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Categoria: Turismo

Rio Grande do Norte recebe primeiro evento itinerante do Investe Turismo

O secretário Aluizer Malab durante o lançamento do Investe Turismo, em Natal. Crédito: Moraes Neto

Com nove municípios contemplados pela rota estratégica Natal e Litoral, o programa Investe Turismo foi lançado nesta terça-feira (4), em Natal, pelo secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo do MTur, Aluizer Malab. O programa é realizado em parceria com a Embratur, o Sebrae e secretarias estaduais de turismo. O evento contou com a participação de gestores, técnicos e empreendedores do setor turístico. Ao todo, o Investe Turismo contempla 30 rotas turísticas em todo o Brasil, sendo pelo menos uma por estado.

“Essas primeiras rotas vão liderar um trabalho contínuo ao longo da atual gestão do MTur. A regionalização e parcerias vão nortear as ações do Investe Turismo. Precisamos definir estratégias para cada rota prioritária. É o início de um grande projeto numa área muito importante para o Rio Grande do Norte”, disse Malab, reforçando que o programa começa focado em rotas estratégias para trabalhar o desenvolvimento do turismo de forma regional e integrada com parceiros públicos e privados.

Para o diretor do Sebrae-RN, João Hélio Cavalcante, a parceria é primordial para o desenvolvimento do turismo potiguar, mesmo onde a atividade já está consolidada, como no Polo Costa das Dunas, região turística que abrange municípios ao sul e norte de Natal. “Estamos apostando nessa parceria com o Ministério do Turismo, conectando estratégias com produtos turísticos e tecnologia para que o turismo dê a sua contribuição, ainda maior, na geração de emprego e renda para o estado.”

A secretária de turismo do Rio Grande do Norte, Ana Maria Costa, também defendeu a integração entre os destinos estratégicos incluídos na rota potiguar e os parceiros do Investe Turismo no estado. “Fomos contemplados com os destinos mais visitados, com grande demanda de serviços, capacitação e governança”, afirmou. Além de Natal, a rota vai beneficiar Parnamirim, Tibau do Sul (Pipa) e Baía Formosa, ao sul da capital. Ao norte de Natal ficam Extremoz (Genipabu), Maxaranguape (Maracajaú), Touros e São Miguel do Gostoso, na esquina do continente, e Galinhos, vilarejo bucólico cercado pelo mar, salinas e manguezais só alcançado por barco e carro 4×4.

Uma das estratégias para o Rio Grande do Norte vai ser o trabalho de qualificação e gestão que é feito pelo Senac-RN, vencedor do 1º Premio Nacional do Turismo na categoria qualificação profissional. A forma inovadora com que a instituição atua no mercado do turismo tem levado os profissionais treinados na escola de turismo e hotelaria do Senac, em Natal, a quase 100% de empregabilidade no setor.

Bye Bye Natal

Ainda na capital potiguar, o secretário do MTur visitou as obras do Museu da Rampa e do Memorial do Aviador, em fase de conclusão com recursos do MTur no valor de R$ 8 milhões. A recuperação da antiga base de hidroaviões de Natal e o Memorial do Aviador, que retrata os primórdios da aviação no Rio Grande do Norte e durante a II Guerra Mundial, formam um complexo turístico e cultural, nas margens do rio Potengi, que resgata Natal como a maior base americana fora dos Estados Unidos na época da guerra. Um musical apresentado na abertura do seminário itinerante do Investe Turismo é um dos produtos turísticos da economia criativa já apresentado em Natal fora do roteiro tradicional de sol e mar.

Parnamirim será beneficiada em pacote milionário de ações estratégicas de Bolsonaro para estimular Turismo no NE

Praia de Pirangi é um dos cartões postais do município. Getty

Cinquenta e seis municípios do Nordeste do país serão contemplados pelo programa Investe Turismo, desenvolvido conjuntamente pelo Ministério do Turismo, Sebrae e Embratur. A iniciativa vai levar um pacote de ações de investimentos, incentivos a novos negócios, acesso ao crédito, marketing, inovação e melhoria de serviços voltados para 26 regiões turísticas dos nove estados nordestinos. A meta é unir setor público e iniciativa privada para preparar e promover a competitividade de dez rotas turísticas estratégicas de toda a macrorregião.

