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Categoria: Polícia

Grupo de pagode pede ajuda para recuperar instrumentos após assalto em Natal

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Os integrantes do grupo musical “Pagode do Coxa” utilizam as redes sociais para tentar recuperar o material de trabalho roubado na madrugada deste sábado (31), após um show realizado no bairro Cidade da Esperança, na Zona Oeste de Natal. O crime ocorreu quando o carro do violonista Leonardo Santana foi levado em um assalto. Embora o veículo tenha sido localizado posteriormente, os instrumentos musicais e a aparelhagem de som não foram encontrados.

Entre os itens subtraídos pelos criminosos estão violão, pedaleira, microfones e mesas de som, essenciais para a realização dos shows. Os músicos destacam que o material possui alto valor agregado e representa a fonte de renda de diversas famílias ligadas à banda. “Estamos desesperados, pois esse equipamento é o sustento das nossas famílias”, desabafou um dos integrantes em vídeo.

A perda dos equipamentos coloca em risco o cumprimento da agenda de apresentações, especialmente com a proximidade do veraneio e do Carnaval. O grupo solicita que informações sobre a venda ou paradeiro dos objetos sejam repassadas pelo perfil oficial no Instagram ou pelo telefone (84) 99618-0431. A Polícia Militar também pode ser acionada via 190 para denúncias anônimas.

Novo Notícias

Ex-policial penal do RN é preso na Paraíba apontado como maior criador de lojas virtuais para venda de drogas

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Um homem apontado pelas autoridades como o maior responsável pela criação de lojas virtuais para a comercialização de entorpecentes na Paraíba foi preso durante uma ação integrada da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e outras unidades especializadas da Polícia Civil paraibana.

A prisão ocorreu enquanto o suspeito se deslocava entre os municípios de João Pessoa e Campina Grande. De acordo com a Polícia Civil, o investigado é ex-policial penal do Rio Grande do Norte e irmão de um dos principais traficantes de drogas em atuação na Paraíba.

As apurações indicam que ele já havia sido preso em 2025 e utilizava tornozeleira eletrônica. Mesmo após passar por audiência de custódia, o homem teria retomado as atividades criminosas, concentrando-se na criação e gerenciamento de lojas virtuais usadas para ofertar entorpecentes pela internet, o que o levou à condição de foragido.

A operação contou ainda com o apoio da DRE, DESARME, DEAM e UNINTELPOL, reforçando a integração entre as forças de segurança no combate ao crime organizado.

O suspeito foi conduzido à delegacia e permanece à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar possíveis comparsas e mapear a extensão do esquema criminoso.

Portal da Tropical

Operação Zero Álcool registra 66 prisões por embriaguez ao volante em janeiro no RN

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A Operação Zero Álcool, realizada pelo Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) por meio do Batalhão Rodoviário, contabilizou, somente no mês de janeiro, 66 prisões de condutores flagrados dirigindo sob a influência de álcool no Rio Grande do Norte.

De acordo com o CPRE, esse quantitativo corresponde a 16% de todas as prisões efetuadas pela unidade em 2025. O dado chama atenção porque o ano já havia iniciado com o maior número de flagrantes da última década no estado.

As autuações criminais ocorreram em Natal e municípios da Grande Natal, com a seguinte distribuição:

17 prisões em Natal;
14 em Parnamirim;
10 em Macaíba;
8 em Nísia Floresta;
7 em São Gonçalo do Amarante;
6 em Extremoz;
4 em São José de Mipibu.

Segundo a legislação, configura crime de trânsito quando o teste do etilômetro apresenta valor superior a 0,33 mg/l. Também há enquadramento criminal nos casos em que o condutor se recusa a realizar o teste, mas apresenta sinais visíveis de alteração da capacidade psicomotora.

O CPRE reforça que as fiscalizações seguem intensificadas em todo o estado, com o objetivo de reduzir acidentes e preservar vidas nas rodovias potiguares.

Portal da Tropical

Investigação apura perda de 12,7 mil remédios vencidos em Serra do Mel

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A Prefeitura de Serra do Mel adquiriu 1.000 frascos de Paracetamol 200 mg/ml com apenas nove dias de validade, embora o consumo estimado das unidades básicas de saúde indicasse a utilização de apenas nove unidades dentro do prazo, o que resultou em uma perda provável de 99,1% do estoque, segundo auditoria de uma nota fiscal que integra a investigação da Operação Mederi. As análises apontam uma perda provável de 12,7 mil diferentes remédios por expiração do prazo de validade na cidade de 13,8 mil habitantes, localizada no Oeste potiguar.

