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Categoria: Educação

Atenção estudantes! MEC divulga segunda chamada do ProUni nesta terça

Foto: Reprodução

O Ministério da Educação (MEC) divulga nesta terça-feira, dia 2, o resultado da segunda chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) na página do programa. Para assegurar a bolsa de estudos, os estudantes que foram selecionados devem, a partir desta terça-feira, ir às instituições de ensino e comprovar as informações fornecidas na hora da inscrição.

No site do ProUni está disponível a lista da documentação necessária. Cabe aos estudantes verificar, nas instituições de ensino para as quais foram selecionados, os horários e o local de comparecimento para a aferição das informações. O prazo para que isso seja feito vai até o dia 8 deste mês.

Aqueles que não foram selecionados podem ainda participar da lista de espera nos dias 15 e 16 de julho.

ProUni

Ao todo, serão ofertadas para o segundo semestre deste ano 169.226 bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior, sendo 68.087 bolsas integrais, de 100% do valor da mensalidade, e 101.139 parciais, que cobrem 50% do valor.

As bolsas integrais são destinadas a estudantes com renda familiar bruta per capita de até 1,5 salário mínimo. As bolsas parciais contemplam os candidatos que têm renda familiar bruta per capita de até 3 salários mínimos.

Quem pode participar

Podem participar do ProUni candidatos que não tenham diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. Além disso, os estudantes precisam ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada como bolsista integral.

É preciso ter obtido no mínimo 450 pontos na média aritmética das notas obtidas nas provas do Enem.

O cálculo é feito a partir da soma das notas das cinco provas, dividida por cinco. Outra exigência é de que o aluno não tenha tirado zero na redação.

Também podem se inscrever no programa estudantes com deficiência e professores da rede pública.

Com informações: Agência Brasil

Falta de conhecimento: 93% dos jovens do país não sabem o nome de um cientista brasileiro

(Rovena Rosa/Agência Brasil)

Os jovens brasileiros se interessam por ciência e acham que o governo deveria aumentar ou manter investimentos na área, mas esse grupo etário pouco conhece sobre o assunto, a ponto de 87% não conseguir citar uma única instituição nacional de pesquisa e 93% não saber o nome de algum cientista brasileiro, segundo pesquisa da INCT-CPCT (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia) divulgada no início desta semana.

A pesquisa ouviu 2.206 jovens entre os 15 e 24 anos em todo o Brasil. Ciência e tecnologia estão entre os assuntos pelos quais a juventude mais tem interesse, com 67% dos entrevistados afirmando a importância do tema. Só ficam na frente ambiente (80%), medicina e saúde (74%) e religião (67%). 

O desconhecimento dos jovens sobre ciência fica claro quando questionados sobre temas importantes da atualidade. Para 54% dos entrevistados, os cientistas podem estar exagerando quanto aos efeitos das mudanças climáticas. Outros 40% não concordam que os humanos evoluíram e descendem de outros animais. E, por fim, 25% dizem acreditar que vacinar crianças pode ser perigoso. 

Para ter contato com temas científicos, os jovens usam principalmente o Google e redes sociais, como Youtube, WhatsApp, Facebook e Instagram.

Além disso, a maior parte dos entrevistados (68%) diz achar impossível ou difícil distinguir se uma notícia relacionada à ciência é verdadeira. Contudo, os jovens afirmam que nunca ou com pouca frequência recebem notícias que acham que poderiam ser falsas. Segundo as respostas obtidas pela pesquisa, as fontes de informação mais confiáveis seriam professores, médicos e cientistas de universidades públicas.

Jornalistas são considerados como confiáveis por 24% dos entrevistados e como menos confiáveis por cerca de 26%.

FOLHAPREES

Sesc reúne professores em capacitação sobre a pedagogia da subjetividade

Durante três dias, cerca de 100 professores das Escolas Sesc do estado estarão reunidos no Senac Barreira Roxa, em uma capacitação sobre a importância do registro e documentação da prática pedagógica desenvolvida nas turmas de educação infantil e fundamental do Regional.

A abertura do evento contou com a apresentação musical dos alunos das turmas dos 4º e 5º anos da Escola Sesc Potilândia, conduzidos pelo professor de música, Sandro Roberto. Em seguida, o presidente do Sistema Fecomércio, Marcelo Fernandes de Queiroz, deu as boas-vindas aos participantes e destacou a importância da atualização de conhecimentos.

