Relatos dão conta que a rainha da Inglaterra ganhou 10 libras (hoje, cerca de R$ 45) no primeiro sorteio da loteria do Reino Unido. Não se sabe se ela retirou o prêmio (espera-se que sim).
Imagem: Reprodução/ You Tube
Imigrante Sortudo
Um senegalês desempregado resgatado pela guarda costeira espanhola ganhou o equivalente a US$ 434 mil da loteria de Natal da Espanha. O homem chamado Ngame agradeceu ao povo espanhol e ao governo por ter sido resgatado do mar ao receber o prêmio.
Imagem: National Lottery
Escrito nas estrelas
Duas amigas da Inglaterra, Carly Wiggett e Becky Witt, ganharam mais de US$ 366 mil na “Euromillions” em 2013, depois que a mãe de Carly leu em um horóscopo de jornal que estava previsto um golpe de sorte. Com um bom pressentimento, as duas compraram o bilhete e viraram milionárias.
Foto: Shutterstock
Vencedor mais velho
O mais velho vencedor de um prêmio de loteria se chama Nguyen, um vietnamita de 97 anos que embolsou US$ 340 mil em 2010. Ele foi pobre durante toda a vida e teve problemas para gastar o dinheiro. Ele perdeu a maior parte após achaques dos vizinhos. Com o que guardou, comprou arroz para toda a vizinhança.
1 de maio de 2016 às 08:17
1 de maio de 2016 às 08:17
Foto: Rafael Neddermeyer
Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1813 da Mega-Sena, e o prêmio acumulou em R$ 14 milhões.
Foram sorteados os números 09, 11, 13, 15, 19 e 51 na noite deste sábado (30) em Guaíra(PR). O próximo sorteio será na próxima quarta-feira (4).
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.
1 de maio de 2016 às 02:08
1 de maio de 2016 às 02:08
Imagem: Reprodução
Cinco jovens se reuniram em um café para montar uma pequena empresa, motivados pelos eventos de Startups onde se conheceram. O intuito era pensar um produto que pudesse ser desenvolvido na impressora 3D que um integrante do grupo já tinha.
Dentre muitas outras ideias jogadas na mesa, eles decidiram seguir pela intersecção entre tecnologia e saúde. Explica Rodolfo Teles, membro da empresa: “A gente trabalha dentro do setor de soluções ortopédicas com tecnologias sustentáveis”.
O grupo é formado por Rodolfo, que trabalha com os projetos; Ebert Costa, que atua na produção; Ycaro Ravel, na parte administrativa/financeira; Felipe Neves, responsável pelo comercial e Carlos Lima, do setor de Relacionamentos.
A partir deste conceito, em novembro do ano passado surgiu a Fix It, que atualmente produz órteses biodegradáveis confeccionadas pela impressora 3D. A matéria prima utilizada é um plástico desenvolvido com bagaço de cana de açúcar.
A órtese é produzida com PLA, um polímero feito a partir de materiais biodegradáveis como bagaço de cana de açúcar, beterraba ou milho. O material tem semelhanças com um fio de nylon, sendo mais grosso. Este tipo de plástico já é bastante usado em impressoras 3D para a confecção de protótipos.
Entretanto, ainda de acordo com Rodolfo, as pesquisas feitas pelo grupo revelam que nenhuma outra empresa no Brasil segue o mesmo ramo da Fix It. Essa inovação faz parte do sucesso da pequena empresa, que já foi vencedora de dois prêmios nacionais de SartUps.
1 de maio de 2016 às 01:45
1 de maio de 2016 às 01:45
Imagem: Divulgação/ Abrafrutas
Depois de anos de sucessivas perdas, a fruticultura irrigada volta a respirar com mais ânimo no Rio Grande do Norte. Somente em 2015, quase 500 mil toneladas de frutas foram produzidas no Alto Oeste do estado. Os dados são do Comitê Executivo da Fruticultura Irrigada do Rio Grande do Norte (Coex), que reúne 23 produtores associados.
