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Categoria: Variedades

Sem emprego, brasileiros em Portugal recorrem a programa de retorno ao Brasil

NÍVEA ANDRADE EM LISBOA: FOTÓGRAFA DEIXOU O PAÍS COM AJUDA FINANCEIRA DO PROGRAMA ÁRVORE E ABRIU ESTÚDIO EM CONTAGEM (MG), MAS PLANEJA VOLTAR A PORTUGAL – ARQUIVO PESSOAL / ARQUIVO PESSOAL

POR GIAN AMATO*
 LISBOA – Destino de sonho da nova onda de imigrantes, Portugal virou um pesadelo para 235 brasileiros. Eles formam um grupo de desiludidos por não terem conseguido emprego fixo e estabilidade no país. Sem dinheiro sequer para a passagem de volta ao Brasil, recorreram ao auxílio financeiro do programa de retorno voluntário Árvore, da Organização Internacional para as Imigrações (OIM). O número, registrado até julho, já superou todos os 232 pedidos de ajuda de 2017 feitos por brasileiros em situação considerada crítica em cidades portuguesas.

— As pessoas chegam iludidas com Portugal, não conseguem contrato de trabalho e não encontram o que buscavam. Às vezes, ficam menos de três anos no país, porque falta emprego estável e passam a viver de biscates. Sem renda proveniente do Brasil, encontram obstáculos financeiros para seu sustento. É uma onda de imigração que percebemos ser mista, que tem também pessoas que chegam sem planejamento adequado e ficam mais vulneráveis — explicou Bárbara Borrego, assistente de projeto na OIM.

 Após entrevistas para a constatação da condição de extrema dificuldade, o candidato selecionado para o benefício do Árvore recebe, além da passagem aérea, ajuda de € 50 para despesas de viagem. Para ter acesso ao programa, é preciso comprovar falta de renda e apresentar um nada-consta criminal. Não pode haver pendência de documentação junto ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), e o processo pode levar de um a três meses. Quem retorna ao Brasil pelo Árvore fica impedido de entrar em Portugal por três anos.

Em casos de extrema necessidade, a OIM oferece € 2 mil para o recomeço no Brasil, para assistência médica, qualificação profissional ou a criação de um pequeno negócio. Foi o que fez Sônia Andrade. Aos 29 anos, ela sofre de raquitismo hipofosfatêmico e não trabalhou em Portugal. Quem garantia a renda era o marido, Hudson Silva, de 28, empregado na construção civil.

— No começo foi até fácil, porque meu marido tinha um trabalho na construção civil. Mas a empresa faliu e o patrão ficou devendo dinheiro para ele. Aí, tudo piorou. Foi difícil arrumar trabalho por um tempo, até que conseguiu em Lisboa, mas o empregador também sumiu após ter pago só um salário — contou Sônia.

FALTA DE QUALIFICAÇÃO

Silva trabalhou com entrega de pizza, recebendo € 740 por mês. O aluguel da casa em que moravam, em Torres Vedras, perto de Lisboa, consumia quase a metade desse salário. As despesas aumentaram quando Verônica, filha única do casal, nasceu em 2017, em Lisboa.

— Recebi um tratamento cinco estrelas, por causa da doença, e tudo de graça. No Brasil, eu não teria como pagar. Mas, com Verônica, vieram também despesas com fraldas, leite e coisas gerais, e ficamos sem dinheiro — explicou ela.

Após um mês de entrevistas na OIM, a família foi beneficiada com a passagem para Colatina, no Espírito Santo, onde chegou em janeiro. E, devido ao estado de Sônia, recebeu os € 2 mil, já gastos para comprar equipamentos da confeitaria aberta em casa. Ela lamenta que os remédios, gratuitos em Portugal, são muito caros no Brasil. Hudson atua na construção civil.

Em 2017, a população de brasileiros em Portugal, a maior no país, voltou a crescer após seis anos e chegou a 85.426, ou 20,3% do total de 421.711 imigrantes. Só universitários são mais de 12 mil, amparados por visto de residência de estudante e, às vezes, por bolsas e renda vindas do Brasil. Este ano, 22 pessoas entre os 235 retornados até agora pelo Árvore receberam o apoio de € 2 mil.

