SELO BLOG FM (4)

Ator é deixado na estrada após se recusar a pagar corrida

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O ator Thiago Domingues viveu momentos de terror após sair de um show em Campinas. Ele foi abandonado sozinho em uma rodovia escura depois de contestar o valor cobrado por um taxista.

Thiago Domingues saiu de um evento no Sambódromo de Paulínia, região de Campinas, durante a madrugada. O artista procurou um motorista de táxi para levá-lo de volta para casa, em São Paulo, um percurso de aproximadamente 114 quilômetros.

Outros taxistas presentes no local informaram que a corrida custaria cerca de R$ 300.

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O aplicativo Uber também indicava o mesmo valor para o trajeto. Porém, o motorista que levou o ator cobrou R$ 2.700 ao chegar no destino.

Reação violenta do taxista

Quando o ator chegou em frente ao seu prédio em São Paulo, recebeu a cobrança dos R$ 2.700. Ele recusou pagar o valor que considerou abusivo e tentou negociar. O condutor do veículo ficou nervoso com a recusa.

O taxista começou a dar socos no volante e demonstrou comportamento agressivo. Depois de muita insistência, o motorista aceitou os R$ 300 inicialmente combinados, mas não deixou o passageiro descer do carro.

Abandono na estrada

O taxista levou Thiago de volta e o abandonou em um posto de gasolina na estrada, do lado oposto de São Paulo. O local era escuro e isolado. O ator tentou conseguir carona com pessoas no posto, mas não obteve sucesso.

Sem alternativas, ele precisou atravessar a rodovia e caminhar pela estrada em busca de ajuda.

Durante todo o tempo, ele tentou ligar para a polícia e conseguir algum tipo de socorro. O artista relatou ter sentido muito medo de que algo pior pudesse acontecer naquela situação.

Portal Dol

Lutador de MMA confessa ter deixado a filha morrer de fome

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O lutador de MMA Robert S. Buskey Jr., de 35 anos, foi condenado à prisão perpétua após confessar que deixou a própria filha, de 5 anos, morrer de fome no estado de Nova York, nos Estados Unidos. A sentença prevê o cumprimento mínimo de 27 anos antes de qualquer possibilidade de progressão de pena.

O caso veio à tona em abril de 2024, quando equipes de emergência foram acionadas para atender uma criança encontrada inconsciente em uma residência. No local, os socorristas constataram a morte da menina, identificada como Charlotte, em estado extremo de desnutrição. Durante a ocorrência, os agentes também encontraram um menino de 3 anos mantido preso em uma estrutura improvisada dentro da casa, tipo uma gaiola.

Segundo as autoridades, o imóvel apresentava condições consideradas “deploráveis” e indicava negligência prolongada. De acordo com a People, as investigações apontaram que as crianças viviam confinadas e sem cuidados básicos enquanto o pai passava o tempo usando drogas e jogando videogame.

Em comunicado oficial, o Condado de Schenectady afirmou que Buskey afastou os filhos do convívio com familiares e nunca providenciou matrícula escolar. “O mundo deles se reduziu aos confins da casa deplorável do Sr. Buskey”, diz a nota divulgada pelas autoridades locais.

A autópsia revelou que Charlotte sofria de desnutrição severa e desidratação extrema, com “olhos fundos e sinais claros de abandono”. De acordo com a investigação, a menina era mantida trancada em um quarto que continha apenas um berço portátil, o que a obrigava a permanecer deitada em posição fetal.

Exames toxicológicos indicaram ainda que as duas crianças testaram positivo para cocaína. Durante o julgamento, Buskey admitiu que forneceu drogas ao filho mais novo, o que levou ao acréscimo de dois anos à pena aplicada pelo crime de homicídio.

Notícias ao Minuto

Opinião dos leitores:

MR em 30/01/2026

Essas crianças não possuíam mãe?


Influenciadora é condenada a pagar R$ 25 mil por difamar motorista de aplicativo nas redes sociais

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A influenciadora digital Jéssica Dourado foi condenada pela Justiça a pagar R$ 25 mil por danos morais a um motorista de aplicativo após publicar conteúdos nas redes sociais em que sugeria, sem provas, que o condutor representava perigo durante uma corrida. A decisão refere-se a um episódio ocorrido em abril de 2023 e foi motivada por publicações baseadas apenas em um “pressentimento” relatado pela influenciadora, que possui mais de 600 mil seguidores no Instagram.