Destinos como Fernando de Noronha; Maragogi, em Alagoas; Canindé de São Francisco, em Sergipe; Porto Seguro, na Bahia; Jericoacoara, no Ceará; Luís Correia, no Piauí; Barreirinhas, no Maranhão; São Raimundo Nonato, no Piauí; Cabedelo, na Paraíba e Parnamirim, no Rio Grande do Norte, serão beneficiados pelos investimentos, que serão de R$ 200 milhões para todo o país.  A ideia é que os projetos a serem implementados aumentem a qualidade da oferta turística das rotas selecionadas na região Nordeste.

Para o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, a intenção do programa é desenvolver as vocações do turismo nas rotas contempladas, fazendo da indústria de Viagens um impulso econômico para toda a região. “Vamos aproveitar todas as belezas dessa que é uma das mais belas costas litorâneas do mundo, ampliando as oportunidades de investimentos e apoiando a geração de novos negócios que qualifiquem a experiência do turista. É hora de converter nosso potencial turístico em negócios, empregos e renda” destaca o ministro.

Segundo o diretor-presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles, a combinação de cultura e beleza cênica do litoral nordestino “fazem dessa região um destino com alto potencial de desenvolvimento. O Programa Investe Turismo contribuirá para fortalecer a geração de diferenciais competitivos para o Nordeste, que sempre está inovando para atrair mais turistas”, ressalta.

Natal fica em 6° lugar no ranking dos destinos mais procurados para férias de julho no NE, aponta site

A cidade do Recife, capital de Pernambuco, foi a vice-campeã em procura pelos brasileiros que viajarão de avião para o Nordeste no período de férias escolares de julho deste ano, ficando atrás apenas de Fortaleza/CE. O período analisado foi do dia 1º a 31 de julho e a capital pernambucana apareceu com 19,46% das buscas.

O calor, que persiste durante o inverno no Nordeste, seria um dos fatores que influenciam na busca pela região.

As outras cidades que ocupam os lugares seguites no ranking são, respectivamente, São Luís/MA, Salvador/BA, Maceió/AL, Natal/RN, Porto Seguro/BA, Teresina/PI, João Pessoa/PB e Aracaju/SE.

O levantamento foi realizado pelo site de viagens e turismo, Viajanet.

Hotel Majestic, em Natal (RN), é premiado por “qualidade e serviço” e reconhecido entre os dois melhores hotéis da Best West na América Latina

LUSTRE DE CRISTAL COM 48 BRAÇOS E ALTURA DE 3,20 METROS ENCANTA OS HÓSPEDES

Apesar das dificuldades que o turismo potiguar enfrenta, uma boa notícia vem valorizar o setor hoteleiro do Rio Grande do Norte: o hotel Majestic, localizado na praia de Ponta Negra em Natal (RN), recebeu a maior premiação em “Qualidade e Serviço” da rede internacional Best Western, se posicionando como um dos dois melhores hotéis da rede para América Latina. A informação foi confirmada na noite desta sexta-feira, 24, pelo empresário Abdon Gosson, diretor do grupo Arituba, do qual faz parte o estabelecimento hoteleiro. Gosson recebeu a premiação durante durante a convenção anual da Best West realizada na cidade de Lima, no Peru.

“Recebemos essa premiação, disputando com mais de 100 hotéis na América Latina. Somente dois hotéis receberam essa premiação, pois trata-se um prêmio que tem uma pontuação muito alta para se conseguir atingir”, disse.

ABDON GOSSON (ESQ) RECEBE PREMIAÇÃO DO HOTEL MAJESTIC DAS MÃOS DE DIRIGENTE DA REDE BEST WEST

Na opinião de Abdon Gosson, que também é presidente da seccional da Associação Brasileira de Agências de Viagem (ABAV/RN), a premiação que foi concedida ao Majestic é importante para o setor turístico potiguar e para o turismo de Natal. “ A nossa cidade tem um hotel de categoria internacional, de uma bandeira que tem mais hotéis no mundo, são mais de 4.200 hotéis”,  explica.

