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Categoria: Brasil

Policial civil, guarda municipal e empresário são denunciados por envolvimento em esquema criminoso do Faraó dos Bitcoins

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Um policial civil, um guarda municipal e um empresário foram denunciados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) por envolvimento no esquema criminoso comandado por Glaidson Acácio dos Santos, o Faraó dos Bitcoins. Os agentes são acusados de acessar dados do Infoseg, maior banco de dados criminais do país, para levantar informações sobre empresas e pessoas consideradas concorrentes aos interesses de Glaidson.

Foram denunciados o policial civil Robson Bento de Oliveira, o guarda municipal Bruno Ferreira da Silva e o empresário Diego Vianna de Souza. Oliveira e Silva respondem por violação de sigilo funcional — o policial foi denunciado também por corrupção passiva. Os dois foram afastados de suas funções por determinação judicial

Já Diego, conforme a apuração do Ministério Público, além de investir recursos próprios no esquema criminoso de Glaidson, também atuava como captador de novos investidores.

Glaidson foi condenado, em outubro de 2025, a 19 anos e dois meses de prisão pelos crimes de organização criminosa e corrupção ativa, por chefiar uma organização criminosa vinculada às atividades da empresa GAS Consultoria e Tecnologia, que atuava na Região dos Lagos cometendo crimes violentos contra possíveis concorrentes, além de delitos como corrupção e ameaças.

Extra

Após saída de Ratinho, Caiado ganha força no PSD para 2026

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Após a desistência do governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, passou a ser apontado por integrantes do Partido Social Democrático (PSD) como o nome mais cotado para disputar a Presidência da República pela sigla.

A legenda deve anunciar ainda nesta semana quem será seu candidato ao Palácio do Planalto. Além de Caiado, também está na disputa interna o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

Caiado tem projeção em pautas ligadas à segurança pública, por ser mais alinhado à direita e defender a anistia para os presos do 8 de janeiro. O nome de Eduardo Leite, por sua vez, seria apresentado como uma alternativa fora da polarização que se consolida com os nomes do presidente Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), que já lideram as pesquisas de intenção de voto.

Nesta segunda-feira (23), Ratinho Junior anunciou que não participará do processo de escolha do partido e que permanecerá no governo do Paraná até o fim do mandato, em dezembro, depois disso, ele focará nas empresas de comunicação da família.

Pleno News

Moraes concede prisão domiciliar a Bolsonaro após internação por pneumonia

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O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), acatou nesta terça-feira (24) o pedido da defesa e aprovou a solicitação de prisão domiciliar temporária ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ao conceder a prisão domiciliar humanitária a Bolsonaro, Moraes impôs uma série de medidas cautelares. Entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica.

A decisão do ministro ocorre após o procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet Branco, se manifestar favoravelmente ao pedido da defesa de Jair Bolsonaro (PL) para que o ex-presidente cumpra prisão domiciliar humanitária. No parecer, Gonet considerou que a saúde de Bolsonaro “demanda atenção constante”.

Gonet ainda analisou que é dever dos Poderes Públicos preservar da integridade física e moral dos que estão sob a sua custódia. E completou: “Está demonstrado que o estado de saúde do postulante da prisão domiciliar demanda a atenção constante e atenta que o ambiente familiar, mas não o sistema prisional em vigor, está apto para propiciar“.

Na visão do PGR, está evidenciada a necessidade da prisão domiciliar devido aos cuidados indispensáveis do monitoramente, em tempo integral, do estado de saúde do ex-presidente.

Assim, Gonet considerou que, sem prejuízo de reavaliações periódicas do quadro clínico relevante e dos cuidados de segurança indispensáveis para a continuidade da efetiva aplicação da sanção penal, “o parecer é pelo deferimento do pedido de prisão domiciliar humanitária formulado em favor de Jair Messias Bolsonaro“, disse.

Moraes determinou as condições que devem ser seguidas por Bolsonaro durante o cumprimento da prisão domiciliar:

  • Uso de tornozeleira eletrônica com área de inclusão do monitoramento limitando-se ao endereço residencial;
  • Autorização de visitas permanentes dos filhos às quarta-feiras e sábados, em um dos seguintes horários: 8h às 10h, 11h às 13h e 14h às 16h.
  • A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Laura Bolsonaro, e Letícia Marianna Firmo da Silva, enteada do ex-presidente, não precisarão de autorização já que residem na mesma casa em que o ex-presidente;
  • Autorização de visitas permanentes de seus advogados todos os dias de semana, inclusive aos finais de semana e feriados, iniciando-se às 8h20min até as 18h, sempre por 30 (trinta) minutos, mediante agendamento prévio;
  • Autorização de visita permanamente da equipe médica previamente designada pelo atendimento ao ex-presidente;
  • Autorização para sessões permanentes de fisioterapia;
  • Autorização para internação urgente de Bolsonaro caso seja necessário, sem ser preciso de autorização judicial;
  • Proibição do uso de celular, telefone ou qualquer outro meio de comunicação externa;
    Proibição do uso de redes sociais diretamente por Bolsonaro ou por terceiros;
  • Proibição de gravação de vídeos ou áudios diretamente por Bolsonaro ou por terceiros.

