomover da instituição aos hospitais e clínicas, tornando a intervenção mais efetiva, evitando interrupções e possibilitando também maior perspectiva de vida.
Com o intuito de atender a todos de acordo com a especificidade e necessidade de cada um, são também realizadas doações de cestas básicas, além de atividades culturais e de lazer, com o objetivo de proporcionar um ambiente muito mais acolhedor e humanizado.
Dentre tantas histórias, temos o relato de uma mãe, I.F.O, que descreve o momento em que recebeu o diagnóstico do filho como sendo uma época em que se viu sem forças, sem perspectiva, sozinha, cita ter sido devastador. Foi quando manifestou enorme desestabilização emocional, visto não ter conhecimento da doença, e a grande dúvida era onde encontrar assistência e como dar o primeiro passo, foi então que conheceu a Casa Durval Paiva e enfim, teve o que tanto precisava – amor e esperança, que por um instante estiveram perdidos. Ela conta que o acolhimento que recebeu fez toda a diferença, teve todas a suas necessidades alcançadas, viu naquela Casa, uma segunda família, com terapias de qualidade e profissionais capacitados.
Hoje, I.F.O relata ser muito grata a todos que passaram juntamente com ela essa fase de tratamento do filho, que é muito feliz e realizada e que todo esse sentimento se deve ao fato do que vivenciou na instituição. E.G.F, encontra-se curado, porém, continua frequentando a instituição e ainda usufrui de algumas terapias e outros serviços oferecidos pela Casa, como passeios culturais e de lazer, é também estimulado pela terapeuta ocupacional a fim de alcançar maior autonomia e independência nas atividades de vida diária, tem a possibilidade de socializar-se com outras crianças, permitindo ser criança, visto que as atividades sugeridas são extremamente lúdicas; teve o retorno à sua rotina na escola e, diante de todos estes fatos, é possível destacar então, que E.G.F teve sua reinserção social como esperada, de forma bastante positiva e com qualidade.
Tão importante quando o tratamento em si, é a atenção dada aos aspectos sociais da doença, uma vez que a criança e o adolescente doentes devem receber atenção integral, assim como o seu contexto familiar, com um olhar individualizado. Sabemos que a cura não deve se basear somente na parte biológica, mas também no bem estar e na qualidade de vida do paciente e que, juntamente com a medicina, o amor e a empatia nos leva a sempre acreditar na vida enquanto ela possa existir.
14 de fevereiro de 2018 às 17:59
14 de fevereiro de 2018 às 19:08
Apesar de contarmos com vacinas e medicamentos antivirais eficazes, às vezes a humanidade se depara com pandemias sazonais de vírus mutáveis, como a gripe suína ou a aviária.
Mas cientistas japoneses afirmaram que estão desenvolvendo uma espécie de remédio “universal” contra a gripe, que protege o corpo do vírus, independentemente da mutação sazonal, e mata o agente em apenas 24 horas.
Desenvolvido pela empresa farmacêutica Shionogi, de Osaka, no Japão, o medicamento funciona pela inibição de uma enzima essencial para o processo pelo qual o vírus da gripe traduz seus genes em proteínas. Ao bloquear toda a expressão destes genes virais, o remédio evita não só a disseminação de partículas de vírus replicadas como também dificulta a capacidade do vírus em entrar em nossas células, reduzindo sintomas.
De acordo com o Wall Street Journal, a reprodução do vírus na célula hospedeira foi completamente interrompida após cerca de 24 horas. Em pacientes que tomaram o medicamento Tamiflu (duas pílulas por dia durante 5 dias), esse processo continuou até 72 horas, após a primeira pílula. Os pacientes que tomaram pílulas de placebo apresentaram sinais de infecção ativa por 96 horas.
Além disso, o teste sugere que o novo medicamento causa menos efeitos colaterais que Tamiflu.
Droga chega ao Japão em maio
Segundo o Wall Street Journal, o remédio, chamado de baloxavir marboxil, pode estar disponível no mercado japonês ainda em maio deste ano. Isso porque a fase 3 de seu teste, que avaliou sua segurança e eficácia em 1.436 pacientes com gripe, foi um sucesso.
Entretanto, apesar de sua promessa, o novo medicamento ainda tem algumas limitações. O estudo excluiu pessoas com alto risco de desenvolver complicações da gripe, como a pneumonia, por exemplo, não mostrando sua eficácia nesses casos mais graves.
8 de fevereiro de 2018 às 15:11
8 de fevereiro de 2018 às 16:02
O Natal Hospital Center (NHC) contará, ainda no primeiro trimestre de 2018, com novos e melhores serviços de saúde para pacientes com problemas cardíacos e cardiovasculares. Com a recente junção de dois grandes grupos que atuam na área da saúde, como a Delfin e o Incor RN, o hospital já sente uma grande transformação administrativa e estrutural e vivencia uma nova fase. Nesta quinta-feira (8), a nova direção do NHC realizou uma visita técnica as obras em andamento na unidade.
Entre as novidades previstas está a construção de um novo setor de hemodinâmica com 215 m², com equipamentos de última geração, o que vai oferecer 11 novos leitos para repouso e preparo e a capacidade de atender cerca de 300 pacientes por mês. De acordo com o engenheiro, Diógenes Nunes, “a obra já se encontra com 35% concluída, estando numa fase de ajustes da rede elétrica, sistema de ar condicionado e lógica”.
