A respeito do evento “Bloco das Virgens” e das desinformações a respeito do papel dos organizadores e dos órgãos da Prefeitura, é importante destacar que qualquer evento não realizado por um ente público, ainda que em via pública e sem pagamento de ingresso, é privado.
Qualquer apoio prestado pela Prefeitura não substitui a responsabilidade dos seus organizadores. Para o bloco deste domingo, foi disponibilizado o mesmo contingente do Trânsito e da Saúde destacado para os eventos organizados pela Prefeitura.
Importa destacar que a responsável legal que se apresentou à Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte assinou a ciência de Termo de Responsabilidade. Nele, constam importantes informações. Além de assumir a responsabilidade civil, criminal e administrativa dos eventos, a organização se comprometeu a assumir as condições de segurança aos participantes e ao público em geral, logística, limpeza e controle de tráfego, apoio de staff, equipe médica e ambulância. E mais, a organização ficou ciente de que a SMTT autorizou a interdição parcial da vias e não total, conforme solicitado, e que a atuação de seus agentes ocorreria com o apoio técnico no tocante à interdição temporária das vias durante o percurso do bloco, não se responsabilizando por quaisquer acidentes, danos materiais ou pessoais, ocorridos antes, durante ou após o evento.
Portanto, não se sustenta a tese de que a responsabilidade pelo acidente ocorrido seria do Trânsito municipal, uma vez que a organização ignorou os procedimentos de segurança no entorno da carreta, bem como descumpriu o seu papel à frente do evento.
Jefferson Stanley Secretário Municipal de Trânsito e Transporte
Uma declaração feita durante uma missa no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida colocou o padre Ferdinando Mancilio no centro de uma polêmica política. Sem mencionar nomes, o sacerdote criticou a caminhada até Brasília liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), classificando o ato como uma busca por poder, e não como uma iniciativa em defesa da população.
Na homilia, Mancilio afirmou que não faria sentido uma mobilização desse porte partir de alguém que, segundo ele, “não teve nenhum projeto” em benefício do povo. Para o padre, o discurso de defesa da vida usado no ato seria incoerente com a prática política de seus organizadores.
– Não adianta querer fazer uma marcha para Brasília alguém que nunca teve nenhum projeto a favor do povo, e dizer que está defendendo a vida. Mentira, quer o poder. Acho que você entende o que estou dizendo – afirmou.
A fala ocorreu em 25 de janeiro, data em que a caminhada organizada por Nikolas foi encerrada com uma manifestação em Brasília. O ato, que reuniu milhares de pessoas, teve como principal bandeira a defesa da anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, além do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.
Ainda durante a missa, o padre também se posicionou contra a defesa do porte de armas por cristãos. Ele relatou um diálogo com um fiel que, de acordo com ele, se dizia religioso e favorável ao armamento, e rebateu afirmando que armas têm como finalidade ferir ou matar, o que, para o sacerdote, seria incompatível com os valores do cristianismo.
– “Padre, eu sou cristão, mas sou a favor das armas”, me disse uma pessoa aqui no Santuário. Não tem jeito, é impossível. A arma só tem uma finalidade, de ferir e matar. Alguém me disse que o machado também mata, mas sua finalidade é outra. De que lado nós estamos? – indagou.
A Caminhada pela Justiça e Liberdade percorreu aproximadamente 240 quilômetros, partindo de Paracatu (MG) e atravessando trechos de Minas Gerais e Goiás ao longo de seis dias. O trajeto terminou na Praça do Cruzeiro, em Brasília, onde aconteceu uma manifestação que, mesmo em meio a fortes chuvas, reuniu milhares de pessoas.
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), deve lançar a pré-candidatura ao governo do Rio Grande do Norte em um evento de seu grupo político neste sábado (7). As apurações são da jornalista Anna Ruth Dantas, da 98 FM Natal.
De acordo com a apuração da jornalista, o encontro reforçará a união do grupo (formado pelas legendas União Brasil, PP, MDB, Solidariedade e PSD) em torno do nome de Bezerra ao pleito de outubro. No sábado (1º), os partidos estiveram reunidos em um encontro que marcou as articulações políticas em preparação para as eleições.
As reuniões, ainda conforme apurado por Anna Ruth, também representam uma demonstração de solidez política após a repercussão da Operação Mederi (na qual Allyson foi um dos alvos), deflagrada pela Polícia Federal no território potiguar com o objetivo de desmontar um esquema de desvio de recursos públicos e fraudes em licitações na área da saúde.
As ações da PF também aceleraram o lançamento, que ocorreria após o Carnaval.
