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Nikolas chama Janja de ‘sonsa’ ao responder ataque da 1ª dama

FOTO: ZECA RIBEIRO

O deputado Nikolas Ferreira publicou um vídeo nas redes sociais em que reage às críticas da primeira-dama Rosângela Lula da Silva com uma série de dados e declarações sobre violência, políticas públicas e liberdade de expressão.

Na gravação, o parlamentar adota tom contundente e afirma que propostas relacionadas à misoginia estariam sendo utilizadas como “instrumento de controle de discurso”. Segundo ele, o debate não estaria ligado diretamente à proteção de mulheres, mas sim à limitação do que “pode ou não ser dito”.

Nikolas refere-se à Janja como “sonsa” e a acusa de explorar o tema com finalidade política.

Ao longo do vídeo, o deputado cita números para sustentar suas críticas. Ele afirma que, entre 2003 e 2013, houve aumento de quase 10% nas mortes de mulheres e que, em determinado período, uma mulher era morta a cada 6 horas no país. Também menciona crescimento de 1,6% nas mortes em 2023, primeiro ano do atual governo.

O parlamentar ainda declara que o Brasil registrou, em 2026, o maior número de mortes de mulheres dos últimos 10 anos e afirma que o país teve recorde de estupros nos últimos cinco anos. Segundo ele, o Nordeste — região governada majoritariamente por aliados do PT — concentrou o maior número de homicídios de mulheres em 2024.

Nikolas também cita o número de 363 mortes de indígenas yanomami em um ano, relacionando o dado à gestão federal, e critica a suspensão da divulgação desses indicadores. No campo político, o deputado menciona ainda uma taxa de 61% de reprovação ao governo federal, de acordo com um levantamento do PoderData.

Além disso, o parlamentar critica decisões legislativas, afirmando que partidos de esquerda teriam votado contra medidas como castração química para pedófilos e a criação de um cadastro nacional de criminosos desse tipo. Ele também menciona denúncias de descontos indevidos em benefícios do INSS, que atingiriam especialmente mulheres idosas.

O deputado também associa o debate nacional a cenários internacionais, citando episódios de violência contra mulheres em outros países e criticando relações diplomáticas do governo brasileiro. O vídeo termina com críticas à condução econômica e social do país, incluindo aumento de impostos e piora nas condições de vida.

Diário do Poder

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