9 de novembro de 2019 às 09:56
9 de novembro de 2019 às 09:57
PROGRAMA NÃO ESTÁ CONSEGUINDO SUPERAR A CONCORRÊNCIA COM PROGRAMAÇÕES DE OUTRAS EMISSORAS NO MESMO HORÁRIO. FOTO: REPRODUÇÃO
A Rede Globo confirmou que o “Se Joga” não estará na programação da emissora no dia 15 de novembro, feriado da Proclamação da República, pois transmitirá ao vivo o amistoso entre Brasil e Argentina. O dia era uma boa oportunidade para a Globo testar a popularidade do “Se Joga’, já que em feriados as audiências costumam aumentar durante a tarde.
Sem um importante dia para testar sua audiência, a Globo precisará de novas alternativas para saber como o “Se Joga” vai conseguir superar a concorrência com “A Hora da Venenosa“, “Fofocalizando” e “A Tarde É Sua“.
O programa de Fernanda Gentil, Érico Brás e Fabiana Karla será o único a sair do ar durante a transmissão do jogo que começa às 14h.
Apesar de ainda não ter divulgado o nome dos jogadores que disputarão a partida, a Globo terá Galvão Bueno no comando da narração do jogo.
5 de novembro de 2019 às 06:48
5 de novembro de 2019 às 06:48
TAIS LOPES SE JUNTARÁ A MONALISA PERRONE, WILLIAM WAACK E EVARISTO COSTA NA EMISSORA AMERICANA. FOTO: DIVULGAÇÃO
A CNN anunciou nessa segunda-feira, 4, a contratação da jornalista cearense Tais Lopes, repórter e apresentadora em filial da rede Globo em Fortaleza. Na CNN Brasil, Tais deve ficar à frente dos telejornais matutinos e participar da programação multiplataforma. As informações são do jornalista Mauricio Stycer.
Tais representou o Ceará no rodízio de apresentadores de
afiliadas da Globo no comando do Jornal Nacional aos sábados, nas comemorações
dos 50 anos do telejornal. Ela fez dupla com Thiago Rogeh, da TV Anhanguera, do
Tocantins.
A CNN Brasil tem previsão de entrar em funcionamento em
março de 2020. Diversos profissionais já foram contratados desde que o projeto
foi anunciado, em janeiro deste ano, entre eles Monalisa Perrone, William
Waack, Evaristo Costa, Cris Dias, Mari Palma e Phelipe Siani.
4 de novembro de 2019 às 11:04
4 de novembro de 2019 às 11:05
ALI KAMEL, DIVULGOU UMA NOTA INTERNA DE ELOGIO AOS JORNALISTAS ENVOLVIDOS NA REPORTAGEM. FOTO: DIVULGAÇÃO
O diretor de jornalismo da Rede Globo, Ali Kamel, divulgou uma nota interna de elogio aos jornalistas envolvidos na reportagem do Jornal Nacional que revelou a história do porteiro do condomínio de Jair Bolsonaro, depoente no caso do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes.
Eis a nota na íntegra:
“Há momentos em nossa vida de jornalistas em que devemos parar para celebrar nossos êxitos.
Eu me refiro à semana passada, quando um cuidadoso trabalho da editoria Rio levou ao ar no Jornal Nacional uma reportagem sobre o Caso Marielle que gerou grande repercussão. A origem da reportagem remonta ao dia 1° de outubro, quando a editoria teve acesso a uma página do livro de ocorrências do condomínio em que mora Ronnie Lessa, o acusado de matar Marielle. Ali, estava anotado que, para entrar no condomínio, o comparsa dele, Elcio Queiroz, dissera estar indo para a casa 58, residência do então deputado Jair Bolsonaro, hoje presidente da República. Isso era tudo, o ponto de partida.
Um meticuloso trabalho de investigação teve início: aquela página do livro existiu, constava de algum inquérito? No curso da investigação, a editoria confirmou que o documento existia e mais: comprovou que o porteiro que fez a anotação prestara dois depoimentos em que afirmou que ligara duas vezes para a casa 58, tendo sido atendido, nas palavras dele, pelo “seu Jair”. A investigação não parou. Onde estava o então deputado Jair Bolsonaro naquele dia? A editoria pesquisou os registros da Câmara e confirmou que o então deputado estava em Brasilia e participara de duas votações, em horários que tornavam impossível a sua presença no Rio. Pesquisou mais, e descobriu vídeos que o então deputado gravara na Câmara naquele dia e publicara em suas redes sociais. A realidade não batia com o depoimento do porteiro.
