De acordo com o senador Fernando Bezerra Coelho, líder do governo no senado, o presidente Jair Bolsonaro indicou que visitará Pernambuco até o final deste mês. Provavelmente, na segunda quinzena. “Estive com o presidente e falei que era uma boa ideia visitar os estados. Ele confirmou que virá ao Nordeste. Dei a sugestão para ir a Pernambuco em maio, e ele disse que iria”, disse o emedebista em entrevista ao Diário.
Questionado se a movimentação governista é em tentativa de aproximação com o Nordeste, onde Bolsonaro foi derrotado nas eleições de 2018 nos nove estados, o líder do governo afirmou que é uma agenda natural do mandatário e que se trata da continuidade do trabalho. “É agenda normal dele, pois o presidente tem que trabalhar em Brasília e correr o país para mostrar o que está fazendo. Recentemente, foi anunciado o 13º do Bolsa Família, aumento de recursos para saúde, determinação de atendimentos mais estendido nas unidades de saúde (no período noturno)”, declarou Bezerra Coelho.
O presidente Jair Bolsonaro deve, na visita a Pernambuco, observar as condições de obras de infraestrutura, como a Adutora do Agreste, o Ramal do Agreste e a Transposição do Rio São Francisco. O objetivo é que as obras sejam concluídas durante o governo atual. “O trabalho será no sentido de conclusão do que está em curso”, afirmou o senador pernambucano.
Uma partida sem nenhum atrativo especial, a disputa entre Palmeiras e CSA pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, em pleno 1º de maio, se tornou um marco no disputado mercado de direitos de transmissão esportiva. Pela primeira vez em cerca de duas décadas, um jogo do torneio não passou na televisão.
O “apagão” atingiu TV aberta, TV por assinatura, pay-per-view e streaming. Só os torcedores que compareceram ao estádio Rei Pelé, em Maceió, viram o empate em 1 a 1. O torcedor palmeirense em São Paulo teve de acompanhar o jogo por transmissões radiofônicas.
Houve tentativas de pirataria, via Facebook e YouTube, com o uso de celulares e câmeras, por pessoas que estavam dentro do estádio, mas os links foram logo “derrubados” por denúncias de um dos donos dos direitos.
Eis a novidade. A Globo tem os direitos de transmissão para TV aberta dos jogos de 19 times da Série A. Só não fechou acordo com o Palmeiras. A emissora também pode exibir as partidas de 18 times no pay-per-view (além da equipe paulista, não se acertou com Athletico-PR).
Sem concorrentes no mercado de TV aberta, a Globo se viu confrontada no mercado de TV por assinatura por um rival estrangeiro, o grupo Turner. Quando ainda tinha o canal Esporte Interativo, fechado no ano passado, a empresa americana assinou acordo de transmissão com sete equipes (Athletico-PR, Bahia, Ceará, Fortaleza, Internacional, Palmeiras e Santos). Desta forma, ganhou o direito de exibir 42 partidas do Brasileirão neste ano, o que fará pelo canal TNT.Outros 13 clubes (Atlético-MG, Avaí, Botafogo, CSA, Chapecoense, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Goiás, Grêmio, São Paulo e Vasco) fecharam com a Globo, que exibe as partidas pelo SporTV.
O impasse mais sério, pelo número de torcedores que impacta, é entre a Globo e o Palmeiras. É uma discussão complexa, sobre direitos e valores. Os argumentos do clube são baseados em dados objetivos, da mesma forma que os da emissora. Até o momento em que escrevo (quinta-feira à tarde), nenhuma das partes quer ceder nessa mesma discussão.
Como mostrou o jornalista Rodrigo Mattos em seu blog no UOL, Globo e Palmeiras estão perdendo muito dinheiro no confronto. O impasse, lembra ele, ocorre por culpa da legislação, que dá a cada clube direitos sobre a metade de um jogo, mais especificamente pela desunião das equipes, que não conseguem negociar em conjunto com as emissoras.
À medida em que os esportes se tornaram uma mercadoria valiosa para a televisão, a comercialização de direitos de transmissão se profissionalizou em todo o mundo. Na maior parte dos mercados, quem negocia com as TVs são as ligas, em nome das equipes.
Nos Estados Unidos, os direitos de transmissão de partidas de basquete (NBA) e de futebol americano (NFL) atingem a casa dos bilhões de dólares a cada temporada.No Brasil, como lembra Mattos, desde os anos 1980, todas as tentativas de associação dos clubes de futebol foram boicotadas pela principal entidade que comanda o esporte.