Serra do Mel está entre os municípios investigados na Operação Mederi, que apura irregularidades em contratos, licitações e na gestão de recursos públicos destinados à área da saúde em cinco cidades do Rio Grande do Norte. A investigação da Polícia Federal (PF) e Controladoria-Geral da União (CGU) mostra que, desde 2016, Serra do Mel movimentou R$ 4,08 milhões com a Dismed e mais R$ 1,4 milhão com a Drogaria Mais Saúde entre 2024 e 2025. A reportagem da TN não conseguiu contato com a Prefeitura de Serra do Mel.

Os dados sobre os medicamentos constam em relatório técnico que analisou compras destinadas às UBSs de Serra do Mel e apontou um descompasso entre o volume adquirido, o prazo de validade e a demanda real da rede pública de saúde. No caso do Paracetamol, a fiscalização calculou que 991 frascos apresentavam perda provável, já que não havia tempo hábil nem histórico de consumo compatível para utilização antes do vencimento.

No entanto, a situação não se restringiu ao Paracetamol. Outros medicamentos adquiridos também apresentavam validade reduzida e quantidades incompatíveis com o consumo médio nas UBSs. Entre os itens estão lotes de Azitromicina 200/500 mg, Aciclovir 200 mg, Metoclopramida 10 mg, todos comprados com validade residual que variava entre 30 e 62 dias. Mesmo assim, as quantidades adquiridas superavam, em larga escala, o consumo estimado até o vencimento.

ara se ter uma ideia, a fiscalização identificou a compra de 8.950 unidades de Azitromicina 500 mg com validade de 60 dias, apesar de consumo estimado de 759 unidades no período, o que representa uma perda provável superior a dez vezes o volume que poderia ser absorvido pela rede municipal. Em outras palavras, a auditoria mostra que, das 8.950 unidades de Azitromicina 500 mg compradas, 8.191 (91,5%) foram jogadas no lixo, de acordo com a investigação.

O relatório também atestou a situação do medicamento “Succinato de Metoprolol 100 mg”, que teria sido fornecido em 1.000 unidades, com prazo de validade de apenas um dia, o que resultou na perda total do lote no dia seguinte.

Os auditores destacam que os achados referentes ao município evidenciam fragilidade nos controles internos e ausência de critérios técnicos adequados na definição das quantidades adquiridas, especialmente em compras realizadas com produtos próximos ao vencimento.

“Em auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União no referido município, foram identificados os seguintes achados: a) parte significativa dos produtos pagos pela Prefeitura não é entregue pela empresa Dismed; b) são adquiridos produtos em quantidades superiores ao histórico de consumo da rede municipal de saúde; c) são realizados pagamentos por produtos com prazo de validade residual incompatível com o padrão de consumo do município; d) sobrepreço da ordem de R$ 53.800,00 nos itens contratados com a empresa Dismed no Pregão nº 006/2023”, diz o relatório.

Tribuna do Norte

Investigado na Operação Mederi é assessor jurídico em Câmara Municipal no RN

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O advogado Maycon Lucas Zacarias Soares, investigado na Operação Mederi, foi nomeado assessor jurídico da Câmara Municipal de Ruy Barbosa poucos dias antes da deflagração da ação policial. A operação da Polícia Federal apura um esquema de desvio de recursos da saúde pública em municípios do Rio Grande do Norte.

Segundo apuração do NOVO, a nomeação ocorreu no dia 19 de janeiro de 2026, assinada pela presidente da Casa, Francisca Eliene de Moura Macedo. O ato foi publicado apenas oito dias antes das buscas. Maycon é apontado nas investigações como sócio formal da Dismed Distribuidora de Medicamentos Ltda, apontada como um dos focos do esquema de desvio de recursos públicos.

ATUALIZAÇÃO: Após a repercussão do caso, a Mesa Diretora Câmara Municipal de Ruy Barbosa decidiu exonerar Maycon Lucas nesta sexta-feira (30). Segundo a presidente da Casa, a exoneração será publicada no Diário Oficial da próxima segunda-feira (02).

