
O governador Cláudio Castro (PL) disse ao chegar para o segundo dia de desfiles do Grupo Especial na Marquês de Sapucaí que vai se reunir com o presidente do partido, Altineu Cortes, e com o senador Flávio Bolsonaro para decidir seu futuro político. Entre as questões em aberto estão se permanece no cargo até o fim do ano e a data da renúncia do cargo, se decidir se candidatar ao Senado.
— Em primeiro lugar eu preciso ter uma garantia que quem vai ficar no meu lugar seja uma pessoa capaz de administrar um estado com um déficit orçamentário de R$ 19 bilhões este ano.
Castro reiterou que o secretário da Casa Civil, Nicola Miccione, é seu nome de preferência para ficar em seu lugar. Mas reiterou que a decisão da Alerj, que fará a escolha por meio de eleição indireta, é soberana. O processo indireto se dará porque o estado não tem vice. Eleito com Castro, o vice Thiago Pampolha renunciou ao ser nomeado conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Sobre o desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula, Castro preferiu não comentar:
— Nesses camarotes institucionais a gente fica mais recebendo as pessoas que assistindo a desfiles. Não vi nem a Niterói como as demais escolas — disse o governador do Rio.
Ao ser questionado porque não desceu à pista para receber as escolas ao lado do presidente Lula e do prefeito Eduardo Paes, Castro argumentou:
— Estava em reunião. Eu posso descer ou não.
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