— Quem nos procura são pessoas com formação básica e de mão de obra não qualificada, que dependem de trabalhos em construção civil, serviços, limpeza, bares e restaurantes. E há pessoas que não trabalhavam na sua qualificação de origem, agarrando a oportunidade que aparecesse — definiu Luís Carrasquinho, gestor do Árvore.

Os brasileiros são maioria entre os imigrantes que procuraram o Árvore. Para o mineiro Romerito Valeriano, autor do livro “Brasileiros em Portugal, por que alguns imigrantes retornam e outros permanecem?”, a falta de informação sobre o país é a principal deficiência de planejamento do imigrante menos qualificado, que tem de concorrer com romenos e cabo-verdianos.

Após três meses em Sintra, o casal Leônidas Fernandes, de 46 anos, e Adélia Costa, de 44, teve ajuda da OIM para voltar este ano a Governador Valadares (MG).

— Fizemos errado em não pesquisar. Eu trabalhava com mudanças. Ganhava € 1,50 por hora, enquanto quem tinha visto e os portugueses levavam € 5. No inverno, o serviço caiu muito e ficou complicado permanecer — contou Fernandes.

Pesa ainda a discriminação. Segundo o relatório da Comissão para a Igualdade e contra a Discriminação Racial, foram registradas 207 denúncias de discriminação de setembro de 2017 a junho deste ano, sendo os brasileiros responsáveis por 10% das denúncias de xenofobia.

Aos 39 anos, Nivea Andrade viveu por dois anos em Torres Vedras, onde o aluguel e o custo de vida são mais baixos. Depois de muito trabalho, conseguiu montar um modesto estúdio fotográfico. A produção dava conta das despesas, mas não sobrava muito para a poupança. Ela viu a situação piorar a partir do momento em que diz ter sido caluniada por uma concorrente:

— Ela inventou que me pegou na cama com um conhecido para eu perder clientes.

DIFICULDADE PARA MULHERES

As visitas ao estúdio, contou ela, caíram após o burburinho se alastrar pela cidade de 79 mil habitantes — pouco mais que a metade da população da Copacabana em 2013.

— É difícil para uma mulher brasileira imigrante. Uma vez, estava fotografando para um catálogo de vinhos e me ofereceram € 500 para ir para cama. Minha filha, na época com 17 anos, arrumou uma vaga de auxiliar de serviços gerais, mas, na verdade, queriam que ela ficasse numa boate de Lisboa como isca para os homens no bar. Tivemos que voltar para o Brasil — disse Nivea, já em seu apartamento em Contagem, em Minas Gerais.

Ela mantém, porém, os planos de voltar a Portugal, após os três anos de carência:

— Está tudo correndo muito bem, graças a Deus. Mas volto a Portugal assim que possível.

*Enviado especial

Fonte: O Globo

Programação educativa do “Setembro Cidadão” tem início neste sábado, com ações de cidadania

INICIATIVA É IDEALIZADA PELO JUIZ JARBAS BEZERRA E PELA ADVOGADA LÍGIA LIMEIRA FOTO- ELPIDIO JUNIOR

O Rio Grande do Norte, definido por lei complementar (494/2013) como o estado cidadão do Brasil, conta a partir deste sábado com 30 dias dedicados à promoção de uma série de atividades ligadas à educação e cidadania, com a finalidade de levar a crianças e adultos a consciência dos seus direitos e deveres e os meios para participarem mais ativamente dos rumos da cidade, do estado e do país.

Batizado como Setembro Cidadão, o mês da cidadania é um dos projetos do Programa Brasileiro de Educação Cidadã (PROBEC), idealizado e dirigido pelo juiz Jarbas Bezerra e pela advogada Lígia Limeira, que visa despertar o país para a educação cidadã.

“Educar com cidadania é fazer com que não só a sociedade, mas as escolas, passem a tratar do assunto em seus currículos. E o programa brasileiro de educação cidadã, seja no campo social ou nas instituições publicas ou privadas, visa a paz social. No momento que você tem uma sociedade em que todas as pessoas exercem sua cidadania, você tem a paz social”, explica Jarbas Bezerra.

