
Por Elane Nascimento
Família é um elo, uma corrente inquebrável, estrutura inabalável. O contexto é belíssimo e, na prática, deveria ser exercido “ao pé da letra”. Infelizmente não é de hoje que assistimos casos bárbaros de estruturas familiares fragilizadas pelo ego, por não assimilarem que cada indivíduo carrega consigo características próprias de personalidade e posicionamentos sociais, políticos, religiosos, dentre outros.
Pois bem, um caso brutal nos causou espanto nos últimos dias quando um casal de “lésbicas” maltratou o menino Rhuan, 9 anos, até até a morte. Detalhe, Rosana Auri da Silva Cândido , indiciada pelo crime, é mãe biológica da criança!

A companheira dela, Kacyla Pryscila Santiago Damasceno Pessoa, também teve participação no crime. O casal vai responder por homicídio qualificado, tortura, ocultação de cadáver, lesão corporal gravíssima e fraude processual – porque tentaram limpar o local onde a criança foi morta. Se somadas, as penas podem chegar a 57 anos de prisão para cada uma.
Em depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal, a mãe do menino afirmou que “sentia ódio e nenhum amor pela criança”. Segundo o delegado-adjunto da 26ª DP, Guilherme Melo, que coordenou o caso, a “forma de execução da criança foi cruel”.
O crime
“Rhuan Maycon levou 11 facadas, sendo que duas atingiram o coração”, afirmou o delegado. A causa da morte foi comprovada por um laudo do Instituto Médico Legal (IML).
Segundo a polícia, as duas mulheres tiveram participação ativa no crime. “Os golpes de faca foram deferidos pela mãe do menino, e a Kacyla segurou a criança”.
Tortura
Um ano antes de ser assassinado, o menino teve o pênis e os testículos extirpados pela mãe – Rosana – de forma rudimentar, sem anestesia ou acompanhamento médico. O motivo alegado por ela, segundo a PCDF, foi “vingança contra o pai e avós da criança”.
A atitude foi comprovada pelo laudo da Polícia Civil. Exames atestaram que o crime de extração do órgão genital do garoto configura “tortura e lesão corporal gravíssima”. A situação teria ocorrido há mais de um ano, quando a família ainda morava em Goiânia (GO).
Na delegacia, Rosana e Kacyla confessaram os crimes à Polícia Civil e contaram que se conheceram em uma igreja.
População fala sobre o silêncio
Fica a interrogação: cadê os militantes esquerdistas levantando bandeiras, fazendo protestos, gritando palavras de ordem? E quanto a “matéria especial” nos meios de comunicação de massa? Através das redes sociais, utilizando a hashtag #RhuanVive , muitos usuários comentaram o caso deixaram seu recado.
Uma pobre vitima da ideologia de gênero…#RhuanVive e foi ser um anjo do Senhor.
— #RememberRhuan (@joaoc_filho) June 13, 2019
Os demônios que fizeram isso com ele, que mofem na cadeia, antes de queimar no inferno. pic.twitter.com/7AXqRBFnTf
Cadê a mídia podre? Cadê os artistinhas de boxta? Cadê? #RhuanVive https://t.co/H152ih59zy
— Debora Campopiano (@Deboraah2009) June 12, 2019
Aguardando as emissoras noticiarem o caso do menino Rhuan. O Fantástico não vai reservar uns minutinhos para ele hoje? Aliás, por que a esquerda, artistas globais e demais membros da lacrosfera q vivem gritando “Marielle Vive” ainda não se manifestaram sobre o caso?#RhuanVive
— Carlos Jordy (@carlosjordy) June 16, 2019
???Torturado e esquartejado, ele não se chamava "Marielle" – Era só um menino de 9 anos, nenhuma Mídia deu destaque.?? #RhuanVive pic.twitter.com/dFaolDC3eY
— Ester Almeida Bolsonaro?????? (@Ester2620) June 15, 2019
Repercussão Política
A preocupação não atingiu apenas a população, gerou interrogação até mesmo na classe política. Veja algumas opiniões à respeito:
O presidente Jair Bolsonaro lamentou através da sua conta no Twitter o fato da nossa Constituição não permitir a prisão perpétua.
