
PARA VIABIILZAR SUA CANDIDATURA, FÁBIO DANTAS DEPENDE DE FATORES EXTERNOS, SOBRE OS QUAIS TEM POUCA INFLUÊNCIA
É destaque no blog do colega Carlos Santos (Coluna do Herzog), analista de primeira qualidade, sediado lá nas terras de Santa Luzia:
A pré-candidatura do vice-governador dissidente Fábio Dantas (PSB) está ‘entubada’.
Funciona artificialmente.
Mas não entrou em estágio terminal.
Por enquanto.
Existem pelo menos três vieses para serem analisados, que podem tirar a postulação desse patamar, ressuscitando-a:
1 – A saída ‘na marra’ do governador Robinson Robinson (PSD), por reprovação de suas contas pela Assembleia Legislativa, possibilitará a condução de Fábio Dantas ao governo;
2 – A aposta do PSDB em sua candidatura, para fazer frente a Carlos Eduardo Alves (PDT) e Fátima Bezerra (PT). A propósito, a “candidatura Fábio Dantas” é uma invenção do presidente da Assembleia Legislativa e do partido dos tucanos, deputado Ezequiel Ferreira, mas virou rapidamente o “Plano B” ou “C”;
3 – A necessidade do PSB nacional de ter palanque à iminente candidatura presidencial do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, que aparece com capacidade de grande crescimento, conforme recentes pesquisas.
Nos três casos, Fábio depende de ações e fatores externos e sobre os quais tem pouca influência. Até aqui, sua pré-candidatura é quase um “fake” (algo falso).
