SELO BLOG FM (4)

Categoria: Comportamento

Quem é a ‘mulher fitness perfeita’ com gosto inusitado para homens

FOTO: REPRODUÇÃO

A influenciadora fitness Karol Rosalin voltou a chamar atenção nas redes sociais após revelar detalhes de suas preferências pessoais e rotina de preparação física. Aos 26 anos, ela ficou conhecida internacionalmente após receber um título de destaque no universo fitness.

Em 2024, Karol foi apontada pela versão australiana da Playboy Austrália como a mulher com o corpo fitness “mais perfeito”, em análise feita com apoio de inteligência artificial. Apesar da imagem associada ao padrão atlético, ela afirma se sentir mais atraída por homens com o chamado “corpo de pai”, caracterizado por barriga saliente.

Segundo a influenciadora, esse perfil transmite conforto e autenticidade. “Quem não gosta de um abraço confortável? Esses homens passam uma ideia de equilíbrio”, declarou em entrevista. Ela também disse que muitos homens deixam de se aproximar por acreditarem que não correspondem ao que imaginam ser seu padrão.

Karol avalia que existe um estereótipo equivocado sobre mulheres que treinam intensamente. “Criaram essa narrativa de que mulher que treina só quer homem sarado”, comentou, acrescentando que físicos extremamente definidos nem sempre são os mais atraentes para o público feminino.

Além das declarações sobre relacionamentos, a influenciadora também tem repercutido por iniciativas incomuns. Madrinha de bateria da Acadêmicos do Tatuapé, ela contou ter intensificado os treinos antes do Carnaval, chegando a adotar uma dieta rigorosa.

Karol ainda gerou debate ao sugerir nas redes a criação de uma espécie de contribuição mensal de parceiros para ajudar a custear gastos com saúde e estética. Em outra frente, afirmou comercializar itens inusitados ligados à sua rotina fitness, dizendo já ter vendido mais de uma centena de unidades.

As declarações continuam repercutindo entre seguidores e críticos, mantendo a influenciadora no centro das discussões sobre padrões de beleza, comportamento e mercado digital.

Portal Dol

Entenda o que acontece com o cérebro quando nos ignoram no WhatsApp

FOTO: REPRODUÇÃO

A mensagem foi visualizada, os dois tiques azuis aparecem, mas a resposta não chega. E agora? Pois bem, o que parece exagero tem base científica: pesquisas associam o uso intenso de aplicativos de mensagem ao aumento de ansiedade e sensibilidade à rejeição.

Os estudos mais recentes afirmam que o cérebro humano não diferencia rejeição presencial de digital, como conta a psicóloga clínica pós-graduada pela PUC-Minas, Ana Carolina Silva Rodrigues. Ela confirma que o sistema nervoso reage de forma similar nos dois casos.

“O cérebro busca previsibilidade e segurança. Quando o ambiente causa instabilidade, o sistema nervoso emite alerta e aumenta a ansiedade”, afirma a especialista.

Outro estudo publicado na revista Science pela pesquisadora Naomi Eisenberger demonstrou que a exclusão social ativa as mesmas regiões cerebrais relacionadas à dor física.

Mesmo que a interação aconteça por meio de uma tela, o corpo responde como se enfrentasse ameaça real ao vínculo social.

Dopamina e cortisol criam ciclo de checagem constante

O estudo aponta um dado que justifica a sensação de rejeição: o “visualizado sem resposta” interrompe o ciclo de recompensa da dopamina e eleva os níveis de cortisol.

O WhatsApp funciona como sistema de recompensa variável: como não sabemos quando a pessoa vai visualizar ou responder, checamos a tela repetidamente.

“A incerteza ativa o sistema de alerta. Surgem questões como ‘Por que não respondeu?’ ou ‘Fiz algo errado?’. É o sistema biológico reagindo à quebra de expectativa social”, explica Ana Carolina.

O psicólogo B. F. Skinner descreveu originalmente o conceito de recompensa variável ao estudar como recompensas imprevisíveis reforçam comportamentos repetitivos. Notificações e respostas intermitentes funcionam dentro dessa lógica.

Já Rafael Ferreira Simões, psiquiatra mestre pela UFMG, destaca que as redes sociais têm interesse em manter usuários engajados.

