
Nesta edição, há informações sobre a variação positiva e negativa dos 20 melhores e 10 piores municípios. Alguns exemplos são cidades que subiram 15 posições em um ano, como Aparecida de Goiânia (GO), Caruaru (PE) e São José dos Pinhais (PR). No Relatório Completo nesta página é possível entender a metodologia adotada.
Nos últimos oito anos do Ranking, 32 municípios ocuparam as 20 últimas posições.
Destes, 19 municípios estiveram nas últimas colocações em pelo menos cinco edições do Ranking de Saneamento. Observou-se ainda que nove municípios se mantiveram desde 2012 dentre os últimos colocados do Ranking, sendo três destes municípios localizados no estado do Pará.
Além disso, Porto Velho (RO), Ananindeua (PA), Santarém (PA) e Macapá (AP) estiveram sempre nas 10 últimas posições do Ranking que contempla 100 cidades.
Por sua vez, alguns municípios apresentaram avanços significativos, fazendo parte dos últimos colocados em edições pontuais do Ranking de Saneamento. Blumenau (SC), por exemplo, subiu 67 posições no ranking entre 2012 e 2019 e nunca mais voltou à lista. Maceió (AL) que apareceu na lista em 2012 e 2017, subiu 73 posições desde então.
Cuiabá (MT) e Boa Vista (RR) só estiveram entre os 20 últimos em 2012 e não mais retornaram. Natal aparece em 84º Lugar, só vem piorando desde 2012.
O Ranking do saneamento básico deste ano aborda os novos indicadores de água e esgotos, apresentando também, dados sobre perdas de água, investimentos, operadoras e tarifa média das 100 maiores cidades do país.

