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Categoria: TV

Dennis Carvalho, ex-diretor da Globo, está internado em estado grave

FOTO: REPRODUÇÃO/TV GLOBO

O diretor e ator Dennis Carvalho, de 75 anos, está internado em estado grave no Hospital Copa Star, no Rio de Janeiro. De acordo com o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, ele está com um quadro de septicemia.

O colunista afirma que o quadro de Carvalho é “muito delicado”.

A septicemia é uma inflamação que se espalha pelo organismo após uma infecção, que, na maioria das vezes, é causada por uma bactéria.

Dennis Carvalho deixou a Globo este ano, após 47 anos de contrato fixo com a emissora global. De acordo com a colunista Patrícia Kogut, ele estava em negociação com a HBO Max.

O artista entrou na Globo em 1975 para ser ator. Ele atuou em novelas como Malu Mulher, Brilhante e Brega e Chique. Como diretor, ele dirigiu projetos como Roda de Fogo, Vale Tudo, Celebridade, Paraíso Tropical e Lado a Lado.

Metrópoles

Globo tem piores audiências do ano em novelas, no JN e Fantástico nos dias do Natal

FOTO: ILUSTRAÇÃO

A TV Globo teve um Natal de baixa audiência e sinal vermelho. A emissora registrou as piores audiências em novelas e também nos principais noticiários da casa, Jornal Nacional (JN) e Fantástico, no sábado (24/12) e no domingo (25/12).

O resultado é o mais decepcionante de todo o ano de 2022.

O JN registrou a audiência mais baixa da história no Kantar Ibope Media no dia 24. De acordo com dados da Grande São Paulo divulgados pelo Notícias da TV, o jornal bateu apenas 15,5 pontos e ficou atrás até da novela das sete – Cara e Coragem, que conquistou 15,6 pontos.

Outro número chocante foi o de Travessia. A novela de Gloria Perez, que tem recebido críticas na internet, teve o pior índice de uma novela das nove em toda a história da Globo. A trama ficou com apenas 14,7 pontos.

O número é muito próximo do que conquistou Mar do Sertão, que teve a audiência mais baixa desde a estreia, com 14,5 pontos.

Globo no Natal

Os números do domingo também não foram muito diferentes. Enquanto a audiência média do sábado foi de 10,3, no dia 25, o número se manteve no patamar baixo de 10,4.

A Temperatura Máxima teve apenas 6,9 pontos com a exibição de O Retorno de Mary Poppins. Seguindo a linha do horário nobre de sábado, o Domingão com Huck e o Fantástico também não levaram muitas pessoas para a frente da televisão.

Os programas, que são as principais apostas da emissora para o domingo, registraram apenas 14,2 e 15,3 pontos, respectivamente. Vale lembrar que, em sua última edição, o programa de Luciano Huck exibiu o Melhores do Ano. A atração, mesmo recheada de polêmicas, não conseguiu atrair o número esperado de espectadores.

Metrópoles

Ernesto Paglia deixa a Globo após mais de 43 anos

FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

O jornalista Ernesto Paglia deixou a TV Globo hoje, após 43 anos e 7 meses na emissora. A informação foi divulgada por Ali Kamel, diretor de jornalismo da Globo, em e-mail ao qual Splash teve acesso.

No longo texto, Kamel relembrou toda a trajetória do profissional na emissora. Paglia cobriu oito Copas do Mundo, greves no ABC paulista, a visita do Papa João Paulo II e as Diretas Já.

Leia a íntegra da carta de Ali Kamel:

Recém terminada a Copa do Catar, pensei em começar este texto relembrando um episódio ocorrido há quarenta anos em Madri.

A Itália tinha conquistado o tricampeonato, eliminando, no caminho, a reverenciada seleção brasileira de Zico, Sócrates, Júnior e Falcão, na chamada “Tragédia do Sarriá”. A Squadra Azzurra de Paolo Rossi começara a competição desacreditada, tão criticada que os jogadores decidiram fazer voto de silêncio, uma greve de entrevistas: eles se recusavam a falar com jornalistas italianos.

