O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte foi acionado na tarde deste domingo 1º para atender uma ocorrência na Cachoeira do Paraíso, localizada no município de Serra de São Bento.
A situação envolveu 15 pessoas, entre elas três crianças, que realizavam trilha na região e ficaram perdidas, além de parcialmente ilhadas em razão das fortes chuvas, que provocaram a elevação do nível da água e comprometeram as rotas de retorno.
Foram empregados na operação o Oficial de Operações, o Grupamento de Salvamento Aquático, a Unidade de Resgate e a equipe de Salvamento de Goianinha, com recursos humanos e materiais compatíveis com a natureza da ocorrência. As guarnições realizaram deslocamento até a área e iniciaram buscas em região de mata fechada e trilhas não sinalizadas.
A operação teve duração aproximada de cinco horas, com apoio de moradores locais, que auxiliaram na orientação das equipes quanto aos acessos e rotas seguras, considerando as condições do terreno.
As 15 vítimas foram localizadas, estabilizadas ainda no local e conduzidas para avaliação no hospital do município. Não houve registro de vítimas graves, e todos passam bem.
A ocorrência foi encerrada após a retirada integral do grupo e a verificação das condições de segurança da área.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prepara um discurso de defesa do diálogo diante da escalada de tensões envolvendo o Irã e os Estados Unidos. A expectativa é que o tema esteja no centro de uma possível reunião com Donald Trump, prevista para os próximos dias, caso seja confirmada agenda em Washington.
Nos bastidores, a orientação do Planalto é evitar embates diretos com a Casa Branca, priorizando a defesa de uma saída diplomática. Lula tem acompanhado os desdobramentos no Oriente Médio com sua equipe e avalia reforçar publicamente a necessidade de criação de um canal de negociação para reduzir a tensão militar.
O governo brasileiro sustenta que o presidente já teve protagonismo em articulações internacionais envolvendo Teerã, lembrando a tentativa de mediação realizada em 2010 ao lado da Turquia para tratar do programa nuclear iraniano — iniciativa que acabou não prosperando diante da resistência americana à época.
Além da via diplomática, auxiliares demonstram preocupação com os reflexos econômicos do conflito, especialmente no mercado de energia. Um eventual agravamento da crise, com impacto sobre rotas estratégicas de petróleo, pode pressionar preços internacionais e gerar efeitos na economia global.
A leitura no Palácio do Planalto é que uma transição turbulenta no comando iraniano pode ampliar instabilidades regionais. Por isso, a estratégia brasileira deve apostar em moderação, diálogo e tentativa de construção de pontes entre as partes envolvidas.
Líderes do Reino Unido, França e Alemanha afirmaram neste domingo (1º) que estão prontos para adotar medidas para proteger seus interesses e os de aliados no Oriente Médio, após classificarem como “indiscriminados e desproporcionais” os ataques com mísseis realizados pelo Irã.
O chamado E-3 declarou que poderá agir militarmente e que atuará em coordenação com os Estados Unidos e parceiros regionais.
A escalada ocorre após Estados Unidos e Israel iniciarem, no sábado (28), uma série de ataques contra o Irã em meio às tensões sobre o programa nuclear iraniano. Em resposta, Teerã lançou ações retaliatórias contra países da região que abrigam bases militares americanas, como Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
Nesse domingo, a mídia estatal iraniana anunciou a morte do líder supremo, Ali Khamenei, em ataques atribuídos a EUA e Israel. Após a confirmação, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian ameaçou uma ofensiva inédita, enquanto Donald Trump advertiu que qualquer nova retaliação será respondida “com uma força nunca antes vista”. As hostilidades seguem em andamento.
O aiatolá Alireza Arafi foi nomeado neste domingo (1º) como membro jurista do Conselho de Liderança do Irã. O órgão deve governar até a eleição de um novo líder pela Assembleia de Peritos, segundo informações agência de notícias ISNA.
A formação do conselho de liderança provisório ocorre um dia após a morte do líder supremo, Ali Khamenei, durante um ataque conjunto lançado por Estados Unidos e Israel na manhã do sábado (28).