É preciso acrescentar que, pelo menos em um momento crucial, em 2011, a Globo teve papel preponderante, aliada à CBF (Confederação Brasileira de Futebol), na luta para esvaziar os esforços de organização das equipes.Na época, com medo de perder os direitos do Brasileiro para a Record, a Globo negociou diretamente com os clubes, causando a implosão do Clube dos 13, a entidade que os representava. Hoje, a emissora deve se arrepender do que fez naquele momento.
A rede de fast-food Burger King lançou uma campanha, recentemente, onde convoca pessoas que se encaixem nos perfis que apareciam no comercial do Banco do Brasil, vetado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), no último mês. Na tarde deste sábado, 4, o presidente respondeu indiretamente à iniciativa do BK, no Twitter, alegando que qualquer empresa privada tem liberdade para promover seus valores e ideologias, só não pode utilizar o dinheiro dos trabalhadores para isso.
A propaganda censurada do Banco do Brasil era dirigida ao público jovem e contava com perfis que apresentavam diversidade racial e sexual. Não foi a primeira vez que o presidente vetou conteúdos que vão contra seus valores.
“O Burger King está recrutando pessoas para seu novo comercial. Para participar, basta se encaixar nos seguintes requisitos: ter participado de um comercial de banco que tenha sido vetado e censurado nas últimas semanas. Pode ser homem, mulher, negro, branco, gay, hétero, trans, jovem, idoso.”, é o que diz a legenda do vídeo lançado pela empresa. Mesmo sem citar o nome de Bolsonaro ou do banco de forma explícita, o público sentiu que a ação é uma resposta à decisão do presidente.
O anúncio da campanha foi publicado nas redes sociais da rede de fast-food e as pessoas se mostraram divididas. Alguns parabenizam a posição da empresa, outros chamam de “jogada de marketing”, além dos que defendem o boicote. No Twitter, a tag #BoicoteBurgerKing é o assunto mais comentado do Brasil no momento. O vídeo publicado já tem mais de 400 mil visualizações e parte do público aguarda ansiosamente sua veiculação.
Conhecido por abordar temáticas como essa, o Burger King já fez comerciais com drag queens, trisal e questionou o voto em branco. A campanha vetada era protagonizada por pessoas negras e lgbt’s, em uma representação da diversidade do Brasil. O foco era divulgar o serviço de abertura de banco pelo aplicativo do banco, mas, com duas semanas no ar, o presidente pediu a retirada do conteúdo, sem uma explicação oficial.
Cid Moreira completa hoje 50 anos de TV Globo. Aos 91 anos, o apresentador que tem a voz mais conhecida do Brasil continua contratado da emissora e agora investe em seu perfil no Instagram. Na entrevista a seguir, Cid revisita os seus 73 anos de carreira e lembra que recebeu proposta para trabalhar na teledramaturgia da emissora lá pelos anos 60, mas o cachê não foi atrativo.
, Cid afirma nunca ter usado Viagra na vida: “Minha vida sexual, por enquanto, é normal. Primeiro, porque sou vegetariano e isso já desde os 33 anos, então como muita fruta, me alimento bem”.
Qual sensação de chegar aos 50 anos de TV Globo?
Eu sempre trabalhei em grandes empresas. Antes de ir para a Globo, peregrinei pelos canais de televisão da época, como a TV Rio, TV Tupi e TV Excelsior. Eu caminhei pelas emissoras até chegar na Globo onde me firmei há 50 anos.
Qual ponto positivo que fez o senhor permanecer na Globo?
Um dos motivos que fiquei foi que ela nunca atrasou pagamento, em cinquenta anos. Em outros canais que eu trabalhei isso era um drama. Acredito que esse é um item positivo.
O caminho trilhado foi difícil?
São fases da vida. Comecei no rádio em minha terra, Taubaté, em São Paulo. E, de lá, fui para a Bandeirantes, onde fiquei dois anos. Depois, fui para Mayrink Veiga, emissora que foi cassada na época da revolução. Eu saí um ano antes da cassação (1963). Também tive uma breve passagem pelo teatro como narrador na peça ‘Como Vencer na Vida Sem Fazer Força’, numa versão de Carlos Lacerda, governador do Rio de Janeiro na época. O espetáculo era com Moacyr Franco e Marília Pêra.
Já pensou em ser ator?
Já tive essa chance de fazer novela no começo da Globo, nos anos 60. Antes disso também fui convidado para fazer filmes. Mas acontece que o cachê não me atraiu nem um pouco. Eu gravava muitos comerciais e faturava os gravando. O cachê como ator não cobria o que estava ganhando na publicidade.