Para Gosson, o turista que se hospeda no Majestic leva uma imagem positiva não só do destino, como também da hotelaria de Natal. O dirigente do grupo Arituba destaca ainda que os diversos prêmios recebidos pelo Majestic  ao longo dos anos, reflete o trabalho de toda uma equipe focada em produzir resultados de excelência, assim como em investimentos constantes em recursos humanos.

MAJESTIC

O hotel Majestic é um estabelecimento de categoria “Premier” da rede Best West e se tornou sinônimo de conforto e elegância que podem ser constatadas a partir do lobby, onde um imenso  lustre de cristal com 48 braços e altura de 3,20 metros encanta os hóspedes.

Ambientação clássica e elegante, com uma mistura de estilos de diversas épocas onde os adornos, lustres, espelhos, quadros são omportados da Espanha, Itália e França, o hotel Majestic abriga o famoso restaurante francês, “La Brasserie de La Mer”, cujo cardápio é assinado pelo chef francês, Erick Jacquin.

Ícone da hotelaria fecha as portas com dívidas de R$ 20 mi

Hotel está localizado às margens do Rio Negro

HOTEL ESTÁ LOCALIZADO ÀS MARGENS DO RIO NEGRO

Um dos hotéis mais icônicos da hotelaria nacional fechou as portas. Localizado às margens do Rio Negro, o Tropical Hotel se encontra em meio a uma crise econômica jamais vista. O empreendimento está há mais de uma semana sem luz, depois que a concessionaria Amazonas Energia afirmou ter tentado por inúmeras vezes negociar uma dívida que soma mais de R$ 20 milhões. As informações são do G1 Amazonas.

Além das dívidas com a concessionária, o Tropical Manaus também enfrenta inúmeros processos judiciais, sobretudo ações trabalhistas. Os débitos com ex-funcionários fizeram, ainda, com que parte dos bens do empreendimento fossem leiloados para arrecadação de verba para o pagamento de rescisões.

De acordo com o G1 Amazonas, o hotel se encontra abandonado. Não há funcionários ou turistas ocupando um dos 600 quartos que o resort disponibilizava nos seus momentos de glória. As lojas ainda estão com suas vitrines conservadas, mas todas elas estão fechadas.

Comunidade LGBTQ é a que mais gasta dinheiro em viagens

Hoje é o Dia Internacional Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia com o objetivo de captar a atenção de pessoas com poder de decisão, a imprensa, o público, corporações, líderes de opinião, autoridades locais, entre outras para a situação alarmante vivida pela comunidade LGBTQ.

Ainda que desde o início da celebração, em 2004, se tenha avançado ao nível dos direitos, as pessoas que pertencem à Comunidade continuam sofrendo discriminações e ameaças pela sua condição sexual.

Ainda que no passado tenha sido rejeitado por múltiplos setores, este coletivo conta com cada vez mais visibilidade e importância dentro da sociedade. A Skycop, empresa que defende os passageiros e os seus direitos, decidiu fazer uma análise à importância da comunidade LGBTQ dentro do setor da aviação.

Segundo os dados apurados pela empresa, calcula-se que os viajantes LGBTQ gastam em média mais 33% em viagens do que viajantes não pertencentes a esta Comunidade, e viajam uma média de 4-6 vezes por ano, de acordo com um relatório da Community Marketing & Insights de 2017.

Segundo dados da LGBT Capital, estima-se que o turismo desta Comunidade em 2018 teve o maior impacto ao nível mundial no PIB norte-americano de 24,5 bilhões de dólares, seguido do mercado espanhol, com mais de 6,1 bilhões de dólares – 0.46% do PIB.

Ao nível mundial, calcula-se que a comunidade LGBTQ representa entre 5% e 10% da população, ou seja quase 500 milhões de pessoas. Constitui um segmento dinâmico, em constante crescimento e com um nível de compra elevado – só nos Estados Unidos, calcula-se que o poder de compra das pessoas LGBTQ em 2015 alcançou 917 bilhões de dólares.

