28 de janeiro de 2026 às 12:00
28 de janeiro de 2026 às 07:27
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O Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), por meio do Batalhão Rodoviário, interceptou, na noite da última segunda-feira (26), uma adolescente de apenas 13 anos de idade conduzindo uma motocicleta sem capacete na cidade de Extremoz, que fica na Grande Natal.
A abordagem aconteceu durante uma blitz de rotina realizada na RN-160, quando os policiais constataram que a condutora, além de não utilizar equipamento de segurança obrigatório, era menor de idade e não possuía habilitação.
Diante da situação, o responsável pelo veículo, um homem de 32 anos de idade, foi identificado e detido pelas autoridades.
Após a constatação da infração, o dono da motocicleta recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Central de Flagrantes para a adoção dos procedimentos legais cabíveis.
A motocicleta utilizada pela adolescente foi recolhida e levada ao depósito do órgão de trânsito, conforme determina a legislação vigente.
O CPRE reforçou que ações de fiscalização têm sido intensificadas nas rodovias estaduais com o objetivo de coibir práticas que coloquem em risco a segurança viária.
28 de janeiro de 2026 às 10:00
28 de janeiro de 2026 às 07:51
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A Operação Mederi, deflagrada na manhã desta terça-feira (27), expôs um esquema de fraudes em licitações, pagamento sistemático de propinas e desvio de recursos públicos na área da Saúde em Mossoró e outros municípios do Rio Grande do Norte. No centro das investigações está o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), alvo de mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Federal em sua residência.
De acordo com a PF, diálogos interceptados entre empresários do setor farmacêutico detalham com precisão o funcionamento do esquema e apontam o prefeito como beneficiário direto de percentuais fixos sobre contratos públicos. Em uma das conversas, o empresário Oseas Monthalggan, sócio da distribuidora de medicamentos DISMED, descreve o que chamou de “a matemática de Mossoró”.
“Tem uma ordem de compra de quatrocentos mil. […] Ele entrega duzentos, tudo a preço de custo.
Dos duzentos, ele pega trinta por cento. Sessenta. Aqui ele comeu sessenta mil”, diz Oseas, em diálogo captado em maio de 2025. O “ele” em questão é Allyson Bezerra.
Na sequência, o empresário detalha a divisão final dos valores e cita nominalmente o prefeito: “Dos 130 nós temos que pagar 100 mil a Allyson e a Fátima, que é 10% de Fátima e 15% de Allyson. Só ficou 30 mil pra empresa”, descreve a decisão que determinou a operação da PF, assinada pelo Desembargador Federal Rogério Fialho Moreira.
Para a Polícia Federal, “o contexto geral destas conversas deixa claro que o ‘Allyson’ mencionado é o prefeito de Mossoró”, não havendo ambiguidade quanto ao destinatário das vantagens indevidas.
Outro diálogo interceptado pela PF reforça a suspeita de que havia um percentual previamente definido destinado ao prefeito. Em escuta ambiental realizada nas dependências da DISMED, Oseas volta a tratar da divisão da propina: “Quinze do homem e dez disso aí, vezes vinte e cinco por cento”.
Segundo os investigadores, “‘o homem’ é uma referência indireta a Allyson Bezerra, utilizada como forma de identificação velada”. Para a PF, a repetição da expressão e o contexto das conversas afastam qualquer interpretação genérica.
Durante a captação ambiental, o nome de Allyson foi mencionado pelos sócios Oseas e Moabe como ladrão.
“Ah, esse prefeito é ladrão, quem rouba é ele, pode falar, não me importa não!”, aponta investigação atribuindo a Oseas.
A Polícia Federal é explícita ao posicionar o prefeito e seu vice, Marcos Bezerra (PSD), no comando da engrenagem criminosa. A Controladoria-Geral da União (CGU) reforçou essa leitura ao informar que “todas essas práticas ilícitas teriam sido encabeçadas pelo alto escalão das gestões municipais”.
“Allyson Bezerra e Marcos Bezerra operavam o topo do esquema, recebendo propina em percentuais definidos sobre os contratos firmados com a DISMED”, afirma a investigação.
De acordo com os autos, a organização funcionava em camadas. No topo, o prefeito e o vice-prefeito; em um nível intermediário, secretários e gestores administrativos, responsáveis por “garantir as condições institucionais”; no nível operacional, estavam fiscais e gestores de contrato que atestavam entregas parciais ou inexistentes; e externamente, empresários que executavam o esquema no setor privado.
Além das referências diretas a pagamentos, a PF aponta indícios claros de que Allyson tinha consciência da ilegalidade. Em outro trecho das conversas, Oseas descreve o comportamento do prefeito: “Os cara é um cuidado… não porque ninguém pode saber não”.