Um jovem repórter da TV Globo, fluente em italiano, tinha sido escalado para acompanhar desde os primeiros treinos o time comandado pelo técnico Enzo Bearzot. Foi ganhando confiança e conseguindo furos que encheram de inveja os colegas europeus. No dia 11 de julho, quando a Itália venceu a Alemanha e levantou a taça do tri, nosso repórter foi interrompido, de forma rude, durante uma entrevista com Bearzot. “Somos italianos, fale conosco”, disseram cinegrafistas da Rai, com arrogância. Bearzot respondeu com um abraço e um beijo no jornalista da Globo. “È un bravo ragazzo”.

Aquele jovem repórter era Ernesto Paglia, então cobrindo a primeira de oito Copas do Mundo. Mesmo sendo, em suas próprias palavras, “impermeável ao futebol”, Paglia sabe contar histórias, com texto refinado e generosidade. Esse talento o transformou num dos nomes essenciais do telejornalismo brasileiro.

Filho de mãe argentina e pai italiano, também jornalista, Paglia se formou na USP e chegou à Globo em 1979, por indicação de Carlos Monforte. O início foi no turno da madrugada, mas em pouco tempo, depois de emplacar reportagens no Jornal Nacional, Paglia ganhou um quadro no Bom Dia São Paulo. Batia à porta de personalidades bem cedo, montava o set e se preparava para entrevistas ao vivo, durante o café da manhã.

Destacou-se rapidamente. Participou de coberturas emblemáticas no início da década de 80: greves do ABC, visita do Papa João Paulo II, Diretas Já. Convidado para o Globo Repórter em 1983, Paglia levou prêmio internacional com um programa, roteirizado por Fernando Gabeira, sobre o cacique Mario Juruna, então o primeiro indígena eleito deputado federal.

Foi correspondente em Londres duas vezes. A primeira delas, de 1986 a 1989. Numa época de grandes transformações no cenário geopolítico, gravou com líderes mundiais, como Gorbachev e Margaret Thatcher. Acrescentou ao currículo o jornalismo de guerra, com reportagens no Iraque, durante o conflito sangrento contra o Irã. Cobriu a Segunda Intifada e a invasão americana ao Afeganistão. A prisão de Slobodan Milosevic e a libertação de Nelson Mandela. A Rio-92 e o avanço do desmatamento na Amazônia, em anos recentes. Nas últimas quatro décadas, o público brasileiro se acostumou a ser bem informado por Ernesto Paglia, sempre com inteligência e sensibilidade.

Viajou pelo Brasil de ponta a ponta no quadro JN no Ar, concebido por mim e exibido durante as eleições de 2010. Em busca do que de melhor e pior uma cidade podia oferecer, os destinos eram definidos por sorteio, uma cidade diferente a cada dia, o que impedia prefeitos e governadores de fazer maquiagens de última hora. E Paglia cruzava o país de jatinho com a equipe, sem saber como seria a próxima reportagem, o que iria encontrar. Às vezes, pegava uma turbulência e fazia piada cantando “Segura na mão de Deus”. A experiência no comando do quadro virou livro, lançado em 2011.

A carreira ofereceu a oportunidade de unir trabalho e paixões. Colecionador de carros antigos, teve o privilégio de dirigir em Interlagos com Ayrton Senna no banco do carona. Fascinado por mergulho, viveu inúmeras aventuras submarinas, mundo afora, e apresentou durante quatro anos o programa Globo Mar, concebido por Humberto Pereira e dirigido por Terezoca e Teresa Cavallheiro.

Paglia passou por todos os telejornais e fez parte do time que lançou a Globonews, em 1996. Teve uma segunda temporada no Globo Repórter. Foi um dos 16 repórteres escolhidos para falar dos 50 anos do jornalismo da Globo, na série do Jornal Nacional exibida em 2015.

Nos últimos dez anos, Paglia se dedicou ao Fantástico e esteve à frente de quadros como “Vai Fazer o Quê?”, que promovia uma espécie de experimento social, testando a reação de pessoas diante de situações de discriminação e injustiça. Entrevistou a filipina Maria Ressa, vencedora do Prêmio Nobel da Paz, ano passado; foi à Guatemala, na cobertura dos estragos causados pela erupção do Vulcão de Fogo, que matou 200 pessoas em 2018 – para citar apenas alguns exemplos.

