20 de setembro de 2019 às 17:17
20 de setembro de 2019 às 17:17
SENADORES E LEGISLADORES NOS EUA ESTÃO PRESSIONANDO ZUCKERBERG PARA REGULAMENTAÇÃO DE TECNOLOGIA. FOTO: GETTY
O fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, tem participado em reuniões com senadores e legisladores nos EUA no âmbito de uma possível regulamentação de tecnologia. O tema tem levado muitos críticos a defenderem o desmantelamento das gigantes tecnológicas, uma proposta que aparentemente não parece interessar a Zuckerberg.
O CEO da maior rede social do mundo teria recusado a ideia de vender o WhatsApp e o Instagram, afirmou o senador republicano do estado do Missouri, Josh Hawley, numa publicação de Twitter
“Acabei de me encontrar com o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg. Tivemos uma conversa franca. Desafiei-o a fazer duas coisas para mostrar que o Facebook está falando a sério sobre imparcialidade, privacidade e concorrência. 1) Vender o WhatsApp e o Instagram 2) Submeter-se a uma auditoria externa e independente. Ele disse que não às duas [propostas]”, escreve Hawley.
Zuckerberg não é o único fundador de uma grande tecnológica a não ser fã da proposta do desmantelamento de empresas e serviços. O fundador da Microsoft, Bill Gates, também já afirmou que essa não é uma solução viável a longo prazo.
10 de setembro de 2019 às 16:15
10 de setembro de 2019 às 16:26
Streaming estreará na mesma data em mais de 100 países
O mercado de streaming vai ficar deveras disputado no fim de ano: nesta terça-feira (10), durante o evento de apresentação do iPhone 11, a Apple revelou que o Apple TV+ vai ser lançado em 1º de novembro. O preço é bastante competitivo: US$ 4,99 por mês nos Estados Unidos e R$ 9,90 no Brasil, com período de teste gratuito por sete dias.
Na verdade, a Apple anunciou o Apple TV+ como um serviço global: a novidade estreará na mesma data em mais de 100 países.
Além do preço, um detalhe que chama atenção é que a estreia está marcada para o mesmo mês em que o Disney+ entrará em operação. Talvez isso explique a mensalidade baixa: o serviço da Disney deve ser lançado com preço de US$ 6,99 no plano comum e US$ 12,99 na opção que inclui ESPN+ e Hulu.
O preço fica ainda mais baixo se levarmos em conta que os US$ 4,99 (ou R$ 9,90) permitem acesso à Apple TV+ por toda a família (até seis membros). Além disso, os consumidores que comprarem um iPhone, iPad, Apple TV, iPod touch ou Mac a partir de agora terão acesso gratuito à plataforma por um ano.
Os vídeos estarão disponíveis online e offline, e poderão ser acessados pelo aplicativo do Apple TV que vem pré-instalado no iPhone, iPad, Apple TV e iPod touch. Em breve, a ferramenta irá fazer parte do macOS Catalina.
A Apple diz que a plataforma também estará disponível na web (em tv.apple.com) para navegadores como Firefox, Chrome e Safari (óbvio), em smart TVs da Samsung, na Amazon Fire TV e em outros dispositivos.
Entre as produções originais que estarão disponíveis já na estreia estão Dickinson, For All Mankind, The Elephant Queen e, com grande destaque, as séries See (com Jason Momoa) e The Morning Show (com Jennifer Aniston, Steve Carell e Reese Witherspoon).
30 de agosto de 2019 às 16:40
30 de agosto de 2019 às 16:45
SEGUNDO ÓRGÃO, AS EMPRESAS DESRESPEITARAM O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR AO DISPONIBILIZAR APP QUE NÃO POSSUI POLÍTICA DE PRIVACIDADE E TERMOS DE USO EM PORTUGUÊS. FOTO: REPRODUÇÃO
A Fundação Procon-SP aplicou uma multa a Google e Apple por conta do FaceApp, aplicativo de ‘envelhecimento’ que virou febre na internet brasileira em julho. Segundo o Procon, as empresas desrespeitaram o Código de Defesa do Consumidor (CDC) ao disponibilizar em suas lojas para celular um app que não tem “Política de Privacidade” e “Termos de Uso” em português. O app, de origem russa, tem os contratos escritos apenas em inglês.
