
FORAM ABORDADOS 78 VEÍCULOS. (DIVULGAÇÃO/SESED)

FORAM ABORDADOS 78 VEÍCULOS. (DIVULGAÇÃO/SESED)

ALGUNS PLANOS EMPRESARIAIS TIVERAM AUMENTO DE MAIS DE 20%.
O número de beneficiários de planos de saúde caiu 2,8% entre maio de 2015 e maio deste ano. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) indicam que, neste período, mais de 1,4 milhão de pessoas deixaram a saúde suplementar.
Dos mais de 48 milhões de beneficiários de planos de saúde, pouco mais de 19% têm contrato com planos individuais, cujos reajustes anuais são regulados pela ANS. Os quase 81% restantes têm planos coletivos, cujos reajustes são negociado entre os planos e as empresas.
Enquanto o valor de reajuste estipulado pela ANS em 2016 foi 13,57%, acima do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) do período, de 9,26%, alguns planos empresariais tiveram aumentos de mais de 20%.

NOTA DIVULGADA PELO PRESIDENTE AFASTADO DA CÂMARA, EDUARDO CUNHA, NESTA TERÇA-FEIRA (FOTO: REPRODUÇÃO)
Cunha é acusado de quebra de decoro parlamentar por ter dito à CPI da Petrobras, no ano passado, que não possui contas no exterior. Posteriormente, ele foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sob a acusação de usar contas na Suíça para receber propina de contratos da Petrobras.
O presidente afastado disse ser “inocente” da acusação de ter mentido aos pares e que o processo no Conselho de Ética foi conduzido de forma irregular. Afirmou também que Marcos Rogério deveria ter deixado a relatoria do caso porque mudou do PR para o DEM – partido que integra o bloco parlamentar que elegeu o peemedebista para a presidência da Câmara.
“O processo foi todo conduzido com parcialidade, com nulidades gritantes, incluindo o próprio relator, que não poderia ter proferido parecer após ter se filiado a partido integrante de bloco do meu partido. Essas nulidades são todas objeto de recurso com efeito suspensivo à CCJ, onde, tenho absoluta confiança, esse parecer não será levado adiante”, afirmou. “Repito: sou inocente da acusação, a mim imputada pelo parecer do Conselho de Ética, de mentir a uma CPI”.
G1 Brasília

FORAM ALVOS DE VETOS DUAS PROPOSIÇÕES ENCAMINHADAS PELO VEREADOR MARCOS ANTÔNIO (PSOL). (FOTO: ELPÍIDO JUNIOR)

GARBOS RECEPÇÕES PROMOVE ENCONTRO DAS NOIVAS NESTA QUARTA
Nesta quarta-feira, 15, acontecerá no Salão Cristal, do Garbos Recepções & Eventos, em Mossoró, RN, a partir das 17h, o “1º Encontro das Noivas”, com momentos especiais, dedicado às mulheres que vão se casar e querem transformar este dia único, em momentos de encanto. Para que o planejamento do casamento seja um momento perfeito, serão apresentados aos noivos, toda a estrutura do Garbos Recepções, do Garbos Decor(decoração), Garbos Lux (iluminação), degustação das delícias do Buffet Garbos e ainda, apresentação de alguns músicos parceiros.
Garbos Recepções & Eventos
Av. Lauro Monte, 1303, Abolição I, Mossoró, RN. Tel.: 84-3064-1000

CRÉDITO DA FOTO: EDUARDO MAIA
Agressor será obrigado a utilizar equipamento de monitoramento para fins de fiscalização imediata
O monitoramento eletrônico para quem pratica violência doméstica e familiar contra a mulher, seus familiares ou testemunhas e a instituição do Programa de Prevenção e Conscientização da Prática de Assédio Moral e Sexual Cyberbullying, através da Internet, nas escolas públicas e privadas, foram dois dos projetos aprovados na reunião desta terça-feira (14) da Comissão de Constituição Justiça e Redação (CCJ).
“Esses foram Projetos em destaque na pauta de votação da CCJ, nesta terça-feira, que apreciou e votou outras sete matérias. Também foram distribuídas para os relatores sete projetos que serão relatados na próxima reunião”, afirmou o presidente da Comissão, deputado Albert Dickson (PROS).
Pelo Projeto de autoria da deputada Márcia Maia (PSDB), que trata da prática de assédio pela internet, o agressor de violência doméstica e familiar contra a mulher poderá ser obrigado a utilizar equipamento eletrônico de monitoramento para fins de fiscalização imediata e efetiva das medidas protetivas de urgência, constantes da Lei Federal 11.340 de 2006.
Já o Projeto de Lei 031/16 de autoria do deputado Kelps Lima (Solidariedade) dispõe sobre o monitoramento eletrônico de agressor de violência doméstica que esteja cumprindo alguma das medidas protetivas de urgência, constante da Lei Federal 11.340, de 2006, bem como medida cautelar diversa da prisão.
Outra matéria que estava na pauta foi o Projeto de Lei Complementar que altera a Lei 261 de 2003, que instituiu o Fundo Estadual de Combate à Pobreza (FECOP), que teve pedido de vista do deputado Kelps Lima (Solidariedade).
Participaram da reunião os deputados Albert Dickson, Galeno Torquato (PSD), Cristiane Dantas (PCdoB), José Adécio (DEM), Kelps Lima, Márcia Maia (PSDB) e Carlos Augusto (PSD).

