28 de janeiro de 2026 às 18:00
28 de janeiro de 2026 às 13:20
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Um homem de 26 anos foi preso por tráfico de drogas na tarde desta terça-feira (28), no estacionamento de um supermercado localizado na Avenida Doutor João Medeiros Filho, na Zona Norte de Natal. A prisão foi realizada por policiais militares do Comando de Policiamento da Capital (CPC), por meio da 1ª Companhia do 4º Batalhão da Polícia Militar (4º BPM).
De acordo com a Polícia Militar, a equipe realizava patrulhamento de rotina quando recebeu uma denúncia anônima informando que um indivíduo estaria comercializando entorpecentes no local. Os policiais se deslocaram imediatamente até o endereço indicado e encontraram um suspeito com as características repassadas, que estava sentado em uma motocicleta Yamaha MT-03.
Durante a abordagem e a revista pessoal, os policiais localizaram diversos materiais dentro da mochila do suspeito, entre eles dois aparelhos celulares, um notebook, uma porção de substância análoga à maconha, um pacote com pó branco semelhante à cocaína, quatro envelopes tipo zip-lock contendo substância em cristais de coloração marrom, além de um frasco de clonazepam, um frasco de óleo essencial e uma substância análoga a LSD.
Ainda segundo a PM, o homem informou que teria recebido o material no bairro de Mãe Luiza e que faria um repasse dos entorpecentes no local onde foi abordado.
Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado, juntamente com todo o material apreendido, à Delegacia de Plantão, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis.
28 de janeiro de 2026 às 17:45
28 de janeiro de 2026 às 13:21
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Um homem foi flagrado por câmeras de segurança furtando duas bicicletas no último domingo (25), em um condomínio residencial localizado na rua Militão Chaves, no bairro de Candelária, na zona Sul de Natal. As imagens do sistema de monitoramento mostram claramente o rosto do suspeito, que ainda não foi identificado nem localizado pelas forças de segurança.
De acordo com os registros, o crime aconteceu pelo horário da manhã, em um momento de circulação reduzida de moradores no local. O suspeito teria entrado no condomínio sem levantar suspeitas e, em poucos minutos, conseguiu subtrair as duas bicicletas que estavam em uma área comum do residencial. Após o furto, ele deixou o local tranquilamente, o que reforça a suspeita de que tenha se aproveitado da rotina dos moradores e da ausência momentânea de vigilância.
Moradores relataram que essa foi a primeira ocorrência desse tipo registrada no condomínio em aproximadamente dez anos. Segundo eles, o residencial sempre foi considerado tranquilo, sem histórico recente de invasões ou furtos, o que gerou surpresa e preocupação entre os condôminos.
28 de janeiro de 2026 às 17:30
28 de janeiro de 2026 às 13:22
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A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, nesta terça-feira (27), a “Operação Artemis”, que resultou no cumprimento de um mandado de prisão preventiva contra um homem de 20 anos, suspeito do crime de estupro de vulnerável, ocorrido no município de Canguaretama.
De acordo com as investigações, o crime teria sido praticado contra uma pessoa do mesmo ciclo familiar do suspeito. Após a equipe policial tomar conhecimento do caso, foram realizadas diligências que resultaram na localização e prisão do suspeito.
O homem foi conduzido a delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
Significado do nome da operação
O nome da operação faz referência à deusa grega Artemis, símbolo de proteção e conhecida como “caçadora de predadores”, representando o compromisso da Polícia Civil do Rio Grande do Norte no enfrentamento à violência sexual.
28 de janeiro de 2026 às 16:30
28 de janeiro de 2026 às 13:28
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Um homem de 44 anos, procurado pela Justiça desde 2024, foi capturado nesta terça-feira 27 pelo Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), por meio do Tático Operacional Rodoviário do Batalhão Rodoviário, durante ação na zona Leste de Natal.
A prisão ocorreu durante policiamento na avenida Deodoro da Fonseca, quando os agentes realizaram a abordagem a um indivíduo em atitude suspeita. Após consulta aos sistemas, foi constatada a existência de um mandado de prisão em aberto pelo crime de lesão corporal em contexto de violência doméstica.
Segundo o CPRE, o mandado foi expedido pela 2ª Vara Regional de Execução Penal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN). O homem era considerado foragido desde o ano passado.
