SELO BLOG FM (4)

Saiba quem é o deputado federal que ganhou na loteria 12 vezes em 1 ano

Dizem que a sorte não bate duas vezes na mesma porta, mas que tal ela bater doze vezes na mesma porta? Foi o que aconteceu com Fernando Lúcio Giacobo (PR-PR), deputado federal que presidiu a sessão na câmara na última quarta-feira (18).

De acordo com informações do G1 SP, Giacobo ganhou 12 vezes na loteria no período de apenas um ano, na época da grande sorte o político ainda não era deputado. Em nota enviada pela assessoria do Partido da República para o G1 SP, foi confirmado os ganhos do parlamentar, através de bolões esportivos: “Ele recebeu R$ 123 mil da parte que lhe coube no prêmio, conforme consta da declaração do Imposto de Renda. Ele não foi premiado em outros concursos”.

Giacobo é deputado federal desde 2002 e obteve 144 mil votos nas últimas eleições de 2014.

Extra

‘Hoje, aos 56 anos, sou bem comida e amada’, diz Xuxa em relato franco à revista

A apresentadora Xuxa, de 56 anos, fez um relato publicado na edição de junho da revista “Vogue” em que fala sobre como foi envelhecer em frente às câmeras. Ela falou sobre a pressão para vender uma imagem sensual e de ter sua vida pessoal e profissional estampando as manchetes.

“Eu comecei a trabalhar com minha imagem ao 16 anos de idade e como modelo eu aprendi muita coisa, principalmente o que era cara de tesão. Eu era virgem quando comecei a trabalhar nos anos 80 e as fotos de modelo da época tinham que ser sexy, esse era o normal. Mas como é isso pra alguém que não tinha noção do que era fazer cara de “tesão”? Eu usava uma técnica: colocava um lápis na boca pra ficar entreaberta, puxava o ar pra dentro, fazia olhar de mormaço e logo depois tirava o lápis, mas sustentava a boca e o olhar: essa era a minha cara de tesão e com ela eu conquistei muitas coisas, entre elas, ir parar na TV aos 20 anos”, revelou.

A apresentadora também afirmou que é cruel envelhecer em frente às câmeras. “Tem gente que quer que eu tenha a mesma voz de 20 anos! Eu novamente tento explicar com a educação que minha Aldinha me deu que tão pouco dá, mas o pior é ouvir as pessoas falarem que eu estou velha e feia. Pois é: é cruel envelhecer na frente das câmeras e como se já não bastasse isso ainda ser cobrada por não dever estar velha, ou com rugas, ou com outro cabelo, ou outra voz, ou com outro humor e conduta… Não dá!…”, lamentou.

O Dia

Fábio Faria é o único parlamentar do RN a assinar documento que prioriza 1ª infância

“Considerando que o desenvolvimento do cérebro humano é mais acelerado nos primeiros anos de vida, período crucial para o desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais e emocionais, que criam maiores oportunidades para uma trajetória bem-sucedida, com fortíssimo impacto não somente no campo individual como também para a sociedade, com reflexos futuros sobre serviços de saúde, de assistência social e de segurança pública, para citar apenas alguns exemplos, estamos propondo que a primeira infância conste entre as prioridades da administração pública federal na futura proposta de PPA 2020-2023, que será encaminhada ao Congresso Nacional”, explicou o deputado federal Fábio Faria (PSD), o único parlamentar do Rio Grande do Norte a assinar o requerimento.

 Os deputados sugerem ao Governo que a estrutura da proposta de PPA a ser submetida ao Parlamento considere a oportunidade de estabelecer um programa intersetorial direcionado à primeira infância. A ideia é reunir linhas de atuação com maior impacto e melhor desempenho estratégico das políticas e programas, incluindo maior volume de gastos públicos federais.