“Me sinto prestigiado de estar aqui neste momento, de ser recebido com uma bela exposição dos trabalhos feitos pelos alunos. Espero que esses dias sejam de trocas de conhecimentos e que possam levar toda essa experiência aprendida para o dia a dia das salas de aulas”.

A analista de educação infantil do Departamento Nacional do Sesc, Anna Paula Jannuzzi, pontou a sensibilidade e a importância em investir na área de educação.

“Já tem um tempo que acompanho o trabalho desenvolvido no Sesc Rio Grande, precisamente desde que entrei no Sesc há 27 anos. Percebo a sensibilidade dos gestores em investir em capacitações como esta, que refletem diretamente nas ações desenvolvidas em sala de aula, assim como as estruturas das escolas, tendo como exemplo a ampliação da Escola Sesc Mossoró”, destaca Jannuzzi. 

A pedagoga Tais Romero iniciou a programação com a palestra “Documentação do Olhar”, seguido de oficinas pedagógicas que serão realizadas no transcorrer dos três dias do evento que também contará com a condução da analista de educação fundamental do Departamento Nacional do Sesc, Lucilia Helena Craveiro Soares.

No Rio Grande do Norte, o Regional possui sete Escolas Sesc com aproximadamente 3 mil alunos, sendo três na grande Natal (Potilândia, Zona Norte e Macaíba) e quatro no interior (Caicó e Mossoró, São Paulo do Potengi e Nova Cruz), sendo as duas últimas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e educação complementar.

Pedagogia da Subjetividade

É diversidade, circularidade e propõe a escuta que ouve com respeito, o olhar que vê com respeito e a construção de conhecimento a partir de todas as possibilidades disponíveis, porque estamos no caminho, estamos em construção e não temos a pretensão de sermos únicas onde podemos ser plurais.

Sobre a palestrante

Fundadora da Pedagogia Subjetividade, Tais Romero é pedagoga, psicopedagoga, formada pela PUC/São Paulo, especialista em coordenação pedagógica em Educação Infantil pela Reggio Children/Itália, pesquisadora da infância e representante oficial do Jardín Fabulinus/Argentina no Brasil.

Sistema Fecomércio RN realiza Fórum de Aprendizagem de Natal e região Metropolitana

O Sistema Fecomércio RN irá realizar, no próximo dia 26 de junho, o Fórum de Aprendizagem de Natal e região Metropolitana. O evento ocorrerá no Hotel Holiday Inn, das 8h às 12h, com uma programação que prevê a participação dos jovens aprendizes, empresários, instrutores, supervisores pedagógicos e gestores que trabalham no Programa de Aprendizagem Profissional Comercial, desenvolvido pelo Senac RN.

O evento tem como objetivo fortalecer o Programa, proporcionando o relacionamento entre as empresas parceiras, instrutores e alunos. Para este Fórum, irão participar cerca de 550 jovens aprendizes, destes, cerca de 80 receberão seus certificados de formação. Atualmente, cerca de 60 empresas distribuídas no setor do Comércio de Bens, Serviços e Turismo são parceiras do Programa no estado.

O presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, destaca a importância do Fórum, como uma forma de consolidar e divulgar o principal objetivo do Programa que é a qualificação e inserção dos jovens no mercado de trabalho, além de promover a interação e apresentação dos resultados às empresas parceiras. “O Programa de Aprendizagem vem, ao longo dos anos, prestando um serviço excelente de qualificação e inserção dos jovens no mercado de trabalho. Trata-se de uma iniciativa do Sistema Fecomércio que só é possível, por meio do envolvimento das empresas, que estão sensíveis à necessidade de investirmos na profissionalização dos nossos  jovens”, declara o presidente.

Sobre o Programa de Aprendizagem Profissional Comercial

Iniciado em 2002 para atender aprendizes encaminhados pelas empresas do setor do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. O Programa de Aprendizagem do Senac RN oferece uma ampla grade de cursos gratuitos aos jovens maiores de 14 anos e menores de 24 anos, que são encaminhados pelas empresas do setor. Desde 2011, mais de 10 mil jovens foram atendidos com cursos gratuitos de Aprendizagem Profissional Comercial em Serviços Administrativos; Serviços de Supermercados; serviços de Atendimento em Postos de Combustíveis; Serviços Hoteleiros; Serviços de Vendas; Serviços de Restaurantes e Bar.