A operação As investigações indicam a existência de irregularidades em contratos de fornecimento de insumos para a rede pública de saúde, firmados com empresas sediadas no Rio Grande do Norte. Essas empresas, segundo a PF, prestavam serviços a administrações municipais de vários estados brasileiros.
A apuração teve início a partir de auditorias realizadas pela Controladoria-Geral da União (CGU). Relatórios do órgão apontam falhas graves na execução dos contratos, incluindo pagamentos por materiais que não teriam sido entregues, fornecimento inadequado de insumos e prática de sobrepreço.
Os governadores começaram 2026 em meio a articulações políticas para as eleições de outubro, com movimentos que incluem migrações partidárias, renúncias para concorrer a outros cargos e até mesmo estratégias de mistério sobre o futuro político.
Dos atuais 27 governadores, 20 estão com destino político selado: 9 concorrem à reeleição, 9 vão disputar o Senado e 2 não serão candidatos. Outros 4 tentam se viabilizar como candidatos à Presidência e 3 ainda não decidiram se vão disputar as eleições.
Os governadores que vão concorrer a outros cargos precisam renunciar até o dia 4 de abril, cumprindo a legislação eleitoral. As renúncias devem mexer com o tabuleiro de ao menos 13 estados, com a ascensão dos vices em 11 deles.
Em ao menos dez unidades da federação, os vice-governadores são os candidatos à sucessão. O movimento, na maioria dos casos, busca manter a ascendência dos atuais governadores sobre seus respectivos grupos políticos.
Em Minas Gerais, o governador Romeu Zema (Novo) vai passar o bastão para o vice Matheus Simões (PSD). Seu principal desafio é se tornar mais conhecido –para isso tem apostado nas redes sociais e na visibilidade do padrinho político Zema, que se lançou como pré-candidato a presidente.
O cenário é semelhante no Pará, onde a vice-governadora Hana Grassan (MDB) disputa a sucessão de Helder Barbalho (MDB), que vai disputar o Senado. Será a primeira vez que ela vai concorrer a um cargo majoritário como cabeça de chapa.
No Rio Grande do Sul, o vice-governador Gabriel Souza (MDB) terá o apoio de Eduardo Leite (PSD) em uma disputa que começa polarizada entre nomes do PT e o PL. Outros vices vão concorrer no Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Espírito Santo, Acre e Roraima.
As renúncias vão ampliar o predomínio da centro-direita nos estados. O PP, que tem dois governadores, chegará a quatro com a ascensão dos vices Lucas Ribeiro, na Paraíba, e Celina Leão, no Distrito Federal. O Republicanos dará um salto semelhante, e terá quatro governadores, incluindo Otaviano Pivetta, em Mato Grosso, e Edilson Damião, em Roraima.
O MDB dará um salto de dois para cinco governadores com a ascensão dos vices no Pará, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. Já o PSD poderá ficar com cinco governadores após a renúncia dos presidenciáveis Ronaldo Caiado (Goiás), Ratinho Jr. (Paraná), e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul).
O presidente Lula (PT) manterá aliados no comando de dez estados, mas a esquerda vai perder espaço com as renúncias de Fátima Bezerra (PT-RN), Renato Casagrande (PSB-ES) e João Azevêdo (PSB-PB).
Os pessebistas serão substituídos por vices da centro-direita, enquanto a petista enfrenta um cenário nebuloso após o rompimento com o vice-governador Walter Alves (MDB), que será candidato a deputado estadual e também vai se desincompatibilizar.
Caberá à Assembleia Legislativa escolher um novo governador para um mandato-tampão. Para a eleição de outubro, o PT escolheu o nome de Cadu Xavier, secretário estadual da Fazenda.
No Rio de Janeiro, o quadro é parecido. O governador Cláudio Castro (PL) vai renunciar para concorrer ao Senado, mas está sem vice: Thiago Pampolha deixou o cargo no ano passado para assumir uma cadeira no Tribunal de Contas do Estado. O estado também precisará eleger um governador-tampão.
No Maranhão e em Alagoas, os governadores permanecem no cargo até o fim do mandato. O alagoano Paulo Dantas (MDB) articula a volta do seu antecessor, o ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB).
No caso maranhense, o governador Carlos Brandão (sem partido) abdicou de concorrer ao Senado após desavenças com o vice Felipe Camarão (PT). Ele segue no cargo para articular a candidatura do sobrinho, o secretário estadual Orleans Brandão.
No Amazonas, Tocantins e Rondônia, os governadores fazem mistério quanto ao futuro político. Nos três casos, os governadores têm rusgas com os seus vices e pretendem manter o domínio da máquina pública para eleger aliados como sucessores.