 O atual Plano Plurianual da União para o período de 2016 a 2019 perderá vigência este ano e o Poder Executivo deve enviar a proposta de um novo PPA em breve ao Congresso nacional para sucedê-lo.

‘Blindagem’ garante apoio durante depoimento de Moro

(FOTO: ERNESTO RODRIGUES / ESTADÃO CONTEÚDO)

Parlamentares governistas e apoiadores da Lava Jato se juntaram para intensificar a defesa do ministro da Justiça, Sérgio Moro, e exaltar o trabalho do ex-juiz à frente da operação.

Dos 40 senadores que falaram na audiência, 27 deles evitaram polêmica – vários manifestaram apoio ao trabalho do ministro quando era juiz. Outros 13 concentraram seu discurso em críticas e ataques a Moro – entre eles, parlamentares do PT, PDT, Rede, PSB e MDB.

Mesmo sem fazer questionamentos diretos ao ministro, senadores usaram o seu tempo de fala na comissão para elogiar Moro e dar espaço para que o ministro repetisse argumentos, alegando imparcialidade na condução da Lava Jato e atacando o que chamou de “sensacionalismo” na divulgação das supostas conversas com o procurador Deltan Dallagnol.

Líder do PSL na Casa, Major Olimpio (SP) negou estratégia articulada para proteger o ministro. “Ele não precisa de blindagem de ninguém”, disse.

Fazendo três pausas para tomar água e comer, Moro levou poucos assessores. Ele anotava as perguntas dos senadores e evitou se exaltar na fala, mas não deixou de protagonizar alguns embates. Ao líder do PT na Casa, Humberto Costa (PE), Moro afirmou que não iria responder por ter considerado as declarações do parlamentar ofensivas. O petista disse ao ministro que tivesse “humildade” de pedir demissão.

Estadão Conteúdo

“É UM SHOW DE BESTEIRAS, Diz General Santos Cruz sobre gestão Bolsonaro

(FOTO: FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL)

Uma semana após sua demissão da Secretaria de Governo da Presidência da República, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz criticou o governo de Jair Bolsonaro por perder tempo com “bobagens” quando deveria priorizar questões relevantes para o país.

“Tem de aproveitar essa oportunidade para tirar a fumaça da frente para o público enxergar as coisas boas, e não uma fofocagem desgraçada. Se você fizer uma análise das bobagens que se têm vivido, é um negócio impressionante. É um show de besteiras. Isso tira o foco daquilo que é importante. Tem muita besteira. Tem muita coisa importante que acaba não aparecendo porque todo dia tem uma bobagem ou outra para distrair a população, tirando a atenção das coisas importantes. Tem de parar de criar coisas artificiais que tiram o foco. Todo mundo tem de tomar consciência de que é preciso parar com bobagem”, disse Santos Cruz.

Antes de sua saída, Santos Cruz foi criticado de forma contundente por Olavo de Carvalho e Carlos Bolsonaro, filho do presidente. Sem mencionar nomes, ele comentou os ataques recebidos nas redes sociais.

“Não é porque você tem liberdade e mecanismos de expressão, Twitter, Facebook, que você pode dizer o que bem entende, criando situações que atrapalham o governo ou ofendem a pessoa. Você discordar de métodos de trabalho é normal, até publicamente. Discordâncias são normais, de modo de pensar, modo de administrar, modo de fazer política, de fazer coordenação. Mas, atacar as pessoas em sua intimidade, isso acaba virando uma guerra de baixarias” afirmou o general.

Revista Época

Irã e EUA travam guerra de palavras após derrubada de drone dos EUA

(FOTO: EFE/LUKAS COCH)

Irã derrubou nesta quinta-feira, 20, um drone militar dos Estados Unidos que disse estar em uma missão de espionagem sobre seu território, mas o governo norte-americano disse que a aeronave foi atingida em espaço aéreo internacional em um “ataque sem provocação”.