Arafi foi escolhido para liderar o país ao lado do presidente, Masoud Pezeshkian, e do chefe do judiciário, Gholam Hossein Mohseni Ejehei. Sendo um clérigo em um regime teocrático, em que só religiosos exercem o papel de líder supremo, ele se torna o mais graduado do triunvirato.
O religioso de 67 anos ocupa o cargo de vice-presidente da Assembleia de Peritos (que nomeia e supervisiona o líder supremo) e é membro do Conselho dos Guardiões, responsável pela avaliação de candidatos a eleições e leis aprovadas pelo parlamento. Também chefia o sistema de seminários do Irã, que administra as instituições educacionais islâmicas.
Homem de confiança de Khamenei, começou a ganhar destaque em cargos de importância crescente poucos anos após a ascensão de Khamenei, em 1989. Na análise do think tank Middle East Institute, sua ascensão foi cuidadosamente articulada pelo líder supremo como um possível sucessor.
Arafi é fluente em árabe e inglês, e visto como alguém versado em tecnologia. Segundo agências de notícias locais, ele defende que as instituições religiosas se adaptem e façam uso de ferramentas como a inteligência artificial para disseminar a mensagem do regime.
Em anos recentes, ele se tornou uma figura pública mais conhecida no Irã, à medida que seus deveres oficiais foram ampliados pelo chefe de Estado para encontros com autoridades estrangeiras, incluindo o Papa Francisco em 2022, visitas a áreas atingidas por terremotos e discursos sobre questões de segurança nacional, nos quais vinha demonstrando apoio à Guarda Revolucionária e ao esforço do Irã fortalecer suas defesas militares.
Trajetória
Nascido em 1959, Arafi vem de uma família clerical da cidade de Meybod, na província de Yazd, no centro do Irã. Em 1969, quando tinha apenas 11 anos, ele se mudou para Qom para seguir com seus estudos religiosos, iniciados o sob a orientação de seu pai em Meybod.
Seus estudos lhe garantiram o título de mujtahid, jurista islâmico altamente qualificado, tendo a jurisprudência islâmica e filosofia como áreas de especialização.
Com apenas 33 anos, em 1992, foi nomeado pela primeira vez como líder das orações de sexta-feira em sua cidade natal, Meybod, um sinal da confiança de Khamenei.
O líder supremo o incumbiria mais tarde de comandar a Universidade Internacional Al-Mustafa, criada por Khamenei para disseminar a ideologia da república islâmica e formar líderes xiitas de outros países.
Apesar de ter grande experiência na burocracia religiosa do Irã e de ter alcançado altos cargos, analistas observam que Arafi não tem base política independente fora dessas instituições, o que pode influenciar sua maneira de liderar durante a transição e seu destino depois dela.
O presidente norteamericano Donald Trump fez pronunciamento de seis minutos neste domingo (1º) sobre a morte de três militares dos Estados Unidos em combate e cinco gravemente feridos, conforme comunicado do United States Central Command (Centcom).
Lamentou as mortes, descreveu os soldados como “grandes pessoas” com “registros excepcionais”, mas afirmou que baixas eram esperadas em uma operação dessa magnitude. “Infelizmente, provavelmente haverá mais. Pode acontecer de novo”, declarou.
E foi taxativo na exigência ao Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica para “entregar as armas imediatamente” ou enfrentará “morte certa”.
Ao relacionar as perdas ao histórico de confrontos com o regime iraniano, Trump prometeu “o golpe mais punitivo” contra a Guarda Revolucionária e afirmou que as operações continuam “em plena força” até que “todos os objetivos sejam alcançados”.
As identidades dos três militares mortos ainda não foram divulgadas oficialmente, pois as famílias estão sendo notificadas.
Pelo menos três pessoas morreram e 14 ficaram feridas em um ataque a tiros ocorrido na madrugada deste domingo (1º) em frente ao bar Buford’s, no centro de Austin. O FBI classificou o caso como um potencial ato de terrorismo. O atirador também morreu, e três vítimas seguem em estado crítico.
Segundo fontes policiais, o atirador usava um moletom que dizia “Propriedade de Allah” e uma camisa com um desenho de bandeira iraniana. Ele foi identificado como Ndiaga Diagne, de 53 anos, natural do Senegal e cidadão americano naturalizado desde 2006. Informações preliminares apontam que ele manifestava apoio ao regime iraniano nas redes sociais, de acordo com o SITE Intelligence Group.