Segundo o Procon, informação adequada, clara e em língua portuguesa é um direito básico do consumidor. O Google recebeu a multa mais pesada: R$ 9,9 milhões, valor máximo estipulado pelo CDC. A pena da Apple foi de R$ 7,7 milhões. As diferenças nos valores, segundo a fundação, refletem a diferença de receita das companhias no País.
Caso os contratos estivessem em português, os usuários ficariam sabendo, de acordo com apuração do jornal O Estado de S. Paulo, que o FaceApp entrega dados a anunciantes, além de se dar o direito de transferir os dados para países que não tenham as mesmas leis de proteção de dados que o Brasil.
Fernando Capez, diretor-executivo da Fundação Procon-SP, disse que notificou por e-mail o Wireless Lab, empresa dona do FaceApp, mas não teve resposta. A Wireless Lab não tem representação oficial no Brasil. “O FaceApp está fora do alcance da Justiça Brasileira, fora do alcance dos órgãos de fiscalização. É praticamente uma empresa fantasma. Por isso Google e Apple sofreram essa ação”, disse Capez.
Em julho, o Procon notificou Google e Apple sobre as violações do FaceApp. A expectativa era de que, ao tomar ciência das violações, as gigantes retirassem o app de suas lojas, o Google Play e a App Store, o que não aconteceu.
No entendimento das empresas, elas cumprem a legislação local: os termos de uso e política de privacidade de suas lojas, e até a descrição dos apps oferecidos por terceiros, está em português. Além disso, as lojas virtuais seriam uma plataforma para intermediar o acesso do usuário a produtos ofertados na maioria das vezes por desenvolvedores independentes. Google e Apple, portanto, não teriam responsabilidade pelos contratos feitos entre os usuários e terceiros. Os responsáveis por violações do CDC seriam dos próprios desenvolvedores.
A explicação não agradou o Procon, que pensa que as gigantes se tornam responsáveis por apps que não têm representação local. “Essa ação abre um precedente e uma discussão internacional. Quando você toma ciência de uma oferta abusiva, a atitude correta é retirar o aplicativo”, diz Capez.
Em nota, o Google disse: “Seguindo a filosofia do sistema operacional Android, o Google Play é uma loja virtual aberta na qual o próprio Google e terceiros podem disponibilizar aplicativos e jogos, que podem ser baixados por usuários para serem utilizados em seus celulares. O Marco Civil da Internet e o próprio Código de Defesa do Consumidor dispõem que as lojas virtuais não devem ser responsabilizadas pelas práticas e políticas de aplicativos de terceiros, por isso, tomaremos as medidas necessárias para questionar a multa imposta pelo Procon.”
A Apple não quis comentar. As duas companhias poderão recorrer à decisão em duas instâncias administrativas do Procon, além de poder recorrer judicialmente. Caso optem por pagar, terão desconto de 30% caso o pagamento seja realizado à vista.
21 de agosto de 2019 às 10:19
21 de agosto de 2019 às 10:19
DENTRO DO APP, EXISTE UM RANKING COM PONTUAÇÃO E PREMIAÇÃO PARA OS USUÁRIOS QUE USAM A FERRAMENTA. FOTO: ILUSTRAÇÃO
A Prefeitura do Natal,
através da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), lançou, durante a Campus Party,
que aconteceu de 16 a 18 de agosto em Natal, o aplicativo de smartphone “Dengue
Não”, que tem o intuito do reforçar o combate ao mosquito transmissor da
doença, de forma interativa e colaborativa com a população. E, agora, reforça a
divulgação para a população, de modo a alcançar melhores resultados.
Na ferramenta, é possível
ter recomendações sobre os mitos e verdades da enfermidade e checar
recomendações de boas práticas para não facilitar a reprodução do Aedes
aegypti. Além disso, a aplicativo conta com espaço para notificações de casos
de dengue (com mapa interativo, espaço para denúncia e Ranking Dengue Não) e
com Boletim Entomoepidemiológico das Arboviroses. Outras funções do aplicativo
são os jogos educativos para diversas faixas etárias e espaço para conhecer e
registrar seus sintomas.