“A confirmação de visualização compele a pessoa a responder rapidamente. Quem demora pode parecer rude ou distante, o que afeta a relação”, diz.

Portal Dol

Conheça os 10 países onde mais se faz sexo; veja a posição do Brasil

FOTO: GETTY

O Brasil segue firme entre os países mais ativos sexualmente do mundo.

Segundo uma pesquisa divulgada pelo site Insider Monkey, com base em estudos e levantamentos internacionais que analisam a frequência média de relações sexuais por ano, o Brasil aparece na 7ª posição no ranking global dos lugares onde as pessoas mais fazem sexo, reforçando a fama do brasileiro como caloroso, afetivo e apaixonado.

No topo da lista está a Espanha, um país conhecido por sua cultura vibrante, romantismo e demonstrações públicas de afeto. De acordo com um estudo da Durex, cerca de 72% dos espanhóis afirmam praticar atividades sexuais ao menos uma vez por semana, garantindo o primeiro lugar no ranking.

Um levantamento que revela como cultura, comportamento social e estilo de vida influenciam diretamente a intimidade ao redor do mundo.

Confira o ranking top 10:

Espanha

Itália

Suíça

Polônia

Grécia

México

Brasil

China

Alemanha

Rússia

Metrópoles

Transplante de sobrancelhas vira tendência no Brasil; entenda

FOTO: FREEPIK

No universo da beleza, uma nova técnica vem chamando atenção e conquistando adeptos em todo o mundo: o transplante de sobrancelhas. Popular entre celebridades internacionais, como Chrissy Teigen e Meagan Good, e nacionais como Debora Secco e Flavia Pavanelli, o procedimento ganhou destaque no Brasil com a parceria inédita entre a referência em sobrancelhas Natalia Beauty, e o cirurgião plástico Stanley Bittar, uma das maiores autoridades em transplantes capilares. A dupla desenvolveu o Full Brows, oferecendo uma solução definitiva para sobrancelhas falhadas ou ausentes.

– O transplante de sobrancelhas tem crescido em popularidade globalmente. Dados da Sociedade Internacional de Cirurgia de Restauração Capilar (ISHRS) mostram que, em 2022, 11% das cirurgias de restauração capilar realizadas em mulheres foram para sobrancelhas, enquanto entre os homens a proporção foi de 4%. No Brasil, a busca por procedimentos estéticos não invasivos e minimamente invasivos aumentou 390% nos últimos cinco anos, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, impulsionada por avanços tecnológicos e pelo impacto de influenciadores digitais – afirma Bittar.

Segundo Natalia Beauty, o transplante de sobrancelhas devolve não apenas um olhar mais expressivo e harmonioso, mas a confiança e autoestima das pessoas.

– O procedimento é indicado para quem perdeu parte ou toda a sobrancelha devido a fatores como alopecia, cicatrizes, quimioterapia ou mesmo falhas causadas por técnicas anteriores realizadas de forma incorreta – explica.

A técnica utilizada no Full Brows envolve a extração de folículos capilares da região posterior do couro cabeludo, que são implantados cuidadosamente na sobrancelha, respeitando o padrão natural de crescimento dos fios. Segundo Stanley Bittar, o método garante resultados que simulam a aparência natural das sobrancelhas originais.

– O procedimento, realizado sob anestesia local, tem duração média de quatro a seis horas e requer um período de recuperação de aproximadamente seis meses para o resultado final completo.

– Embora os benefícios do transplante de sobrancelhas sejam amplamente divulgados, o procedimento não é indicado para todos. Pacientes com condições médicas ativas, gestantes ou lactantes devem evitar a intervenção. Exames clínicos e avaliação detalhada são essenciais para determinar a viabilidade do tratamento – alerta Bittar.

Pleno News

Estudo mostra que caras ‘bonzinhos’ se dão mal no amor, ao contrário do que mostram filmes de comédia romântica

FOTO: DIVULGAÇÃO

Esqueça os finais felizes dos filmes de comédia romântica. Aquele tipo de cara fofo e educado, no estilo Hugh Grant ou Tom Hanks, pode até conquistar corações no cinema, mas, na vida real, as chances de sucesso no amor parecem bem menores. Foi o que mostrou um estudo publicado no “Journal of Research in Personality”, que apontou que os “bonzinhos” enfrentam mais dificuldade para encontrar um relacionamento estável.