Após a confirmação da ordem judicial, o infrator foi conduzido à Central de Flagrantes, onde foram adotados os procedimentos legais. Em seguida, ele será recambiado ao sistema prisional para cumprimento de pena de quatro anos em regime semiaberto.
28 de janeiro de 2026 às 16:15
28 de janeiro de 2026 às 13:32
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O prefeito de Ielmo Marinho, Fernando, tentou jogar um celular e dinheiro pela janela de casa ao perceber que seria alvo de uma operação da Polícia Civil do Rio Grande do Norte. A informação é da própria Polícia Civil. Ele foi preso em flagrante nesta quarta-feira (28) por embaraçar investigação de organização criminosa, ao tentar ocultar provas durante o cumprimento de medidas judiciais.
A ação faz parte da Operação Securitas, deflagrada nas primeiras horas do dia para cumprir mandados de busca e apreensão dentro de uma investigação que apura a atuação de uma organização criminosa, com participação de agente político e de integrante das forças de segurança. As diligências ocorreram em Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante, Natal e Parnamirim.
Segundo a Polícia Civil, as investigações começaram em 2023 e indicam que o grupo teria estrutura voltada à intimidação de adversários políticos e à prática de outros ilícitos, com núcleo armado e capilaridade político-administrativa. O prefeito é apontado como líder da organização. A apuração cita ainda investigados com mandato legislativo e um policial militar.
Entre os fatos que impulsionaram a investigação, a Polícia Civil cita uma ocorrência em Ielmo Marinho, quando houve notícia de que homens fortemente armados estariam no interior da Câmara Municipal, supostamente para fazer segurança privada de parlamentar e intimidar opositores. Na ocasião, foi apreendido um arsenal com armas e munições, inclusive de calibres restritos .40 e .45, além de outros materiais.
A operação busca reunir novos elementos para esclarecer suspeitas de porte ilegal de arma de fogo, constituição de milícia privada e organização criminosa, além de identificar outros possíveis envolvidos. Ao todo, foram cumpridos sete mandados, com atuação integrada do MPRN e apoio da PMRN.
A Polícia Civil informou ainda que o nome “Securitas” vem do latim e significa “segurança”, em referência ao objetivo de restabelecer a ordem pública e coibir a atuação de grupos armados no ambiente político-administrativo. Denúncias anônimas podem ser feitas pelo Disque 181.
28 de janeiro de 2026 às 12:00
28 de janeiro de 2026 às 07:27
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O Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), por meio do Batalhão Rodoviário, interceptou, na noite da última segunda-feira (26), uma adolescente de apenas 13 anos de idade conduzindo uma motocicleta sem capacete na cidade de Extremoz, que fica na Grande Natal.
A abordagem aconteceu durante uma blitz de rotina realizada na RN-160, quando os policiais constataram que a condutora, além de não utilizar equipamento de segurança obrigatório, era menor de idade e não possuía habilitação.
Diante da situação, o responsável pelo veículo, um homem de 32 anos de idade, foi identificado e detido pelas autoridades.
Após a constatação da infração, o dono da motocicleta recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Central de Flagrantes para a adoção dos procedimentos legais cabíveis.
A motocicleta utilizada pela adolescente foi recolhida e levada ao depósito do órgão de trânsito, conforme determina a legislação vigente.
O CPRE reforçou que ações de fiscalização têm sido intensificadas nas rodovias estaduais com o objetivo de coibir práticas que coloquem em risco a segurança viária.
28 de janeiro de 2026 às 10:00
28 de janeiro de 2026 às 07:51
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A Operação Mederi, deflagrada na manhã desta terça-feira (27), expôs um esquema de fraudes em licitações, pagamento sistemático de propinas e desvio de recursos públicos na área da Saúde em Mossoró e outros municípios do Rio Grande do Norte. No centro das investigações está o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), alvo de mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Federal em sua residência.
De acordo com a PF, diálogos interceptados entre empresários do setor farmacêutico detalham com precisão o funcionamento do esquema e apontam o prefeito como beneficiário direto de percentuais fixos sobre contratos públicos. Em uma das conversas, o empresário Oseas Monthalggan, sócio da distribuidora de medicamentos DISMED, descreve o que chamou de “a matemática de Mossoró”.
“Tem uma ordem de compra de quatrocentos mil. […] Ele entrega duzentos, tudo a preço de custo.
