
O ex-jogador Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Assis “foram enganados” e não serão processados por posse de passaportes falsos, informaram fontes judiciais do Paraguai nesta quinta-feira.
Os documentos em questão foram utilizados pela dupla na quarta-feira, ao chegar a Assunção.
O procurador encarregado do caso, Federico Delfino, recomendou à Justiça a suspensão do processo contra os dois, “sob a condição” de que Ronaldo e Assis “admitam o delito pelo qual foram acusados: uso de documento de conteúdo falso”.
“Pudemos indiciar várias pessoas por distintos fatos (…) por organização criminosa. Ronaldinho e seu irmão Roberto revelaram dados relevantes para a investigação e por este motivo poderão ser beneficiados…”, explicou o representante do Ministério Público.
IstoÉ