Para a cardiologista intervencionista do grupo Incor RN, Ludmilla Almeida da Rocha, o maior ganho deste investimento será sentido pela população que passa a ter uma grande estrutura hospitalar para diagnósticos não invasivos das doenças cardiológicas e seus respectivos tratamentos.
“A cidade de Natal tem um considerável déficit de leitos tanto na rede pública quanto na privada e a estrutura que está sendo preparada no Natal Hospital Center irá possibilitar um maior número de internações e, consequentemente, uma ampliação significativa dos serviços de tratamento aos pacientes de planos, privados e do SUS”, destacou a Dra. Ludmilla Almeida.
8 de fevereiro de 2018 às 11:49
8 de fevereiro de 2018 às 12:47
A partir desta quinta-feira (8), quando haverá a abertura oficial do Carnaval Multicultural de Natal, a Secretaria Municipal de Saúde irá intensificar as ações de promoção à saúde e prevenção contra as Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) e AIDS nos polos carnavalescos. Durante o Carnaval, a expectativa é que sejam distribuídos 100 mil preservativos. A ação acontece em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e ONGs.
Para a técnica do Programa Municipal ISTs /AIDS, Emilly Miranda, as atividades de prevenção às ISTs/AIDS ocorrem durante todo o ano, na rotina dos serviços da Secretaria e intensificação nos eventos de massa. “Durante o carnaval também temos a preocupação de reforçar as ações para despertar a consciência da necessidade de prevenção às ISTs/AIDS, onde há grande volume de pessoas”.
Este ano, a ação contará com um Pit Stop da Saúde, como ponto de apoio, nos três principais polos do carnaval, o da Redinha, Ponta Negra e Petrópolis. As atividades contarão com distribuição de cerca de 100 mil preservativos masculinos, testes rápidos de HIV/Sífilis, nos três polos, além de orientações. A SMS também desenvolverá ação educativa no Baile das Kengas (no dia 11), no Centro Histórico, e na Ribeira, na Avenida Duque de Caxias, durante o desfile das Escolas de Samba.
Participam como parceiras durante o carnaval as ONGs, Atrevida, Associação Vidas Positivas (AVIP), Articulação AIDS, Grupo Afirmativo de Mulheres Independentes (GAMI /RN) e Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/AIDS (RNP).
8 de fevereiro de 2018 às 10:46
8 de fevereiro de 2018 às 12:09
O montante será aplicado para dar mais agilidade no atendimento à população de dois municípios do estado e uma melhor organização dos estoques de medicamentos
No estado do Rio Grande do Norte, dois novos municípios receberão incentivo financeiro do Ministério da Saúde para aprimorar a qualidade e estrutura dos serviços farmacêuticos das unidades de saúde. O valor de mais de R$ 95,8 mil destinados para o estado faz parte do Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica no âmbito do Sistema Único de Saúde (Qualifar-SUS).
O recurso incentiva o processo de aprimoramento, implementação e integração sistêmica das atividades da Assistência Farmacêutica nas ações e serviços de saúde. O objetivo é dar mais agilidade no atendimento à população e uma melhor organização dos estoques de medicamentos. A destinação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) do dia 2 de fevereiro. Em todo o país, 302 novo municípios receberão o incentivo, no valor total de R$ 13 milhões.
Para ver a lista completa de municípios contemplados clique aqui.
O QUALIFAR-SUS está organizado em quatro eixos (estrutura, educação, informação e cuidado), o programa engloba desde investimentos na estruturação dos serviços farmacêuticos até ações de cuidado ao usuário. Atualmente, o programa possui 2.211 municípios habilitados nas cinco regiões do País, que já receberam o recurso no momento da adesão. Em 15 de dezembro de 2017, o Ministério da Saúde liberou mais cerca de R$ 11 milhões para outros 327 municípios do país para estruturação do Qualifar-SUS.
A ampliação no investimento e no aprimoramento da informatização é um dos principais objetivos do Ministério da Saúde. A estratégia de qualificar os serviços de saúde integra o conjunto de investimentos já realizados por meio do outros Projetos de Qualificação da Assistência Farmacêutica. Em janeiro, a Pasta anunciou a criação do Programa Cuidados Farmacêuticos. O projeto piloto, que terá início em São Paulo, Bahia e Distrito Federal, beneficiará pacientes portadores de hepatite e artrite reumatoide com orientações e acompanhamento sobre uso racional de medicamentos. Até o final do ano, mais sete estados devem ser inseridos no projeto.
7 de fevereiro de 2018 às 15:58
7 de fevereiro de 2018 às 16:48
Com o tema “Hemofolia 2018, No batuque do coração faça sua doação”, o Hemocentro do RN lançou na manhã desta quarta-feira (7), a campanha de carnaval. O objetivo é chamar a atenção dos foliões sobre a importância de abastecer as reservas de sangue nesse período e convocar as pessoas a fazerem sua doação antes de cair na folia.
Quem veio ao Hemonorte foi recebido com muito frevo e samba no pé pela Banda da Polícia Militar, bloco Suvaco do Careca, Banda Dragões do Frevo, a Rainha e o Rei Momo do carnaval de Natal.
A campanha de incentivo a doação de sangue prossegue até sábado (10).
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