Ultimamente, a indústria da aviação tomou esta informação em consideração e tem vindo a mudar o seu foco para inclusividade e aceitação. Enquanto alguns campos da indústria da aviação, como a companhia aérea Cathay Pacific, quebram barreiras com publicidade inclusiva, outros fazem uma abordagem mais tangível. A United tornou-se a primeira companhia aérea a permitir que os seus passageiros escolham uma opção de gênero não binário ao reservarem os seus voos – basta adicionarem Sx ao tradicional Sr. e Sra. Outro exemplo é o fato dos aeroportos nos EUA começarem a banir restaurantes da cadeia alimentar Chick-fil-A devido ao apoio prestado a organizações anti-LGBTQ.

Notícias ao Minuto

Incentivo ao turismo para o público LGBT ficou de fora do Plano Nacional do Turismo assinado por Bolsonaro

Uol

O presidente Jair Bolsonaro decretou hoje (15) o Plano Nacional de Turismo, com diretrizes e metas para o setor até 2022. Projeções de crescimento positivas foram apontadas no documento, como a abertura de sete para nove milhões de vagas de emprego para profissionais da indústria.

Quanto ao número de viajantes, é esperado um aumento de 6,5 milhões para 12 milhões de estrangeiros e de 60 milhões para 100 milhões de brasileiros. A objetivo de receita gerada por visitantes de outros países passa de US$ 6,5 bilhões para US$ 19 bilhões. Os valores devem ser investidos em ações que visam melhorar a qualidade e competitividade no setor e infraestrutura de destinos.

LGBT

Apesar de abordar pautas como a promoção de sustentabilidade, Turismo social, idosos e destinos regionais, o incentivo ao Turismo para o público LGBT ficou de fora do plano para 2022. A medida pode ser negativa, visto que o Brasil é o segundo maior mercado LGBT do mundo e as capacitações para atender este público são cada vez mais necessárias.

 

Panrotas

VERGONHA: considerado “a bíblia do turismo”, site do PANROTAS publica matéria mostrando que aeroporto de JPA vira melhor opção para Natal

O Aeroporto internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal

O AEROPORTO INTERNACIONAL ALUÍZIO ALVES, EM SÃO GONÇALO DO AMARANTE, NA GRANDE NATAL

Em matéria assinada pelo jornalista especializado em turismo, Antônio Roberto Roberto Rocha, correspondente do PANROTAS no Rio Grande do Norte, uma das mazelas do turismo potiguar foi exposta nacionalmente – o fato de as altas tarifas aéreas estarem fazendo a própria população potiguar “desistir” do Aeroporto Internacional Aluízio Alves, inaugurado às pressas poucos dias antes da Copa do Mundo de 2014.
Na matéria nacional,  o presidente da ABAV RN, empresário Abdon Gosson, se posiociona e revela que, além dos grupos de WhatsApp que compartilham viagens de Natal para o aeroporto de João Pessoa por incríveis R$ 50 (mais barato do que um táxi para o São Gonçalo do Amarante), há um verdadeiro comércio ambulante de produtos e serviços turísticos do Rio Grande do Norte no aeroporto Castro Pinto.
Gosson lamenta: é uma “triste a realidade do Turismo em Natal, tanto o emissivo como o receptivo”.
Leia abaixo na íntegra a matéria publicada pelo PANROTAS, que é o mais importante veículo de comunicação especializado em turismo do País:

Aeroporto de JPA vira melhor opção para Natal; entenda

O principal portão de entrada e saída do Rio Grande do Norte, atualmente, seria o aeroporto Castro Pinto, em Bayeux, na Grande João Pessoa (PB)? Ainda não dá para afirmar, mas que o equipamento paraibano já atende a expressiva parcela de turistas que viaja para Natal, assim como aos próprios norte-rio-grandenses, já há mais de um ano, é fato comprovado. O alerta é quase vermelho.