Depois de quase 44 anos, anuncio com esse e-mail que Paglia encerra no dia 31/12 sua trajetória na Globo. Termina o ciclo de um repórter brilhante, referência para todos nós. O filho do Gerardo e da Haida; o pai do Bernardo, do Frederico e da Elisa; o marido da Sandra; o Bochecha, como era chamado na infância, um colega gentil e acolhedor. E deixará um legado irretocável.

Sua última reportagem no Fantástico foi exibida ontem, dia 25 de dezembro. Uma viagem que relembra outro grande acontecimento de 1982, o ano da Copa da Espanha: a Guerra das Malvinas (ou Falklands, para os britânicos), entre Argentina e Inglaterra.

Mas ainda poderemos apreciar um pouco mais da maestria de Ernesto Paglia nas telas da Globo. O bravo Ragazzo deixa pronto um Globo Repórter especial, parte das comemorações de 50 anos do programa. E há em gestação um projeto de documentário para o Globoplay.

Ao Paglia, em meu nome e no da Globo, o nosso muito obrigado.

Ali Kamel

Uol

Mamma Bruschetta é internada e passa por cirurgia de emergência em SP

FOTO: REPRODUÇÃO

A apresentadora Mamma Bruschetta foi internada na madrugada desta sexta-feira (23/12) e precisou passar por uma cirurgia de emergência. As informações são da coluna Fefito, do UOL.

Segundo o colunista, Mamma passou mal por volta de meia-noite e foi levada ao Hospital Vila Nova Star, em São Paulo. Médicos constataram que uma hérnia umbilical perfurou seu intestino.

Ela passou pela operação por volta de 2h30. Apesar de ser considerado um procedimento delicado, médicos consideram que a cirurgia foi um sucesso.

Ainda conforme o colunista, Mamma Bruschetta deve passar os próximos três dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do local, e mais uma semana em observação.

Metrópoles

Apresentador da Record é preso por suposta agressão a esposa; ela nega

FOTO: REPRODUÇÃO

Apresentador da Record TV em Mato Grosso, o jornalista Lucas Ferraz foi preso na quarta-feira (21/12) por suspeita de agressão contra a esposa. A situação de violência teria acontecido no sábado (17/12).

A Polícia Civil informou ao Splash, do UOL, que a agressão teria acontecido durante uma confraternização de final de ano da empresa. O jornalista foi demitido da Record no início da semana.

As investigações apontam que Lucas e sua esposa discutiram ainda na festa, tendo o ciúme como motivação. Ele teria dado um soco no rosto da mulher, que foi ajudada por amigos e levada para um pronto-socorro.

Lucas prestou depoimento na Delegacia de Defesa da Mulher (DEDM) na manhã dessa quinta-feira (22/12), mas preferiu permanecer calado. Ele segue preso.

Violência psicológica

O delegado Gustavo Espíndula de Souza afirmou ao site que a esposa de Lucas teria sido vítima de violência psicológica. A mulher negou ter sido agredida e disse que causou os ferimentos em si.

Metrópoles

Ratinho ganha ação contra Natália Bonavides e deputada se revolta

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Depois do apresentador do SBT Carlos Massa, conhecido como Ratinho, sugerir “eliminar” a deputada federal Natália Bonavides (PT) com uma metralhadora em dezembro de 2021, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) deu vitória ao apresentador na ação. A deputada ainda foi condenada ao pagamento de custas e honorários advocatícios, por considerar que o comentário foi feito dentro de um programa de “entretenimento”.

A ação foi julgada pela magistrada Geilza Fátima Cavalcanti Diniz, e saiu em 3 de novembro. As declarações do apresentador contra a Natália foram feitas durante o programa Turma do Ratinho, veiculado na Massa FM  São Paulo 92,9, em razão de um projeto apresentado por Bonavides.

O projeto de lei propunha retirar a expressão “marido e mulher” do art. 1.535 do Código Civil e trocar a frase “os declaro marido e mulher” por “declaro firmado o casamento”. Segundo a deputada, a proposta foi criada para dar tratamento igualitário aos casais, independentemente de sua orientação sexual, durante a cerimônia da celebração do casamento. Ao comentar a proposta, Ratinho atacou a deputada.