Diante desse objetivo, o mês de setembro é o momento de reunir o maior número de ações de envolvimento da sociedade no despertar para a cidadania. “Este mês serve para avivar esse sentimento, que não tem nada a ver com o sentimento nacionalista do regime militar, com a volta da educação moral e cívica nas escolas. Não é isso. Tem a ver sim com ética, cidadania, com o regime democrático de direito”, esclarece o diretor do PROBEC.

Um dos pontos altos da programação será o desfile cívico de 7 de setembro, a ser realizado na Praça Cívica, com a participação de 10 escolas da rede estadual. Mas a programação do Setembro Cidadão incluirá ainda a capacitação de professores, a exposição de um Memorial da História do RN e um encontro que debaterá a Segurança Pública.

Confira abaixo a programação completa:

PROGRAMAÇÃO – SETEMBRO CIDADÃO

01/09 – Sábado

8h – Abertura Oficial do Setembro Cidadão – ações de cidadania

Escola Municipal Professora Jacira Medeiros (Rua Santa Cássia, 34 – Nova Esperança) em Parnamirim

05/09 – Quarta-feira

15h – Desfile do 7 de setembro em Parnamirim

Tema “Parnamirim 60 anos: Trampolim da Cidadania”

07/09 – Sexta-feira

8h – Desfile oficial do 7 de setembro em Natal

Os mascotes do Setembro Cidadão, Edu e Cidinha, vão abrir o desfile dos militares e escolas.

09/09 – Domingo

15h – Ações de Cidadania para crianças, na Cidade da Criança, em Natal

Os mascotes Edu e Cidinha vão animar os pequenos na Cidade da Criança, que terá também contações de histórias, apresentações teatrais, entre outras atividades.

10/09 – Segunda-feira

Ações em escolas, durante todo o dia, em celebração ao Dia Estadual da Educação Cidadão no RN (Lei 494/2013)

13/09 – Quinta-feira

8h e 14h – Capacitação de 120 professores da Rede Municipal de ensino de Parnamirim, município parceiro do PROBEC.

O curso é feito em 8 horas/aula, ministradas pelo juiz Jarbas Bezerra, doutorando em Educação pela UFRN, e inclui temas como o histórico da Educação Cidadã e o projeto pedagógico para a utilização do material didático Cidadania AZ.

16/09 – Domingo

15h – Ações de Cidadania para crianças, na Cidade da Criança, em Natal

Os mascotes Edu e Cidinha vão animar os pequenos na Cidade da Criança, que terá também contações de histórias, apresentações teatrais, entre outras atividades.

16h às 22h – Abertura do Memorial da História do RN, que funcionará até 30 de setembro.

O memorial é uma iniciativa do PROBEC em parceria com a Assembleia Legislativa. Serão expostas peças históricas que apresentam a história do RN nas eleições – urnas de votação (desde o império) e também peças do acervo do Instituto Histórico e Geográfico do RN. Local: Natal Shopping, em Natal

21/09 – Sexta-feira

19h – Abertura do I Encontro sobre Segurança Pública, Sistema Penitenciário e Cidadania

Iniciativa do PROBEC que visa reunir autoridades da Segurança Pública para apresentarem à sociedade as principais ações que estão sendo realizadas na segurança do Estado.

Local: Escola de Governo, Centro Administrativo do Governo do RN

22/09 – Sábado

8h – I Encontro sobre Segurança Pública, Sistema Penitenciário e Cidadania

Local: Escola de Governo, Centro Administrativo do Governo do RN

23/09 – Domingo

15h – Ações de Cidadania para crianças, na Cidade da Criança, em Natal

Os mascotes Edu e Cidinha vão animar os pequenos na Cidade da Criança, que terá também contações de histórias, apresentações teatrais, entre outras atividades.

25/09 – Terça-feira

8h – Encontro do Proler

Local: Secretaria Estadual de Educação e Cultura, Centro Administrativo do Governo do RN

30/09 – Domingo

15h – Ações de Cidadania para crianças, na Cidade da Criança, em Natal

Os mascotes Edu e Cidinha vão animar os pequenos na Cidade da Criança, que terá também contações de histórias, apresentações teatrais, entre outras atividades.