Em meio a essa apuração da Rio (que era feita de maneira sigilosa, com o conhecimento apenas de Bonner, Vinicius, as lideranças da Rio e os autores envolvidos, tudo para que a informação não vazasse para outros órgãos de imprensa), uma fonte absolutamente próxima da família do presidente Jair Bolsonaro (e que em respeito ao sigilo da fonte tem seu nome preservado), procurou nossa emissora em Brasilia para dizer que ia estourar uma grande bomba, pois a investigação do Caso Marielle esbarrara num personagem com foro privilegiado e que, por esse motivo, o caso tinha sido levado ao STF para que se decidisse se a investigação poderia ou não prosseguir. A editoria em Brasilia, àquela altura, não sabia das apurações da editoria Rio. Eu estranhei: por que uma fonte tão próxima ao presidente nos contava algo que era prejudicial ao presidente? Dias depois, a mesma fonte perguntava: a matéria não vai sair?
Isso nos fez redobrar os cuidados. Mandei voltar a apuração quase à estaca zero e checar tudo novamente, ao mesmo tempo em que a Editoria Rio foi informada sobre o STF. Confirmar se o caso realmente tinha ido parar no Supremo tornava tudo mais importante, pois o conturbado Caso Marielle poderia ser paralisado. Tudo foi novamente rechecado, a editoria tratou de se cercar de ainda mais cuidados sobre a existência do documento da portaria e dos depoimentos do porteiro. Na terça-feira, dia 29 de outubro, às 19 horas, a editoria Rio confirmou, sem chance de erro, que de fato o MP estadual consultara o STF.
De posse de todas esses fatos, informamos às autoridades envolvidas nas investigações que a reportagem seria publicada naquele dia, nos termos em que foi publicada. Elas apenas ouviram e soltaram notas que diziam que a investigação estava sob sigilo. Informamos, então, ao advogado do presidente Bolsonaro, Frederick Wassef, sobre o conteúdo da reportagem e pedimos uma entrevista, que prontamente aceitou dar em São Paulo. Nela, ele desmentiu o porteiro e, confirmando o que nós já sabíamos, disse que o presidente estava em Brasília no dia do crime. Era madrugada na Arábia Saudita e em nenhum momento o advogado ofereceu entrevista com o presidente.
A reportagem estava pronta para ir ao ar. Tudo nela era verdadeiro: o livro da portaria, a existência dos depoimentos do porteiro, a impossibilidade de Bolsonaro ter atendido o interfone (pois ele estava em Brasilia) e, mais importante, a possibilidade de o STF paralisar as investigações de um caso tão rumoroso. É importante frisar que nenhuma de nossas fontes vislumbrava a hipótese de o telefonema não ter sido dado para a casa 58. A dúvida era somente sobre quem atendeu e só seria solucionada após a decisão do STF e depois de uma perícia longa e demorada em um arquivo com mais de um ano de registros. E isso foi dito na reportagem. Quem, de posse de informações tão relevantes, não publica uma reportagem, com todas as cautelas devidas, não faz jornalismo profissional.
Hoje sabemos que o advogado do presidente, no momento em que nos concedeu entrevista, sabia da existência do áudio que mostrava que o telefonema fora dado, não à casa do presidente, mas à casa 65, de Ronnie Lessa. No último sábado, o próprio presidente Bolsonaro disse à imprensa: “Nós pegamos, antes que fosse adulterada, ou tentasse adulterar, pegamos toda a memória da secretária eletrônica que é guardada há mais de ano”.
Por que os principais interessados em esclarecer os fatos, sabendo com detalhes da existência do áudio, sonegaram essa informação?
A resposta pode estar no que aconteceu nos minutos subsequentes à publicação da reportagem do Jornal Nacional.
