
EM VÍDEO DIVULGADO NO TWITTER, ABRAHAM WEINTRAUB ATRIBUI O MAU DESEMPENHO A PROBLEMAS PESSOAIS E DE SAÚDE

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Começam nesta segunda-feira (6), às 10h, as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019. O processo será feito exclusivamente pela internet, até o próximo dia 17, por meio da Página do Participante. As provas serão realizadas nos dias 3 e 10 de novembro.
A taxa de inscrição custa R$ 85 e deve ser paga até o dia 23 de maio, de acordo com o cronograma do exame.
O participante terá até o dia 17 de maio para atualizar dados de contato, escolher outro município de provas, mudar a opção de língua estrangeira e alterar atendimento especializado e/ou específico. Após esse prazo, não serão mais permitidas mudanças.
O candidato que precisar de atendimento especializado e específico deve fazer a solicitação durante a inscrição. O prazo para pedidos de atendimento por nome social vai de 20 e 24 de maio.
Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir ainda este ano pode usar as notas do Enem, por exemplo, para se inscrever em programas de acesso à educação superior, de bolsas de estudo ou de financiamento estudantil.
A prova também pode ser feita pelos chamados treineiros – estudantes que vão concluir o ensino médio depois de 2019. Neste caso, os resultados servem somente para autoavaliação, sem possibilidade de o estudante concorrer efetivamente às vagas na educação superior ou para bolsas de estudo. Esses participantes devem declarar ter ciência disso já no ato da inscrição.
Cartão
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibiliza, a partir de outubro, no mesmo site, o cartão de confirmação. O documento informa o número de inscrição e as datas, os horários e o local das provas. A recomendação do ministério é que o candidato leve o documento nos dois dias de prova.
Isenção
Mesmo quem solicitou a isenção da taxa precisa se inscrever. Estudantes que entraram com recurso relacionado ao pedido de isenção já podem verificar o resultado. As informações foram divulgadas na quinta-feira (2) no Sistema Enem. É necessário fazer login para acessar o resultado.
Três perfis de participantes têm direito à isenção na taxa de inscrição – estudantes da última série do ensino médio em 2019 em escolas públicas declaradas ao censo escolar; estudantes com renda familiar menor que um salário mínimo e meio por pessoa e que cursaram o ensino médio na rede pública ou com 100% de bolsa na rede privada; e estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica membros de famílias de baixa renda inscritas no Número de Identificação Social (NIS), com renda familiar mensal de até três salários mínimos ou de até meio salário mínimo por pessoa.
Estudo
Para reforçar o conhecimento dos candidatos, a Empresa Brasil de Comunicação(EBC) oferece várias estratégias gratuitas, como o Questões Enem, no qual os estudantes têm acesso a um atualizado banco de dados que reúne provas de 2009 até 2018. O site permite a resolução das questões online, com o recebimento do gabarito.
Já pelo perfil EBC na Rede, é possível acompanhar a série Caiu no Enem. O desafio é responder no fim de semana à questão publicada na sexta-feira. Na segunda-feira, um professor responde ao questionamento. A série fica até a semana que antecede ao exame de 2019. Para ter acesso aos vídeos com as respostas, basta se inscrever no canal youtube.com/ebcnarede.
Agência Brasil
“Eu sinto o brilho nos olhos quando vejo as coisas acontecerem. Diziam para mim que o primeiro ano de engenharia era chato, mas eu estou achando muito legal”, diz João Pedro Giarrante, de 18 anos, estudante do primeiro ano de engenharia elétrica da FEI.
Ele e sua turma são os primeiros universitários a cumprir a nova grade curricular de engenharia na FEI. O curso foi remodelado e os alunos têm agora aulas de inovação por exemplo. “Tratamos de geração de ideias e execução de projetos. Fizemos simulação de startups”, conta.