“A gente tinha que eliminar esses loucos, não dá para pegar uma metralhadora ? Natália, você não tem o que fazer, minha filha ? Vai lavar a roupa, costurar a cueca do seu marido. Isso é uma imbecilidade mudar esse tipo de coisa”, afirmou.

De acordo com a ação proposta pela defesa da parlamentar, o apresentador “desvirtuou seu objeto com inverdades e proferiu ataques ofensivos à honra da autora”.

Bonavides pediu a condenação do réu ao pagamento de indenização por dano moral, além de retratação de publicação com retratação pública. Ela ainda afirmou que Ratinho se utilizou de concessão pública de rádio para atacar a honra e a imagem da parlamentar.

A juíza do TJDFT entendeu que Massa agiu dentro dos limites da liberdade de expressão e de forma lícita.

“Este juízo fez constar a necessidade de se distinguirem as matérias jornalísticas que visam à informação daquelas que visam primordialmente ao entretenimento, sendo que, nestas últimas, é comum o uso de ofensas e de palavras contundentes, muitas vezes de baixo calão”, alegou a Justiça.

Em outro trecho, a magistrada refuta a tese de que houve misoginia contra a parlamentar.

“Embora tais colocações tenham sido interpretadas pela autora como sendo misóginas e preconceituosas, além de ofensivas, é certo que se deve aferir se, para além da percepção da autora, as palavras proferidas pelos apresentadores do réu, mesmo que ofensivas, se deram dentro dos limites do entretenimento ou se constituíram abuso de direito.”

Ao final, a juíza declara os pedidos de Natália para indenização e retratação pública como improcedentes, e ainda a obriga a pagar as custas e honorários advocatícios, fixados em 10% sobre o valor atualizado da causa.

Natália recorreu da decisão. Para a parlamentar, isso significa que “incitar homicídio é caso de humor. É engraçado. É divertido. Não é, pois, crime – como previsto no Código Penal brasileiro”.

“Ele [Ratinho] colocou minha vida e minha integridade física em risco. Ainda disse que eu fosse lavar as cuecas de meu marido. Essa decisão mostra o quão machista é o judiciário e o quanto agressores se sentem à vontade, sob a guarida da impunidade, para cometer crimes contra as mulheres”, afirma Bonavides.

Com informações de Portal da 98 FM

Repórter da Globo passa por saia-justa durante entrevista: “É do SBT?”

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A repórter Fernanda Elnour, do SP1, da Globo, foi surpreendida durante entrevista para a edição desta quarta-feira do telejornal. A jornalista fazia uma reportagem sobre o Natal Solidário, organizado pelo Mercadão Municipal de São Paulo, e perguntou a uma menina sobre as delícias que ela já havia saboreado no evento. A criança, no entanto, interrompeu a entrevista e quis saber: “Você é do SBT?”.

Rapidamente, Elnour corrigiu: “do SP1” e continuou a entrevista com outra criança. “O pessoal está curtindo bastante por aqui”, comentou ela, sem citar a saia justa.

Apesar do jogo de cintura da repórter, o momento não passou despercebido pelo público. “O pequeno perguntando pra repórter do SP1 se ela era do SBT foi o máximo”, comentou um internauta.

“Não se faz matéria ao vivo com crianças. Vocês acabaram de descobrir o motivo. Elas são imprevisíveis. E ser chamado de SBT é uma ofensa”, pontuou outro.

Metrópoles

Morre aos 74 anos o ator Pedro Paulo Rangel

FOTO: REPRODUÇÃO

Morreu no fim da madrugada desta quarta-feira (21) o ator Pedro Paulo Rangel. A informação foi confirmada pela família.

O artista de 74 anos estava internado no CTI da Casa de Saúde São José, na Zona Sul do Rio, para tratar uma descompensação do quadro de enfisema pulmonar, desde o dia 30 de novembro. A causa da morte ainda não foi divulgada.

Entre os trabalhos mais marcantes de Pedro Paulo estão as novelas “Gabriela” (1975), “Saramandaia” (1976), “Vale Tudo” (1988), e o humorístico “TV Pirata” (1988).

Com informações do G1