Dentro do app, existe um
ranking com pontuação e premiação para os usuários que usam a ferramenta. Para
a criação do programa, a SMS envolveu setores com representantes das pastas de
Promoção à Saúde, Saúde Bucal, Saúde da Criança, Saúde da Família, Departamento
Vigilância em Saúde, o Centro de Controle de Zoonose, Assessoria de
Planejamento, secretários adjuntos e o próprio secretário municipal de Saúde,
George Antunes.
Para o coordenador de saúde
bucal e do programa Saúde na Escola, Rodolfo Lira, “o ‘Dengue Não’ é uma
estratégia de interação ágil, acessível e com potencial de capilaridade”.
Ele afirma que “o aplicativo é bem recente e continuará sendo aperfeiçoado e a
inovação que essa ferramenta traz pode ser trabalhada de muitas formas pela
saúde. Acho muito relevante a criação dessa ponte de interação e colaboração
ágil e acessível da população com a gestão. Agora, nós partiremos para
trabalhar esse app com a população, usando nas escolas e em ações da Prefeitura
do Natal, como o Participa Natal. Estamos montando um planejamento para premiar
os cidadãos destaques com honra ao mérito no combate do Aedes. Esses dados de
sintomas irão nos ajudar a predizer surtos e agilizar o atendimento dos
usuários”.
COMO USAR:
Depois de um cadastro
inicial, se o usuário identificar focos de dengues em terrenos baldios ou em
sua caixa d’água, por exemplo, ele deve ir no espaço “notifique” e inserir o
endereço do local atingido enviando uma fotografia juntamente com os dados.
Estas informações vão para um mapa interativo dentro do aplicativo. Dentre 7 a
15 dias o problema será apurado e resolvido. Também há a possibilidade de
informar sintomas suspeitos de dengue e receber orientação quanto à procura de
uma unidade de saúde.
O aplicativo “Dengue Não”
já está disponível para aparelhos móveis com sistema operacional Android e futuramente
também estará disponível para IOS. Existe também a possibilidade de acessar o
aplicativo por computadores em sua versão Web, mas sem a opção de jogos. Para baixar o aplicativo, basta acessar o
link Applink.com.br/colabore_natal.
15 de agosto de 2019 às 18:45
15 de agosto de 2019 às 18:45
O MATERIAL ADQUIRIDO FAZ PARTE DE UM CONVÊNIO ENTRE O MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL E A PMRN
A Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte recebeu novos equipamentos para uso do seu serviço de inteligência. O material adquirido, entregue nesta quinta-feira, 15, faz parte de um convênio entre o Ministério Público Estadual e a PMRN.
A solenidade de entrega ocorreu na sede da Procuradoria Geral de Justiça – PGJ, localizada no bairro da Candelária, e contou com a presença do Comandante geral da PMRN, Coronel Alarico Azevedo; do Secretário de Segurança Pública e da Defesa Social (SESED), Coronel Francisco Araújo; do Procurador Geral de Justiça, Dr. Eudo Leite; da procuradora Geral de Justiça Adjunta, Dra. Elaine Cardoso; do Coordenador do Gaeco, Dr. Fausto França; dentre outras autoridades civis e militares.
Na ocasião da solenidade, houve uma palestra sobre a reestruturação do sistema de inteligência da PM do Estado de Pernambuco, ministrada pelo Coronel PMPE Evaldo Roque.
14 de agosto de 2019 às 09:08
14 de agosto de 2019 às 09:08
A FERRAMENTA TAMBÉM OFERECE FUNÇÕES DE PRIVACIDADE PARA ESSE TIPO DE USUÁRIO. FOTO: ILUSTRAÇÃO
Uma
ferramenta do Google chamada WA Web Plus mostra automaticamente o que estava
escrito na mensagem que o remetente escolheu apagar no aplicativo WhatsApp.