O ataque ocorreu por volta das 2h (horário local). De acordo com a chefe da polícia de Austin, Lisa Davis, o homem começou a atirar de dentro do carro com uma pistola contra frequentadores do bar e, em seguida, saiu do veículo armado com um fuzil, disparando contra pessoas na rua. Ele foi morto por policiais que responderam à ocorrência. As investigações seguem com apoio do Grupo Conjunto de Combate ao Terrorismo, e a motivação exata ainda está sendo apurada.
Com o desgaste reputacional do Supremo Tribunal Federal (STF), a conclusão dos seus ministros é que a situação “virou”, a Corte perdeu apoio da mídia tradicional e a indignação superou o medo, após o escândalo de envolvimento de dois dos ministros com o Banco Master. A maioria avalia, em conversas reservadas, que em 2027 processos de impeachment de ministros do STF serão “inevitáveis”, seja qual for o vencedor nas presidenciais e ainda que a direita não controle o Senado.
Pá-de-cal
Sentenças raivosas contra opositores de Lula desgastaram o STF, mas o Master, em avaliação interna, pode ter o significado de “pá-de-cal”.
Contenção
Para ministros, o impeachment será usado para contenção do STF, com apoio explícito de partidos de centro, de direita e de setores da esquerda.
Fim da letargia
A maioria via a imprensa “sob controle”, mas a letargia cessou após “autoritarismo estarrecedor” apontado pela Transparência Internacional.
Libertação
O caso Unafisco e ameaças de retaliação, avaliou um ministro à coluna, “deu o motivo que jornalistas esperavam para se libertar desse vínculo”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que centenas de alvos foram atingidos no Irã, inclusive instalações da Guarda Revolucionária e sistemas de defesa antiaérea iranianos. O republicano voltou a se pronunciar publicamente neste domingo (1º), em vídeo compartilhado nas redes sociais.
Ao citar a morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, Trump ressaltou que todo o comando militar “se foi também”. Além disso, Trump disse que “muitos deles querem se render para salvar suas vidas”.
Porém, Trump ressaltou que os ataques vão continuar até que os EUA atinjam seus objetivos, que não foram especificados.
Os Estados Unidos e Israel iniciaram no sábado (28) uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano.
O regime dos aiatolás iniciou retaliação contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
No domingo, a mídia estatal iraniana anunciou que seu líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas feitas pelos ataques norte-americanos e israelenses.
Após o anúncio da morte de Khamenei, o Irã ameaçou lançar a “ofensiva mais pesada” da história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país persa considera se vingar pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos como um “direito e dever legítimo”.
Em resposta, Trump ameaçou o Irã contra os ataques retaliatórios, dizendo “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”. As agressões entre as partes seguem neste domingo.
Na véspera, Trump já havia afirmado que os ataques contra o Irã vão continuar “ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”.
Durante o movimento “Acorda Brasil!”, realizado neste domingo (1) na Avenida Paulista, em São Paulo, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez duras críticas ao PT e direcionou ataques ao presidente Lula e a família do petista.
Em discurso a apoiadores, Flávio afirmou que tem sido alvo de críticas por sua origem familiar e respondeu associando sua trajetória ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seu pai.
O senador também mencionou acusações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do petista, sem o citar indiretamente, afirmando que ele estaria sendo investigado por suposto recebimento de valores ligados a gatunagem no INSS.
“Para as pessoas que tentam me atacar, porque eu aprendi honestidade em casa, eu sou filho de Bolsonaro. Não sou filho do Lula, porque se fosse filho do Lula, eu agora ia estar sendo acusado de receber mesada de 300 mil reais de roubo aos aposentados do INSS”, declarou.
E prosseguiu:
“Você que é aposentado, sabe esse dinheiro que está faltando agora para você comprar um arroz, um feijão, uma carne? O seu dinheiro aposentado do INSS pode estar na conta do filho do Lula lá na Suíça”.
Ao final da fala, o parlamentar afirmou que “ninguém aguenta mais quatro anos de PT” e declarou que a população irá “tirar essa corja de Brasília”.
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