Senac

UFRN conquista o °77 lugar no ranking das 391 melhores Universidades da América Latina

Ilustração

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) está entre as melhores instituições de ensino no Brasil e América do Sul, segundo o “Latin America University Rankings 2019” da revista inglesa Times Higher Education (THE), publicado nessa terça-feira (18). Ao todo, foram avaliadas 391 Universidades.

A classificação utiliza 13 indicadores de desempenho que são aplicados no “THE World University Rankings”. São avaliados critérios de ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e perspectivas internacionais.

A UFRN é uma universidade pública com sede em Natal, capital do Estado do Rio Grande do Norte, na costa nordeste. Segundo avaliação do Ministério da Educação, a UFRN é uma das melhores instituições de ensino superior do país e o principal polo universitário do estado.

Além disso, é uma das dez maiores universidades brasileiras em número de estudantes de graduação (36.000). Possui 2 campi em Natal e 5 no campo.

Oferece 78 cursos de graduação, 7 como ensino a distância, cobrindo a maioria das áreas de conhecimento. Oferece 21 estágios médicos e 82 cursos de pós-graduação strito sensu (52 mestrados e 30 doutorados). Coordena o maior projeto de pesquisa e pós-graduação do estado.

A comunidade universitária pode contar com modernas instalações e tecnologias de informação e comunicação, bem como sistemas de informação integrados de última geração, que permitem um ambiente muito tecnológico.

A internacionalização é um dos seus princípios norteadores e possui acordos de cooperação com mais de 70 universidades estrangeiras, enviando e recebendo estudantes de todo o mundo.

Quase um quarto dos jovens brasileiros não estuda nem trabalha, revela IBGE

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Quase um quarto dos jovens brasileiros (23%) nem estuda nem trabalha, segundo os novos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad contínua) sobre educação, divulgados na manhã desta quarta-feira, 19. O porcentual é ainda mais alto na faixa etária que vai dos 18 aos 24 anos, idade em que, teoricamente, deveriam estar na universidade, chegando a 27 7%.

A Pnad revela que o Brasil tem 47,3 milhões de jovens, de 15 a 29 anos de idade. Desse total, 13,5% estavam ocupados e estudando; 28,6% não estavam ocupados, porém estudavam; 34,9% estavam ocupados e não estudavam. Finalmente, 23% não estavam ocupados nem estudando. Os percentuais aferidos em 2018, segundo os pesquisadores, são similares aos de 2017.

“É importante ressaltar que elevar a instrução e a qualificação dos jovens é uma forma de combater a expressiva desigualdade educacional do País”, sustenta a pesquisa. “Além disso, especialmente em um contexto econômico desfavorável, elevar a escolaridade dos jovens e ampliar sua qualificação pode facilitar a inserção no mercado de trabalho, reduzir empregos de baixa qualidade e a alta rotatividade.”

A desigualdade se revela ainda mais acentuada quando aplicado o recorte por raça e gênero. Entre as pessoas brancas, 16,1% trabalhavam e estudavam – mais do que entre as pessoas autodeclaradas de cor preta ou parda (11,9%). Os percentuais de pessoas brancas apenas trabalhando (36,1%) e apenas estudando (29,3%) também superou o de pessoas pretas e pardas, 34,2% e 28 1%, respectivamente. Consequentemente, o porcentual de pessoas pretas ou pardas que não trabalhavam nem investiam em educação é de 25,8%, 7 pontos percentuais mais elevado que o de brancos.

Comparando homens e mulheres, o problema se repete de forma ainda mais grave. Entre as mulheres, a pesquisa mostrou que o porcentual das que não trabalhavam nem estudavam era de 28,4%. O de homens é bem menor: 17,6%.

De acordo com a pesquisadora, parte da explicação para este fenômeno está nos trabalhos domésticos. A realização de afazeres domésticos ou o cuidado com outras pessoas foram os motivos alegados por 23,3% das mulheres para não estarem estudando nem trabalhando. Entre os homens, esse porcentual é de meros 0,8%. Os números se mantêm estáveis desde 2017.

Águas cita como exemplo um outro indicador levantado pela pesquisa. A Pnad contínua divulgada nesta quarta aferiu pela primeira vez a frequência a creches, entre crianças de até um ano de idade (a educação é obrigatória no Brasil a partir dos 4 anos). No total, somente 12,5% frequentavam a creche. E os piores índices estavam, justamente, no Norte (3,0%) e no Nordeste (4,6%) – lugares onde a participação das mulheres no mercado de trabalho também é mais baixa.