O incidente atiçou os temores de um conflito militar mais amplo no Oriente Médio agora que o presidente dos EUA, Donald Trump, está empenhado em isolar o Irã por causa de seus programas nuclear e de mísseis balísticos e seu papel em guerras regionais.

Trata-se do mais recente de uma escalada de incidentes na região do Golfo Pérsico, uma artéria crucial para os suprimentos globais de petróleo, desde meados de maio, incluindo ataques com explosivos contra seis navios-tanque, que deixaram Irã e EUA perto de um confronto.

O Irã negou envolvimento em qualquer um dos ataques, mas as apreensões mundiais a respeito de uma nova conflagração no Oriente Médio que afete as exportações petrolíferas desencadeou um aumento nos preços do petróleo cru -saltaram de mais de 3 dólares para acima de 6 dólares por barril nesta quinta-feira.

As tensões irromperam com a retirada dos EUA de um acordo nuclear firmado por potências nucleares com o Irã em 2015, e se agravaram quando Washington impôs novas sanções para estrangular o comércio de petróleo vital para Teerã e o regime retaliou no início desta semana ameaçando violar os limites impostos pelo acordo às suas atividades nucleares.

Na segunda-feira, os EUA aumentaram as apostas dizendo que enviarão cerca de mil tropas adicionais, assim como mísseis Patriot e aeronaves de vigilância tripuladas e não-tripuladas, ao Oriente Médio, que se somarão aos 1.500 soldados anunciados após os ataques de maio aos navios-tanque.

O Sepah News, site da Guarda Revolucionária do Irã, disse que o drone “espião” foi abatido sobre Hormozgan, província do sul iraniano situada no Golfo Pérsico.

A agência de notícias semioficial Fars disse que a guarda usou o sistema de míssil de fabricação local “3 Khordad”, que o Irã apresentou cinco anos atrás, para destruir o drone.

Uma autoridade norte-americana disse que o drone era um MQ-4C Triton da Marinha dos EUA e que foi abatido no espaço aéreo internacional sobre o Estreito de Hormuz, através do qual cerca de um terço do petróleo do mundo deixa o Golfo.

O capitão da Marinha Bill Urban, porta-voz do Comando Central dos militares dos EUA, disse que o relato do Irã sobre o drone é falso.”Este foi um ataque sem provocação contra um ativo de vigilância dos EUA em espaço aéreo internacional.”

Reuters

Aplicativos de transporte consomem até 10% do orçamento dos usuários

Os hábitos de consumo dos brasileiros mudaram radicalmente nos últimos cinco anos. Com a evolução dos smartphones, quase todo tipo de serviço está hoje ao alcance dos dedos. Um levantamento sobre consumo por meio de aplicativos dá a dimensão do peso que esses “gastos invisíveis” têm e mostra o quanto eles podem comprometer o orçamento.

Segundo pesquisa da Guia Bolso, plataforma de organização das finanças pessoais, só os gastos com os principais apps de transporte no País – Uber, 99 e Cabify – comprometeram, em média, 9,5% da renda dos 72 mil usuários da plataforma que utilizaram esse serviço em maio. O gasto médio com esses apps no mês foi de R$ 119.

Em segundo lugar, ficaram as despesas com aplicativos de entrega de comida. A média gasta pelos 39 mil usuários que pagaram por esse serviço em maio foi de R$ 85, uma fatia de 8,1% da renda registrada por esse grupo.

O gasto com aplicativos de filmes e de música consta no orçamento de 30 mil e 49 mil usuários da plataforma, respectivamente. A pressão sobre as contas, no entanto, foi bem menor: nenhuma das duas despesas chegou a passar de 3% do orçamento.

Embora os dados se refiram a uma parcela pequena e específica da população, eles permitem enxergar um novo perfil de consumo que não está relacionado apenas à renda, avalia o coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da Fipe, Guilherme Moreira. “Os hábitos mudaram de maneira permanente, a estrutura dos gastos mudou. São números interessantes que mostram a importância que essas tecnologias passaram a ter na vida das pessoas”, diz.