Deputado Tomba Farias e a prefeita Fernanda Costa recepcionam motociclistas de todo o Brasil no “Santa Cruz Moto Fest”

DEPUTADO TOMBA FARIAS (CENTRO) É AUTOR DA LEI QUE INSTITUI O DIA ESTADUAL DO MOTOCICLISTA

O deputado estadual Tomba Farias (PSDB) e a prefeita Fernanda Costa (PMDB), sua esposa, estão recepcionando durante todo o final de semana os participantes da 13ª edição do “Santa Cruz Moto Fest”, considerado um dos maiores eventos de motociclistas do Brasil e que reúne anualmente em Santa Cruz (RN) centenas de motociclistas vindo de vários estados brasileiros.

Autor de lei que institui o Dia Estadual do Motociclista, comemorado em 27 de julho, o deputado estadual Tomba Farias destaca que o “Santa Cruz Moto Fest” é hoje um dos eventos que, além de divulgar Santa Cruz no País, gera emprego temporário e renda para a população da cidade.

MOTOCICLISTAS DE VÁRIAS REGIÕES DO BRASIL CHEGAM A SANTA CRUZ PARA A EDIÇÃO 2018 DO “MOTO FEST”

Com a realização do evento, iniciado nesta sexta-feira, 03, toda a rede hoteleira da cidade está ocupada e moradores locais disponibilizam residências para alugar aos visitantes. Nas primeiras horas da manhã de hoje, os motociclistas participaram de um café no Alto de Santa Cruz, e ao meio-dia acontecerá o tradicional “Churrasco do Motociclista”. São dois dias de festas gratuitas em praça pública.

Na noite deste sábado, a animação da festa ficará por conta de Dr. Highway, Joãozinho Dantas e Giannini Alencar. As festas acontecerão no pátio da Matriz de Santa Rita de Cássia.

 

Com a provável candidatura do capitão Styvenson Valetim ao Senado, vídeoclip com o “Melô do Styvenson” volta a circular nos grupos de whatsApp

 

Com a provável candidatura do capitão/PM, Styvenson Valentim, ao Senado Federal, votou a circular nos grupos de WhatsApp o “Melô do Styvenson”, um vídeoclip amador, no qual um grupo musical faz uma sátira à atuação pirotécnica que o oficial PM desenvolvia  durante as famosas blitz da “lei Seca” – as polêmicas sobre supostos “exageros” cometidos nas blitzs comandadas por Styvenson, rendeu ao oficial PM uma aparição no programa global “Encontro com Fátima Bernardes”, em 2014.

No vídeoclip, a paródia musical diz que “ele não perdoa nem o Papa por casa de uma cachacinha” e aparece uma simulação de uma blitz, onde até bicicletas são abordadas e os condutores revistados por um personagem que atua como se fosse um agente da Lei Seca.

O “Melô do Styvenson” foi composto pelo músico amador Júlio Lima, que também faz o vocal.

EM 2014, VALETIM FOI DESTAQUE NO PROGRAMA DE FÁTIMA BERNARDES POR SUA ATUAÇÃO POLÊMICA NAS BLITZS DA LEI SECA

Sabonetes artesanais, essências e difusores ambientais da arquiteta Juçara Sá se tornam sinônimo de sucesso na feirinha “Garajal”

ARQUITETA JUÇARA SÁ: “ME PROPUS A FAZER NÃO SÓ UM SABONETE ARTESANAL, MAS O MELHOR SABONETE ARTESANAL”

ALÉM DE FABRICAÇÃO DE SABONETES ARTESANAIS COM EXTRATOS VEGETAIS, JUÇARA SÁ TAMBÉM CRIA ESSÊNCIAS AROMÁTICAS, HIDRATANTES, ÓLEOS PARA MASSAGENS, ÁLCOOL GEL, DIFUSORES AMBIENTAIS E “HOME SPRAY

Quando está longe das pranchetas onde faz os traços que dão vida aos projetos arquitetônicos de badalados endereços residencial e comercial de Natal, a arquiteta Juçara Sá se dedica de corpo e alma a um hobby, que pouco-a-pouco está virando atividade comercial. Trata-se da arte da Saboaria, que, além de fabricação de sabonetes artesanais com extratos vegetais,  também envolve a criação e fabricação de essências aromáticas, hidratantes, óleos para massagens, álcool  gel e produtos para casa. Aliás, os difusores ambientais e “home spray”, são algumas das criações que viraram sinônimo de sucesso em todas as edições da “Garajal”, uma charmosa feirinha de artesanato  que ocorrem mensalmente na pracinha da Rua Ângelo Varela, no tradicional bairro do Tirol. Lá, os visitantes encontram uma mix variado de produtos novos e usados, como artigos de decoração, bazar, móveis restaurados, obras de arte, livros, artesanato criativo, roupas, obra de arte e muito mais.