Patifes, canalhas e porcos foram alguns dos insultos, acompanhados de ameaças à cassação da concessão da Globo em 2022, dirigidos pelo presidente Bolsonaro ao nosso jornalismo, que só cumpriu a sua missão, oferecendo todas as chances aos interessados para desacreditar com mais elementos o porteiro do condomínio (já que sabiam do áudio).
Diante de uma estratégia assim, o nosso jornalismo não se vitimiza nem se intimida: segue fazendo jornalismo. É certo que em 37 anos de profissão, nunca imaginei que o jornalismo que pratico fosse usado de forma tão esquisita, mas sou daqueles que se empolgam diante de aprendizados. No dia seguinte, já não valia o sigilo em torno do assunto, alegado na véspera para não comentar a reportagem do JN antes de ela ir ao ar. Houve uma elucidativa entrevista das promotoras do caso, que divulgamos com o destaque merecido: o telefonema foi feito para a casa 65, quem o atendeu foi Ronnie Lessa, tudo isso levando as promotoras a afirmarem que o depoimento do porteiro e o registro que fez em livro não condizem com a realidade. O Jornal Nacional de quarta exibiu tudo, inclusive os ataques do presidente Bolsonaro ao nosso jornalismo, respondidos de forma eloquente e firme, mas também serena, pela própria Globo, que honra a sua tradição de prestigiar seus jornalistas. Estranhamente, nenhuma outra indagação da imprensa motivada por atitudes e declarações subsequentes do presidente foi respondida. O alegado sigilo voltou a prevalecer.
Mas continuamos a fazer jornalismo. Revelamos que a perícia no sistema de interfone foi feita apenas um dia depois da exibição da reportagem e num procedimento que durou somente duas horas e meia, o que tem sido alvo de críticas de diversas associações de peritos.
Conto tudo isso para dar os parabéns mais efusivos à editoria Rio. Seguiremos fazendo jornalismo, em busca da verdade. É a nossa missão. Para nós, é motivo de orgulho. Para outros, de irritação e medo.”
4 de novembro de 2019 às 10:54
4 de novembro de 2019 às 10:54
ELE USOU AS REDES SOCIAIS PARA FALAR QUE TUDO NÃO PASSOU DE UM MAL ENTENDIDO. FOTO: DIVULGAÇÃO
A notícia da morte de Gugu Liberato, que circulou nas redes sociais, assustou muitos fãs, mas o apresentador fez questão que falar que tudo não passou de uma mentira. Foi divulgado que ele tinha sofrido um infarto e não resistiu, mas ele está bem e fazendo uma viagem no exterior.
“Pessoal, alguém publicou que eu tive um enfarto. É FAKE,
tá? Estou muito bem, obrigado”, escreveu Gugu no Twitter. “Que alívio! Fiquei
preocupada”, escreveu uma fã. Nicole Bahls também ficou aliviada ao saber o que
apresentador está bem e se manifestou nas redes sociais. Outro seguidor
compartilhou um stories do Gugu mostrando que ele está em Cingapura.
Muitos seguidores aproveitaram que tudo não passou de uma fake news para fazer piada com a situação. “Falaram que você tinha partido, eu quase vou junto, mas ainda bem que era mentira”, comentou uma pessoa fã de Gugu . “Falaram que foi na banheira olhaaaaaaaaaaaa”, brincou outra. “Quem enfartou fomos nós, morre não”, acrescentou mais uma.
1 de novembro de 2019 às 15:59
1 de novembro de 2019 às 16:00
O GOIANO MATHEUS RIBEIRO APRESENTARÁ O PRINCIPAL TELEJORNAL DA EMISSORA, DENTRO DO RODÍZIO REGIONAL QUE MARCA OS CINQUENTA ANOS DA ATRAÇÃO. FOTO: DIVULGAÇÃO
Ser o mais jovem apresentador do JN e o primeiro gay assumido na função é um peso? Sou muito grato. A alegria que tenho como jornalista é poder conhecer realidades diferentes da minha. Não sou um profissional com muitos anos de carreira, tenho apenas 26 anos. É algo que eu não imaginava que pudesse acontecer tão rapidamente na minha vida. Espero poder representar muito bem o povo aqui de Goiânia.