Os conhecimentos adquiridos na aula de inovação foram colocados em prática ao longo de um projeto prático proposto durante aula de eletrônica geral. Giarrante e seus colegas de grupo construíram um carrinho elétrico. “O que eu aprendo em inovação eu uso em eletrônica geral”, contou o estudante.
Em poucos meses de curso, os calouros já perceberam que o novo currículo da graduação de engenharia na universidade está mais prático e interdisciplinar como propõem as novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) do curso de graduação em Engenharia, fixadas e homologadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), órgão vinculado ao Ministério da Educação.
Apesar de a FEI já ter reformulado seu curso de engenharia, as novas diretrizes estabelecem prazo de três anos paras universidades e faculdades se adaptarem e implementarem a mudanças.
“O grande salto que essas diretrizes trazem no seu corpo de orientações é em relação ao projeto pedagógico, que deve conter não só conteúdos, mas também atividades e experiências”, diz Fabio do Prado, reitor do Centro Universitário FEI.
A seguir confira as principais mudanças estabelecidas para os cursos de engenharia no Brasil:
As novas diretrizes estão menos engessadas e dão mais autonomia para as instituições. O texto deixou ser tão “conteudista”, com era resolução anterior (em vigor desde 2002). “ Antes se a instituição quisesse acompanhar as novas tendências podia agregar conteúdos mas não podia tirar nada, então só se aumentasse a carga horária”, diz o reitor.
O conteúdo básico dos cursos continua sendo exposto pelas diretrizes, mas sem tanto detalhamento. “Não se abre mão da formação básica sólida, o que foi flexibilizado é o que diz respeito à parte profissionalizante”, diz Prado.
A ideia é que, a partir de agora, as instituições de ensino sejam mais cobradas pelo perfil de engenheiro que prometem formar com seu projeto pedagógico do que se trazem o conhecimento específico A ou B em sua grade. “Hoje nós sabemos que não bastam conteúdos, existem outras competências emocionais e profissionais e isso era completamente ignorado pelas diretrizes anteriores”, explica Prado.
Na opinião do reitor da FEI, as novas diretrizes dão espaço para iniciativas mais inovadoras. Colocar em prática conteúdos de uma disciplina em projetos e atividades de outras matérias é tendência que deve se espalhar todas as faculdades de engenharia.
A divisão por disciplinas não deve ser estanque, os cursos vão passar a estimular, com mais afinco, atividades de integração por meio de projetos interdisciplinares. Ao construir um veículo e testar suas condições de segurança, estudantes podem revisar conteúdos de cinemática, dinâmica e atrito de maneira mais integrada.
Um projeto real no primeiro semestre do curso estimula os jovens universitários a pensarem as várias facetas de um produto percebendo a importância de diferentes conceitos. Atividades nessa linha são, segundo Prado, mais compatíveis com as demandas futuras ao preparar profissionais para propor soluções inteligentes para os problemas.
O perfil do novo engenheiro deve conter as seguintes características: visão holística, inovação, empreendedorismo, solução de problemas, cooperação, adoção de perspectivas multidisciplinares e transdisciplinares em sua prática.
Para tal, as novas diretrizes curriculares apresentam um conjunto de competências as quais devem ser desenvolvidas pelos alunos ao longo do curso de engenharia.
Resolução de problemas e proposição de soluções de engenharia a partir da análise e compreensão de usuários e do contexto estão nessa lista, assim como a capacidade de implementar, supervisionar e controlar essas mesmas soluções.
Os formandos também devem estar aptos para “analisar e compreender os fenômenos físicos e químicos por meio de modelos simbólicos, físicos e outros, verificados e validados por experimentação”, diz o texto homologado pelo Conselho Nacional de Educação.
Os engenheiros devem sair da graduação com a capacidade de conceber, projetar e analisar sistemas, produtos, componentes ou processos.
Competências como trabalho em equipe, comunicação, capacidade de aprendizagem e preparo para lidar com situações complexas também estão destacadas.
Fonte: Exame