A “fábrica” caseira onde Juçara Sá se torna alquimista de cheiros e essenciais, chama-se, em francês, “Le Savon”, ou simplesmente “O Sabonete” ou “O Sabão”, em português.

DIFUSOR E SABONETE LÍQUIDO ESSÊNCIA CHÁ BRANCO COM A INOVAÇÃO DE USAR A FLOR DE LÂMINAS DE MADEIRA PRA DIFUNDIR O AROMA NO AMBIENTE

SABONETE DE MACADÂMIA , COM EXTRATO VEGETAL DE GÉRMEN DE TRIGO

KIT LAVANDA, RESTAURA A ENERGIA E EQUILIBRA AS EMOÇÕES / ÓLEO ESFOLIANTE, MANTEIGA CORPORAL , HOME SPRAY , SACHÊ PERFUMADO , ÁLCOOL GEL

São vários os produtos artesanais feitos com extratos vegetais, óleos e manteiga vegetal:  sabonetes a base de glicerina , óleo esfoliante, manteiga corporal, creme hidratante, óleo para massagem, álcool gel e produtos para casa, como difusores de ambiente e home spray .

“São aromas especiais e exclusivos. Fazemos identidade olfativa corporativa”, explica a arquiteta.

O INÍCIO

Juçara Sá conta que o “hobby” que aos poucos se transforma em negócio, começou durante uma viagem a cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro. A partir daí passou a dividir o seu tempo entre os projetos arquitetônicos encomendados por seus clientes e a arte da saboaria.

“Sou arquiteta de formação e uma apaixonada por artesanato. Em uma viagem a Petrópolis, no Rio de Janeiro me encantei com a arte da saboaria. Diante do desejo de produzir sabonete artesanal e outros diversos produtos, fui à São Paulo fazer curso e aprender essa arte tão especial que é a saboaria – bem antiga na Europa, onde as pessoas valorizam o artesanal e natural”, explica.

A arte da saboaria ainda não é muito conhecida no Brasil, segundo a  arquiteta. “Aqui não Brasil essa arte já existe há 15 anos, porém não é muito divulgada e conhecida. Apesar de ser ainda ser uma novidade, a saboaria encanta pelo aroma, design e benefícios para a nossa pele. Envolvida por esse amor, me propus a fazer não só um sabonete artesanal, mas o melhor sabonete artesanal, que proporcione um momento de relaxamento e encantamento, tornando o banho de quem o utiliza um momento especial”, revela a arquiteta.

Como a feirinha Garajal só acontece uma vez por mês, as pessoas interessadas em conhecer ou adquirir os produtos feitos com as essências mágicas de Juçara Sá, podem contactá-la ou fazer encomendas através do Whatsapp (84)  99602-4557.

Mais informações podem ser obtidas através do instagram do “Le Savon”, @lesavonrn

 

“Dogging”: conheça a prática de fazer sexo em público com estranhos, que alguns casais estão aderindo

DOGGING: CASAIS ADEREM À PRÁTICA DE FAZER SEXO EM PÚBLICO COM ESTRANHOS OBSERVANDO (FOTO: GETTY IMAGES)

O que é o Dogging?

