
A ratificação representa um passo positivo para a UE em meio às relações transatlânticas tensas sob o governo do presidente dos EUA, Donald Trump. Autoridades da Comissão Europeia, o braço executivo do bloco, vinham pressionando para que o acordo fosse aprovado rapidamente, após a conclusão das negociações com os países do Mercosul: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, em dezembro de 2024.
O acordo enfrentou oposição de alguns países, como a França, por temores de prejuízos aos agricultores do bloco. O pacto com o Mercosul eliminaria tarifas sobre produtos da UE, como carros e vinhos, ao mesmo tempo em que facilitaria a entrada de produtos agrícolas, como a carne bovina, no mercado europeu a partir dos países sul-americanos.
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