Segundo os autos, a corrida foi realizada normalmente e, no dia seguinte, Jéssica publicou uma sequência de stories alertando seus seguidores para que tivessem “cuidado” com o motorista. Nas publicações, ela exibiu a foto do condutor e a placa do veículo, associando-o de forma implícita a uma possível intenção criminosa.

Ao analisar o caso, a Justiça entendeu que a atitude extrapolou o direito à liberdade de expressão. De acordo com a sentença, associar publicamente uma pessoa a uma possível prática criminosa, sem qualquer indício concreto, “extrapola o campo da liberdade de crença e expressão, configurando-se abuso do direito de manifestação”.

O processo aponta que o motorista atuava havia mais de três anos na plataforma, acumulando 17.495 corridas realizadas e 312 avaliações positivas, sem qualquer registro de comportamento inadequado. Em depoimento, ele afirmou que as publicações resultaram em exposição indevida, prejuízos à sua imagem profissional e abalo emocional, além do receio de sofrer represálias por parte dos seguidores da influenciadora.

A defesa do motorista sustentou ainda que Jéssica Dourado teria obtido vantagem financeira com a repercussão do caso, ao divulgar posteriormente perfis ligados a jogos de azar.

Por sua vez, a influenciadora alegou que apenas compartilhou uma experiência pessoal e um “testemunho de espiritualidade”, argumentando que suas publicações estariam protegidas pela liberdade de expressão e de crença religiosa.

O juiz, no entanto, destacou que toda a narrativa foi construída exclusivamente com base em “percepções subjetivas” e “convicções religiosas”. A decisão ressalta que a experiência poderia ter sido relatada sem a identificação do motorista. “Ao transformar sua experiência espiritual em narrativa pública com identificação do motorista e imputação implícita de conduta criminosa, a ré excedeu os limites da liberdade de expressão e crença”, afirmou a sentença.

BZN

Prefeito Allyson nega ligação com sócio da Dismed e afirma que relação é apenas política

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O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), negou qualquer envolvimento em supostas irregularidades relacionadas à empresa Dismed e afirmou que a relação que mantém com o empresário Oseas Monthalggan Fernandes Costa, sócio da empresa, se restringe ao campo político. Segundo o gestor, a imagem que circula nas redes sociais, na qual ele aparece ao lado de Oseas, foi registrada durante uma reunião política e não comprova qualquer vínculo pessoal ou participação em tratativas ilegais.

De acordo com Allyson, ele não aparece em nenhuma gravação divulgada sobre o caso e não participou de conversas ou discussões que envolvessem vantagens pessoais ou interesses indevidos. “A gravação em nenhum momento envolve a minha pessoa. Não sou eu que estou lá, eu não participo, nunca participei e não participei em nenhum momento”, afirmou.

O prefeito reforçou que não teme investigações e disse estar tranquilo quanto à sua conduta. “Quem não deve, não teme. Eu não devo, por isso estou aqui, falando de forma muito clara e direta”, declarou.

Sobre a relação com os sócios da Dismed, Allyson explicou que dois deles têm trajetória política. Um é ex-prefeito e o outro foi vereador e candidato a prefeito. “Em um momento aparece uma fotografia minha com um dos sócios, sim, e isso está inclusive anexado no processo. É uma foto de uma reunião política, com várias pessoas”, disse.

Segundo o prefeito, a imagem foi feita durante uma reunião no contexto das articulações eleitorais de 2024. Ele detalhou que o encontro ocorreu a pedido de um ex-vereador e ex-candidato a prefeito do município de Ipanema, que solicitou apoio político. Allyson afirmou que recusou o pedido por estar em campanha em Mossoró e por manter boas relações com o atual prefeito da cidade.

“Essa foto aconteceu naquele momento específico, numa reunião política, como tantas outras que participamos. Fora isso, não há diálogo, não há áudio, não há presença minha discutindo qualquer tema que envolva vantagem pessoal”, enfatizou.