As apurações da Operação Mederi indicam que Maycon Lucas atuava na emissão de notas fiscais sem lastro para lavagem de dinheiro e em articulações de processos licitatórios. Ele também teria assumido a titularidade de uma holding empresarial para ocultar patrimônio após o grupo saber das investigações.

A investgação destacou ainda que Maycon exerceria funções operacionais relevantes no esquema, conferindo aparência de legalidade a recursos ilícitos.

O esquema investigado apura desvios na área da saúde pública nos municípios de Serra do Mel, Tibau, Paraú, São Miguel e José da Penha.

Prejuízo de R$ 13,3 milhões

A Operação Mederi, deflagrada pela Polícia Federal, identificou um prejuízo mínimo estimado em R$ 13,3 milhões em contratos de fornecimento de medicamentos firmados por cinco prefeituras do Rio Grande do Norte. O valor embasou decisão judicial que determinou o bloqueio e o sequestro de bens de pessoas físicas e jurídicas investigadas, como forma de assegurar eventual ressarcimento ao erário.

A estimativa considera contratos firmados entre 2024 e 2025 e representa, segundo a Justiça, o dano mínimo já identificado até esta fase da investigação. As medidas têm caráter cautelar e não configuram antecipação de culpa. O montante poderá ser ampliado caso novas irregularidades sejam comprovadas no decorrer do inquérito.

Entre os municípios investigados, Mossoró concentrou a maior parte dos recursos, com pagamentos que somam R$ 9,58 milhões, o equivalente a 71,8% do total apurado. Os valores foram destinados às empresas Dismed Distribuidora de Medicamentos Ltda. e Drogaria Mais Saúde. As demais cidades também mantiveram contratos semelhantes no mesmo período, embora com cifras menores.

Em Serra do Mel, os repasses alcançaram R$ 1,68 milhão. Já Paraú efetuou pagamentos de R$ 577,76 mil. Em São Miguel, os contratos envolveram apenas a Dismed, com total de R$ 420,28 mil. No município de José da Penha, os pagamentos à mesma empresa chegaram a R$ 1,07 milhão, conforme detalhado na decisão judicial.

De acordo com o desembargador federal Rogério Fialho Moreira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), os indícios levantados pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União (CGU) apontam possíveis entregas parciais de medicamentos, superfaturamento e pagamento integral de notas fiscais. A soma dos contratos investigados resultou no valor de R$ 13.339.021,31, considerado suficiente, neste momento, para garantir a reparação dos danos.

Para evitar a dilapidação de patrimônio, a Justiça autorizou o bloqueio de contas bancárias, imóveis, veículos, aplicações financeiras e criptoativos, por meio de sistemas como Sisbajud, Renajud, Criptojud e do Cadastro Nacional de Indisponibilidade de Bens. A decisão busca impedir novos prejuízos e assegurar eventual devolução dos recursos públicos.

Novo Notícias

Boneca e urso de pelúcia com drogas revelam esquema de tráfico no litoral do RN

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A Polícia Militar encontrou uma boneca com drogas durante um patrulhamento de rotina realizado nesta quinta-feira no bairro Mutirão, no município de Areia Branca, na região salineira do Rio Grande do Norte. A ação resultou na prisão em flagrante de dois suspeitos envolvidos com o tráfico de entorpecentes.

Durante a ação, os militares do destacamento de Areia Branca abordaram dois rapazes que carregavam uma boneca e um urso de pelúcia. Embora o cenário inicialmente parecesse comum, os policiais decidiram realizar uma revista minuciosa. Em seguida, os agentes constataram que os brinquedos escondiam quase 100 porções de maconha prontas para comercialização.

Além da droga, os policiais apreenderam dinheiro fracionado, uma balança de precisão e outros materiais comumente utilizados no tráfico. Dessa forma, a Polícia Militar confirmou que os suspeitos utilizavam os brinquedos como estratégia para tentar despistar a fiscalização e facilitar a venda dos entorpecentes no município.

Operação Infância Protegida prende sete suspeitos por crimes sexuais contra crianças no RN

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A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (29), mais uma fase da Operação Infância Protegida, com o objetivo de reforçar o enfrentamento aos crimes sexuais praticados contra crianças e adolescentes. A ação resultou no cumprimento de mandados de prisão expedidos pelo Poder Judiciário contra homens investigados e condenados por esse tipo de crime.

