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Categoria: Comportamento

55% dos brasileiros já escaparam de festas de fim de ano para transar, diz pesquisa

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As festas de fim de ano costumam ser marcadas por reencontros familiares e por comidinhas deliciosas e caseiras. Contudo, mesmo diante da correria das festividades e das expectativas para o jantar de Natal, há quem arrume um tempinho para encaixar o sexo na agenda. Uma pesquisa revelou que mais da metade dos brasileiros escapam das festas de fim de ano para uma rapidinha.

Em uma pesquisa realizada pelo Sexlog com 4.379 respondentes, a plataforma descobriu que o clima natalino e a virada de ano, entre uma uva passa e outra, também oferecem espaço para encontros apimentados.

O levantamento mostrou que apesar de 73,49% dos participantes passarem o Natal e Ano-Novo com a família, isso não significa que o clima seja só de amor fraternal. A pesquisa revelou que 55,99% dos usuários já escaparam de alguma comemoração de fim de ano para uma rapidinha.

Metrópoles

Descubra o que é ‘Agamia’: Nova tendência de relacionamento da geração atual

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Nos últimos anos, a geração Z tem promovido significativas mudanças nas formas de se relacionar. Muitas tendências estão emergindo, entre elas a rejeição ao casamento e a decisão de não ter filhos. Este comportamento, que pode parecer incomum ou até mesmo radical para as gerações anteriores, reflete um afrouxamento das normas sociais tradicionais relacionadas ao compromisso, surgindo a agamia.

De acordo com pesquisas recentes, o Brasil apresenta um número cada vez maior de pessoas optando por permanecer solteiras. Em 2023, dados do IBGE revelaram que o país contava com 81 milhões de solteiros, superando os 63 milhões de pessoas casadas. Este fenômeno, porém, não está restrito ao solo brasileiro, pois tendências semelhantes podem ser observadas em diversas partes do mundo.

Como Funciona a Agamia?

Um dos novos estilos de vida que têm chamado atenção entre os jovens é a agamia. A palavra “agamia” deriva do grego, sendo composta por “a” (não ou sem) e “gamos” (união íntima ou casamento). Este conceito se refere à escolha de algumas pessoas de não formar uniões românticas ou matrimoniais. A agamia se distingue do estado de estar solteiro, pois representa uma escolha consciente de evitar qualquer tipo de relacionamento.

Heloisa Buarque de Almeida, professora de Antropologia da USP, destaca que, enquanto os solteiros podem acabar nessa situação independentemente de seus desejos, os agâmicos fazem uma escolha deliberada de não buscar relacionamentos românticos. Este movimento reflete uma busca por novas formas de conexão que não implicam em laços legais ou compromisso tradicional.

Por Que a Agamia Está se Popularizando no Mundo?

A agamia não se restringe ao Brasil; ela é uma tendência crescente em várias partes do mundo, como nos Estados Unidos, Japão e em outras Nações da América Latina. Para muitos, a mudança na forma de se relacionar é uma resposta às imagens romantizadas do amor perpetuadas pela mídia, que muitas vezes não condizem com a realidade vivida.

Além disso, uma nova consciência social e ambiental está contribuindo para esta tendência. Ao abdicar de relações que visam a procriação, muitos jovens agâmicos expressam preocupações com questões globais, como aquecimento global e sustentabilidade, que acreditam ser incompatíveis com a criação de uma nova geração.

Como a Tecnologia Influencia esse Tipo de Relacionamento?

A tecnologia desempenha um papel importante na disseminação de estilos de vida como a agamia. As redes sociais e o mundo digital oferecem variadas formas de interação que substituem ou complementam as relações presenciais, atrasando ou mesmo evitando o envolvimento romântico tradicional entre os jovens.

Dessa maneira, surgem novos modelos de família e relacionamento, como casais vivendo em lares separados ou estruturas familiares alternativas com dois pais ou duas mães. Mesmo com essas transformações, os conceitos de amor e família continuam a evoluir, mantendo a essência dos laços emocionais, mas com estruturas diferentes das tradicionais.

O estilo de vida agâmico reflete mudanças mais amplas observadas na sociedade contemporânea, representando um desejo de escapar das estruturas tradicionais e buscar formas de viver que ressoem mais autenticamente com os valores pessoais e coletivos de cada indivíduo. A geração Z, com sua tendência a desafiar o convencional, continua a redefinir o que significa amar e se conectar em um mundo em constante evolução.