O PRESIDENTE INTERINO MICHEL TEMER (IMAGEM: MURILLO CONSTANTINO)
O presidente interino Michel Temer disse hoje (14) que não teria qualquer objeção à presença da presidenta afastada, Dilma Rousseff, na abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Temer destacou, no entanto, que esse é um assunto que não lhe cabe definir e que sempre defendeu a unidade do país.
“Por mim, tanto faz. Não tenho nenhuma objeção. Evidentemente que não tenho”, respondeu o presidente sobre a possibilidade de Dilma comparecer ao evento, marcado para 5 de agosto.
Temer visitou o Parque Olímpico da Barra, na zona oeste do Rio, acompanhado de parte do corpo ministerial, do governador do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, do prefeito da capital, Eduardo Paes, e do presidente do Comitê Rio 2016.
O presidente interino afirmou que os jogos são uma possibilidade de unificar o país. “O que não podemos ter é brasileiros disputando com brasileiros. Isso foge à tradição sentimental do nosso povo. Nosso povo sempre teve uma unidade muito grande, e acho que a Olimpíada revelará precisamente essa possibilidade de reunificação do pensamento nacional”, declarou Temer. Ele disse não estar preocupado com a possibilidade de a votação final do impeachment ocorrer durante os Jogos Olímpicos. “Nem minimamente. O Brasil não vive em função daqueles que o dirigem, vive em função de seu povo. E é em função do povo que estamos trabalhando”.
BLOG DO VT

ELEIÇÕES 2016: PP PODE SE JUNTAR A BLOCO ARTICULADO PELO PTB EM NATAL
O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou nesta terça-feira (14) a abertura de um novo inquérito para investigar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e os senadores Romero Jucá (PMDB-RR), Valdir Raupp (PMDB-RO) e Jader Barbalho (PMDB-PA). Os quatro serão investigados por suspeita de desvios na construção da hidrelétrica de Belo Monte. Pelo mesmo motivo, já havia sido aberto no fim de maio um inquérito sobre o senador Edison Lobão(PMDB-MA).
Todos são suspeitos pela prática de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por suosto recebimento de propina em contratos da obra. O caso de Belo Monte está sob relatoria do ministro Luiz Edson Fachin e tramita fora dos processos relativos à Operação Lava Jato.
A investigação das suspeitas de pagamento de propina na construção da hidrelétrica de Belo Monte foi autorizada por Fachin com base na delação premiada de Luiz Carlos Martins, funcionário da empreiteira Camargo Corrêa, dentro da Operação Lava Jato.
Embora o relator dos processos da Lava Jato no STF seja o ministro Teori Zavascki, o tribunal sorteou um novo ministro porque a denúncia de Martins não se trata de um desdobramento do esquema de corrupção que atuava na Petrobras.
As suspeitas sobre Calheiros, Jucá, Raupp e Barbalho sugiram nos relatos feitos pelo senador cassado Delcídio do Amaral (sem partido-MS) em sua delação premiada.
O procurador-geral ressaltou ao Supremo que Luiz Carlos Martins apontou somente Edison Lobão como beneficiário de vantagens indevidas, mas que Delcídio mencionou outros supostos destinatários da propina.
Além de falar nos nomes de Romero Jucá, Renan Calheiros, Valdir Raupp e Jader Barbalho, Delcídio apontou ainda como supostos operadores do esquema os ex-ministros do governo LulaErenice Guerra (Casa Civil) e Silas Rondeau (Minas e Energia).
Segundo o senador, Erenice, Silas e o ex-ministro Antonio Palocci atuaram para permitir os desvios e “fizeram aproximação com os grandes empresários”.
Segundo o senador, o pagamento à época foi de R$ 30 milhões em propina para PT e PMDB. Parte do suborno, destacou Delcídio, teria sido pago para a campanha eleitoral de Dilma Rousseff em 2010 e parte para o “grupo de José Sarney” no PMDB.
O dinheiro teria origem em consórcio da construção da usina, capitaneado pela empreiteira Andrade Gutierrez.
“Os políticos não apenas tinham consciência de que os valores eram provenientes das vantagens indevidas destinadas aos diretores e altos funcionários de empresas públicas e sociedades de economia mista federais, mas também atuavam, direta ou indiretamente, para a continuidade do esquema de pagamento de vantagens indevidas, seja pela manutenção dos diretores em seus cargos, seja pela manutenção do cartel de empresas ou, ao menos, pela não interferência em seu funcionamento”, diz Janot no pedido de investigação.
G1
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