Portal 98 FM

Empresa Dismed nega irregularidades e diz que dinheiro apreendido em caixa de isopor têm origem lícita

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A distribuidora de medicamentos Dismed – apontada pela Polícia Federal (PF) como integrante de um esquema de desvio de recursos públicos da saúde no Rio Grande do Norte – negou nesta quarta-feira 28 a prática de irregularidades. Segundo a empresa, o dinheiro apreendido em uma caixa de isopor na casa de um dos sócios, no âmbito da Operação Mederi, têm origem lícita e compatível com a atividade comercial exercida.

Em nota, o advogado da empresa afirma que a Dismed atua “há 18 anos de forma contínua e regular no comércio atacadista de medicamentos”, exercendo atividade lícita, fiscalizada e reconhecida no mercado, sem histórico de irregularidades. O texto, assinado pelo advogado Rodrigo de Oliveira Carvalho, afirma que o esclarecimento técnico e documental demonstrará “a inexistência de qualquer conduta criminosa”.

O comunicado também contesta informações divulgadas por parte da imprensa sobre os valores encontrados durante a operação. De acordo com a defesa, “não corresponde à realidade a informação publicadas de que teriam sido encontrados cifras de milionários”, seja nas dependências da empresa ou na residência de Oseas Monthalggan – sócio. Conforme a nota, o montante apreendido foi de aproximadamente R$ 52 mil.

Ainda segundo a defesa, os valores “decorrem de atividade comercial lícita” e “são plenamente compatíveis com o ramo farmacêutico”, acrescentando que a manutenção de numerário em residência, por si só, não configura crime. “É pacífico o entendimento de que a manutenção de numerário em residência, por si só, não constitui crime”, diz o texto.

Em relação aos diálogos entre os sócios citados nas investigações, a defesa informou que aguarda acesso integral aos autos para análise técnica do conteúdo. “A defesa aguarda o acesso integral aos autos, a fim de proceder à análise técnica do conteúdo, de sua existência, contexto e legalidade, observando-se rigorosamente as garantias constitucionais”, afirma a nota.

Por fim, a Dismed reiterou respeito às instituições e ao devido processo legal, destacando a confiança na apuração dos fatos com equilíbrio e discrição. “Reafirma-se o pleno respeito às instituições, ao devido processo legal e à presunção de inocência, aguardando-se que as apurações sigam seu curso com equilíbrio, discrição e estrita observância das garantias fundamentais.”

Operação Mederi

A empresa Dismed foi um dos alvos da Operação Mederi, deflagrada nesta terça-feira 27 pela PF em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU). A ação tem o objetivo de desarticular um suposto esquema criminoso voltado ao desvio de recursos públicos e a fraudes em procedimentos licitatórios.

Ao todo, os agentes saíram às ruas para cumprir 35 mandados de busca e apreensão no Estado, além da adoção de medidas cautelares e patrimoniais determinadas no âmbito da investigação. Segundo o último balanço divulgado pela PF, foram apreendidos ao todo: 33 celulares, 34 dispositivos eletrônicos (notebooks, HDs e tablets), 4 veículos, 117 documentos e R$ 251 mil em espécie.

Parte do dinheiro apreendido – os R$ 52 mil – foi encontrado em uma caixa de isopor na casa de Oseas Monthalggan, um dos sócios da Dismed. Gravações mostram o empresário conversando com um sócio sobre a possível distribuição de propina em contratos com a Prefeitura de Mossoró.

Em uma das conversas captadas pelos investigadores, sócios da Dismed afirmam que Allyson Bezerra teria acesso a um repasse de R$ 60 mil, equivalente a 15% de um contrato de R$ 400 mil. A distribuição do recurso foi batizada pelos próprios sócios de “Matemática de Mossoró”.

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), também esteve entre os alvos. Da casa dele, os agentes levaram um celular, dois HDs e um notebook.

Além de Mossoró, as fraudes teriam ocorrido em outros cinco municípios potiguares: José da Penha, São Miguel, Serra do Mel, Paraú e Tibau. Mandados foram cumpridas nessas cidades e também em Natal e Upanema.