Aliados de Bolsonaro apostavam nos últimos dias em uma decisão concedendo a prisão domiciliar ao ex-presidente como forma de o ministro tentar aliviar a pressão sobre o tribunal diante da crise.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente e pré-candidato à Presidência, se reuniu nesta semana com Moraes para reforçar o pedido apresentado pelos advogados de Bolsonaro. A esposa de Bolsonaro, Michelle, também teve encontro com o ministro nesta segunda-feira (23).

Com a decisão, Bolsonaro retorna para a prisão domiciliar depois de quatro meses. Em 4 de agosto, Moraes decretou a prisão domiciliar após o ex-presidente descumprir medidas cautelares impostas pelo STF.

Quatro meses depois, no dia 22 de novembro, o ex-presidente foi preso preventivamente pela Polícia Federal após violar a tornozeleira eletrônica. Moraes determinou na ocasião a transferência de Bolsonaro para a Superintendência da PF em Brasília.

Metrópoles com CNN Brasil

GloboNews pede desculpas após arte ligar Vorcaro a políticos

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A GloboNews pediu desculpas nesta segunda-feira (23) após exibir, na última sexta-feira (20), um PowerPoint que mostrava conexões do empresário Daniel Vorcaro com políticos e ministros e ex-ministros do Supremo Tribunal Federal.

A arte colocava Vorcaro no centro de um diagrama com ligações a nomes da direita e da esquerda. Entre eles estavam o presidente Lula (PT), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o ministro Alexandre de Moraes e o ex-ministro Ricardo Lewandowski.

Também apareceram na lista o presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo; o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP); o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB); o senador Ciro Nogueira (PP-PI); o ex-governador João Doria; o ex-ministro Guido Mantega; e o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, além do Partido dos Trabalhadores da Bahia.

No programa Estudio i desta segunda, Andréia Sadi afirmou que o material “estava errado e incompleto” e que não ficou claro “o critério que foi usado para a seleção das informações”.

– Esse conteúdo acabou misturando contatos institucionais com nomes que Vorcaro menciona como tendo relação contratual ou pessoal, além de outros nomes sob análise da PF ou que, à luz das informações apuradas até aqui, podem ser classificadas como não republicanos.

A jornalista também disse que a arte exibida estava incompleta. De acordo com ela, nomes que já vieram a público por causa do caso Master não apareceram no material.

Pleno News

Vorcaro é transferido para cela que Bolsonaro reclamou de ar-condicionado barulhento

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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), acolheu na segunda-feira (23) pedido da defesa do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para transferi-lo de cela. Agora, o banqueiro ocupa a Sala de Estado-Maior da Superintendência Regional da Polícia Federal (PF) do Distrito Federal, onde estava preso o ex-presidente Jair Bolsonaro. As informações são do portal g1.

Por lei, a Sala de Estado-Maior é reservada a autoridades e altas figuras públicas. Condição que não se aplicava a Vorcaro. Anteriormente, o banqueiro estava custodiado em um alojamento com menos recursos, onde havia uma mureta para separar a cama de concreto do vaso sanitário e do chuveiro.

Na cela preparada para Bolsonaro, tinha televisão, frigobar, armários, cama de casal, ar-condicionado, uma mesa e banheiro privativo.

Durante o período no qual ficou custodiado na Superintendência da PF, o ex-presidente e seus familiares relataram que o ar-condicionado fazia muito ruído. Diante das reclamações, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou, em 15 de janeiro, a transferência do capitão da reserva para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), localizado no Complexo da Papuda, conhecido como “Papudinha”.

Transferência de Vorcaro

Na quinta-feira (19), Mendonça autorizou a transferência do dono do Master da Penitenciária Federal de Brasília para a Superintendência da PF. A ida do banqueiro foi realizada de helicóptero e se deu junto à assinatura do termo de confidencialidade com a própria corporação e com a Procuradoria-Geral da República (PGR). O documento viabiliza uma negociação para delação premiada.