O professor explica que esses gastos não são exatamente extras, já que tendem a substituir outras despesas – enquanto crescem os pedidos de comida pelos apps, uma família pode diminuir a frequência da alimentação em restaurantes. “Deveremos ver uma redistribuição dos pesos dos setores”, afirma.

Na ponta dos dedos

Para Cláudia Mendes Nogueira, sócia da consultoria Oficina de Valor, a popularização desses aplicativos conseguiu ser rápida, pois eles atuam com serviços que já faziam parte, ainda que de outra maneira, da vida das pessoas. “São fáceis de usar, não há uma grande barreira de entrada.” Ela chama atenção, entretanto, para o outro lado dessas facilidades. “O controle dos gastos é um hábito que se adquire ao longo da vida e é um ponto sensível para os mais jovens.”

Diretor do Guia Bolso, Julio Duram concorda que não é difícil perder o controle com esses gastos. “Se você olhar as categorias, todas são sobre conveniência, são um caminho mais simples e curto. Mas tem uma armadilha: você gasta e só vê o tamanho do estrago no fim do mês, quando falta dinheiro”, diz.

Foi assim, pouco a pouco, que a engenheira carioca Priscila Lourinho, 28 anos, fechou alguns meses no vermelho por causa das despesas com apps de transporte. Em vez do trajeto mais em conta até o trabalho, de metrô, prevaleciam os minutos ganhos de carro. “Não me planejava e depois percebi que estourava o orçamento. Hoje tenho isso mapeado. Aprendi que tempo é dinheiro, literalmente.”

Para o relações públicas Hamilton Rodrigues, de 33 anos, a opção pelo aplicativo para ir de casa, no bairro da Pompeia, para o trabalho, em Pinheiros, ambos na zona oeste de São Paulo, é resultado da comodidade, já que praticamente não resulta em economia de tempo. Priorizando o conforto, ele já estourou o orçamento em cerca de R$ 500. “Valores pequenos parecem que não vão afetar, então você acaba relaxando e pedindo carro por qualquer coisa. Sempre tem uma desculpa”, brinca.

Oferta

Sem esperar pelos institutos oficiais de pesquisa que confirmem essa nova realidade, empresas já oferecem serviços para facilitar o acesso a esse tipo de consumo e também para acompanhar os gastos. A fintech Neon Pagamentos lançou no mês passado um serviço para controlar o uso do cartão nos pagamentos de Netflix, iFood, Spotify e Uber. Segundo a empresa, a faixa de consumidores entre 28 e 34 anos é a que compromete a maior parte da renda com os serviços, chegando a 30%. “Identificamos esse comportamento e colocamos nosso foco em jovens que começam a ganhar o próprio dinheiro”, diz o diretor da Neon Alexandre Álvares.

Um dos fundadores da plataforma digital Jeitto, Carlos Barros destaca que esse mercado, que começou a decolar em 2014, não se restringe às faixas de renda mais altas. Pagamentos em dinheiro, por exemplo, atingem público cinco vezes maior do que o do cartão, conta. Entre os usuários da Jeitto que ganham até um salário mínimo, os gastos com app de transporte são, em média, de R$ 52. De um a dois salários, de R$ 58. “Isso revela o alcance dos aplicativos em todas as classes, alavancados pelo uso dos smartphones em todas as rendas”, avalia. Segundo pesquisa mais recente da TIC Domicílios, 60 milhões de brasileiros acessavam a internet exclusivamente pelo celular em 2017.

Planejamento

Se bem planejado, o gasto com aplicativos pode até representar um alívio para o bolso, como no caso da relações públicas Louise Arcanjo, de São Caetano (SP). Ela deixou de usar o carro particular depois de colocar os custos na ponta do lápis. Usando o fretado da empresa para ir ao trabalho e indo à capital só com app, economiza até R$ 150 por mês. “Fui fazer as unhas e deixei o carro estacionado. Quando voltei, vi que o preço cobrado era o dobro do que sairia se fosse pelo aplicativo. Aí decidi fazer as contas.”