Analfabetismo

Segundo a Pnad contínua, o Brasil tem 11,3 milhões de pessoas (com 15 anos ou mais) que são analfabetas – uma taxa de analfabetismo de 6,8%. Em relação a 2017, houve uma queda de 0,1 ponto porcentual, o que corresponde a uma redução de 121 mil analfabetos. Mais uma vez, os negros são mais afetados que os brancos: são 9,1% contra 3,9%.

O analfabetismo no País está diretamente associado à idade. Quanto mais velho o grupo populacional, maior a proporção de analfabetos; refletindo uma melhora da alfabetização ao longo dos anos. Segundo os números de 2018, eram quase 6 milhões de analfabetos com 60 anos ou mais, o que equivale a uma taxa de analfabetismo de 18,6% para este grupo etário.

“A taxa de analfabetismo em geral vem caindo, a situação melhorou para o Brasil todo”, afirmou Marina Águas. “O que a gente observa é uma questão de idade importante, um componente demográfico. Com esse grupo mais velho falecendo, a tendência é cair ainda mais.”

No Brasil, a proporção de pessoas de 25 anos ou mais que finalizaram a educação básica obrigatória, ou seja, concluíram, no mínimo, o ensino médio, manteve uma trajetória de crescimento e alcançou 47% da população. O estudo chama atenção para o porcentual de pessoas com o ensino superior completo, que passou de 15,7% em 2017 para 16,5% em 2018.

A média de anos de estudos dos brasileiros é de 9,3 anos – um número que vem crescendo, em média, 0,2 ao ano. A diferença em relação à raça permanece. Os brancos têm 10,3 anos de estudo, contra 8,4 dos negros. As diferenças regionais também acentuam a desigualdade. O número mais baixo é no Nordeste, 7,9, e o mais alto, no Sudeste, 10,0.

Rede Pública

A rede pública de ensino formou 74,3% dos alunos na creche e na pré-escola. O porcentual aumenta no ensino fundamental, chegando a 82,3%. No ensino superior, no entanto, a situação se inverte. A maior parte dos alunos é formada por escolas privadas, 74,2%.

“É natural que tendo cada vez mais gente com o ensino médio completo haja uma pressão para a expansão do ensino superior”, constata a pesquisadora. “E quem tem a maior capacidade de resposta é a rede privada.”

Álvaro Dias destaca contribuição com o futuro de Natal durante inauguração de CMEI

Cercada de emoção, pela homenagem a uma educadora que marcou muito os educadores de Natal, e também pelo significado da prioridade de investimento que está sendo dada à rede municipal de ensino, o prefeito de Natal, Álvaro Dias, e a secretária municipal de Educação, professora Cristina Diniz, inauguraram, nessa terça-feira (18), mais uma sede própria de Centro Municipal de Educação Infantil: o Terezinha de Jesus Souza Lima, que passou a funcionar desde o dia 27 de maio na Rua Ubaituba, s/n, Conjunto Santarém, Bairro Potengi, zona Norte da capital.

“Sinto alegria dobrada, porque sei a importância que tem a escola para o futuro do nosso país. Não teremos futuro melhor, se não investirmos pesado na educação. Por isso, sinto ainda mais felicidade numa inauguração dessa, por saber que estamos dando nossa contribuição para a cidade de Natal. Estamos entregando escolas de alto nível, em estrutura e equipe pedagógica, que não devem em nada a nenhuma da rede privada de ensino de Natal. São unidades de ensino bem equipadas e estruturadas e que vão dar condições às crianças que aqui estudam de um futuro promissor”, ressalvou.

Palavras essas que foram reforçadas pela titular da SME. “Estamos entregando um equipamento de primeiro mundo. É uma felicidade muito grande para todos nós, porque sabemos da importância do trabalho com a primeira infância para uma sociedade. Tudo que se faz do zero ao seis anos traz resultado muito positivos lá na frente. Por isso, é importante estimular, nas crianças, um trabalho cognitivo, social, emocional, que vai refletir nos adultos que serão. Ao prefeito Álvaro Dias, nosso agradecimento por estarmos recebendo essa maravilha. Muito mais importante que o espaço, é atender a comunidade com dignidade, para que essas crianças possam se tornar cidadãos dignos e transformadores de um mundo melhor. Desejo que esse espaço traga muita felicidade para todos que aqui frequentam”, discursou Cristina.