Terra Brasil Noticias

Swing é a nova paixão nacional? Números revelam as cidades com mais adeptos da prática, inclusive no RN

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O swing, prática consensual que envolve troca de casais em busca de novas experiências sexuais, está deixando de ser tabu no Brasil. De norte a sul, de grandes capitais a cidades menores, o estilo de vida está ganhando espaço. Para entender melhor essa revolução comportamental, o aplicativo Ysos, especializado em conectar pessoas interessadas na prática, realizou um levantamento revelador. Com mais de 2 milhões de usuários, o app traçou o perfil dos adeptos em cada estado, revelando os três municípios com maior concentração de “swingueiros”.

De acordo com o head de marketing do app, Gustavo Ferreira, os dados mostram que o swing já não é mais exclusividade de grandes centros urbanos. “Em todos os estados brasileiros, há cidades liderando a adesão ao movimento. No Acre, por exemplo, as cidades de Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Acrelândia concentram os maiores números de adeptos. Já no Rio de Janeiro, o trio de destaque é formado pela capital, Niterói e Nova Iguaçu”, conta.

De Oiapoque (AP) ao Chuí (RS), o swing parece estar conectado por um único fio condutor: a busca por experiências que transcendam as convenções tradicionais.

Mapeando o Swing: os Destaques

O levantamento do Ysos mostrou que os dados vão além da geografia. O perfil dos usuários também oferece um retrato diverso da prática. No quesito gênero, 45% dos adeptos são casais, enquanto 38% são homens e 14% são mulheres. Outras identidades, como crossdressers e travestis, correspondem a 3% da base do Ysos.

Já em termos de preferências, as declarações de interesse selecionadas pelos usuários ao configurar seus perfis reforçam a pluralidade do swing. Casais “ele/ela” lideram as preferências (45,03%), seguidos por mulheres (27,61%) e homens (23,54%). Interesses como “casais ela/ela” (10,37%) e “mulheres trans” (10,33%), indicam uma abertura crescente para novas possibilidades dentro do universo do swing.

O Top 3 pelo Brasil

Os números também ajudam a identificar tendências regionais. No Nordeste, por exemplo, cidades como Salvador, Fortaleza e Recife lideram em número de usuários. Já no Sul, capitais como Curitiba e Porto Alegre dividem o espaço com cidades interioranas como Caxias do Sul e Londrina.

No Centro-Oeste, Brasília, Goiânia e Cuiabá são os principais polos. No Norte, além de Manaus e Belém, cidades menores como Manacapuru (AM) e Parauapebas (PA) mostram que a prática vai além das capitais. E no Sudeste, São Paulo, Belo Horizonte e o Rio de Janeiro destacam-se como os grandes epicentros.

Faixa Etária e o Futuro do Swing

A faixa etária dos praticantes também chamou atenção. A maioria (37,40%) está entre 25 e 34 anos, seguidos por usuários de 35 a 44 anos (28,63%). Apesar de menos expressivos, jovens de 18 a 24 anos (10,54%) e pessoas acima de 55 anos (7,50%) também mostram interesse no swing, provando que a prática não tem idade.

O Swing na Era Digital

Para Gustavo, o Ysos desempenha um papel crucial na normalização do swing no Brasil. “Nosso papel é conectar pessoas, facilitando diálogos abertos sobre o tema. O levantamento é apenas um reflexo de como a sexualidade está se transformando, incorporando novas práticas e derrubando tabus”, diz.