Dos duzentos, ele pega trinta por cento. Sessenta. Aqui ele comeu sessenta mil”, diz Oseas, em diálogo captado em maio de 2025. O “ele” em questão é Allyson Bezerra.
Na sequência, o empresário detalha a divisão final dos valores e cita nominalmente o prefeito: “Dos 130 nós temos que pagar 100 mil a Allyson e a Fátima, que é 10% de Fátima e 15% de Allyson. Só ficou 30 mil pra empresa”, descreve a decisão que determinou a operação da PF, assinada pelo Desembargador Federal Rogério Fialho Moreira.
Para a Polícia Federal, “o contexto geral destas conversas deixa claro que o ‘Allyson’ mencionado é o prefeito de Mossoró”, não havendo ambiguidade quanto ao destinatário das vantagens indevidas.
Outro diálogo interceptado pela PF reforça a suspeita de que havia um percentual previamente definido destinado ao prefeito. Em escuta ambiental realizada nas dependências da DISMED, Oseas volta a tratar da divisão da propina: “Quinze do homem e dez disso aí, vezes vinte e cinco por cento”.
Segundo os investigadores, “‘o homem’ é uma referência indireta a Allyson Bezerra, utilizada como forma de identificação velada”. Para a PF, a repetição da expressão e o contexto das conversas afastam qualquer interpretação genérica.
Durante a captação ambiental, o nome de Allyson foi mencionado pelos sócios Oseas e Moabe como ladrão.
“Ah, esse prefeito é ladrão, quem rouba é ele, pode falar, não me importa não!”, aponta investigação atribuindo a Oseas.
A Polícia Federal é explícita ao posicionar o prefeito e seu vice, Marcos Bezerra (PSD), no comando da engrenagem criminosa. A Controladoria-Geral da União (CGU) reforçou essa leitura ao informar que “todas essas práticas ilícitas teriam sido encabeçadas pelo alto escalão das gestões municipais”.
“Allyson Bezerra e Marcos Bezerra operavam o topo do esquema, recebendo propina em percentuais definidos sobre os contratos firmados com a DISMED”, afirma a investigação.
De acordo com os autos, a organização funcionava em camadas. No topo, o prefeito e o vice-prefeito; em um nível intermediário, secretários e gestores administrativos, responsáveis por “garantir as condições institucionais”; no nível operacional, estavam fiscais e gestores de contrato que atestavam entregas parciais ou inexistentes; e externamente, empresários que executavam o esquema no setor privado.
Além das referências diretas a pagamentos, a PF aponta indícios claros de que Allyson tinha consciência da ilegalidade. Em outro trecho das conversas, Oseas descreve o comportamento do prefeito: “Os cara é um cuidado… não porque ninguém pode saber não”.
Para os investigadores, essa fala demonstra que o prefeito adotava uma postura deliberadamente cautelosa para ocultar sua participação: “Os interlocutores percebem no prefeito um comportamento cauteloso voltado a manter oculta sua participação nos esquemas discutidos, o que é indicativo de conhecimento da irregularidade das práticas”, registra a PF.
A empresa apontada como pivô do esquema, a DISMED, firmou R$ 6,39 milhões em contratos com a Prefeitura de Mossoró entre 2024 e 2026. Em 2023, a empresa operava no prejuízo. Em 2024, ano eleitoral, apresentou lucro superior a R$ 2 milhões, crescimento que, segundo a investigação, decorre quase exclusivamente dos contratos públicos.
A PF também destaca a fragilidade da estrutura empresarial da distribuidora, que tinha como sócio Maycon Lucas, jovem residente na zona rural de Serra do Mel, sem histórico no setor farmacêutico e com atividade pública registrada como oficina mecânica. Meses antes da operação, Maycon transferiu suas cotas para uma holding de sua própria titularidade, movimento visto como possível tentativa de blindagem patrimonial.
A Operação Mederi cumpriu 35 mandados de busca e apreensão e aplicou medidas cautelares e patrimoniais contra os investigados. Ao todo, 15 servidores públicos são investigados, entre secretários, chefes de gabinete e pregoeiros, em cinco municípios potiguares.
Segundo a PF, os indícios apontam para sobrepreço, não entrega de medicamentos, uso irregular de atas de registro de preços e dispensas emergenciais fraudulentas, com prejuízo estimado em R$ 13 milhões.