Metade de toda a produção potiguar, entre 200 mil e 220 mil toneladas, foi para o mercado externo – basicamente o continente europeu, servindo mesas principalmente na Inglaterra, na Holanda e na Espanha. As exportações foram responsáveis pelo ingresso de US$ 98 milhões no estado. Cerca de 20 mil empregos diretos e 50 mil indiretos são gerados por essa cadeia. Apesar dos resultados, a produção potiguar ainda é ameaçada pela falta de água.
“O estado perdeu um pouco do espaço na fruticultura nos últimos anos, até praticamente 2012 ou 2013. De lá para cá, voltou a crescer e está aumentando. O resultado do ano passado coloca o estado como o quarto maior exportador do país, atrás da Bahia, Pernambuco e o Ceará. Acho que ele tem como ultrapassar o Ceará já este ano, em termos de valor de exportação e ser o terceiro maior exportador de frutas do Brasil. Acho que essa é uma perspectiva bastante positiva”, afirma o produtor Luiz Roberto Barcelos, da Fazenda Famosa, que preside o Coex e a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas).
De acordo com ele, embora o país viva um momento de crise, há setores que estão em uma situação favorável ao crescimento e que podem ser vetores para a retomada do desenvolvimento. Um deles é a fruticultura. “Quando a crise vem, todo mundo reduz investimentos. Quando você reduz investimentos, reduz a produção e alimenta mais a crise, ao invés de sair”, diz ele. “A saída da crise é trabalho e produção, não tem outra forma de fazer isso. E o agronegócio tem sido a locomotiva da economia brasileira nos últimos anos. A fruticultura, mais ainda”, pontua.
Situação dos aquíferos preocupa
Apesar da perspectiva de crescimento, a exportação das frutas registrou queda superior a 20% no primeiro bimestre deste ano em relação a 2014. Isso por causa de um contraste próprio desse segmento. Ao mesmo tempo em que ele precisa da chuva para restabelecer os aquíferos subterrâneos, após uma seca de praticamente cinco anos, o excesso de água prejudicou a produção de janeiro. No primeiro mês do ano caíram 280 milímetros, quando a média é de 80.
“Para a fruta, tem que ter chuva no momento correto. E o momento correto seriam esses meses de março e abril, quando todos os produtores reduzem bastante a produção, para não correr riscos.
1 de maio de 2016 às 01:32
1 de maio de 2016 às 01:32
Imagem: Reprodução
Com apenas um teatro público em funcionamento e que não está apto para receber espetáculos de grande porte devido às suas limitações acústicas, Natal segue com a agenda cultural prejudicada e carente de espaços democráticos que abriguem tanto as produções teatrais da cidade, quanto de grupos vindos de fora.
O cenário, portanto, nos faz olhar com ainda mais atenção para o Teatro do Departamento de Artes da UFRN (Deart) concebido de forma inovadora e encarado pela cena teatral potiguar, como uma boa alternativa para fortalecer o corredor cultural da capital.
No entanto, cinco anos após sua “inauguração”, o local permanece fechado até mesmo para os próprios alunos e professores do departamento que sequer possuem permissão para abrir o cadeado que bloqueia a estrutura.
O teatro foi inaugurado ao apagar de 2011, com recursos oriundos do Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), e entregue como uma das obras do prédio anexo do Deart junto com novas salas de aula, laboratórios de dança, design e artes visuais, além de uma galeria de arte.
Aluno reclamam
Os alunos do curso de Teatro da UFRN enfrentam ainda mais um problema: a falta de um espaço para apresentações e ensaio. O “teatrinho”, como é chamado carinhosamente o local de apresentações no prédio antigo do departamento, com capacidade para cerca de 60 pessoas, está fechado para reforma há quase dois anos.
