
O Rio Potengi “é um complexo turístico a ser trabalhado”, afirmou o secretário municipal Arthur Dutra ao destacar o potencial de integração entre o Complexo Turístico da Redinha e outros pontos da capital potiguar. Segundo ele, o equipamento, que segue aberto após período de reabertura com apoio do Sistema Fecomércio RN, pode atuar como polo de desenvolvimento turístico na região.
“O Rio Potengi […] é um complexo turístico a ser trabalhado, sem dúvida nenhuma”, disse. Ele citou áreas como Ribeira, Forte dos Reis Magos, a Ponte Newton Navarro e o entorno da Redinha como parte desse eixo. “O Mercado da Redinha pode ser esse polo dentro do rio”, acrescentou.
Ele afirmou que a Prefeitura acredita que, com a conclusão do processo de concessão, será possível viabilizar a implantação de um píer para passeios de barco e que já existe demanda e projetos para estruturas desse tipo ao longo do Rio Potengi, inclusive na região da Pedra do Rosário.
O Mercado da Redinha continua funcionando sob gestão da Prefeitura do Natal, através da Semsur. De acordo com o secretário, “haverá necessidade de fazer algumas pequenas complementações da parte do caramanchão, que ainda precisa ser concluído, mas isso vai ser visto para depois da Semana Santa”.
Na reabertura no fim do ano passado, o espaço contou com o apoio técnico do Sistema Fecomércio, por meio do Sesc e do Senac. “Sucesso, essa palavra define bem essa experiência”, afirmou o secretário. “Foi o assunto do verão da autoestima de Natal, sem dúvida nenhuma”.
O Senac atuou na capacitação dos permissionários e o Sesc na programação durante a reabertura. As ações incluíram atendimentos de saúde, atividades culturais com 18 grupos locais, biblioteca móvel, sessões de cinema, oficinas e caminhadas históricas.
O equipamento conta com 33 boxes, todos ocupados durante o período da parceria. “A seleção do local foi feita por sorteio”, afirmou Arthur Dutra. Ele também informou que há sete espaços maiores destinados a restaurantes que ainda serão disponibilizados.
A qualificação dos permissionários foi uma das frentes da parceria. “O Senac montou uma capacitação customizada e personalizada para os permissionários, chamada ‘Os Sabores da Redinha’”, disse o secretário. Segundo ele, 47 pessoas se matricularam e mais de 60% concluíram o curso.
Arthur Dutra também apontou mudança no perfil do público. “O mercado agora atrai um público mais diverso”, disse. A Prefeitura estuda a concessão do equipamento para a iniciativa privada — ainda sem prazo definido.
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