Confira a lista das três cidades com mais adeptos do swing em cada estado

Acre: Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Acrelândia

Alagoas: Maceió, Arapiraca e Marechal Deodoro

Amapá: Macapá, Santana e Amapá

Amazonas: Manaus, São Paulo de Olivença e Manacapuru

Bahia: Salvador, Feira de Santana e Vitória da Conquista

Ceará: Fortaleza, Juazeiro do Norte e Caucaia

Distrito Federal: Brasília, Águas Claras e Valparaíso de Goiás

Espírito Santo: Vitória, Vila Velha e Serra

Goiás: Goiânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis

Maranhão: São Luís, Imperatriz e São José de Ribamar

Mato Grosso: Cuiabá, Rondonópolis e Sinop

Mato Grosso do Sul: Campo Grande, Dourados e Três Lagoas

Minas Gerais: BH, Uberlândia e Contagem

Pará: Belém, Ananindeua e Parauapebas

Paraíba: João Pessoa, Campina Grande e Patos

Paraná: Curitiba, Londrina e Maringá

Pernambuco: Recife, Jaboatão dos Guararapes e Caruaru

Piauí: Teresina, Parnaíba e Picos

Rio de Janeiro: Rio de Janeiro, Niterói e Nova Iguaçu

Rio Grande do Norte: Natal, Mossoró e Parnamirim

Rio Grande do Sul: Porto Alegre, Caxias do Sul e Canoas

Rondônia: Porto Velho, Ji-Paraná e Vilhena

Roraima: Boa Vista, Rorainópolis e Caracaraí

Santa Catarina: Florianópolis, Joinville e Blumenau

São Paulo: São Paulo, Campinas e Guarulhos

Sergipe: Aracaju, Itabaiana e Nossa Senhora do Socorro

Tocantins: Palmas, Araguaína e Gurupi

Pesquisa aponta Brasil como país com mais “infiéis” da América Latina

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A infidelidade tem sido uma questão complexa e intrigante nos relacionamentos há muito tempo, mas pesquisas apontam que os brasileiros parecem estar bem acostumados com o assunto.

Ao menos é o que revela a plataforma de encontros extraconjugais Gleeden, que apontou o Brasil como o país com a maior quantidade de “infiéis” da América Latina, tendo São Paulo como a cidade com a maior quantidade de pessoas que pulam a cerca.

A pesquisa também mostrou outras localidades que lideram no ranking da infidelidade brasileira: Brasília, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre.

Esses lugares, com grandes oportunidades de interação social e profissional, apresentam um alto número de usuários de aplicativos de relacionamento, o que contribui para o aumento dos casos de traição, de acordo com os pesquisadores.

Não monogamia em alta

Uma outra pesquisa recente, realizada pelo aplicativo de relacionamentos voltado a quem quer um(a) amante, o Ashley Madison, divulgou a lista das 20 principais cidades do Brasil nas quais as pessoas têm maior interesse na não monogamia.

Pela primeira vez, a lista é encabeçada pela cidade de Florianópolis, capital do estado de Santa Catarina; seguida por Porto Alegre, Joinville, Contagem e Londrina fechando o top 5.

Metrópoles

Transar enquanto joga videogame é tendência no sexo, aponta pesquisa

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Graças a um aumento na positividade sexual nos últimos anos, está mais fácil que nunca, para muitos casais, se sentirem confortáveis ​​compartilhando seus desejos mais íntimos dentro do quarto.

Para ter uma ideia das preferências na hora do rala e rola, um aplicativo de relacionamento entrevistou mais de 4.000 usuários ao redor do globo para seu relatório anual de tendências.

A pesquisa apontou as cinco principais preferências de todos os entrevistados. Em primeiro lugar, ficou “continuar transando após o orgasmo”, seguido por “sexo na sacada” e “fazer sexo enquanto joga videogame”.

Fechando o top cinco apareceram, ainda, as respostas “acordar um ou outro com sexo oral” (lembrando que isso precisa estar combinado previamente, caso contrário, configura abuso) e “malhar juntos enquanto estão nus”.

Os dados, coletados pelo Bumble, também revelaram uma divisão interessante entre a geração Z (nascidos entre 1997 e 2010), os millennials (nascidos entre 1981 e 1996) e a geração X (nascidos entre 1965 e 1980.).

Por exemplo, quando se trata de sexo kink, a gen Z mostrou-se muito mais dócil, preferindo atividades sexuais como tomar banho juntos, sexo no chuveiro e dias de SPA em casa.

Os entrevistados da gen Z também estavam mais hesitantes em introduzir brinquedos no quarto, com apenas 43% dizendo que estão abertos a isso; em comparação com 54% dos casais da geração Y e da geração X.

Os millennials e a geração X também são mais aventureiros quando se trata de suas posições sexuais favoritas, revelando que têm metade da probabilidade de preferir a posição papai e mamãe em comparação à geração Z.

Metrópoles

Brasileiros estão entre os que menos se sentem amados, mostra estudo

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Se sentir amado (a) é o desejo de muitas pessoas. Porém, nem todo mundo anda satisfeito nesse quesito. Isso porque, resultados recentes da pesquisa Global Happiness 2024, conduzida pelo Instituto Ipsos, apontam que os brasileiros estão entre os que menos se sentem amados.

A pesquisa realizada pela Ipsos entre dezembro de 2023 e janeiro de 2024 ouviu 24.269 entrevistados on-line, em 30 países. No Brasil, foram feitas mil entrevistas. De acordo com a análise, o Brasil ocupa a 27ª colocação no aspecto de sentir-se amado, com 68% dos entrevistados expressando esse sentimento.

Esta pontuação coloca o país empatado com a Suécia. Além deles, outras nações com baixa satisfação neste tema incluem Japão (51%), Itália (63%) e Coréia do Sul (63%). Enquanto Colômbia (86%), Índia (84%), Nova Zelândia (82%), México (81%) e Indonésia (81%) lideram a lista.