Para os investigadores, essa fala demonstra que o prefeito adotava uma postura deliberadamente cautelosa para ocultar sua participação: “Os interlocutores percebem no prefeito um comportamento cauteloso voltado a manter oculta sua participação nos esquemas discutidos, o que é indicativo de conhecimento da irregularidade das práticas”, registra a PF.
A empresa apontada como pivô do esquema, a DISMED, firmou R$ 6,39 milhões em contratos com a Prefeitura de Mossoró entre 2024 e 2026. Em 2023, a empresa operava no prejuízo. Em 2024, ano eleitoral, apresentou lucro superior a R$ 2 milhões, crescimento que, segundo a investigação, decorre quase exclusivamente dos contratos públicos.
A PF também destaca a fragilidade da estrutura empresarial da distribuidora, que tinha como sócio Maycon Lucas, jovem residente na zona rural de Serra do Mel, sem histórico no setor farmacêutico e com atividade pública registrada como oficina mecânica. Meses antes da operação, Maycon transferiu suas cotas para uma holding de sua própria titularidade, movimento visto como possível tentativa de blindagem patrimonial.
A Operação Mederi cumpriu 35 mandados de busca e apreensão e aplicou medidas cautelares e patrimoniais contra os investigados. Ao todo, 15 servidores públicos são investigados, entre secretários, chefes de gabinete e pregoeiros, em cinco municípios potiguares.
Segundo a PF, os indícios apontam para sobrepreço, não entrega de medicamentos, uso irregular de atas de registro de preços e dispensas emergenciais fraudulentas, com prejuízo estimado em R$ 13 milhões.
O que diz Allyson
Em nota, o prefeito tenta afastar de si a responsabilização sobre os desvios. Afirmou que colaborou com a diligência e negou envolvimento pessoal nos fatos, alegando que a investigação se baseia em diálogos de terceiros. A Polícia Federal, porém, sustenta que as conversas interceptadas fazem referências nominais e indiretas reiteradas ao prefeito, descrevem percentuais específicos e revelam um esquema estruturado de desvio de recursos públicos.
Agora, a investigação avança para rastrear o fluxo financeiro e esclarecer quanto da “matemática de Mossoró” permaneceu com os empresários e quanto retornou aos agentes políticos que comandavam a máquina pública.
28 de janeiro de 2026 às 09:00
28 de janeiro de 2026 às 07:55
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O prefeito de Ielmo Marinho, município da Região Metropolitana de Natal, Fernando Batista Damasceno, conhecido politicamente como Fernando de Canto de Moça (MDB), foi preso em flagrante nesta quarta-feira (28) durante a Operação Securitas, deflagrada pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte. De acordo com a corporação, o gestor municipal é apontado como líder de uma organização criminosa investigada por intimidação de adversários políticos e pela prática de ilícitos na região.
As informações constam em comunicado oficial da Polícia Civil, divulgado à imprensa após o cumprimento dos mandados judiciais. As investigações tiveram início em 2023 e apuram a atuação de um grupo que, segundo a polícia, conta com a participação de agentes políticos, ocupantes de mandato legislativo e um policial militar
Quem é o prefeito investigado
Fernando Batista Damasceno nasceu em 30 de dezembro de 1977, é natural de Natal (RN), casado e possui ensino médio incompleto, conforme dados declarados à Justiça Eleitoral. Antes de ingressar no Executivo municipal, atuava como empresário, profissão também informada em seu registro de candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Filiado ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), Fernando foi eleito prefeito de Ielmo Marinho nas Eleições Municipais de 2024, obtendo 51,99% dos votos válidos. O mandato teve início em 1º de janeiro de 2025 e tem previsão de término em 31 de dezembro de 2028. O vice-prefeito eleito é Ionaldo Souza, filiado ao partido Republicanos.
Na campanha eleitoral, Fernando declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio no valor de R$ 961.772,32, conforme consta no sistema de divulgação de candidaturas do TSE. Os bens declarados incluem valores em contas bancárias e outros ativos de natureza privada, detalhados na prestação de contas apresentada à Justiça Eleitoral.
Operação Securitas
A Operação Securitas deu cumprimento a sete mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário, no âmbito de investigação que apura a atuação de uma organização criminosa armada. As diligências ocorreram nos municípios de Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante, Natal e Parnamirim.
Segundo a Polícia Civil, os fatos que impulsionaram a investigação incluem uma ocorrência registrada em Ielmo Marinho, quando houve informação de que homens fortemente armados estariam no interior da Câmara Municipal, supostamente realizando segurança privada de um parlamentar e atuando para intimidar opositores políticos.