Ao todo, sete mandados de prisão foram cumpridos, sendo seis de prisão preventiva e um decorrente de condenação com trânsito em julgado. Das prisões efetuadas, cinco ocorreram no Rio Grande do Norte — quatro no município de Natal e uma em Parnamirim. As outras duas foram realizadas de forma interestadual, nos municípios de Alagoa Grande, na Paraíba, e Osasco, em São Paulo, com o apoio das Polícias Civis desses estados.

De acordo com a Polícia Civil, a Operação Infância Protegida integra o cronograma da Operação Verão, período em que as forças de segurança intensificam as ações de prevenção e repressão qualificada devido ao aumento da circulação de pessoas. A iniciativa busca assegurar a proteção integral de crianças e adolescentes, além de garantir o cumprimento das decisões judiciais.

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte reforça a importância da colaboração da sociedade no combate a crimes dessa natureza. Denúncias podem ser feitas de forma anônima e segura por meio do Disque Denúncia 181.

Mistério continua: Polícia prende suspeitos de envolvimento no sumiço de irmãs na Grande Natal

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A Polícia Civil do Rio Grande do Norte realizou, nesta quinta-feira (29), a prisão em flagrante de três homens e uma mulher no curso das investigações que apuram o desaparecimento de duas irmãs, Lidemila Alinny Fernandes de Souza, de 16 anos, e Ana Beatriz Fernandes de Freitas, de 19 anos, no município de Bom Jesus, na Grande Natal, ocorrido no final de dezembro de 2025.

As investigações tiveram início após o registro do desaparecimento de duas jovens, de 19 e 16 anos, que saíram da residência onde moravam, no dia 30 de dezembro de 2025, por volta das 18h, sem informar o destino. Desde então, não houve mais contato com familiares ou amigos, o que motivou a mobilização da Polícia Civil.

No avanço das diligências, os policiais realizaram levantamentos investigativos que possibilitaram a identificação de um suspeito com possível vínculo ao desaparecimento das vítimas. A partir dessas informações, as equipes policiais passaram a realizar diligências em endereços localizados no bairro Lagoa Azul, Zona Norte de Natal, e no município de Extremoz, na Região Metropolitana de Natal.

Os agentes seguiram para um imóvel no município de Extremoz, onde localizaram um dos investigados. Após contato no local, o morador autorizou a entrada da equipe, sendo realizada a averiguação no interior da residência.

Os policiais encontraram no local um veículo Volkswagen Tera, de cor vermelha, que apresentava sinais evidentes de adulteração. O automóvel possuía ainda vínculo com outros crimes graves investigados na Zona Norte de Natal. Os agentes realizaram buscas e localizaram uma arma de fogo no interior do veículo. Questionado sobre um aparelho celular pertencente a uma das jovens desaparecidas, o suspeito afirmou possuir um telefone com características semelhantes, alegando tê-lo adquirido em uma feira livre no bairro de Nova Natal. A conferência do IMEI confirmou que o aparelho pertencia a uma das vítimas.

Foi encontrada, em um dos quartos, uma mochila contendo mais três armas de fogo, carregadores e munições. Diante dos fatos, quatro pessoas que se encontravam na residência foram presas em flagrante pelos crimes de posse ilegal de arma de fogo, receptação e outros delitos correlatos. Além das apreensões, dois dos suspeitos informaram integrar uma organização criminosa. Um deles apresentou documentação falsa no momento da abordagem. Após verificação, foi constatada a existência de mandado de prisão em aberto em seu nome.

Todos os suspeitos detidos na ação foram conduzidos à delegacia, onde foram autuados em flagrante e permanecem à disposição da Justiça. As investigações seguem em andamento, com o objetivo de esclarecer completamente as circunstâncias do crime, identificar outros possíveis envolvidos e localizar os corpos das vítimas, cujas buscas continuam sendo realizadas.

Operação Rastro Oculto

O nome da operação faz referência ao trabalho técnico e contínuo da Polícia Civil na identificação de vestígios deixados por ações criminosas que, inicialmente, permanecem fora do alcance imediato da investigação. Mesmo quando os fatos tentam ser ocultados, o trabalho policial segue cada rastro, cruza informações e reconstrói os acontecimentos até o completo esclarecimento do crime.

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte reforça que informações que possam contribuir com as investigações podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.