De acordo com a PF, a operação tem como base auditorias realizadas pela CGU. Documentos do órgão apontam falhas na execução contratual, incluindo indícios de compra de materiais que não foram entregues, fornecimento inadequado de insumos e sobrepreço nos contratos analisados.

Veja a nota na íntegra

A defesa que representa a DISMED e Oseas Monthalggan Fernandes Costa acompanha os fatos com responsabilidade e serenidade, confiante de que o esclarecimento técnico e documental demonstrará a inexistência de qualquer conduta criminosa.

A DISMED atua há 18 anos de forma contínua e regular no comércio atacadista de medicamentos, exercendo atividade lícita, fiscalizada e amplamente reconhecida no mercado, sem histórico de irregularidades.

Esclarece-se, ainda, que não corresponde à realidade a informação publicadas de que teriam sido encontrados cifras de milionários como noticiado por alguns veículos de imprensa, seja nas dependências da empresa, seja na residência de Oseas.

Os valores existentes e encontrados, em montante aproximado de R$ 52.0000,00, decorrem de atividade comercial lícita, são plenamente compatíveis com o ramo farmacêutico e não configuram qualquer ilícito, sendo pacífico o entendimento de que a manutenção de numerário em residência, por si só, não constitui crime.

No tocante a supostos diálogos envolvendo terceiras pessoas, a defesa aguarda o acesso integral aos autos, a fim de proceder à análise técnica do conteúdo, de sua existência, contexto e legalidade, observando-se rigorosamente as garantias constitucionais.

Por fim, reafirma-se o pleno respeito às instituições, ao devido processo legal e à presunção de inocência, aguardando-se que as apurações sigam seu curso com equilíbrio, discrição e estrita observância das garantias fundamentais.

RODRIGO DE OLIVEIRA CARVALHO
OAB/RN 11.421

Agora RN

Secretária de Cultura explica manutenção de estrutura em Ponta Negra para o Carnaval de Natal 2026

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A secretária municipal de Cultura de Natal, Iracy Azevedo, explicou, nesta quinta-feira (28), os motivos da manutenção da estrutura de palco em Ponta Negra após o período do evento Natal em Natal. A explicação foi dada durante entrevista ao Jornal do Dia, da TV Ponta Negra, após questionamentos de moradores sobre a permanência da montagem no local.

Segundo a secretária, a decisão está relacionada a critérios técnicos, logísticos e de economia de recursos públicos. O palco instalado em Ponta Negra durante as festividades natalinas será o mesmo utilizado no Carnaval de Natal 2026.

“Esse palco vai do Natal em Natal direto para o Carnaval. A empresa fornecedora, que é licitada, informou que desmontar e montar novamente geraria um custo maior e um prazo semelhante ao de manter a estrutura no local”, explicou Iracy Azevedo.

Economia para os cofres públicos

De acordo com a secretária, a permanência do palco não gera custo adicional para o município e evita um gasto dobrado com desmontagem e nova montagem da estrutura.

“A gente não teve custo nenhum em manter o palco ali. Para a cidade, economicamente, é melhor. Para o fornecedor também. É uma via de mão dupla entre o setor público e o privado”, afirmou.

Iracy destacou ainda que, durante o período de permanência, a estrutura passou por revitalização e ajustes, garantindo que esteja pronta para o Carnaval.

Dois palcos no mesmo espaço

A secretária também esclareceu que a estrutura instalada em Ponta Negra conta com dois palcos, o que facilita a logística do evento e permite maior agilidade na troca de bandas e atrações.

“O espaço permite isso. Em outros polos da cidade, a gente não consegue trabalhar dessa forma”, explicou.

Segundo ela, a estratégia adotada em Ponta Negra contribui para a otimização do tempo de montagem, redução de impactos urbanos e melhor organização da programação carnavalesca.

Planejamento antecipado do Carnaval 2026

A manutenção da estrutura faz parte do planejamento antecipado do Carnaval de Natal 2026, que busca conciliar economia de recursos, eficiência logística e qualidade na oferta cultural.

Ponta Negra News

‘Parte da elite não suporta ver uma mulher como eu governadora do Estado’, diz Fátima

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A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), afirmou que enfrenta resistência política e social motivada por preconceito de gênero, classe e orientação sexual, sobretudo por parte de segmentos da elite potiguar. A declaração foi feita durante entrevista à Rádio Universitária FM, no programa Tamo Junto, na noite desta terça-feira 27.