NOVO PRÉDIO

Com uma estrutura física moderna e de qualidade, espaços amplos, mobiliários e materiais pedagógicos preparados para atender às necessidades da primeira infância, a unidade de ensino possuía 199 crianças matriculadas em 2018, quando as crianças eram atendidas em um imóvel alugado. E, no ano letivo 2019, tem 405 crianças matriculadas. Porém, com a entrega do prédio novo, tem capacidade de atendimento para até 462 crianças, mais que o dobro da anterior. Funcionando com turmas dos níveis I ao IV da Educação Infantil, em horário parcial das 7h às 11h e das 13h às 17h, as aulas já começaram no dia 27 de maio.

A obra foi executada pela empresa Arko Engenharia, com recursos federais e contrapartida do município, com investimentos de mais de dois milhões de reais. O novo prédio, com padrão Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e obra do Proinfância Tipo 1, também teve toda a parte de acessibilidade construída. A nova estrutura física do CMEI conta com dez salas de aula, hall, secretaria, sala dos professores, direção, almoxarifado, sala multiuso, lactário, fraldários, espaço de amamentação, solários, refeitório, cozinha, despensa, copa funcionários, varanda de serviço, pátio de serviço, central de gás, depósito de lixo orgânico e reciclável, lavanderia, rouparia, depósito de material de limpeza e pátio coberto.

Também foram construídos banheiros infantis e adultos: masculinos e femininos e vestiários, banheiros adaptados para pessoas com deficiência ou pouca mobilidade e sanitários para portadores de necessidades especiais infantil. Na área externa, estão: o playground, jardins, castelo d’água, área de estacionamento e uma guarita. Esse CMEI atende crianças dos dois aos cinco anos e 11 meses e conta com 13 educadores infantis, 13 estagiários, duas coordenadoras pedagógicas, cinco auxiliares de serviços gerais, dois assistentes de secretariado, duas merendeiras, duas auxiliares de cozinha, quatro porteiros diurnos e quatro porteiros noturnos. A unidade é administrada pelas professoras Viviane Aparecida Lima Souza (gestora administrativa) e Maria da Conceição da Silva Costa Borges (gestora pedagógica).

BIOGRAFIA DA PATRONESSE

Terezinha de Jesus Souza de Lima, nascida em 01 de setembro de 1963, é natural de Natal/RN e filha de Severino Camilo de Lima e Iraci Souza de Lima. Residia na Rua Tajaraçu, 172, no bairro de Lagoa Azul, Natal/RN. Em 27 de dezembro de 1990 concluiu o Magistério no Colégio Estadual do Atheneu Norteriograndense, adquirindo o título de professora do ensino do 1º grau – 1ª a 4ª série. No ano de 2005 começou o curso de Pedagogia do Instituto Kennedy. Atuava em sala de aula desde 01 de novembro de 1989. Em 2005, atuou no Centro Infantil Pajuçara II, no Jardim I da Educação Infantil e em 2006 esteve no Jardim II. Atuou na educação por quase 23 anos.

Por uma coincidência trágica, no ano de criação da Lei Maria da Penha, de 7 de agosto de 2006, é o mesmo que encerra a carreira profissional da professora, aos 42 anos. Na madrugada do dia 15 de agosto de 2006, Terezinha de Jesus foi assassinada pelo companheiro Francisco Canindé de Araújo, com golpes de tijolada. A professora, que dedicava a sua vida aos alunos e aos estudos, deixou órfãos seus dois filhos Tatiane Souza de Lima e Francisco Canindé de Araújo Júnior.

NOVO FUNDEB: Especialistas defendem aumento de repasse da União para garantir continuidade do fundo permanentemente

Pedro França/Agência Senado

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) realizou nessa terça-feira, 18, a quarta audiência pública sobre a manutenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que perde a vigência em 2020.

O senador Flávio Arns (Rede-PR) voltou a defender que o Fundeb seja uma política pública definitiva. Já os especialistas trataram de novas formas de financiamento, como o megaleilão do pré-sal marcado para o dia 6 de novembro, e o Custo-Aluno Qualidade, conhecido como CAQ, uma forma de se aproximar de índices educacionais de países mais desenvolvidos.

Vale ressaltar que o Fundeb é uma das principais pautas entre os especialistas em educação e responsável por 63% dos recursos aplicados na educação básica. O Fundeb foi criado a partir de uma emenda constitucional em 2006, com prazo de vigência estipulado em 14 anos, expirando, assim, no próximo ano.

Durante audiência pública realizada nessa terça-feira, os debatedores defenderam o novo Fundeb deve ter mais recursos e melhor fiscalização, além da possibilidade de tornar o fundo uma garantia permanente para a educação.

Com Informações: Agência Senado