O que o senhor sente mais saudade da época do jornal?
Eu sou um homem de fases. Não sou de ficar sentindo saudade nenhuma. Cada fase minha foi ótima. Sou Guinness Book (Cid é o jornalista que mais tempo comandou um telejornal). Até agora esse troféu ninguém me tirou. O William Bonner tem toda chance para superar, porque ele já tá com 23 anos no ‘Jornal Nacional’. O meu número é 27, faltam só quatro anos para ele bater meu recorde.
Então não se considera nostálgico?
Eu não sinto saudade de nada porque eu vivo intensamente meus momentos. Quando deixo de fazer algo, acabo e parto para outra! Eu tenho esse dom de esquecer. Sempre foi assim. Tive muito sucesso no rádio e na televisão, graças a Deus. Sem falar que consegui gravar a bíblia na íntegra, de Gênesis a Apocalipse, demorou seis anos. Também outro sucesso porque ninguém havia gravado.
O senhor se arrepende de alguma coisa?
Não. Tudo que fiz não me arrependo de nada. Sou perfeccionista, sempre procuro fazer o negócio bem feito. Tem dado muito certo. Não tenho nada do que me queixar não.
Num mundo com cada vez mais fakenews (notícias falsas), o que acha do papel do jornalismo hoje?
Notícias falsas sempre existiram, agora deram esse nome em inglês. Hoje, com as redes sociais e esse poder incrível que é internet, qualquer um solta uma besteira qualquer e aquilo viraliza. Hoje vivemos uma época que um monstro tem que ser domado, que é a internet. Ela está superando tudo, liquidando tudo, inclusive a TV. Hoje todo mundo é fotógrafo, cinegrafista e repórter. O Bolsonaro, por exemplo, foi eleito por rede social.
Você acha que a internet é capaz de acabar com a televisão?
No meu ponto de vista, todo mundo é como se fosse uma TV. O cara chega lá e publica. É uma TV em miniatura. Aquele que tem mais audiência, quanto mais conseguir de conteúdo também vai atrair quem gosta. O semelhante se atrai. As pessoas que gostam do meu Instagram (@ocidmoreira), vão me seguir porque mostro o lado positivo, também falo da Bíblia e de outros assuntos bacanas.
Nos últimos meses, o senhor se entregou ao mundo das redes sociais. Como tem sido essa experiência?
Estou curtindo muito. Comecei praticamente em janeiro deste ano. Estamos no quarto mês e já passei dos 250 mil seguidores no Instagram.
Como são as gravações de poesia?
Estou estudando para lançar poemas nas redes sociais, com autores de domínio público. Venho estudando há três anos para isso e estou quase começando este trabalho. Já até soltei uma como experiência. Eu vou soltar no Instagram e no Facebook. Também estou pensando em fazer uma transmissão ao vivo. Talvez eu faça comemorando os 50 anos de Globo, com duração de meia hora.
Por que resolveu entrar nas redes?
Eu nem ia entrar, não havia me interessado ainda. É que umas dez pessoas estavam usando meu nome como perfil falso. Ainda não tenho o selo oficial justamente por isso. Muita gente pensa que não sou eu.
Está viciado ou é mais moderado nas redes?
Minha mulher me ajuda muito, porque também é jornalista. Eu conto as coisas para ela e ela vai botando. A gente divide os trabalhos. Como ela é bem mais nova (Fátima tem 45 anos), então tem mais conhecimento.
Como está sua ponte aérea, já que vive viajando para a Flórida?
Passo uma temporada lá outra no Brasil. O irmão da minha mulher tem casa na Flórida. A residência é muito boa, à beira do lago. A gente sempre vai pra lá e volta.
A Fátima é muito parceira?
Sim. Ela é ótima. A Fátima é a mulher dos meus sonhos. Estou com ela há 19 anos. É um presente de Deus pra mim, eu pedi e ele me deu.
Para muita gente, vida sexual na terceira idade é tabu. Como o senhor lida com isso?
Minha vida sexual, por enquanto, é normal. Primeiro, porque sou vegetariano e isso já desde os 33 anos, então como muita fruta, me alimento bem. Tenho em casa um salão que dividi ao meio, numa parte tenho aparelhos para musculação e, na outra, faço pilates. Também tenho duas saunas. Eu me trato muito e me exercito muito. Isso ajuda meu desempenho. Até aqui está tudo funcionando (risos). Tem gente bem mais nova que já está batendo pino. Tem cara que vicia em Viagra e já viu né… Eu nunca precisei de Viagra. Nunca tomei e nem vou tomar.