Conheça como funciona a mais nova moda entre alguns casais – fazer sexo em público, de preferência com estranhos observando. A jornalista Madalena Xavier* e seu marido Saulo encontraram no dogging uma fonte segura de orgasmos. Ela abaixo conta como aderiu à prática:

“Desde que começamos a namorar, há dez anos, eu e meu marido sempre frequentamos casas de swing, festas regadas à orgia e moteis com possibilidade de interação entre os quartos. Ver sua parceira transando com outro homem é algo que o excita e transar com mais de um homem também é algo fascinante para mim. Quando nossos dois filhos nascerem, há cinco anos, no entanto, sair ficou bem mais complicado e começamos a sentir falta das nossas aventuras sexuais. Um dia, navegando em um blog de swingueiros, Saulo* descobriu uma novidade a poucas quadras da nossa casa: o dogging, prática que consiste basicamente em transar dentro do carro ou ao ar livre, em locais públicos, com outras pessoas olhando – ou interagindo. Tudo parecia simples e as regras eram claras: acender as luzes do interior do carro significa que as pessoas podem assistir ao sexo do casal; janelas abaixadas é o código para chegar mais perto e até colocar uma mãozinha aqui, outra ali. Casal fora do carro é sinal verde, liberou geral: todos são bem-vindos na transa. Logo que ele me contou, adorei a ideia e não via a hora da nossa primeira experiência de exibicionismo e voyeurismo ao ar livre.

No dia em que decidimos ir, enquanto pensava na logística – bolsa, cigarro, uma cervejinha para tomar no caminho –, parei e pensei. “Será que estou mesmo preparada?”. Já tinha transado com desconhecidos em casas de swing, mas daí a fazer sexo na rua havia uma grande diferença. Nas casas fechadas, as regras são seguidas as claras, não há a menor possibilidade de violência, os códigos são respeitados. Me tranquilizei quando pensei que não seria a primeira vez que transaria no carro. Essa era, inclusive, uma prática comum na adolescência, quando os pais no quarto ao lado impediam de fazer sexo num lugar bacana. Já tinha destreza para rodopiar ao volante.

Na pior das hipóteses, iríamos embora. Sem nenhum frio na barriga e tomada por uma enorme curiosidade – e excitação -, decidi ir. Sempre gostei muito de transar e a vida toda encarei o sexo como arma de empoderamento. Transar livremente, falar abertamente sobre sexo e igualar os gêneros na cama é uma forma de alimentar minha libido, meus desejos e minhas lutas. Para mim, sexo sempre foi sinônimo de poder.

“Como a mulher ainda luta por sua visibilidade em uma sociedade patriarcal, a libertação dos seus desejos, sejam quais forem, a leva a sentir e a exercer o poder de se expor. Muitos estudiosos dizem que a exploração do desejo empodera a alma”, explica a psicóloga e psicoterapeuta sexual Ana Claudia Alvim Simão, mestre pela South Bank University, em Londres, sobre o sentimento – que é compartilhado também por outras mulheres praticantes de fantasias como as minhas.

Naquela noite, eu estava com um vestido vermelho de alça, bem soltinho, que facilitava a brincadeira. Eram umas 2 da manhã, quando estacionamos na praça e, de cara, contei três homens circulando pelo local. Assim que acendemos as luzes, outros foram surgindo ao redor do carro. Enquanto nos beijávamos, meu marido deslizou a mão sob meu vestido, que não ofereceu resistência e cedeu deixando meus seios à mostra. Tirei a calcinha e abri o vidro do passageiro, onde estava sentada. Seguimos nos beijando e outras mãos passeavam pelo meu corpo. Os braços se espremiam no breve espaço da janela para tentar me alcançar; dedos sedentos entravam e saíam de dentro de mim, se revezavam, acariciavam meu peito, barriga, rosto e cabelos. No lado oposto, outros caras curtiam a visão enquanto se masturbavam. Um pouco mais distante, um casal de mãos dadas apenas observava. Fiquei de quatro e fiz sexo oral no meu parceiro, deixando minha bunda exposta para a excitação de todos e mais um rodízio de mãos que me agradavam. O dogging rendeu. Outro carro estacionou, novos rostos surgiram, outros migraram para ver a novidade na vaga ao lado. Ambas as janelas abertas, tirei o vestido e sentei de frente para o volante, de costas pra meu marido, transamos. Me senti num campo de futebol cercada por uma torcida organizada que vibrava com o jogo que assistia. Na minha cabeça foi como um golaço: gozei e me pareceu que todos aqueles homens tinham gozado comigo. Ou melhor, para mim. Virei fã! (Fonte: revista Marie Clarie Brasil)

  • Nomes fictícios

 

“Arraiá Pipa Beach Club”: festa junina à beira mar terá início às 16h deste sábado, na praia de Pipa

Está confirmado para este sábado o “Arraiá Pipa Beach Club”, que será realizado na paradisíaca praia da Pipa. A festa começa às 16h, à beira mar, com direito a pôr do sol e segue até 1h da manhã contemplando a fase da lua cheia. O evento terá premiação para a melhor vestimenta junina!