Segundo Fátima, há um componente de discriminação que ultrapassa a crítica administrativa ou política. “Tem uma parte da elite desse Estado que não suporta ver uma mulher como eu governadora”, afirmou. Em seguida, detalhou: “Preconceito de classe, preconceito de gênero, preconceito de orientação sexual, preconceito de toda sorte”.

A governadora disse que sua trajetória pessoal e política ajuda a explicar esse incômodo. “Professora do Estado, vinda do interior do Seridó, Paraíba, para a capital do Rio Grande do Norte, migrante, sobrevivente da seca, que passou por muitas dificuldades na vida, viu a fome de perto, um período ficou sem poder estudar, não porque os pais não quisessem, porque não tinham condições”, enumerou.

Fátima afirmou ainda que o incômodo se amplia pelo fato de seu governo ser pautado, segundo ela, por princípios éticos. “Tem uma parte dessa elite aqui que não suporta isso. E que não suporta ver um governo, sem falsa modéstia, pautado, alicerçado nos princípios da ética, da seriedade, da honestidade”, destacou.

Durante a entrevista, a governadora também criticou setores da mídia local, que classificou como “mídia corporativa”, acusando-os de distorcer informações por motivações ideológicas. Segundo ela, esses agentes são “movidos por questões de natureza ideológica” e, “ao invés de informar, desinformam”.

“Há um setor da mídia corporativa, da mídia comercial aqui do Estado, que distorce os fatos, chegando ao ponto de não reconhecer aquilo que está tão visível aos olhos da população, que são os avanços que esse governo tem. Governo tem problema? Tem, como todo governo tem. Agora, os avanços são inegáveis”, enfatizou.
Ao comentar a política de comunicação institucional, Fátima afirmou que adota uma postura de contenção de gastos em publicidade, priorizando áreas sociais. “Eu tenho senso de responsabilidade. Comunicação é superimportante para prestar contas à sociedade, à população. Eu estou aqui em nome dela. Mas, evidentemente, ter um aporte maior de recursos para a comunicação e faltar recursos para as áreas sociais vitais do Estado, aí não tem nem o que discutir de maneira nenhuma”, complementou.

Para a governadora, apesar das resistências, o compromisso central de sua gestão permanece o mesmo.

“O governo tenta romper com essa visão patrimonialista, essa visão fisiológica, essa visão conservadora, com que, no geral, com raríssimas exceções, o Rio Grande do Norte foi conduzido ao longo desses anos. O governo que chega para não ter compromisso com o grupo A, B ou C, com o interesse aqui, com o interesse lá. É para ter compromisso com o interesse legítimo do povo do Rio Grande do Norte. É para olhar para a coletividade, é para governar para todos, é para dialogar com o empresário, com o trabalhador, com os diversos segmentos da sociedade”, finalizou.

Ponta Negra News

Opinião dos leitores:

PALUXO em 29/01/2026

Senhora governadora, de minha parte, enquanto cidadão livre (NÃO SEI ATÉ QUANDO) respeito sua opinião, entretanto, dela discordo veementemente. A senhora não sofre nenhum tipo de preconceito "de classe, de gênero ou de orientação sexual". A prova disso é tanta que a senhora já foi deputada estadual, federal, senadora e governadora por dois mandatos. O ÚNICO preconceito que se pode atribuir a vossa gestão é o fato da senhora ser defensora ferrenha e incondicional do maior salafrário da política nacional, um indivíduo que foi CONDENADO em tres instâncias da JUSTIÇA FEDERAL por CRIMES graves contra a Administração Pública; um moço que apoia DITADORES sanguinários como o Aiaytolá iraniano, o criminoso Maduro (em boa hora preso e deportado pros EUA) e tantos outros. Sem que se fale no CAOS que sempre impôs ao BRASIL em seus tres mandatos, com investimentos bilionários em países de esquerda que nunca irão PAGAR O QUE NOS DEVEM. Os rombos bilionários através de banco de fachada como o MASTER, roubos desavergonhados no INSS, PETROBRÁS e outras "brás" da vida. Estar ao lado de um camarada desse não é só apoiar, é ser CÚMPLICE. Esse é o "preconceito" que a senhora SOFRE e que, certamente, irá duplicar a cada dia. E deixe essa tática de se "vitimar", isso não tem mais efeito. Viu?