Segundo simulação da 99, o carro próprio só compensa financeiramente para quem percorre 35 quilômetros por dia ou mais: para quem vai de Pinheiros, na zona oeste, ao Brooklin, na zona sul de São Paulo, a economia pode chegar a quase R$ 6 mil por ano para quem usa apps; para quem vai de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, ao centro da capital, ter carro próprio pode sair quase R$ 3 mil mais barato.

O problema é levar as pessoas a calcular o que vale mais a pena, diz Pâmela Vaiano, diretora da 99, citando pesquisa da empresa, em parceria com o instituto Ipsos, segundo a qual 76% dos brasileiros não planejam seus gastos com transporte.

Estadão Conteúdo

Raquel Dodge questiona casos de pagamento de honorários de sucumbência

Sessão do Supremo Tribunal Federal. Brasilia, 16-08-2018. Foto: Sérgio Lima/Poder 360

A procuradora-geral, Raquel Dodge, propôs ao Supremo dez ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs) contra normas estaduais e distrital que permitem o pagamento de honorários advocatícios de sucumbência a procuradores dos estados e do Distrito Federal.

As informações foram divulgadas pela Secretaria de Comunicação Social da Procuradoria e estão na página da instituição na internet. São questionadas leis estaduais aprovadas no Acre, Amapá, Bahia, Maranhão, Rio de Janeiro, Pará, Pernambuco, Sergipe, Tocantins e DF. Com essas ações, já são 13 ADIs propostas pela PGR para questionar esse tipo de normatização.

Em todas, o principal argumento apresentado é o de que “os honorários recolhidos pela parte vencida em processos judiciais contra os entes públicos devem ser compreendidos como receita pública, não podendo ser destinados a advogados e procuradores que atuaram nos casos”.

A primeira ação foi protocolada em dezembro do ano passado e tem como objeto a Lei 13.327/2016, que permitiu o pagamento desse tipo de verba a advogados públicos que defendam a União, as autarquias e as fundações.

Em maio deste ano, foi ajuizada ação contra o pagamento a procuradores de Goiás. Nas ações enviadas ao STF na terça, 18, e quarta, 19, Raquel destaca que as normas que permitem o recebimento de honorários a procuradores dos Estados e do DF são incompatíveis “com o regime de subsídio, o teto remuneratório constitucional e os princípios republicanos da isonomia, da moralidade, da supremacia do interesse público e da razoabilidade”.

A procuradora-geral aponta que “honorários de sucumbência têm nítido caráter remuneratório e de contraprestação de serviços no curso do processo”. Segundo ela, essas verbas, uma vez executadas e recolhidas pelo ente público, integram a receita pública.

“Não podem ser classificadas, em hipótese alguma, como receita de índole privada, dada a manifesta incompatibilidade com o regime estabelecido em lei para seu recolhimento e distribuição”, assinala Raquel.

A PGR observa que a atuação em causas judiciais não constitui ofício estranho às atribuições institucionais de procuradores dos Estados e do DF. Para ela, o pagamento de honorários de sucumbência “simplesmente remuneram trabalho ordinário daqueles servidores”.

Ainda de acordo com as petições iniciais nas ADIs, o regime de pagamento unitário que caracteriza o modelo constitucional de subsídio – modelo pelo qual é feito o pagamento dos vencimentos dos advogados públicos e procuradores dos estados – “repele acréscimos remuneratórios devidos em decorrência de trabalho ordinário de agentes públicos”.

“Em se tratando de agentes públicos remunerados por subsídio, para que gratificação ou adicional pecuniário seja legitimamente percebido, faz-se necessário que não decorra de trabalho normal, mas possua fundamento no desempenho de atividades extraordinárias, que não constituam atribuições regulares desempenhadas pelo agente público”, pontua a procuradora-geral nas ADIs.