Com decoração, comidas e brincadeiras típicas, o Pipa Beach Club terá as seguintes atrações para animar a noite: Os 3 Iguais (tradicional trio de forró pé de serra da região), o Quadrilha Estilizada e a banda Forró na Manha, que tem como idealizador o cantor e compositor, Leonardo Pinheiro, o  ‘Leo na Manha’, com carreira construída pelo Sudeste, dividindo palco com Alceu Valença, e é  também conhecido do público natalense através do projeto Forró nas Feiras livres.

O passaporte para o ‘arraiá pra lá de bom’ estão à venda no Pipa Beach Club e no Restaurante Tranquilo, por R$ 40 (crianças acompanhada dos pais paga R$ 10).  O ingresso inclui a entrada, um eco copo, uma caipirinha ou cerveja, ale´m de um kit de comidas típicas.  O evento é uma parceria de Juçara Figueiredo Produções e Pipa Beach Club. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (84) 98106-0033 (WhatsApp).

ARTIGO: as implicações do uso de corticoide na reabilitação de crianças com câncer

Os corticoides são medicamentos indicados no tratamento de algumas doenças como as reumáticas, autoimunes, alergias, câncer, dentre outras. São derivados do hormônio cortisol e produzidos em laboratório, chamados hormônios sintéticos. Também podem ser chamados de glicocorticoides ou corticosteroides. O cortisol é chamado de hormônio do estresse e pode sofrer alterações em caso de medo, exercícios, altitudes elevadas, traumatismos, cirurgias e infecções. Isso acarretará aumento da pressão arterial, glicose e tônus cardíaco. Ele será o responsável por preparar o organismo para “luta ou fuga”.

A dosagem elevada e o acúmulo de corticoide no organismo podem causar efeitos indesejáveis e acarretar alterações graves que comprometem os ossos e músculos do paciente como: fraqueza ou perda de massa muscular, osteoporose, fratura patológica dos ossos longos e ruptura do tendão. Além dessas, ainda podem ocorrer alterações hidroeletrolíticas como a retenção de sódio, causando o inchaço do paciente e aumento da pressão arterial, alterações nos olhos, na pele, no estômago e intestino, no sistema nervoso e no metabolismo das proteínas. Podem ainda ocorrer alterações psiquiátricas como hiperirritabilidade, insônia, mudanças de humor e personalidade.

Após tratamento com altas doses, por um período superior a três semanas, o medicamento deve ser retirado de forma lenta e contínua, pois o uso prolongado inibe a produção do cortisol que leva certo tempo para voltar a ser produzido.

No setor de fisioterapia da Casa Durval Paiva todos esses fatores são levados em consideração na avaliação de uma criança ou adolescente com necessidade de reabilitação, pois terão implicação direta na execução dos exercícios terapêuticos.

Uma criança irritada, chorosa, com privação de sono, normalmente não será colaborativa, por isso, é importante que o ambiente seja acolhedor, divertido e também estimulante, com uma variedade de brinquedos, jogos e livros.

Exercícios que estimulem o metabolismo ósseo podem contribuir para a manutenção da massa óssea. Podemos citar como exemplo: exercícios ou brincadeiras realizadas na posição em pé, atividades com pequenos saltos, brincadeiras ou jogos com dança, etc. Também é fundamental que a família seja orientada para também estimular a criança a ser mais ativa o quanto possível.

Mesmo passando por um tratamento longo e às vezes agressivo, com vários efeitos indesejados, a criança tem a possibilidade de ter um atendimento humanizado, se divertir e de ser criança.

Isabelle Resende – Farmacêutica CRF 2541
Cinthia de Carvalho Moreno – Fisioterapeuta Crefito 83476-F
Casa Durval Paiva