
Um dos proprietários do bar em estação de esqui na Suíça onde 40 pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridas em incêndio na noite do réveillon tem um extenso histórico criminal de mais de 20 anos.
“Ele é conhecido por casos de prostituição que remontam a cerca de vinte anos, bem como por um caso de sequestro e cárcere privado. Ele foi preso em Savoie”, escreveu o jornal “Le Parisien”, referindo-se à pena de prisão que Jacques Moretti teve que cumprir.
A emissora de rádio belga RTL afirmou que a pena de prisão de Moretti envolveu “casos de exploração sexual, fraude, sequestro e cárcere privado”, citando uma fonte jurídica.
Originário da ilha da Córsega, o francês está sendo investigado pelo incêndio mortal ocorrido no dia de Ano Novo no Le Constellation, onde os frequentadores ficaram presos após garrafas de champanhe com velas pirotécnicas (conhecidas como estrelinhas) incendiarem o teto.
Moretti e sua esposa, Jessica, são sócios da sofisticada boate em Crans-Montana desde 2015. Até domingo, eles não haviam sido indiciados criminalmente e não estavam presos enquanto respondiam às perguntas das autoridades sobre o grave incêndio.
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