Como está a saúde?
Está 100%. Ainda hoje fui ao médico. Minha pressão é igual a de um garoto. Não faço uso de remédios,apenas algumas vitaminas.
Se considera um cara mais tradicional ou moderno?
Eu sou um meio, puxando mais para moderno. Eu sou o antigo gostando de ser moderno (risos). A diferença foi que Deus me permitiu chegar a essa fase da vida com muito fôlego.
Fonte: Diário de Pernambuco
Ele é casado há 19 anos com a também jornalista Fátima Sampaio. Foto: Instagram
A chinesa Huawei CBG chega ao Brasil e já abre a disputa por mercado com um apelo grande do consumidor brasileiro: fotos e vídeos. A marca, terceira maior fabricante de smartphones do mundo, com mais de 200 milhões de unidades vendidas, chega às prateleiras nacionais a partir de 17 de maio. A aposta é a linha Huawei P30, nas versões Pro e Lite, recém-lançada globalmente em Paris. A priori, as lojas físicas ficarão em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
Consumidores do Nordeste, assim como de outras regiões, poderão adquirir pelos parceiros de e-commerce: da Vivo e das redes Fast Shop, Ponto Frio, Casas Bahia, Magazine Luiza, Americanas, Shoptime e Submarino. Para neutralizar ruídos da “novidade”, a empresa vem forte com um pós-venda que garante dois anos de garantia e rede de assistência, que, em algumas localidades, vai oferecer reparos em até uma hora. Os modelos chegam por de R$ 2.499 (lite) e R$ 5.499 (Pro).
A escolha do produto para entrar no Brasil partiu de análise do consumidor. De acordo com o diretor de vendas para operadoras (Huawei consumer business Brasil), José Luiz do Nascimento, o levantamento buscava as principais queixas do consumidor brasileiro. “As grandes queixas eram qualidade da câmera, tamanho da memória dos aparelhos e a durabilidade da bateria. Então, o P30 Pro foi o modelo ideal para zerar as queixas. É o melhor modelo da companhia hoje, para mostrar o respeito que a gente chega ao Brasil”, destacou em entrevista, em evento de lançamento do produto no Brasil, na última terça-feira, no Palácio Tangará, em São Paulo.
O HUAWEI P30 Pro traz um novo sistema quádruplo de câmeras da Leica (Leica Quad Camera), com inteligência artificial, incluindo câmera principal de 40MP com sensor Super Spectrum, câmera de 20MP ultra grande angular, câmera de telefoto de 8MP, a câmera HUAWEI Time-of-Flight (TOF), e uma câmera frontal de 32MP para um novo nível de selfies.
Outro recurso de apelo com o público é o SuperZoom, que permite ampliação de alta fidelidade de até 5x com o zoom óptico, 10x com o zoom híbrido e 50x com o zoom digital, por meio de um design de periscópio. Adicionalmente, as lentes SuperZoom permitem closes nítidos, enquanto o editor de vídeo com inteligência artificial permite aos usuários adicionar música de fundo e efeitos especiais.
Já o RYYB Super Spectrum Sensor desvia do tradicional filtro RGBG Bayer, substituindo os pixels verdes por pixels amarelos superiores, gerando um ISO máximo de 409,600 no Huawei P30Pro. Com essa mudança fundamental na tecnologia de sensores, juntamente com o uso de pixels maiores, a Huawei oferece experiências extraordinárias de fotografia e videografia em uma ampla gama de cenários e condições de iluminação. Graças a um ângulo de visão de mais de 120 graus, imagens panorâmicas podem ser capturadas com bastante facilidade e qualidade. Essa câmera também pode ser usada para tirar fotos em macro com o objeto apenas 2,5 cm à frente da lente.
Presente em 170 países, a estratégia para começar do zero no Brasil é buscar a admiração do consumidor. “O mercado brasileiro é um dos quatro maiores do mundo e a gente não tem participação quase nenhuma de mercado. O plano de ação é conquistar o cliente e tornar a Huawei uma marca desejada”, pontuou Nascimento.
Fonte: Diário de Pernambuco
Consumidores do Nordeste, assim como de outras regiões, poderão adquirir pelos parceiros de e-commerce. Foto: Huawei
A Globo bateu o martelo e já começou a acertar alguns detalhes da série ‘Segunda Chamada’, escrita Carla Faour e Julia Spadaccini, que terá um história de ação de tirar o fôlego. Um dos temas que será abordado é o de um romance gay entre um homem mais velho e um jovem.