Durante essa ocorrência, a polícia apreendeu um arsenal de armas e munições, incluindo armamentos de calibres restritos (.40 e .45), além de outros materiais. A investigação apura, entre outros crimes, porte ilegal de arma de fogo, constituição de milícia privada e organização criminosa.
Prisão em flagrante
Ainda de acordo com a Polícia Civil, durante o cumprimento das medidas judiciais nesta quarta-feira (28), o prefeito foi preso em flagrante pelo crime de embaraço à investigação de organização criminosa. Conforme a corporação, Fernando Batista teria arremessado valores em dinheiro e um aparelho celular para fora de sua residência, com o objetivo de ocultar provas.
A operação conta com a atuação integrada do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte (MPRN) e o apoio da Polícia Militar do RN (PMRN).
Significado da operação e investigações
O nome Securitas, segundo a Polícia Civil, tem origem no latim e significa “segurança”, em referência ao objetivo da ação policial de restabelecer a ordem pública, coibir a atuação de grupos armados e proteger as instituições, especialmente no contexto político-administrativo.
As investigações seguem em andamento. A Polícia Civil informou que novos desdobramentos não estão descartados e reforçou a importância da colaboração da população por meio do Disque Denúncia 181, com garantia de anonimato.
Até a última atualização desta reportagem, não havia manifestação pública da defesa do prefeito sobre as acusações.
28 de janeiro de 2026 às 08:15
28 de janeiro de 2026 às 05:08
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O corpo de João Bosco Dantas, de 58 anos, militar aposentado do Exército que estava desaparecido há cinco dias, foi encontrado nesta terça-feira 27 no Morro da Bacia, caminho que leva à Via Costeira, no bairro de Morro Branco, na zona Sul de Natal. A identificação foi confirmada pela Polícia Científica.
João Bosco estava desaparecido desde a manhã da última quinta-feira 22, quando saiu do apartamento onde mora, no bairro de Nova Descoberta, e não retornou para casa. As informações são do g1 RN.
O corpo foi localizado por mulheres que fazem trilha diariamente na região. Segundo relatos, desde a segunda-feira 26 era sentido um forte odor no local. Nesta terça-feira, o cheiro se intensificou e elas viram urubus, seguindo as aves até encontrarem o corpo.
Entenda
De acordo com familiares, João Bosco saiu de casa usando boné, tênis e mochila, sem carteira e sem celular. Testemunhas informaram que ele tinha sido visto pela última vez em uma rua que dá acesso à avenida Amintas Barros, nas proximidades do Cemitério de Nova Descoberta.
Uma das hipóteses levantadas pela família é que ele tenha entrado em uma das trilhas existentes na região próxima ao estádio municipal Agripinão, área que liga os bairros Nova Descoberta e Morro Branco.
João Bosco era defensor de causas ambientais e praticante de atividades ao ar livre. Ele participava do projeto de plantio de mudas “Arboriza Natal” e integrava grupos culturais, como o Pau e Lata.
A família relatava a possibilidade de que ele tivesse se perdido na mata ou passado mal durante uma caminhada. Apesar de conhecer as trilhas do Parque das Dunas, um episódio anterior preocupava os parentes, já que, em outra ocasião, João Bosco ficou cinco dias desaparecido após entrar na área de mata.
“Ele é militar do Exército e conhece toda essa mata, todas as trilhas. A gente acredita que ele esteja desorientado, porque ele passa por problemas de saúde atualmente, então pode ter tido um lapso de memória. A gente não sabe nada. A única certeza é que ele está precisando de ajuda em algum lugar, que ele é uma pessoa do bem. Quem o encontrar pode nos chamar que a gente vai a onde ele estiver”, afirmou Laércio Cardoso, assessor parlamentar.
O caso será apurado pelas autoridades para esclarecer as circunstâncias da morte.
28 de janeiro de 2026 às 08:00
28 de janeiro de 2026 às 07:07
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A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, na manhã desta quarta-feira (28), a Operação Securitas, que resultou na prisão em flagrante do prefeito de Ielmo Marinho, município da Grande Natal. A ação investiga a atuação de uma organização criminosa com ramificações políticas e envolvimento de integrantes das forças de segurança, com diligências realizadas em Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante, Natal e Parnamirim.
De acordo com as investigações, iniciadas em 2023, o grupo seria estruturado para intimidar adversários políticos e cometer outros crimes, contando com um núcleo armado e influência político-administrativa. O prefeito é apontado como líder da organização, que também teria entre seus integrantes ocupantes de mandato legislativo e um policial militar.
O caso ganhou força após uma ocorrência registrada na Câmara Municipal de Ielmo Marinho, onde homens armados estariam atuando como segurança privada de um parlamentar, supostamente para intimidar opositores. Na ocasião, a polícia apreendeu armas, munições — inclusive de calibres restritos — e outros materiais, reforçando a suspeita de atuação criminosa organizada.