Os honorários de sucumbência são reconhecidos como parcela remuneratória devida a advogados em razão do serviço prestado.

Diferentemente dos advogados privados, que arcam com custos em razão da manutenção de seus escritórios e percebem honorários contratuais, advogados públicos são remunerados por subsídio, “revelando-se incongruente a percepção de parcelas extras, pagas unicamente em razão do êxito em determinada demanda”.

Raquel sustenta que ao admitir a obtenção de vantagem financeira dissociada dos subsídios pagos aos integrantes da advocacia pública, e vinculada ao êxito numa determinada causa – ainda que parcial, as normas questionadas viabilizam a ocorrência de conflitos de interesse entre o ocupante do cargo de procurador dos estados e do Distrito Federal e os objetivos buscados pelo ente político.

Medidas cautelares – As ações pedem a concessão de medida cautelar – liminar – para suspender imediatamente a eficácia das normas questionadas.

Para a procuradora-geral, o perigo na demora está no fato de que as leis impugnadas estabelecem o direito de membros da advocacia pública receberem parcela remuneratória “em detrimento dos cofres do Estado”.

“Além do dano ao erário e da improvável repetibilidade desses valores, por seu caráter alimentar e pela possibilidade de os beneficiários alegarem boa-fé no recebimento, esse pagamento desacredita o sistema constitucional de remuneração por meio de subsídio e gera desigualdade espúria entre agentes públicos”, argumenta Raquel.

Informações: Terra

Bolsonaro confirma presença em Marcha para Jesus e marca ato como primeiro Presidente participante do evento religioso

A cidade de São Paulo recebe nesta quinta-feira (20) a 27ª edição da Marcha para Jesus, evento gospel da Igreja Renascer em Cristo e que reúne milhares de pessoas todos os anos. De acordo com os organizadores, o presidente Jair Bolsonaro deve participar da Marcha para Jesus, composta por uma caminhada, shows musicais de 28 artistas e apresentação de pastores.

O evento começou às 10h, na região da Luz, no centro de São Paulo. Os participantes caminham em direção ao Campo de Marte, na zona norte.

Bolsonaro marcará a primeira aparição de um presidente da República na Marcha para Jesus

Ao subir no palco montado na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), em São Paulo, Jair Bolsonaro marcará a primeira aparição de um presidente da República na Marcha para Jesus, principal encontro evangélico do País. O evento, que começou no exterior na década de 1980, foi logo trazido ao Brasil. Ocorre em São Paulo há 27 anos e reúne milhares de pessoas, de diversas denominações. Bolsonaro é esperado na Marcha por volta das 15h.

O evento faz parte do calendário oficial do País desde setembro de 2009, quando a Lei Federal 12.025 foi sancionada. Em São Paulo, o evento conta com o apoio da prefeitura de São Paulo, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), SPTrans/Atende, São Paulo Turismo e Polícia Militar.

Hoje, Bolsonaro subirá ao palco ao lado do deputado Marco Feliciano (Podemos-SP), pastor da Catedral do Avivamento que se tornou um dos principais articuladores do presidente junto à bancada evangélica no Congresso. Também estará ladeado pelo líder do PSL no Senado, Major Olimpio (SP). Há previsão de que assista a uma das apresentações gospel previstas para o dia e faça um discurso ao público. São esperadas mais de 100 mil pessoas.

A ideia da participação de Bolsonaro no evento é a de que se trata de uma oportunidade para que ele, como presidente, se conecte com o segmento e reforce o compromisso de campanha com a defesa dos valores cristãos.

Além da Renascer em Cristo, as igrejas evangélicas Assembleia de Deus e a Universal do Reino de Deus também apoiam a Marcha.

Com informações: Terra

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