Basta adicionar o recurso ao navegador. Mas ele se aplica apenas ao modo
WhatsApp web, acessado pelo computador.
A extensão também oferece funções de privacidade para esse tipo de usuário. É possível, por exemplo, borrar fotos e nomes de contatos, mensagens recentes e até mensagens de uma conversa. Entre as outras funcionalidades gratuitas, destaque para o modo noturno, que escurece a tela para o uso durante a noite. A ferramenta oferece, ainda, a inclusão do botão de “like” do Facebook Messenger e a possibilidade de personalizar o plano de fundo. A versão premium custa 10 dólares mensais (R$ 39,73 pela cotação atual da moeda) e permite, também, a automação de mensagens, com exportação de contatos via tabelas de Excel.
13 de agosto de 2019 às 18:07
13 de agosto de 2019 às 18:07
O JUIZ FEDERAL CARLOS WAGNER DIAS FERREIRA, DIRETOR DO FORO DA JFRN, ESTEVE REUNIDO COM IVONILDO REGO, DIRETOR DO IMD PARA DISCUTIR A REALIZAÇÃO DOS CURSOS
Cursos de inovação e de tecnologias digitais a serem promovidos pelo Instituto Metrópole Digital na Justiça Federal no Rio Grande do Norte, para servidores e juízes, foi pauta de reunião dos Diretores do Foro da JFRN, Juiz Federal Carlos Wagner Dias Ferreira, e do Instituto Metrópole Digital, Ivonildo Rego.
Do encontro participaram também o Juiz Federal Marco Bruno Miranda, coordenador da área de Inovação da JFRN, o diretor do Núcleo de Tecnologia da Informação da Seção Judiciária, David Montalvão Júnior, e os professores Elias Jacob e Itamir Filho, diretor de TI do Instituto.
A Seção Judiciária potiguar já conta com uma Residência em Tecnologia da Informação, promovida em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Com a promoção de cursos em inovação na área digital, haverá uma revolução em como lidar com as novas ferramentas de tramitação de ações judiciais e de governança administrativa.
7 de agosto de 2019 às 18:16
7 de agosto de 2019 às 18:17
OS BOTS, OU ROBÔS, EM PORTUGUÊS., ESTÃO CONTRIBUINDO PARA ALAVANCAR A HASHTAG, AO ACOMPANHAR A SUBIDA DA TAG, É POSSÍVEL NOTAR UMA GRANDE MOVIMENTAÇÃO DE PERFIS SUSPEITOS. FOTO: REPRODUÇÃO
Grande parte dos usuários no Twitter que estão ajudando a hashtag #LulaNoPresidio a ocupar os assuntos do momento, nesta quarta-feira (7), não são de carne e osso: são bots, ou robôs, em português. Ao acompanhar a subida da tag, é possível notar uma grande movimentação de perfis suspeitos.
Entre as características de algumas dessas contas são: perfis que só publicam mensagens que dialogam com a temática bolsonarista, usam hashtags na maioria dos seus tuítes, não possuem foto real, possuem poucos seguidores, ou a mesma quantidade de seguidores e seguidos – indicando ser parte de uma rede de robôs. A milícia virtual de Bolsonaro é usada frequentemente para subir hashtags.
A Fórum colocou alguns desses perfis em uma ferramenta que mede a possibilidade de uma conta ser robô (TweetBotorNot). Entre os observados está @ana_xerem. A conta foi criada em fevereiro de 2018, não possui foto e apenas reproduz hashtags e republica mensagens ligadas ao bolsonarismo.
Outro perfil fake observado é @GilmerioA, que publicou a hashtag em resposta a políticos petistas em três oportunidades em menos de um minuto. Os três tuítes foram feitos entre 16:11 e 16:12, contra Lindbergh Farias (ex-senador, PT-RJ), Humberto Costa (senador, PT-PE) e Gleisi Hoffmanm (deputada federal, PT-PR).
O primeiro tuíte de Gilmerio, inclusive, foi feito em agosto de 2018, em provocação a uma enquete realizada por George Marques, colunista da Fórum. O perfil teria sido criado em junho de 2017, demonstrando um vácuo de publicações.
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