Satisfação com vida sexual

Além da questão em sentir-se amado, a pesquisa também avaliou a satisfação dos entrevistados com vida sexual. Segundo o estudo, 60% dos brasileiros afirmam estar satisfeitos nesse ponto.

No entanto, o Brasil fica atrás de países como Índia (76%), México (76%) e Tailândia (75%) que estão mais contentes nesse aspecto, enquanto os menos realizados incluem Japão (37%), Coréia do Sul (45%) e Canadá (52%).

Metrópoles

Homens inteligentes têm relacionamentos mais longos, diz pesquisa

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Uma pesquisa apontou um possível motivo para pessoas procurarem parceiros inteligentes antes de começar um relacionamento. Um novo estudo publicado no periódico científico Personality and Individual Differences revelou que a inteligência exerce um impacto positivo nas relações, com um papel fundamental na longevidade e na sustentabilidade dessas conexões.

Os estudiosos escolheram restringir seus experimentos a homens heterossexuais, recrutando 202 participantes com idades entre 18 e 65 anos que estavam em relacionamentos há seis meses ou mais, com uma duração média de pouco mais de três anos e meio.

O grupo do estudo foi obrigado a fazer um teste cognitivo para avaliar habilidades gerais de inteligência, como a capacidade de resolver problemas ou de raciocínio lógico, e respondeu a outra pesquisa que revelou comportamentos de relacionamento positivos e negativos.

Homens inteligentes demonstraram níveis mais baixos relacionamento não saudáveis, e níveis mais altos de satisfação e priorização do namoro ou casamento em que estão inseridos, fazendo-os, consequentemente, terem uma maior duração.

De acordo com os pesquisadores, a descoberta sugere que essas habilidades podem facilitar o controle de impulsos ao ajudar os homens a considerar as consequências de um mau comportamento habitual, sobretudo quando o tema é uma relação amorosa.

No entanto, os pesquisadores não encontraram nenhuma ligação significativa entre a inteligência masculina e alguns comportamentos nocivos, como o ciúme.

Metrópoles

Pesquisa aponta que 87% das mulheres desejam ter relação a três ou mais

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Uma pesquisa apontou como algumas fantasias sexuais podem variar a partir do gênero da pessoa, além da idade e da classe social. Publicado pelo instituto Kinsey, especializado em sexualidade, o levantamento realizado com 3.310 pessoas com idades entre 18 e 77 anos, de 71 países, mapeou diferentes perfis e preferências debaixo dos lençóis.

Foi constatado que 95% dos homens e 87% das mulheres revelaram já ter cogitado fazer sexo com mais de uma pessoa (o que inclui sexo a três, swing e até suruba). Os pesquisadores apontaram que o fetiche é mais comum entre homens com idades entre 40 e 50 anos.

Monogamia em alta

Enquanto isso, a geração Z é a que mais fantasia sobre monogamia, com quase 81% do total de pessoas ouvidas dando preferência a esse formato. De acordo com a educadora sexual Isabela Cerqueira, a geração Z é conhecida por sua fluidez, mas muitos ainda preferem a monogamia por buscar estabilidade e uma conexão profunda com um parceiro.

 “Apesar da maior abertura para diferentes formas de relacionamento, a monogamia oferece um senso de segurança emocional que pode ser valorizado. Vale destacar que a não monogamia também pode enfrentar questões de traição, pois a honestidade e o cumprimento de acordos são cruciais em qualquer tipo de relacionamento”, reforça Isabela.

Porém, não ache que a relação aberta está eliminada por completo entre os jovens. De acordo com o instituto, ao menos 18% dos jovens entrevistados têm interesse em relações não monogâmicas. Entre as gerações mais velhas (millennials, geração X e boomers), 80% fantasiaram com uma relação aberta.

BDSM tem sua vez

Já dizia Christin Grey: “Eu não faço amor… eu f***, e com força”. Segundo o relatório publicado pelo instituto, livros como 50 Tons de Cinza possibilitaram que fetiches e BDSM chegassem às camas de muitas pessoas. Cerca de 96% das mulheres e 39% dos homens demonstraram interesse por sexo kink.

Os jovens da geração Z foram os que mostraram maior interesse no sexo estilo Christian Grey, com 56% alegando que testariam algo desse tipo no rala e rola. Entre os millennials, 52% têm a mesma fantasia, enquanto as mesmas práticas fazem parte da imaginação de 31% dos X e apenas 12% dos boomers.

Metrópoles