A pesquisa analisou o comportamento de 3,8 mil adultos da Austrália, Dinamarca e Suécia e descobriu que traços de personalidade influenciam de forma bem diferente as chances de sucesso amoroso entre homens e mulheres.

Os pesquisadores pediram que os participantes respondessem questionários sobre sua personalidade e se estavam em um relacionamento, e, caso estivessem, o quanto estavam satisfeitos com ele.

Entre as mulheres, ser mais “agradável” (ou seja, empática, paciente e cooperativa) não fez diferença: elas tinham a mesma probabilidade de estar em um relacionamento que aquelas com um perfil mais direto ou menos sensível.

Já entre os homens, a gentileza pareceu atrapalhar. O estudo mostrou uma relação levemente negativa entre ser “bonzinho” e estar comprometido. Em resumo: quanto mais gentil o homem era, menor a chance de ele ter uma parceira.

Por outro lado, homens mais extrovertidos, confiantes e sociáveis tinham mais sucesso amoroso do que os mais tímidos. Para as mulheres, a extroversão não teve impacto significativo. Ser mais aberta ou reservada não mudava muito as chances de estar em um relacionamento.

Outro ponto curioso: homens ansiosos ou preocupados, o que os psicólogos chamam de “neuroticismo”, também tinham menos chances de encontrar um par. Já entre as mulheres, o efeito era o oposto: aquelas com tendência à ansiedade estavam ligeiramente mais propensas a ter um parceiro.

Segundo Filip Fors Connolly, professor de sociologia e psicologia da Universidade de Umea, na Suécia, que liderou o estudo, o resultado mostra que estereótipos antigos ainda pesam nas relações modernas.

“Um homem assertivo e extrovertido pode receber respostas positivas ao se aproximar de alguém, enquanto uma mulher assertiva pode enfrentar ambiguidade ou até rejeição. Um homem que demonstra ansiedade pode ser visto como fraco, enquanto para as mulheres isso é mais aceitável”, explicou Connolly.

Os pesquisadores analisaram não só os relacionamentos amorosos, mas também a satisfação com amizades e relações familiares.

Nos vínculos de amizade, as diferenças entre homens e mulheres foram pequenas — ser sociável e gentil beneficiava igualmente os dois.

Mas no contexto familiar e romântico, as regras mudam: homens extrovertidos e mulheres compreensivas se destacaram como os perfis mais satisfeitos.

“Mesmo em sociedades progressistas, as pessoas ainda tendem a ser recompensadas por se comportarem de acordo com os papéis tradicionais de gênero. Isso pode levar muita gente a sentir que precisa escolher entre ser autêntica ou se encaixar nas expectativas para ter sucesso no amor”, observou Connolly.

Mas nem tudo está perdido para os bonzinhos. O estudo também mostrou que, entre os que já estão em um relacionamento, ser gentil e paciente aumenta a satisfação amorosa, tanto para homens quanto para mulheres.

“Os traços que ajudam a começar um relacionamento não são necessariamente os mesmos que o tornam satisfatório”, destacou Connolly.

Extra

Conheça a doença rara que faz as pessoas verem rostos demoníacos

FOTO: GETTY

Em 2007, o estudante de pós-graduação Jason Werbeloff, de 22 anos, estava em uma balada em Joanesburgo, África do Sul, quando notou algo estranho: o lado direito do rosto de seu amigo parecia esticado e distorcido, quase como massinha de modelar. Quando ele piscava, o rosto voltava ao normal — apenas para a distorção reaparecer.

Nas semanas seguintes, Werbeloff observou as mesmas mudanças perturbadoras em quase todas as pessoas que observava: dentes alongados, feições deformadas, até mesmo seu próprio reflexo deformado. Já sofrendo com o reconhecimento facial deficiente, ele temia que algo mais profundo estivesse errado.

A causa era uma doença cerebral rara chamada prosopometamorfopsia, ou “síndrome da face demoníaca”, que altera a forma como os rostos são percebidos. Conviver com ela pode ser profundamente angustiante, muitas vezes levando à ansiedade, isolamento social e depressão.

