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Lula e a esquerda sambaram na cara dos milhões de evangélicos, protesta deputado

FOTO: DIVULGAÇÃO

O deputado Messias Donato (Republicanos-ES) reagiu ao que chamou de “escárnio” da esquerda, tratando evangélicos com desprezo e hostilidade, no desfile de uma escola de samba financiada com dinheiro público para bajular Lula (PT) no desfile de domingo. O parlamentar federal se pronuncia em suas redes sociais, denunciando mais um episódio de intolerância religiosa contra milhões de evangélicos em todo o país.

Segundo Donato, o ocorrido não é um fato isolado, mas reflete a postura recorrente da esquerda em tratar a fé cristã com desprezo e hostilidade simbólica. Em sua avaliação, manifestações culturais vêm sendo usadas para ridicularizar valores religiosos e provocar deliberadamente os cristãos. “Lula e a esquerda sambaram literalmente na cara dos milhões e milhões de evangélicos do Brasil”, afirmou o deputado.

Na nota divulgada, Donato declarou que o desfile ultrapassou os limites da liberdade artística ao expor símbolos e convicções religiosas ao escárnio coletivo. Para ele, o episódio configura um ataque direto à fé cristã e contribui para a normalização da intolerância religiosa em eventos financiados com recursos públicos.

Além da questão religiosa, o parlamentar apontou possível irregularidade eleitoral. Segundo Donato, a homenagem ao presidente em um evento custeado com dinheiro público caracteriza campanha eleitoral antecipada, ao promover a imagem de um agente político fora do período permitido pela legislação.

A Lei nº 9.504/97 proíbe a promoção pessoal de autoridades com potencial de influenciar o eleitorado antes do calendário oficial de campanha. Para o deputado, transformar um desfile popular em palco de exaltação presidencial compromete a neutralidade do poder público e fere o princípio da moralidade administrativa.

O parlamentar capixaba também criticou a presença do presidente Lula na avenida durante o desfile que o homenageava. Segundo ele, espera-se do Chefe de Estado uma postura institucional de respeito à pluralidade religiosa do país. “O Brasil é uma nação diversa, e nenhuma fé deve ser alvo de ridicularização simbólica”, afirmou.

Na manifestação pública, o deputado ressaltou que sua posição não é contra a cultura nem contra o Carnaval, mas em defesa da liberdade religiosa e do respeito às leis. “Nossa luta é para que milhões de brasileiros possam professar sua fé sem serem ridicularizados em praça pública”, declarou.

Diário do Poder

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