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Categoria: Polícia

Professora é esfaqueada por aluna de 12 anos dentro de escola em Canguaretama

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Uma professora de 60 anos foi esfaqueada dentro da Escola Municipal Juarez Rabelo, no centro de Canguaretama, Região Agreste do Rio Grande do Norte, no início da manhã desta quarta-feira (30). A cidade fica a 73 quilômetros de Natal.

A vítima, identificada como Fernanda Magna Pereira Santiago, contou que chegou à escola por volta das 7h, como de costume, para iniciar o expediente, quando foi surpreendida pela aluna, de apenas 12 anos, que estava acompanhada pela avó.

“Quando cheguei para dar aula no primeiro horário, a avó estava com a menina na porta da sala. Dei bom dia e disse que precisava falar com ela. Em seguida senti duas ‘catucadas’ no braço, perto do ombro. Foi tudo muito rápido. Vi que a mulher pegou algo da mão da menina, guardou embaixo do braço e ainda disse: ‘menina, deixe disso’”, relatou a professora, ainda abalada.

Segundo Fernanda, a possível motivação para o ataque teria sido uma atividade de redação que a aluna não entregou. A tarefa era sobre a importância da história enquanto ciência. A professora havia avisado à turma que, quem não entregasse, teria o nome levado à coordenação.

“No mês passado passei essa redação. Disse que quem não entregasse, eu iria conversar com os pais. Ela não entregou, mas como a turma é grande, eu acabei nem levando o nome dela. Tava com tanta coisa pra fazer”, explicou.

Com 18 anos de dedicação à rede municipal de ensino de Canguaretama, Fernanda iniciou a carreira em 2005 e foi efetivada por concurso público dois anos depois. “Nunca passei por nada parecido”, lamentou.

A professora foi socorrida e atendida na UPA de Canguaretama. Em seguida, foi até a delegacia da cidade para registrar um boletim de ocorrência. Ela já está em casa, se recuperando.

Até o fechamento desta reportagem, nem a aluna nem os pais haviam sido localizados pela polícia. O caso segue sendo investigado.

Portal da Tropical

Polícia prende foragidos envolvidos na morte do ex-prefeito de São Pedro do Potengi; dupla foi localizada no Ceará

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A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, por meio da Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), informa que foram cumpridos dois mandados de prisão contra os últimos foragidos investigados pela participação no homicídio do ex-prefeito de São Pedro do Potengi, Miguel Cabral Nassar. O crime ocorreu em 03 de fevereiro de 2025, no bairro Petrópolis, em Natal. As prisões ocorreram nesta quarta-feira (30), no município de Aracati, no estado do Ceará, após uma ação da Polícia Militar do Ceará (PMCE), que realizou a prisão em flagrante por porte ilegal de arma de fogo.

Os presos foram identificados como Idcarlos de Souza Costa, de 30 anos, e Júlio Cesar Melo de Souza, de 23 anos. Com eles, foram apreendidas duas pistolas, diversas munições, porções de maconha, coletes balísticos e balaclavas. Após a detenção, ambos foram conduzidos à Delegacia da Polícia Civil do Ceará, onde foram formalizados os cumprimentos dos mandados expedidos pela Justiça potiguar.

Segundo as investigações conduzidas pela DHPP, os dois homens integram o grupo criminoso envolvido no assassinato do ex-prefeito. Outros dois investigados já haviam sido presos no dia 28 de fevereiro de 2025, na cidade de Olinda/PE, em ação conjunta com a Polícia Civil de Pernambuco.

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte solicita que informações que possam contribuir com investigações em curso sejam repassadas de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.

Forças de segurança cumprem ordem judicial contra policial militar suspeito de vitimar moradora no Passo da Pátria, em Natal

Forças de segurança pública do Estado deram cumprimento, na manhã desta quarta-feira (30), a uma ordem judicial de prisão temporária contra um policial militar suspeito de ser o responsável pelo disparo de arma de fogo que vitimou a jovem Bárbara Kelly Araújo do Nascimento, moradora da comunidade Passo da Pátria, na zona leste de Natal, fato ocorrido no dia 12 deste mês. As investigações estão a cargo da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A ação policial, que inicialmente se deu de forma regular, consistia em uma incursão realizada por quatro agentes da Polícia Militar. Contudo, segundo a investigação da DHPP, durante o andamento da operação ficou constatado e excesso injustificado por parte de um dos agentes, que efetuou disparos de fuzil em via pública, sem qualquer respaldo legal ou indício de confronto armado.

