
O pré-candidato à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (PL), foi categórico sobre a expectativa para as eleições deste ano. Flávio ressaltou que recebeu de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), esta que é a “maior missão da vida dele”.
A fala ocorreu durante discurso na Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC, na sigla em inglês), um dos maiores eventos norte-americanos sobre o conservadorismo.
— Deixe-me compartilhar uma boa notícia. Eu disse que ainda estamos lutando e, no fim do ano passado, meu pai me confiou a maior missão da minha vida: concorrer à Presidência em seu lugar nas eleições de outubro de 2026. E deixe-me olhar nos seus olhos e dizer: nós venceremos — afirmou.
Flávio deu detalhes do projeto e destacou o objetivo de encerrar o atual ciclo de miséria e violência pelo qual o país passa, segundo ele.
— Estou construindo um movimento que o Brasil não via há anos. Um projeto conservador de vanguarda que une antigas e novas gerações e que trará prosperidade para a nação brasileira e encerrará o ciclo de miséria e violência que a esquerda está deixando como uma herança maldita — declarou.
O pré-candidato ainda pontuou pautas que combaterá durante o mandato, caso seja eleito. Entre elas, a agenda woke, um conjunto de medidas progressistas contra valores tradicionais.
— Quando eu vencer, o povo brasileiro terá novamente um presidente que luta contra os interesses da elite global, contra a agenda ambiental radical, contra a agenda woke, que destrói famílias, e contra os cartéis de drogas, acima de tudo. Luta pela liberdade e pelos valores tradicionais. Um presidente que proclama sem medo que Jesus Cristo é o Senhor — ressaltou.
O senador ainda mencionou os resultados recentes das pesquisas eleitorais.
— Apenas na semana passada, até os mercados de apostas começaram a me colocar como favorito para vencer a eleição — disse o representante do Partido Liberal.
Uma pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira (25) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria 47,6% das intenções de voto em um eventual segundo turno, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46,6% da preferência do eleitorado.
Como a margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos, os dois estão empatados tecnicamente. Outros 5,8% disseram que pretendem votar em branco, nulo ou estão indecisos.
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