Confira o que muda para quem estuda engenharia no Brasil com as novas Diretrizes Curriculares Nacionais homologadas pelo Conselho Nacional de Educação. Foto: Getty
As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 começam na segunda-feira, 6, às 10h (no horário de Brasília), e podem ser feitas até o dia 17, exclusivamente pela internet, por meio da Página do Participante. As provas estão marcadas para os dias 3 e 10 de novembro (dois domingos consecutivos).
A taxa de inscrição custa R$ 85 e deve ser paga até o dia 23 de maio, de acordo com o cronograma do exame.
O participante terá até o dia 17 de maio para atualizar dados de contato, escolher outro município de provas, mudar a opção de língua estrangeira e alterar atendimento especializado e/ou específico. Depois dessa data, nenhuma informação poderá ser alterada.
O candidato que precisar de atendimento especializado e específico deve fazer a solicitação durante a inscrição. O prazo para pedidos de atendimento por nome social vai de 20 a 24 de maio.
Fonte: Veja

Foto: Ananda Migliano/Ofotográfico/Folhapress

O SINASEFE vem a público repudiar o BLOQUEIO de 30% no orçamento das Universidades e Institutos Federais, anunciado pelo Governo no dia 30 de abril de 2019. Essa medida inviabilizará o pleno funcionamento das atividades acadêmicas dos 21 Campi do IFRN, até o final do ano letivo.
Como representantes dos Servidores Técnicos Administrativos e Docentes do Instituto Federal do Rio Grande do Norte, estamos construindo um calendário de mobilização, convidando toda comunidade acadêmica: estudantes, ex-alunos, servidores ativos e aposentados, parceiros, movimentos sociais para unir-se CONTRA ESSE ATAQUE À EDUCAÇÃO PÚBLICA.
Na próxima sexta-feira, dia 10 de maio, realizaremos uma Assembleia Geral da categoria, em Natal e Mossoró, unificada com os estudantes. A plenária terá como objetivo construir o Dia Nacional de Luta em Defesa da Educação, no dia 15 de maio, em todos os Campi e na Reitoria do IFRN. A paralisação de um dia de atividades é uma iniciativa de diversas entidades que estão mobilizadas em defesa da educação pública, gratuita, laica e de qualidade.
É fundamental a presença da comunidade e sociedade civil nesse momento de luta. O Instituto Federal é um patrimônio do Rio Grande do Norte, que formou inúmeras gerações de trabalhadores e trabalhadoras que, nesse momento, devem unir forças contra esse desmonte em curso.
Para tanto, convidamos todas e todos a participarem da Assembleia Geral Unificada com Estudantes e Servidores do IFRN na sexta-feira, dia 10, nos Campi de Natal e Mossoró.
É hora de construirmos UNIDADE e sermos RESISTÊNCIA frente a essa política de destruição da Educação Pública Federal e dos Direitos de seus Trabalhadores.
Seção SINASEFE Natal e Seção SINASEFE Mossoró.

EM VÍDEO DIVULGADO NO TWITTER, ABRAHAM WEINTRAUB ATRIBUI O MAU DESEMPENHO A PROBLEMAS PESSOAIS E DE SAÚDE
Seus três primeiros semestres de Weintraub no curso são repletos de notas abaixo da média — no segundo semestre, ele chegou a zerar todas as matérias. No vídeo publicado nesta sexta-feira 3, no Twitter, ele atribui o mau desempenho a problemas pessoais e de saúde. “Esse primeiro ano e meio foi um inferno”, diz, confirmando a veracidade do documento.
Segundo ele, o período foi marcado pela separação dos pais em meio à turbulência econômica dos anos Collor, depressão, e um acidente que prejudicou os movimentos do braço esquerdo.