A mudança do local de detenção de Vorcaro é um indicativo de que o processo de delação premiada já começou. Isso porque, custodiado na Superintendência, o banqueiro fica mais acessível a conversas.

Nesse momento inicial, o dono do Master prestará depoimento no qual fará a exposição dos fatos com a apresentação de provas ou indicação de onde podem ser encontradas. Depois, o relator do caso, o ministro André Mendonça, será comunicado. Caberá ao magistrado homologar ou não a delação.

Mudança de advogado

No dia 13 de março, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, fez uma troca em sua defesa. O advogado Pierpaolo Bottini deixou a equipe para a entrada de José Luís Oliveira Lima, conhecido como Dr. Juca. Com a mudança, abriu-se a possibilidade de o banqueiro fazer um acordo de delação premiada.

Bottini era contra o uso do benefício como estratégia jurídica. Diferente do Dr. Juca, que é especializado em delação premiada. O advogado também defende o general Walter Braga Netto, condenado a 26 anos de prisão por envolvimento na trama golpista.

Dias depois de ser preso, Vorcaro havia feito uma sondagem inicial com investigadores da PGR e da PF sobre a possibilidade de fazer um acordo de delação premiada. Segundo informou o portal UOL, o estágio das tratativas até então era inicial.

Oposição protocola impeachment de Dino no Senado

FOTO: VICTOR PIEMONTE

O líder da oposição na Câmara, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), formalizou junto ao Senado Federal um pedido de impeachment do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). O documento, entregue na última sexta-feira (20) ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), sustenta que o magistrado interferiu indevidamente nos trabalhos da CPMI do INSS. A acusação central foca na decisão de Dino que paralisou as quebras de sigilo aprovadas pelos congressistas em regime de votação conjunta.

O episódio que motivou a representação ocorreu em 5 de março, quando o ministro invalidou 87 requerimentos aprovados pela comissão que apura fraudes bilionárias contra a previdência social. Entre as medidas anuladas estavam o acesso aos dados fiscais e bancários de Roberta Luchsinger e de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente da República.

Ao atender um pleito da defesa da empresária, Dino argumentou que a votação em bloco feriu o devido processo constitucional, pois impediu a análise individualizada e a deliberação específica de cada pedido pelos parlamentares.

Em sua determinação, o magistrado estabeleceu que eventuais informações já obtidas deveriam permanecer lacradas na presidência do Senado até que o plenário do STF julgue o mérito da questão. Contudo, para o deputado paraibano, tal posicionamento fere a independência entre os Poderes e subordina as investigações legislativas ao crivo do Judiciário, criando um precedente que ameaça a autonomia das CPIs.

A denúncia protocolada também levanta suspeitas sobre a imparcialidade do ministro, sugerindo que o ato visou resguardar interesses particulares e proteger o filho de Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o texto da representação:

“O juiz não pode se afastar da estrita observância do direito para atuar orientado por motivações políticas, ideológicas, pessoais, para proteger desvios dos seus pares ou para defender filho de Presidente da República envolvido em esquema criminoso, sob pena de comprometer a própria legitimidade da função jurisdicional”.

Cabo Gilberto Silva argumenta ainda que a postura de Flávio Dino configura uma incursão indevida em atribuições exclusivas de outra esfera de poder, o que seria inadequado ao exercício da magistratura. O parlamentar conclui que a atuação do ministro foi “incompatível com a dignidade, honra e decoro do cargo”, justificando assim a abertura do processo de impeachment no Senado.

Diário do Poder

STF livrou ao menos dez pessoas de depoimentos na CPMI do INSS

FOTO: EDILSON RODRIGUES

A cúpula da CPMI (comissão parlamentar mista de inquérito) do INSS tem contestado decisões do STF (Supremo Tribunal Federal) que avalia terem atrapalhado os trabalhos do colegiado. Até o momento, ao menos dez pessoas foram dispensadas de comparecer à comissão por força de decisão da Corte.

Nomes considerados cruciais para a apuração sobre o esquema de descontos a aposentadorias e pensões garantiram no STF a possibilidade de faltar às oitivas.

O caso mais recente se refere a sessão programada para a última quarta-feira (18), quando deputados e senadores esperavam tomar o depoimento da presidente do Banco Crefisa, Leila Pereira. A oitiva, no entanto, foi cancelada após o ministro Gilmar Mendes conceder habeas corpus que a desobrigou de comparecer.