Wilson Lima (União Brasil), governador do Amazonas, quer disputar Senado, mas enfrenta desgastes em sua gestão. Uma opção cogitada é concorrer a deputado federal.
No caso do Tocantins, o governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) foi afastado pela Justiça em setembro de 2025 e ficou três meses fora do cargo, dando lugar ao vice Laurez Moreira (PSD), seu desafeto. Agora, resiste em passar o bastão para o vice.
Dentre os governadores que devem disputar a reeleição estão Tarcísio de Freitas (Republicanos), em São Paulo, que perdeu fôlego como presidenciável com a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL).
Na esquerda, os petistas Jerônimo Rodrigues (Bahia) e Elmano de Freitas (Ceará) enfrentam desgastes sob a sombra de seus antecessores, os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Camilo Santana (Educação). A tendência, contudo, é que ambos disputem a reeleição.
Em Santa Catarina, o governador Jorginho Mello (PL) enfrentou um revés com o rompimento do MDB, legenda com mais prefeitos no estado. Ainda assim, segue como favorito para a reeleição no estado, que tem forte viés bolsonarista.
Apesar do discurso do governo Lula de ampliar a tributação sobre os mais ricos, os impostos incidentes sobre renda e patrimônio perderam participação na arrecadação federal nos primeiros anos da atual gestão. Dados da Receita Federal mostram que esses tributos representavam 42% do total arrecadado em 2022, último ano do governo anterior, e caíram para 40% em 2025, dentro de um montante de R$ 2,8 trilhões.
No mesmo período, quem ganhou peso foram os impostos sobre consumo, que afetam de forma mais direta a população de baixa renda. A participação dos tributos sobre bens e serviços subiu de 24,8% para 26,8% do total arrecadado, enquanto as cobranças sobre movimentações financeiras também avançaram, ainda que de forma mais tímida. Já os tributos sobre a folha de salários perderam espaço, encerrando 2025 com 28,4% do bolo.
Especialistas apontam que o movimento tem relação com fatores técnicos e conjunturais, como o fim de desonerações concedidas em 2022, mudanças após decisões do STF e a maior eficiência da máquina arrecadatória, especialmente na cobrança de PIS e Cofins. Além disso, a perda de dinamismo nos lucros de setores como o petrolífero reduziu a arrecadação de impostos sobre o lucro das empresas, que são mais voláteis.
Apesar disso, em valores nominais, todos os grupos de tributos cresceram acima da inflação, reflexo da estratégia do governo de priorizar o aumento de receitas em vez do corte de despesas. A expectativa do Planalto é que, a longo prazo, a reforma tributária do consumo e medidas como o imposto mínimo sobre altas rendas aumentem a progressividade do sistema, embora, por ora, o peso maior da arrecadação continue recaindo sobre o consumo.
A CPI do INSS retoma os trabalhos após o recesso parlamentar, no próximo dia 5, cercada de incertezas sobre seu futuro. A oposição articula a prorrogação da comissão por mais dois meses, além do prazo regimental de 120 dias, com o objetivo de aprofundar investigações que passaram a atingir o entorno do presidente Lula, especialmente seu filho, Fábio Lula da Silva, o Lulinha.
A informação é da colunista Malu Gaspar, do O Globo. A estratégia, no entanto, enfrenta resistência no comando do Congresso. Por se tratar de uma CPI mista, cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), decidir sobre a prorrogação. Nos bastidores, aliados do parlamentar indicam que não há disposição para estender os trabalhos, avaliando que a comissão já teria cumprido seu papel e que a continuidade poderia transformar o colegiado em palco eleitoral.
A pressão da oposição aumentou após a Polícia Federal informar ao STF que apura a possível atuação de Lulinha como “sócio oculto” do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o chamado Careca do INSS, apontado como pivô do esquema de descontos indevidos em aposentadorias. Embora a PF destaque que não há indícios diretos de envolvimento do filho do presidente, o tema reacendeu pedidos de convocações e quebras de sigilo ainda pendentes na comissão.
Além do impacto político, o calendário eleitoral pesa contra a prorrogação da CPI. Parlamentares admitem que o ritmo intenso de sessões dificulta a atuação nas bases eleitorais, enquanto o prolongamento tende a favorecer figuras centrais da comissão. Nos bastidores, a avaliação é de que, sem aval da cúpula do Congresso, a CPI caminha para um encerramento antecipado, mesmo sob forte pressão da oposição.
Um acidente envolvendo um trio elétrico marcou o início da noite deste domingo (1º) durante a prévia carnavalesca do Bloco das Virgens, realizada na Avenida Olímpio Maciel, em Macaíba, na Região Metropolitana de Natal. O incidente resultou em veículos atingidos e deixou pelo menos uma pessoa ferida.