“EU FIQUEI SEIS MESES SEM PODER ESCREVER, E SÓ TEVE UM PROFESSOR QUE ME DEIXOU FAZER PROVA ORAL”, COMPLETA O MINISTRO, MOSTRANDO UMA CICATRIZ NO OMBRO
O Ministério da Educação publicou no Diário Oficial da União (DOU) as regras para o processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies) referente ao segundo semestre de 2019.
De acordo com a portaria, os agentes financeiros interessados em participar do programa devem se manifestar no endereço eletrônico do Fies nos dias 6 e 7 de maio.
Para as mantenedoras de instituições de ensino superior que quiserem concorrer no processo seletivo, o prazo para a assinatura do termo de participação será no período de 9 a 17 de maio.
Fonte: MEC

Os interessados em participar do programa devem se manifestar no site do Fies. Foto: Stringer .

Foto: G1\RN
Como as demais instituições públicas de ensino superior e tecnológico do país (universidades e institutos federais), o IFRN recebeu na manhã dessa quinta-feira, 2, a informação do bloqueio de parte dos recursos destinados para as suas ações no ano de 2019. A porcentagem de bloqueio foi da ordem de 30%, representando um valor de 27 milhões de reais a menos em recursos de custeio (funcionamento da Instituição).
Os dados foram extraídos do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI). Ao todo foram bloqueados R$ 26.154.174,00 dos R$ 67.380.582,00 aprovados na Lei Orçamentária Anual (LOA/2019) para o funcionamento do IFRN, o que representa uma perda de quase 39%. Além disso, são R$ 870.000,00 a menos em recursos aprovados para capacitação.
Os recursos destinados à assistência estudantil, da ordem de R$ 19.800.000,00, em princípio, foram mantidos.
“O corte é significativo e poderá inviabilizar o funcionamento do IFRN. Nesse sentido, estamos buscando interlocução com diversos agentes públicos a fim de garantir a integralidade do orçamento do IFRN. Na próxima semana estaremos participando da Reunião do Conselho de Reitores (CONIF) para debatermos o tema e propor encaminhamentos.
No dia 7, o Secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Ariosto Culau participará dessa reunião; no dia 8 haverá uma reunião do CONIF com a Frente Parlamentar dos Institutos Federais, na Câmara dos Deputados. No dia 10 há também uma audiência marcada com o Ministro da Educação, Abraham Weintraub. Além disso, fizemos contato com o coordenador da bancada federal, Deputado Federal Rafael Motta, para uma reunião com todos os deputados federais e senadores do Rio Grande do Norte. Em paralelo, discutiremos com toda a comunidade acadêmica do IFRN sobre a situação da Instituição e os impactos do bloqueio dos recursos orçamentários”, explicou o reitor Wyllys Farkatt Tabosa.
Informações: Assessoria de Comunicação Social e Eventos\IFRN