Notícias ao Minuto

Bigode feminino viraliza como nova tendência de beleza

FOTO: GETTY

Um movimento que desafia padrões históricos de beleza tem ganhado força: o bigode feminino, que virou tendência de empoderamento. Nas redes sociais, muitas mulheres que optaram por não remover os pelos faciais postam o resultado, assumindo-os como parte de sua identidade — e não como “falhas” a serem escondidas.

O movimento ganhou visibilidade com influenciadoras, celebridades e artistas, que abraçaram a naturalidade na web e na vida real. Personalidades, como Doja Cat e Tokischa, adotaram bigode postiço de forma proposital em eventos internacionais.

Em Portugal, a atriz Jessica Athayde afirma que só faz a depilação do buço se “a obrigarem”, reforçando seu posicionamento em favor da escolha pessoal.

O buço, uma característica anatômica natural das mulheres, pode se tornar um tabu na vida de quem tem pelos mais evidentes na região. O ato de assumi-lo da forma que é adentra debates sobre a liberdade feminina diante dos padrões de beleza, que vão desde desafiar códigos de vestimenta existentes à escolha de manter os pelos naturais em regiões como as axilas.

Metrópoles

Solteiros são mais ansiosos, diz pesquisa; psicólogo avalia motivos

FOTO: GETTY

Você já deve ter escutado que não é fácil ser solteiro. Pelo jeito, a ciência concorda. Uma pesquisa realizada pela empresa especializada em saúde mental Telavita apontou que pessoas solteiras sofrem mais com depressão, ansiedade e estresse do que pessoas que estão em um relacionamento.

Em relação à ansiedade, 62% dos casados relataram níveis dentro da normalidade, ao passo que apenas 48% dos solteiros apresentaram os mesmos níveis. Já no quesito estresse, o cenário também é mais crítico entre os solteiros: 44% relataram níveis moderados, graves e muito graves, comparado com apenas 26% dos casados.

De acordo com o mestre em psicologia e neurociência Fabiano Abreu, na lógica biológica o ser humano é programado para formar vínculos afetivos duradouros, visando à perpetuação da espécie. “Ao se afastar desse roteiro, há uma discrepância temporal entre o ciclo hormonal (como a oscilação dopaminérgica e a ação da ocitocina nas ligações afetivas) e a experiência subjetiva.”

O profissional destaca que o estilo de vida mais volátil frequentemente associado ao estado de solteiro implica maior exposição a estímulos sociais incertos. “Logo, a convivência com um parceiro ativa o sistema de recompensa cerebral, promovendo liberação de dopamina e ocitocina, que induzem segurança emocional e diminuem os níveis de cortisol.”

“O suporte emocional e sexual também serve como catalisador para o equilíbrio afetivo, reduzindo tensões fisiológicas que, quando acumuladas, desencadeiam distúrbios psicossomáticos”, acrescenta o profissional.

Liberdade ou solidão?

Para a psicóloga Leninha Wagner, muitas pessoas solteiras não estão apenas sem um parceiro, estão sem vínculos profundos. “E a ausência de afeto, de presença, de troca, pode gerar uma sensação silenciosa de abandono, de não pertencimento.”

A profissional destaca que existe uma cobrança social em torno disso. “Uma ideia quase cruel de que, se você não está com alguém, algo está errado com você. Isso vai minando a autoestima, vai gerando pensamentos distorcidos, comparação constante, e, em muitos casos, um sofrimento silencioso que se transforma em sintomas psíquicos.”

Antes só do que mal acompanhado

Apesar disso, o “antes só do que mal acompanhado” também vale. Leninha acrescenta que um relacionamento só ajuda se ele for saudável e seguro para os envolvidos.

A psicóloga reforça que nem todo solteiro está triste, assim como nem todo casal é feliz
“Não é qualquer amor. É o amor que respeita, que cuida, que olha nos olhos e diz: ‘Eu fico’, mesmo quando a vida aperta. Esse tipo de vínculo fortalece a autoestima, traz segurança emocional e ajuda a pessoa a lidar com as dificuldades da vida com mais suporte interno e externo”, emenda.

Leninha reforça que nem todo solteiro está triste, bem como nem todo casal está feliz. “Quando há acolhimento, escuta, carinho e parceria, o sistema nervoso relaxa. A mente para de se defender o tempo todo. O corpo sente que pode confiar. A relação afetiva não é uma cura mágica, mas pode ser um lugar de regulação emocional.”

Metrópoles