De acordo com informações apuradas no local, uma ambulância da rede municipal de saúde acompanhava o evento e prestou atendimento imediato à vítima, uma mulher, que foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Outras pessoas sofreram escoriações leves e receberam assistência no próprio local.
Apesar de o bloco não integrar oficialmente a programação da Prefeitura, a presença da ambulância foi solicitada pela organização do evento, já que o desfile ocorreu em via pública. O apoio permitiu que o socorro fosse realizado de forma rápida após o ocorrido.
As causas do acidente ainda não foram divulgadas pelas autoridades. Após o susto e o atendimento aos feridos, o trio elétrico seguiu o percurso previsto até o final do circuito, no Centro da cidade, e a prévia continuou.
O Bloco das Virgens é uma das maiores prévias carnavalescas do Rio Grande do Norte e reuniu milhares de foliões ao longo da tarde, com atrações musicais e grande movimentação na Avenida Olímpio Maciel. O caso será apurado para esclarecer o que provocou o acidente.
Adélio Bispo de Oliveira, autor do ataque a faca contra o então candidato Jair Bolsonaro em 2018, afirmou a peritos que teria a intenção de concorrer à Presidência da República em 2026. Segundo o laudo, ele chegou a citar os jornalistas William Bonner e Patrícia Poeta como possíveis vices, alegando confiar na credibilidade dos apresentadores.
Os peritos responsáveis pela avaliação médica, no entanto, classificaram as declarações como delírios, destacando que o conteúdo revela um claro distanciamento da realidade. O documento aponta a presença de transtornos mentais graves, incompatíveis com a capacidade civil plena.
De acordo com os especialistas, Adélio não reúne condições psíquicas para responder por seus atos de forma consciente, o que reforça a necessidade de acompanhamento permanente.
Atualmente, ele permanece sob custódia do Estado, com monitoramento contínuo da Justiça e de equipes de saúde, seguindo o entendimento já consolidado de inimputabilidade penal no caso.
Com grandes nomes como Natanzinho Lima, Mara Pavanelly, Márcia Fellipe, Grafith, Saia Rodada, Ricardo Chaves, Tarcísio do Acordeon e Cavaleiros do Forró, Parnamirim vai pulsar no ritmo da alegria, da cultura e do desenvolvimento econômico. A Prefeitura lançou oficialmente a programação do Carnaval de Parnamirim 2026, que promete ser o maior dos últimos anos, consolidando o município como sede de um dos maiores carnavais do Rio Grande do Norte. A Praia de Pirangi será o grande palco dessa festa histórica, reunindo atrações nacionais e locais e atraindo milhares de foliões.
A programação começa com uma grande prévia carnavalesca no dia 7 de fevereiro, ao som de Natanzinho Lima e Thulio Milionário, aquecendo o clima de festa e anunciando dias de muita música e animação. Com investimentos estratégicos na realização de eventos, a gestão da prefeita Nilda reafirma o compromisso com o fortalecimento da economia local, a geração de emprego e renda e a valorização da cultura.
Além da programação cultural, a Prefeitura de Parnamirim demonstra que a cidade está preparada para receber um grande fluxo de visitantes e foliões. Durante o último verão ficou evidenciando a eficiência dos serviços e a capacidade de organização do município em períodos de alta demanda. Para o Carnaval 2026, toda a gestão estará em prontidão, com atuação integrada das áreas de segurança, saúde, assistência social, Secretaria da Mulher, Secretaria de Meio Ambiente e demais pastas, garantindo acolhimento, organização e bem-estar. O objetivo é oferecer uma festa segura, estruturada e com a melhor experiência possível para moradores e turistas.
O Carnaval movimenta toda a cadeia produtiva, do turismo ao comércio, dos ambulantes à rede hoteleira, impulsionando o desenvolvimento e colocando Parnamirim no centro do calendário festivo do estado. Para a prefeita Nilda, o Carnaval de Parnamirim vai muito além da festa: “Estamos preparando um Carnaval grandioso, organizado e pensado para o povo de Parnamirim e para quem nos visita. É um evento que fortalece a nossa cultura, gera oportunidades, movimenta a economia e coloca a cidade em destaque no cenário estadual. Investir em eventos é investir em desenvolvimento e qualidade de vida para a nossa população”, destacou a prefeita. Ao longo da programação oficial, o público poderá curtir grandes nomes da música nacional e artistas que são sucesso no Rio Grande do Norte, em uma grade diversificada que valoriza diferentes ritmos e estilos:
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