1 de maio de 2016 às 01:21
1 de maio de 2016 às 01:21
Imagem: Ilustração
Com direito a teatrinho de fantoches e à participação da Banda de Música, a prefeitura de São Gonçalo do Amarante, RN, realizou na manhã de ontem (30), a abertura simbólica do Dia “D” da Campanha de Vacinação Contra a Gripe com objetivo de prevenir dos vírus H1N1, H3N2 e influenza B.
A ação aconteceu na Unidade Básica de Saúde de Jardim Lola. A mobilização atraiu idosos e pais que levaram os filhos para receber as doses da vacina.
A vacina contra gripe é considerada segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, como internações ou mortes. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações, segundo o Ministério da Saúde.
A meta de São Gonçalo é imunizar cerca de 20 mil pessoas, equivalente a 80% da população alvo dos grupos prioritários que são: pessoas acima de 60 anos, crianças de seis meses até menos de 5 anos de idade, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), grupos de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições especiais, trabalhadores da saúde, povos indígenas, os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.
1 de maio de 2016 às 01:12
1 de maio de 2016 às 01:12
Imagem: Divulgação
A prefeitura de São Gonçalo do Amarante, RN, realizou na última sexta-feira (29), no Ginásio Poliesportivo de Santo Antônio do Potengi, mais uma etapa da entrega de apartamentos do Residencial Ruy Pereira dos Santos que faz parte do programa Minha Casa Minha Vida.
O sorteio faz parte de mais uma etapa que definiu com exatidão o condomínio e o número do apartamento de cada um dos 549 moradores. O próximo passo será a vistoria dos apartamentos, geração dos contratos dos imóveis, liberação do habite-se pelo Corpo de Bombeiros e a entrega das chaves.
O residencial é composto por seis áreas residenciais, cada uma com 19 blocos, um total de 300 apartamentos por condomínio, totalizando 114 blocos que deverão comportar uma população estimada em 7.200 pessoas.
Vale ressaltar que três por cento das unidades habitacionais vão ser entregues com adaptação para portadores de deficiência física. O investimento é de aproximadamente R$ 109 milhões, financiado pelo Governo Federal em parceria com a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, através da Caixa Econômica Federal.
1 de maio de 2016 às 00:31
1 de maio de 2016 às 00:31
A charge Corrosão, de 1975 (Divulgação)
A charge Corrosão, concebida originalmente em 1975 com nanquim, aquarela, hidrocor e grafite, publicada seis anos depois no livro Desenhos, pela editora Raízes, resume o poder da boa caricatura. A tinta de Millôr Fernandes (1923-2012), espirrada na direção de um duque de ferro, tem o poder de manchá-lo e diluí-lo. Com este desenho sobre papel, o artista arranhava a arrogância do poderio militar em plena ditadura. E ele desancaria o autoritarismo com outro entre seus talentos, o de formular as grandes frases: “Fiquem tranquilos os poderosos que têm medo de nós: nenhum humorista atira pra matar”.
Millôr: Obra gráfica é a primeira retrospectiva dedicada aos desenhos de um dos maiores humoristas brasileiros, igualmente dramaturgo e tradutor. Os 500 originais, escolhidos pelos curadores Cássio Loredano, Julia Kovensky e Paulo Roberto Pires, foram subdivididos em cinco conjuntos. Millôr por Millôr traz as reflexões do artista sobre si mesmo, autorreferido em terceira pessoa.
Pif-Paf, o Laboratório expõe seu trabalho como colunista da revista O Cruzeiro, entre 1945 e 1963. Brasil, em que está exposta a charge publicada nesta página, percorre a vida do País e de seus habitantes, assim como a seção Condição Humana. O último núcleo, À Mão Livre, traz os exercícios visuais de Millôr, feitos usualmente quando se postava ao telefone, sem o compromisso de publicar.
Millôr: Obra gráfica. Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro. Até 21 de agosto
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