As investigações da DHPP, baseadas em extenso conjunto probatório, incluindo oitivas de testemunhas, laudos periciais e imagens de câmeras de vigilância, permitiram a individualização das condutas dos envolvidos. Assim, foi possível concluir que não houve confronto real no momento da ação, e que os indivíduos que corriam pela via pública não portavam armas. O disparo que vitimou Bárbara Kelly foi efetuado de forma indevida pelo policial agora preso.

A investigação criminal da DHPP prossegue com o objetivo de apurar outras eventuais responsabilidades. Importante ressaltar que a Polícia Militar também prossegue com o Inquérito Policial Mlitar já instaurado, que apura a conduta dos demais policiais envolvidos na ocorrência.

A Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) reafirma seu compromisso com a transparência, legalidade e apuração rigorosa de qualquer violação aos direitos humanos, especialmente em ações que envolvam agentes públicos do Estado do Rio Grande do Norte.

Polícia investiga grupos de pedofilia com alunos de escolas em Natal

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A Polícia Civil investiga o surgimento de grupos virtuais de pedofilia, onde alunos de escolas de Natal foram adicionados. De acordo com a Polícia, a denúncia foi recebida nesta quarta-feira (30). As ações dos criminosos envolve o envio de imagens pornográficas e enquetes para identificar as escolas dos alunos.

Segundo relatos obtidos pela reportagem da 98 FM, as crianças foram adicionadas por contatos anônimos com DDDs de vários locais do país, inclusive Natal. Nos grupos, os criminosos fazem “correntes”, incentivando as crianças a adicionarem outras. Ali, eles enviam imagens pornográficas, e realizam enquetes para saber a quais escolas pertencem os alunos.

A mãe de um deles (que terá a identidade preservada) do 6º ano de uma das escolas particulares foi surpreendida na noite desta terça-feira (29) com a situação. O adolescente foi adicionado no grupo e, ao ver imagens pornográficas no celular, avisou aos seus pais e saiu do grupo.

“Fiquei assustada, ele usa o celular no horário para trabalhos escolares com os colegas da turma. Cada disciplina tem sempre um grupo dos colegas e ele veio me mostrar esse grupo novo. Meu erro é que não configurei o celular dele para que não pudesse ser adicionado em nenhum grupo sem autorização. No grupo das mães a noite foi de alertas entre os pais para que pegassem imediatamente o celular dos filhos”, disse ela.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Polícia da Criança e do Adolescente (DPCA) e pela Rede de Proteção à Vulneráveis (DPGV).

Portal 98 FM

PF investiga grupo que usava informante para monitorar fiscalizações do Ibama em Natal

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A Polícia Federal cumpriu nesta terça-feira 29 um mandado de busca e apreensão contra um grupo investigado por dificultar fiscalizações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Natal. A ordem judicial foi expedida pela 2ª Vara Federal do Rio Grande do Norte. As informações são do g1 RN.

De acordo com a PF, o grupo criminoso estaria monitorando as ações de fiscalização do Ibama com o apoio de um informante infiltrado no Iate Clube. A pessoa era responsável por repassar informações sobre a saída de equipes de fiscalização do ancoradouro.

“A associação criminosa estaria dificultando a fiscalização e abordagens do Ibama a pescadores ilegais”, informou a Polícia Federal.

Ainda segundo a corporação, os suspeitos também são investigados por crimes de extração e exploração ilegal de areia e por associação criminosa, todos previstos no Código Penal.

Procurado, o Iate Clube declarou: “Não comentamos operações policiais ou processos judiciais, mas estamos à disposição das autoridades.”

A Polícia Federal não informou o número de pessoas investigadas.