O que diz Allyson
Em nota, o prefeito tenta afastar de si a responsabilização sobre os desvios. Afirmou que colaborou com a diligência e negou envolvimento pessoal nos fatos, alegando que a investigação se baseia em diálogos de terceiros. A Polícia Federal, porém, sustenta que as conversas interceptadas fazem referências nominais e indiretas reiteradas ao prefeito, descrevem percentuais específicos e revelam um esquema estruturado de desvio de recursos públicos.
Agora, a investigação avança para rastrear o fluxo financeiro e esclarecer quanto da “matemática de Mossoró” permaneceu com os empresários e quanto retornou aos agentes políticos que comandavam a máquina pública.
28 de janeiro de 2026 às 09:00
28 de janeiro de 2026 às 07:55
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O prefeito de Ielmo Marinho, município da Região Metropolitana de Natal, Fernando Batista Damasceno, conhecido politicamente como Fernando de Canto de Moça (MDB), foi preso em flagrante nesta quarta-feira (28) durante a Operação Securitas, deflagrada pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte. De acordo com a corporação, o gestor municipal é apontado como líder de uma organização criminosa investigada por intimidação de adversários políticos e pela prática de ilícitos na região.
As informações constam em comunicado oficial da Polícia Civil, divulgado à imprensa após o cumprimento dos mandados judiciais. As investigações tiveram início em 2023 e apuram a atuação de um grupo que, segundo a polícia, conta com a participação de agentes políticos, ocupantes de mandato legislativo e um policial militar
Quem é o prefeito investigado
Fernando Batista Damasceno nasceu em 30 de dezembro de 1977, é natural de Natal (RN), casado e possui ensino médio incompleto, conforme dados declarados à Justiça Eleitoral. Antes de ingressar no Executivo municipal, atuava como empresário, profissão também informada em seu registro de candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Filiado ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), Fernando foi eleito prefeito de Ielmo Marinho nas Eleições Municipais de 2024, obtendo 51,99% dos votos válidos. O mandato teve início em 1º de janeiro de 2025 e tem previsão de término em 31 de dezembro de 2028. O vice-prefeito eleito é Ionaldo Souza, filiado ao partido Republicanos.
Na campanha eleitoral, Fernando declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio no valor de R$ 961.772,32, conforme consta no sistema de divulgação de candidaturas do TSE. Os bens declarados incluem valores em contas bancárias e outros ativos de natureza privada, detalhados na prestação de contas apresentada à Justiça Eleitoral.
Operação Securitas
A Operação Securitas deu cumprimento a sete mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário, no âmbito de investigação que apura a atuação de uma organização criminosa armada. As diligências ocorreram nos municípios de Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante, Natal e Parnamirim.
Segundo a Polícia Civil, os fatos que impulsionaram a investigação incluem uma ocorrência registrada em Ielmo Marinho, quando houve informação de que homens fortemente armados estariam no interior da Câmara Municipal, supostamente realizando segurança privada de um parlamentar e atuando para intimidar opositores políticos.
Durante essa ocorrência, a polícia apreendeu um arsenal de armas e munições, incluindo armamentos de calibres restritos (.40 e .45), além de outros materiais. A investigação apura, entre outros crimes, porte ilegal de arma de fogo, constituição de milícia privada e organização criminosa.
Prisão em flagrante
Ainda de acordo com a Polícia Civil, durante o cumprimento das medidas judiciais nesta quarta-feira (28), o prefeito foi preso em flagrante pelo crime de embaraço à investigação de organização criminosa. Conforme a corporação, Fernando Batista teria arremessado valores em dinheiro e um aparelho celular para fora de sua residência, com o objetivo de ocultar provas.
A operação conta com a atuação integrada do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte (MPRN) e o apoio da Polícia Militar do RN (PMRN).
Significado da operação e investigações
O nome Securitas, segundo a Polícia Civil, tem origem no latim e significa “segurança”, em referência ao objetivo da ação policial de restabelecer a ordem pública, coibir a atuação de grupos armados e proteger as instituições, especialmente no contexto político-administrativo.
As investigações seguem em andamento. A Polícia Civil informou que novos desdobramentos não estão descartados e reforçou a importância da colaboração da população por meio do Disque Denúncia 181, com garantia de anonimato.
Até a última atualização desta reportagem, não havia manifestação pública da defesa do prefeito sobre as acusações.
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