Em nota, prefeito de Ielmo Marinho se manifesta após operação da Polícia Civil

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O prefeito de Ielmo Marinho, Fernando Batista Damasceno (MDB), divulgou nota à imprensa nesta quarta-feira (28) após a Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrar a Operação Securitas, que cumpriu mandados de busca e apreensão em quatro municípios do estado.

Na nota, a assessoria do gestor informou que ele recebeu com surpresa a diligência judicial realizada em sua residência e destacou que os fatos investigados teriam ocorrido em meados de 2023, período anterior ao início do mandato eletivo, que começou em 2025. Segundo o comunicado, a apuração não teria relação com a atual administração municipal.

O prefeito afirmou ainda que está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações e que a defesa técnica aguarda acesso integral aos autos para adoção das medidas judiciais cabíveis. Fernando Batista Damasceno reiterou confiança nas instituições, no Poder Judiciário e reforçou o compromisso com a transparência, informando que a agenda administrativa segue mantida.

Operação Securitas

A Operação Securitas foi deflagrada nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (28) pela Polícia Civil do RN, com apoio do Ministério Público do Estado e da Polícia Militar. As diligências ocorreram nos municípios de Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante, Natal e Parnamirim.

De acordo com a Polícia Civil, o prefeito de Ielmo Marinho é apontado como líder de uma organização criminosa, que teria a participação de agentes políticos, incluindo ocupantes de mandato legislativo, além de um policial militar.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, Fernando Batista Damasceno foi preso em flagrante por embaraço à investigação, após, segundo a polícia, arremessar valores em dinheiro e um aparelho celular para fora de sua residência, na tentativa de ocultar provas.

Ao todo, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, com o objetivo de recolher documentos, valores, armas, munições e dispositivos eletrônicos que possam contribuir para o avanço das investigações.

Origem das investigações

As apurações tiveram início após uma ocorrência registrada em Ielmo Marinho, que apontava a presença de homens fortemente armados no interior da Câmara Municipal. Conforme a polícia, o grupo estaria atuando como segurança privada de um parlamentar e intimidando opositores políticos.

Na ocasião, foi apreendido um arsenal composto por armas de fogo, munições, inclusive de calibres restritos, como .40 e .45, além de outros materiais.

Segundo a Polícia Civil, a operação busca esclarecer a possível prática dos crimes de porte ilegal de arma de fogo, constituição de milícia privada e organização criminosa, além de identificar outros possíveis envolvidos no esquema investigado.

As investigações seguem em andamento.

Ponta Negra News

Polícia Civil incinera cerca de meia tonelada de drogas no RN

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A Polícia Civil do Rio Grande do Norte realizou, na manhã desta quarta-feira (28), a incineração de aproximadamente meia tonelada de drogas apreendidas durante ações policiais no estado. A destruição do material ilícito ocorreu de forma controlada, seguindo protocolos rigorosos de segurança e normas de proteção ambiental, com o objetivo de evitar riscos à saúde pública.

Procedimento foi acompanhado por órgãos fiscalizadores
A incineração contou com a presença de representantes da Polícia Científica, do Ministério Público e da Vigilância Sanitária. A atuação conjunta garantiu a regularidade do procedimento, a correta identificação das substâncias e a fiscalização de todas as etapas do processo.

Segundo a Polícia Civil, o acompanhamento interinstitucional assegura transparência e impede qualquer possibilidade de reutilização ou desvio do material apreendido.

Ação reforça combate ao tráfico de drogas

De acordo com a corporação, a incineração integra o conjunto de ações permanentes de enfrentamento ao tráfico de drogas, impedindo que os entorpecentes retornem à circulação.

A Polícia Civil reforçou ainda a importância da participação da sociedade no combate à criminalidade e destacou que informações anônimas podem ser repassadas por meio do Disque Denúncia 181.

Ponta Negra News

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