O aeroporto que atende à capital potiguar, mas fica no município de São Gonçalo do Amarante, a 50 quilômetros de Natal, perde movimento a cada ano. Em comparação a 2013, último ano de funcionamento do antigo Aeroporto Augusto Severo, a perda de passageiros-ano já chega a 200 mil. As altas tarifas aéreas estão fazendo a própria população potiguar “desistir” do Aeroporto Internacional Aluízio Alves, inaugurado às pressas poucos dias antes da Copa do Mundo de 2014.

Vale ressaltar que, desde a abertura do equipamento, os turistas que viajam para a Praia da Pipa quase sempre optam por chegar através do aeroporto de João Pessoa, que fica mais próximo do badalado vilarejo potiguar do que São Gonçalo do Amarante. Atualmente, some-se a esta menor distância geográfica os preços das passagens aéreas mais em conta para a Paraíba. A fase é preocupante para o turismo potiguar.

O presidente da Abav-RN, Abdon Gosson, é uma dos mais revoltados com a atual situação. “As passagens aéreas para Natal continuam, inexplicavelmente, de 40% a 60% mais caras do que as praticadas em capitais próximas a Natal, como João Pessoa e Recife. Ás vezes chegam a picos de 100% e até 200% mais caras. É uma maldade! Os agentes de viagens, atualmente, dão três opções de chegada e saída para quem vem ou sai do Rio Grande do Norte: via Natal, que é o óbvio; por João Pessoa, que tem sempre os melhores preços; e através do aeroporto de Recife. Em certos casos, o passageiro opta até por Fortaleza, se compensar. Estou falando de voos nacionais e internacionais. É triste a realidade do Turismo em Natal, tanto o emissivo como o receptivo”, reclama.

Gosson enfatiza que, além dos grupos de WhatsApp que compartilham viagens de Natal para o aeroporto de João Pessoa por incríveis R$ 50 (mais barato do que um táxi para o São Gonçalo do Amarante), há um verdadeiro comércio ambulante de produtos e serviços turísticos do Rio Grande do Norte no aeroporto Castro Pinto.

“É inacreditável. Há muitos motoristas oferecendo transfer para Natal. O pessoal mais idoso não topa essas aventuras. Acaba deixando de sair da capital potiguar para viajar, ou mesmo de vir para cá fazer turismo. Fica cansativo pegar carro, estrada, enfrentar tempo de espera no aeroporto e depois três horas de voo. O que assistimos no Rio Grande do Norte, por conta desse gargalo aéreo que aumentou com a saída da Avianca Brasil, é o enfraquecimento de uma cadeia produtiva responsável por 120 mil empregos diretos no setor no Estado”, avalia.

Soluções estão voando…

Apesar das visitas constantes nos últimos cinco anos às diretorias das companhias aéreas, tanto do ex-secretário de Turismo do RN, Ruy Gaspar, como da atual titular da pasta, Ana Maria Costa, ainda não houve solução para o imbróglio. Por que as passagens aéreas são bem mais caras para Natal? Por que o número de frequências não se amplia?

Em contrapartida, comenta o presidente da Abav-RN, “o load factor de Gol, Latam e Azul nas operações para São Gonçalo do Amarante certamente é superior a 95%. Os voos saem e chegam sempre superlotados”.

Soluções? Estão voando. O próprio presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, que fez palestra no Fórum de Turismo do RN, em março, em Natal, afirmou que reconhece o problema. Mas não explica nem justifica o entrave na malha aérea.

Natal, na verdade, está quase “ilhada”. É cada vez mais caro sair ou chegar à capital potiguar. E o fato se agrava com a perda de dois voos da Avianca Brasil, para São Paulo-GRU e Brasília, há dez dias. Para a capital paulista, Rio de Janeiro e Brasília, Natal conta com apenas oito operações diretas e diárias da Gol e cinco da Latam, já que a Azul só voa diariamente (sem escalas) de São Gonçalo para Recife através de quatro frequências diárias em ATR-72, que fazem a distribuição dos passageiros através do hub do aeroporto da capital pernambucana.