A personagem de Débora Bloch, protagonista da história, decidirá investigar a morte de seu jovem filho, que terá sido brutalmente assassinado. No entanto, no decorrer da trama ela descobre que seu filho era gay e tinha um relacionamento com um professor muito mais velho. Esse professor em questão será interpretado por Caio Blat.
A escalação do personagem jovem ainda não foi definida pela Globo e a série ‘Segunda Chamada’ tem previsão para iniciar suas gravações no segundo semestre de 2019.
Fonte: Notícias ao Minuto
A emissora ainda não definiu o ator que interpretará o jovem que se relacionará com o personagem de Caio Blat. Foto: Renan Katayama / AgNews
O cachorro-bombeiro Barney, que ajudou no trabalho de resgate depois da tragédia em Brumadinho (MG), morreu na sexta-feira na região sul de Santa Catarina. Ele pulou na água do rio em busca de uma pessoa desaparecida, mas não voltou mais à superfície.
Barney era um dos dez cachorros do Corpo de Bombeiros catarinense e, no início do ano, foi para Minas Gerais para colaborar na busca a vítimas do rompimento da barragem da Vale, no Córrego do Feijão, que aconteceu em 25 de janeiro. Até hoje, 4 de maio, são 235 mortes confirmadas e 35 pessoas desaparecidas. por causa do desastre.
Fonte: Cláudia
Ele pulou em rio de Santa Catarina para procurar pessoa desaparecida e não voltou. Foto: Instagram
Gabriela Mendes Viegas, Miss Ilhéus 2018, foi encontrada morta no sábado (4). Amigos da jovem postaram em redes sociais que ela sofria de depressão.
“Gabriela Viegas acaba de perder a batalha contra a depressão. Meus sinceros sentimentos aos amigos, família e a todos os amantes do mundo miss que sofrem ao descobrir da pior maneira que suas deusas não estão imunes a esta triste doença. Descanse em paz”, afirmou Ricardo Mello, especialista em concursos de beleza.
Ela estudava medicina na Universidade Federal da Bahia (UFBa) e estava noiva do consultor fitness Lucas Ferrara.
Fonte: Cláudia
Amigos relataram que Gabriela Viegas sofria de depressão. Foto: Instagram
O Facebook está estudando lançar a sua própria moeda virtual, o que permitiria a realização de pagamentos dentro da rede social, segundo informou ontem o jornal americano The Wall Street Journal. De acordo com a publicação, o sistema de pagamentos estará disponível para os bilhões de usuários da rede em todo o mundo em breve.
Para evitar que a moeda seja volátil, como acontece com o bitcoin, o Facebook está estudando formas de manter o valor da criptomoeda estável. A nova medida, se adotada, poderá afetar empresas de cartão de crédito, uma vez que dispensaria as taxas de processamento dos pagamentos – que geram receita para as companhias de cartão. Atualmente, quando um usuário paga por um conteúdo patrocinado ou anúncio na rede social, ele o faz na maioria das vezes por meio dessas empresas.
Recrutamento
Informações do WSJ indicam que o Facebook estaria recrutando companhias financeira e empresas do mercado online para lançar o sistema. Os planos da empresa devem incluir ainda formas de recompensar financeiramente os usuários que interagirem com anúncios. A rede social disse que está explorando novas aplicações relacionadas à tecnologia de criptomoedas.
O esforço da empresa, contudo, não é recente. O Facebook tem mantido em segredo o que está construindo, apesar de desde o ano passado estar contratando especialistas no setor. A companhia busca maneiras de usar o blockchain, a tecnologia por trás do bitcoin que permite manter registros compartilhados de transações financeiras em vários computadores, em vez de depender de uma grande empresa de pagamentos como o PayPal ou a Visa.
Uma moeda digital estável, como o Facebook pretende implementar, não é atraente para os especuladores, mas permitiria que os consumidores comuns a usassem para fazer pagamentos. Além disso, uma vez adotada, uma moeda online atrelada a uma rede social pode permitir que o dinheiro se movimentasse com maior rapidez entre países, especialmente em regiões emergentes, nas quais é difícil que pessoas comuns abram contas de banco ou façam compras online.
Essa, porém, não é a primeira vez que o Facebook testa o envio de dinheiro. O WhatsApp já dispõe de um sistema de pagamentos próprio na Índia. A fase de testes do sistema se iniciou em fevereiro do ano passado e atualmente se especula a expansão da ferramenta para o Brasil, México e Reino Unido, segundo o site WABetaInfo, especializado no app.
Fonte: Com informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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