Veja nomes que garantiram no STF a permissão para faltar à CPMI do INSS:

  • Maurício Camisotti, empresário (esperado em 18/09/2025);
  • Thiago Schettini, empresário (esperado em 17/11/2025);
  • Rodrigo Moraes, sócio da ARPAR (esperado em 24/11/2025);
  • Danilo Trento, empresário (esperado em 27/11/2025);
  • Sandro Temer de Oliveira, representante de associações (esperado em 01/12/2025);
  • Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master (esperado em 23/02/2026);
  • Edson Cunha de Araújo, deputado estadual (esperado em 26/02/2026);
  • Augusto Ferreira Lima, ex-CEO do Banco Master (esperado em 11/03/2026);
  • Aristides Veras dos Santos, presidente da Contag (esperado em 16/03/2026);
  • Leila Pereira, presidente do Banco Crefisa (esperada em 18/03/2026).

Em setembro, o ministro André Mendonça desobrigou Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, e Maurício Camisotti de comparecer à CPMI, o que deu início ao embate entre a comissão e o STF.

Desde então, ministros da Corte proferiram uma série de decisões que inviabilizou parte do calendário da comissão. O presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), tem classificado as decisões do STF como uma interferência nas atribuições do Legislativo.

Apesar de ter sido liberado, Antônio Carlos Camilo Antunes decidiu comparecer na comissão e prestou depoimento em 25 de setembro.

Além do impasse quanto às convocações, a CPMI também esbarrou na anulação de quebras de sigilo. No início do mês, por exemplo, o ministro Flávio Dino decidiu suspender requerimento aprovado pela comissão em referência a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Mendonça determina prorrogação

Instalada em agosto, a CPMI apura o esquema de fraudes a aposentadorias e pensões de segurados do INSS. O colegiado tinha prazo de funcionamento limitado a 28 de março, mas nessa segunda-feira (23), o ministro André Mendonça, do STF, decidiu prorrogar o funcionamento do colegiado

Em sua decisão, o ministro entendeu ser inconstitucional o que chamou de “omissão deliberada” da Mesa Diretora e da Presidência do Congresso em deixar de receber e de promover a leitura da prorrogação dos trabalhos da comissão. Mendonça deu prazo de 48 horas para a leitura do requerimento.

A medida, em caráter liminar, precisa ser referendada pelo plenário da Corte. A decisão, no entanto, já é comemorada pela cúpula da CPMI do INSS. À CNN Brasil, o presidente do colegiado afirmou que o despacho representa “uma vitória para o Brasil”.

Carlos Viana, que por diversas vezes criticou decisões do STF que atingiram a CPMI, defendeu o despacho de André Mendonça. “É para isso que serve o STF. Quando a Constituição não é respeitada, o STF tem que entrar. Não é interferir nos trabalhos do parlamento como tem acontecido”, ressaltou.

“Eu programei para [estender por] mais 60 dias. Eu entendo que nós não necessitamos hoje de 120 dias (…) 60 dias ao meu ver é o tempo necessário para que a gente termine bem feito o trabalho, um relatório que seja especialmente conjunto, entre governo e oposição”, afirmou.

À CNN, Viana afirmou que será dada sequência à investigação principalmente no que se refere aos empréstimos consignados. A comissão também deve tentar garantir com que convocados que garantiram habeas corpus sejam obrigados a comparecer à CPMI, além de buscar a convocação de testemunhas do entorno de nomes importantes para as apurações.

CNN

REAL TIME BIG DATA: No MT, Flávio supera Lula em cenários de 1º turno

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) supera o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cenários de primeiro turno na disputa pelo Palácio do Planalto no Mato Grosso. É o que aponta pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (24).

No primeiro quadro avaliado pelo levantamento, Flávio tem 46% das intenções de voto, contra 30% de Lula. Na sequência, surge o goverandor do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), com 3%. Na segunda-feira (23), ele desistiu de concorrer à Presidência da República.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), registra 2%, e o ex-ministro Aldo Rebelo (DC), 1,0%. O empresário Renan Santos (Missão) não pontuou. Votos em branco e nulos são 8%. Outros 10% não souberam responder.

No segundo panorama, Flávio mantém os 46%, ante 31% de Lula. A seguir, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), e Romeu Zema assinalam 2% cada. Por sua vez, Aldo Rebelo soma 1,0%. Renan Santos não pontuou novamente.

Votos em branco e nulos totalizam 8%. Ao mesmo tempo, 10% não souberam responder.

No terceiro e último cenário testado, Flávio marca 45%, enquanto Lula tem 30%. Em seguida, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), aparece com 5%. Romeu Zema tem 2%, e Aldo Rebelo, 1,0%. Mais uma vez, Renan Santos não pontuou.

Votos em branco e nulos correspondem a 8%. Já 9% não souberam responder.

Metodologia

Foram ouvidas 1.600 pessoas no Mato Grosso entre os dias 21 e 23 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

CNN