AS INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO NO RN ESTÃO NA MIRA DOS CORTES DO MINISTÉRIO DA EDCUAÇÃO. UFRN PODE PERDER R$ 34 MILHÕES
O corte de 30% para as universidades e institutos federais, anunciado nesta terça-feira (30), pelo ministro da educação, Abraham Weintraub, vai reduzir R$ 73 milhões a verba de custeio da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa), e Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN). No caso das duas últimas instituições, o corte pode inviabilizar o funcionamento, conforme alertaram seus representantes, em matéria assinada pela repórter Aura Mazda, da Tribuna do Norte.
No que diz respeito ao IFRN, foram bloqueados R$ 26.154.174,00 dos R$ 67.380.582,00 aprovados na Lei Orçamentária Anual (LOA/2019). O valor representa uma perda de quase 39%. Além disso, são R$ 870.000,00 a menos em recursos aprovados para capacitação. Os recursos destinados à assistência estudantil, da ordem de R$ 19.800.000,00, em princípio, foram mantidos.
“O corte é significativo e poderá inviabilizar o funcionamento do IFRN. Nesse sentido, estamos buscando interlocução com diversos agentes públicos a fim de garantir a integralidade do orçamento do IFRN”, explicou o reitor Wyllys Farkatt Tabosa.
Na Ufersa, o corte pode criar um cenário “alarmante”, com o risco de interrupção das atividades de todos os campus, em Mossoró, Pau dos Ferros, Angicos e Caraúbas. O alerta é do pró-reitor de planejamento da instituição, Álvaro Fabiano. “Se mantiver essa posição, o segundo semestre será de dificuldade. É muito preocupante. Estamos reunidos no encontro anual para prestação de contas à sociedade e o reitor abriu sua fala dizendo que está preocupado com esse corte”, disse o pró-reitor.
A assistência estudantil, como pagamento de bolsas e subsídio para alimentação no restaurante universitário também poderão ser afetados, segundo Álvaro Fabiano. Por dia, cerca de 1.500 estudantes usam o restaurante universitário. Para esse ano, R$ 8 milhões foram destinados para bolsas e alimentação na Ufersa.
Na UFRN, o cenário de cortes também é considerado “preocupante”, conforme avaliou o pró-reitor de planejamento, Jorge Dantas. Ainda será feito, no entanto, um estudo orçamentário de quais áreas serão afetadas pelo novo corte do governo federal. “Efetivamente, vai impor uma série de reordenamentos na universidade. Cortes incidem sobre orçamento de custeio e investimento. Vamos ter que repensar uma série de despesas programadas”, explicou o pró-reitor.
A área de investimentos, caso seja afetada, pode paralisar obras em andamento e comprometer contratos futuros. A UFRN, em orçamento, aprovou R$ 9 milhões para a área, em 2019. Outros R$ 20 milhões foram aprovados para o programa de assistência estudantil da UFRN, que a princípio não será afetado. Até o momento, houve a autorização de uso de 40% do orçamento destinado para custeio tanto da UFRN quanto da Ufersa. “A UFRN vem conseguindo executar despesas de forma equilibrada. Otimizar recursos sem prejudicar o funcionamento”, ponderou o pró-reitor.
Reunião
Na próxima semana, representantes do IFRN participarão da Reunião do Conselho de Reitores (CONIF) para debater o tema dos cortes e propor encaminhamentos. No dia 7, o Secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Ariosto Culau participará dessa reunião; no dia 8 haverá uma reunião do CONIF com a Frente Parlamentar dos Institutos Federais, na Câmara dos Deputados. No dia 10 há também uma audiência marcada com o Ministro da Educação, Abraham Weintraub.
O Ministério da Educação (MEC) anunciou que irá cortar recursos de universidades que não apresentarem desempenho acadêmico esperado e, ao mesmo tempo, estiverem promovendo “balbúrdia” em seus campi, afirmou o ministro Abraham Weintraub ao jornal O Estado de S. Paulo. Três universidades já foram enquadradas nesses critérios e tiveram repasses reduzidos: a Universidade de Brasília (UnB), a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA), disse. Segundo ele, a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais, está sob avaliação.
“Universidades que, em vez de procurar melhorar o desempenho acadêmico, estiverem fazendo balbúrdia, terão verbas reduzidas”, disse o ministro.
De acordo com Weintraub, universidades têm permitido que aconteçam em suas instalações eventos políticos, manifestações partidárias ou festas inadequadas ao ambiente universitário. “A universidade deve estar com sobra de dinheiro para fazer bagunça e evento ridículo”, disse. Ele deu exemplos do que considera bagunça: “Sem-terra dentro do campus, gente pelada dentro do campus”.
UFRN
R$ 116 milhões é o valor aprovado em orçamento para custeio de 2019;
R$ 34 milhões podem ser cortados com a nova medida do governo federal
40 mil é a quantidade aproximada de alunos;
Ufersa
R$ 50 milhões é o valor aprovado em orçamento para custeio de 2019;
R$ 12 milhões podem ser cortados com a nova medida do governo federal;
3,5 mil vagas anuais são oferecidas.
IFRN
R$ 67.380.582,00 foram aprovados na Lei Orçamentária Anual;
R$ 27 milhões é o valor bloqueado pelo governo federal;
40.178 estudantes estão matriculados atualmente, distribuídos em 21 campi (dados Relatório de Gestão 2018).
Fonte: Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI), UFRN E Ufersa.
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