Durante o cumprimento dos mandados judiciais, o prefeito foi preso em flagrante por embaraço à investigação, após tentar ocultar provas ao arremessar dinheiro e um aparelho celular para fora de sua residência. A operação contou com a atuação conjunta do Ministério Público do RN e o apoio da Polícia Militar, e tem como foco aprofundar a apuração de crimes como porte ilegal de arma, milícia privada e organização criminosa.
28 de janeiro de 2026 às 04:11
28 de janeiro de 2026 às 04:33
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Um homem de 39 anos, foragido da Justiça do Rio Grande do Norte por estupro de vulnerável desde dezembro de 2025, foi preso dentro de uma academia no Riacho Fundo 2, no Distrito Federal, onde trabalhava realizando serviços gerais. A prisão ocorreu nesta segunda-feira 26.
A ação foi realizada por policiais civis da 29ª Delegacia de Polícia (Riacho Fundo), após o recebimento de uma denúncia anônima informando a localização do suspeito.
Segundo as investigações, o homem morava no Riacho Fundo 2 e trabalhava em uma academia da mesma região, onde foi localizado e abordado pelos policiais.
Contra ele havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça do Rio Grande do Norte.
Após a captura, o homem foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao Instituto de Medicina Legal.
Depois disso, ele foi recolhido ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
28 de janeiro de 2026 às 04:08
28 de janeiro de 2026 às 04:30
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A megaoperação que teve como um dos alvos o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, ganhou destaque nacional e está repercutindo na mídia desde as primeiras horas desta terça-feira (27). Em uma reportagem da TV Globo, a repórter Amanda Melo revelou detalhes de conversas acessadas pelos investigadores, e que apontam para um suposto repasse de propina em pagamento de um contrato no valor de R$ 400 mil.
Dos valor total da ordem de pagamento, a investigação aponta que apenas R$ 140 mil foi, de fato, destinado ao objeto do contrato, que é a compra de materiais médicos destinados a hospitais públicos. O resto do dinheiro teria sido dividido em comissão entre a empresa, uma mulher ainda não identificada, e o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra.
O nome do político mossoroense surgiu em diálogos interceptados entre sócios de uma empresa investigada. De acordo com o apurado pela polícia, além dos R$ 140 mil usados para a compra dos insumos hospitalares, outros R$ 130 mil seriam destinados como comissão para os sócios, R$ 40mil para uma mulher ainda não identificada, R$ 30 mil para a empresa e R$ 60 mil destinados ao prefeito de Mossoró.
Operação Mederi
O esquema é alvo da Operação Mederi, deflagrada nesta terça-feira pela Polícia Federal (PF), com o apoio da Controladoria Geral da União (CGU), e que cumpriu 35 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a investigados por desvios de recursos públicos na saúde em cidades do Rio Grande do Norte. Um dos alvos de mandados foi o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), que teve um celular, um computador e dois HDs apreendidos em sua residência.
A investigação aponta que o esquema funcionava por meio de contratos para a compra de materiais médicos destinados a hospitais públicos. Segundo a PF, foram encontrados indícios de superfaturamento e pagamento por produtos que nunca chegaram a ser entregues. Em um dos endereços visados, os agentes localizaram dinheiro em espécie escondido dentro de uma caixa de isopor.
A defesa de Allyson Bezerra afirmou, por meio de nota, que não há qualquer elemento que vincule pessoalmente o prefeito ao caso e ressaltou que ele não sofreu medidas restritivas, permanecendo no exercício do cargo.
28 de janeiro de 2026 às 04:07
28 de janeiro de 2026 às 04:29
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O valor apreendido pela Polícia Federal durante a operação que investiga desvio de recursos públicos e fraudes em licitações na área da saúde subiu para R$ 251,5 mil. Ao todo, também foram apreendidos 33 celulares, 34 dispositivos eletrônicos — entre notebooks, HDs e tablets —, além de quatro veículos e 117 documentos.
A ação teve como alvos os municípios de Mossoró, Serra do Mel, Tibau, Paraú, São Miguel e José da Penha, todos localizados na região Oeste do Rio Grande do Norte.
As investigações apontam indícios de irregularidades em contratos de fornecimento de insumos para a rede pública de saúde, envolvendo empresas sediadas no Rio Grande do Norte que atuavam junto a administrações municipais de diversos estados.
A Polícia Federal informou que as auditorias identificaram falhas na execução contratual, incluindo indícios de não entrega de materiais, fornecimento inadequado e sobrepreço.
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, também sofreu mandados de busca e apreensões na própria residência nesta terça-feira (27). Dele foram apreendidos um telefone celular, um notebook e dois HDs pessoais.
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