Ex-vereador de Parnamirim é suspeito de aplicar golpe de R$ 100 mil em idoso e está foragido

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Diogo Rodrigues da Silva, ex-vereador de Parnamirim, é o principal suspeito de aplicar um golpe contra um idoso, resultando em prejuízos que ultrapassam R$ 100 mil. O caso é investigado pela Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações de Natal (DEFD/Natal), que cumpriu, nesta terça-feira (29), um mandado de prisão preventiva contra um cúmplice do crime, no centro do município.

Segundo a Polícia Civil, Diogo teria se aproximado da vítima oferecendo ajuda em atividades cotidianas. Com o tempo, passou a ter acesso às informações bancárias do idoso e, de forma fraudulenta, realizou transferências e saques que comprometeram financeiramente a vítima. O outro suspeito, preso nesta terça, teria cedido contas bancárias para movimentar os valores desviados.

Diogo Rodrigues está foragido e a Polícia pede ajuda da população para localizá-lo. Informações podem ser repassadas, de forma anônima, pelo Disque Denúncia 181.

Foragido da Justiça de Santa Catarina é capturado na região Agreste do RN

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Policiais civis da 101ª Delegacia de Polícia de Goianinha e a Guarda Municipal de Espírito Santo/RN deram cumprimento, nesta segunda-feira (28), a um mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem, de 20 anos, foragido da Justiça do Estado de Santa Catarina. Ele foi localizado na residência de seus pais, no município de Espírito Santo, região Agreste potiguar.

O mandado foi expedido pela 2ª Vara da Comarca de Balneário Piçarras, integrante do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), em razão da suspeita da prática dos crimes de perseguição (stalking) e divulgação de cenas de estupro, estupro de vulnerável, ato sexual ou de pornografia.

A captura é resultado de uma ação integrada entre as Polícias Civis do Rio Grande do Norte (PCRN) e de Santa Catarina (PCSC). Na semana anterior, a PCSC solicitou apoio para a localização do foragido, que foi identificado após diligências investigativas realizadas pela equipe da PCRN.

O homem foi conduzido à delegacia para os procedimentos de praxe e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

Polícia Civil deflagra “Operação Inimigo Oculto” e afasta policial civil investigada por envolvimento com organização criminosa

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A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, na manhã desta terça-feira (29), a “Operação Inimigo Oculto”, que teve como objetivo o cumprimento de mandado de busca e apreensão contra uma policial civil investigada por integrar uma organização criminosa. A ação foi realizada por meio do Departamento de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (DECCOR-LD), com apoio da Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

De acordo com as investigações, a servidora, lotada em uma unidade plantonista, acessava de forma indevida procedimentos investigativos da DHPP que envolviam policiais militares, geralmente vinculados ao 4º Batalhão de Polícia Militar (4º BPM), e repassava as informações a eles ou a pessoas próximas. Além disso, foi constatado que ela também consultava e compartilhava dados relativos a investigações envolvendo integrantes de facções criminosas com os mesmos policiais militares.

As investigações apontam que parte desses policiais militares foi presa e é investigada pela própria DHPP por envolvimento com grupos de extermínio e milícias. As informações vazadas pela policial civil chegaram a ser divulgadas em redes sociais e utilizadas para autopromoção por parte dos milicianos.

A gravidade da conduta foi acentuada pela constatação de que os acessos indevidos ao sistema interno da Polícia Civil ocorriam de forma simultânea a ligações realizadas para os investigados. Diante dos elementos reunidos, a Justiça determinou, além do mandado de busca e apreensão, o afastamento cautelar da investigada do cargo, pelo prazo de 90 (noventa) dias.

O nome da operação faz referência à atuação silenciosa e infiltrada da investigada, que, a partir de dentro da própria instituição, comprometia investigações sensíveis e favorecia grupos criminosos — o que caracteriza o perfil de um “inimigo oculto”.

A Polícia Civil reforça seu compromisso com a legalidade e a transparência na atuação de seus servidores, destacando que eventuais condutas incompatíveis com a função policial serão devidamente apuradas e responsabilizadas.