– O chocante caso do menino Ruan, que teve seu órgão genital decepado e foi esquartejado pela própria mãe e sua parceira, é um dos muitos crimes cruéis que ocorrem no Brasil e que nos faz pensar que infelizmente nossa constituição não permite prisão perpétua.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) June 18, 2019
ISSO É DESUMANO! FRITAR O PRÓPRIO FILHO? TRITURAR OS OSSOS? A que ponto o "ser humano" chegou? Quem vai morrer queimado no andar de baixo são vocês duas! NÃO PODEMOS NOS CALAR! CADÊ A MÍDIA? Aposto que se a dupla covarde fosse Bolsonaro já estaria em todas as capas de jornais. pic.twitter.com/42bCzIqh0Z
— DelegadoFrancischini (@Francischini_) June 12, 2019
Madrasta assassina do menino Rhuan é filiada ao PC do B. E se ela fosse filiada ao PSL e não fosse adepta da ideologia de gênero? Aí a mídia e a esquerda estariam divulgando em protesto.https://t.co/e7DkMgu1kz
— Carlos Jordy (@carlosjordy) June 17, 2019
Aguardando as emissoras de TV noticiarem o caso do menino Rhuan. Aliás, por que a esquerda, artistas globais e demais membros da lacrosfera q vivem gritando “Marielle Vive” ainda não se manifestaram sobre o caso? Não vamos deixar que o caso seja abafado.#RhuanVive pic.twitter.com/VPM1gEXgPu
— Carlos Jordy (@carlosjordy) June 17, 2019
O caso que não te contaram: A MORTE DO MENINO RHUAN!#Rhuan #RhuanVive @allantercalivre @terca_livre pic.twitter.com/zEczR9CWkU
— Charlles Batista (@BatistaCharlles) June 12, 2019
PROJETO DE LEI MENINO RHUAN
— Daniel Silveira (@DanielPMERJ) June 15, 2019
Parabéns aos deputados @CarlaZambelli17 , @Biakicis e @BolsonaroSP, por apresentarem em conjunto um projeto específico para assassinatos por motivo de imposição de ideologia de gênero.
Essa ideologia perversa e macabra tem que ser contida.#RhuanVive pic.twitter.com/ix5rN9hWsw
Inacreditável o martírio sofrido por essa criança, ao longo da vida, na mão dessas duas psicopatas!! Jamais havia visto tamanha crueldade e covardia contra um ser indefeso!! A justiça tem que garantir que nunca mais saiam da prisão. https://t.co/KQWROpb3dN
— Osmar Terra (@OsmarTerra) June 12, 2019
Por que baixou uma cortina de boicote sobre esse crime hediondíssimo? https://t.co/jfDFTX68SK
— Alexandre Garcia (@alexandregarcia) June 12, 2019
Em Natal, o vereador Cícero Martins (PSL) também deixou sua opinião através de discurso na Câmara dos vereadores. “Cadê a mídia? Por quê que no caso que envolveu a morte daquela criança Nardoni nós passamos quase dois meses escutando que um casal tinha matado uma criança e hoje silencia? Muitos me questionaram se isso tinha a ver com a ideologia de gênero. Se tem eu não sei”, afirmou. Assista ao discurso:
Relato Pessoal
Sem palavras para descrever o que sinto ao ler/analisar um fato como esse. Como jornalista, cabe ao profissional conhecer cada detalhe do caso para então reportá-lo e, apesar de toda barbárie que já li e escrevi, sem dúvidas essa amargou-se em mim. O lado imparcial é praticamente impossível ser deixado de lado.
Confesso, o caso é ainda mais bárbaro do que apresentei aqui, mas me detive “aos detalhes mínimos”. É de sufocar, embrulhar o estômago, é mórbido, sombrio. Vergonha!