Recentemente, uma foto sua ao lado de um militar levou seus seguidores nas redes a especular: ele é seu namorado? Sim, estamos juntos há oito meses. Nós nos conhecemos no Carnaval de Salvador deste ano. Yuri (Piazzarollo) é capitão da PM em Rondônia. Sempre recebi mensagens de seguidores falando sobre isso e tinha uma resposta pronta: minha vida particular não deveria ser um atrativo. Tenho o direito de me resguardar em algumas situações. Meu lado pessoal é pessoal, e ponto. O lado profissional é outra coisa.
Foi uma decisão dos dois tornar o relacionamento público? Sim, claro. É natural as pessoas terem curiosidade, mas houve situações que eu e Yuri achamos desrespeitosas. Alguns comentários envolvendo religião, Deus, dizendo que não éramos corretos. Sou um cara que tem uma fé muito viva. É preciso respeitar a liberdade religiosa. Estou muito bem com Deus. Ao postarmos aquela foto, nós tiramos o poder de qualquer pessoa de dizer maldades. Não tenho nada a esconder de ninguém. Isso me aliviou.
Assumir sua sexualidade não pôs em risco sua carreira na TV? Lá atrás, tinha receio de que, quando essa característica viesse a público, eu me prejudicasse. Felizmente, para minha grata surpresa, isso não ocorreu. A TV Anhanguera, onde trabalho, e a Globo têm uma mentalidade aberta para valorizar as competências, a despeito de qualquer outra característica. A maior contribuição que posso trazer é mostrar meu trabalho sem me prender a essa questão pessoal. Para combater a homofobia, não preciso ser hétero nem gay: preciso ser apenas humano.
31 de outubro de 2019 às 11:42
31 de outubro de 2019 às 11:43
APRESENTADOR SIKÊRA JÚNIOR COSTUMA SER RADICAIS EM SEUS PRONUNCIAMENTOS NA TV. FOTO: DIVULGAÇÃO
O apresentador
do programa Alerta Amazonas, na TV A Crítica, em Manaus, Sikêra Júnior, já não
aguenta mais ouvir falar o nome da ex-vereadora assassinada Marielle Franco.
Durante sua
crítica, ele chegou a afirmar que o cadáver e a alma da ex-vereadora estão
sendo constantemente usados em discursos políticos.
31 de outubro de 2019 às 08:39
31 de outubro de 2019 às 08:39
APRESENTADORA DO RN2 ESTARÁ EM BREVE NA BANCADA DO JORNAL NACIONAL. FOTO: DIVULGAÇÃO
A apresentadora natalense da InterTV Cabugi, Lídia Pace, avisou nas suas redes sociais que estará no dia 30 de novembro, em São Paulo, para apresentar o Jornal Nacional. Ela será a última convidada dos âncoras de todos os estados, que se revezaram na bancada do telejornal, em comemoração aos 50 anos do JN.
Lídia apresentará o telejornal para todo o Brasil, ao lado de um apresentador plantonista, que aina não foi anunciado pela Rede Globo.
Apresentadora do RN2 há três anos, a jornalista entrou para a equipe da Inter TV Cabugi, afiliada da Globo em Natal, em 2006. Desde então, atua como apresentadora, editora, e repórter de rede.
31 de outubro de 2019 às 07:52
31 de outubro de 2019 às 12:44
REPORTAGEM TENDENCIOSA EXIBIDA NO JORNAL NACIONAL MOSTRA PARCIALIDADE DA EMISSORA. FOTO: MONTAGEM
O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou nesSa quarta-feira (30) que o Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria-Geral da República já arquivaram uma notícia de fato, enviada ao STF pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, que informava sobre a existência da menção ao nome de Jair Bolsonaro (PSL) na investigação sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes.
Aras
classificou a divulgação do episódio como um “factoide” e informou que remeterá
o caso para o Ministério Público Federal no Rio de Janeiro investigar. O
inquérito, que atende a um pedido do ministro Sergio Moro (Justiça), deverá
esclarecer as circunstâncias em que um porteiro do condomínio de Bolsonaro
citou seu nome em depoimento à polícia do Rio.
“Por si só, a notícia de fato [que chegou ao Supremo] já encerrava a solução do problema”, disse Aras nesta quarta-feira (30). “[O arquivamento ocorreu] porque não tinha nenhuma hipótese [de investigação do presidente] a não ser a mera comunicação.
Comentários