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Categoria: Social

Delegacia de Plantão da Zona Sul registra nova fuga de presos

Imagem: Reprodução/ Arquivo

Imagem: Reprodução/ Arquivo

Uma fuga foi registrada na Delegacia de Plantão da Zona Sul de Natal, localizada na avenida Prudente de Morais, no bairro de Candelária. Cinco presos conseguiram escapar da unidade, no início da manhã de ontem (06).

Os presos conseguiram pular a grade e a parede da carceragem. Os foragidos foram identificados como Gerliano de Alencar Barbosa, Adailton dos Santos Pinheiro, Alisson Dantas dos Santos, Sávio Henrique Xavier e Rosenilton Alves dos Santos.

De acordo com os policiais que trabalham na unidade, 18 homens estavam presos na carceragem de Plantão Sul até a noite desta quinta-feira (5). A unidade abriga presos de maneira irregular e, inclusive, no ano passado, chegou a ser interditada por falta de condições adequadas.

Foragido da justiça: Operação prende no RN homem suspeito de praticar crimes no estado do Espírito Santo

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Uma investigação da equipe de Polícia Civil de Marcelino Vieira, com o apoio dos Núcleos de Inteligência da Polícia Civil dos estados do Rio Grande do Norte e do Espírito Santo e da Delegacia Especializada em Capturas e Polinter do ES (Decap), deflagrou a Operação Polícia sem Fronteiras e capturou o foragido da justiça Franscisco Acaciano do Nascimento, vulgo “Fateta”, 39 anos, nesta sexta-feira (06), em Viana, no estado do Espírito Santo. O nome da operação faz alusão ao trabalho conjunto das Polícias Civis do RN e do ES, evidenciando que o combate ao crime vai muito além dos limites territoriais de suas regiões.

Franscisco é suspeito de no dia 10 de dezembro de 2015, assassinar a queima roupa Renato de Oliveira Diniz, conhecido por “Renato de João Moisés”, com quatro disparos de arma de fogo, em um bar na praça central de Marcelino Vieira. O suspeito foi preso em decorrência de um mandado de prisão preventiva. De acordo com o delegado de Marcelino Vieira, Paulo Cesário, essa prisão mostra o quanto a Polícia Civil é incansável no combate a impunidade, com destaque a importância da integração entre as unidades da federação no combate à violência.

Durante a operação, as equipes de Polícia Civil de Marcelino Vieira, Alexandria, e Pau dos Ferros, cumpriram mandados de busca na cidade de Marcelino Vieira, com o intuito de localizar a arma utilizada no crime, conseguindo apreender a mesma na manhã de ontem(06), em Marcelino Vieira. Nas buscas, a polícia prendeu João Jocival da Silva, por posse ilegal de munição de uso permitido. Fateta será encaminhado para o sistema prisional do estado do Rio Grande do Norte, onde ficará a disposição da justiça.

Celulares e maconha: Agentes realizam apreensões na Cadeia Pública de Natal

Flagrante foi feito durante revista, nesta sexta-feira. (Foto: Divulgação)

Flagrante foi feito durante revista, nesta sexta-feira. (Foto: Divulgação)

Vasto material ilícito foi apreendido por agentes penitenciários, no Presídio Provisório Raimundo Nonato Fernandes, também chamado de Cadeia Pública de Natal. A unidade fica localizada na zona Norte da capital.

O flagrante foi feito pelos agentes penitenciários de plantão, com apoio do Grupo de Operações Especiais do Sistema Penitenciário. Eles realizaram uma revista no Pavilhão B do presídio e encontraram o material nas celas.

Foram apreendidos 17 aparelhos celulares, carregadores e uma grande quantidade de maconha, divida em trouxinhas pequenas e grandes, bem como em dois tabletes.

Informações: Portal BO

Réplica: “Esse golpe tem um motivo. E o motivo é que o Brasil nesses 13 anos mudou, as pessoas ganharam autoestima e dignidade”

Dilma: "Se eu renunciar, eu vou debaixo do tapete. Mas eu não vou, vou ficar aqui brigando". (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

Dilma: “Se eu renunciar, eu vou debaixo do tapete. Mas eu não vou, vou ficar aqui brigando”. (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

Poucas horas depois de a Comissão Especial do Impeachment no Senado aprovar relatório favorável ao prosseguimento do processo, a presidente Dilma Rousseff afirmou que “estão condenando alguém que é inocente e que não há nada mais grave do que isso”.

“Eu sou a prova da injustiça”, lamentou a petista, durante visita a obras do Projeto de Integração do São Francisco (PISF), na zona rural de Cabrobó, em Pernambuco.

“Eles sempre quiseram que eu renunciasse. Sabem por quê? Sabem o tapete? Você levanta ele e esconde a sujeira debaixo. Se eu renunciar, eu vou debaixo do tapete. Mas eu não vou, vou ficar aqui brigando”, disse.

Nesta sexta-feira, 6, a comissão aprovou parecer do senador Antonio Anastasia (PMDB-MG) pela admissibilidade do processo de impeachment, por 15 votos a 5.

A admissão do processo vai agora ao plenário do Senado. A expectativa é de que a peça seja lida na segunda-feira, com a votação pelos senadores na quarta-feira, 11 – são necessários 41 votos para a aprovação.

“Esse golpe tem um motivo. E o motivo é que o Brasil nesses 13 anos mudou: as pessoas ganharam autoestima e dignidade”, falou, dando ênfase ao Bolsa Família, às universidades federais, à ascensão da classe média.

O Nordeste foi o maior eleitorado de Dilma que disse que “nunca esquecerá disso” e que ficará muito triste, com o coração partido, e será uma grande injustiça se ela não estiver presente quando a obra estiver pronta, como presidente.

“Nós (ela e Lula) lutamos para fazer essa obra. Nós fizemos o projeto”, declarou. No começo de seu discurso, inclusive, agradeceu nominalmente a todos os deputados do Nordeste que votaram contra o processo de impedimento.

“Ninguém votou em mim por causa dos meus belos olhos, apesar de serem muito belos. Porque o povo votou em mim? Porque eu tinha um programa. O voto que vocês me deram foi para garantir as políticas sociais”, falou.

Temer convida Jereissati para ministério em eventual governo

Tasso Jereissati, do PSDB do Ceará: possibilidade de Tasso ir para MDIC pode atrapalhar, contudo, os planos do senador José Serra (Foto: Antonio Cruz/AGÊNCIA BRASIL)

Tasso Jereissati, do PSDB do Ceará: possibilidade de Tasso ir para MDIC pode atrapalhar, contudo, os planos do senador José Serra (Foto: Antonio Cruz/AGÊNCIA BRASIL)

Na reta final da montagem de um eventual novo governo, o vice-presidente, Michel Temer, convidou o vice-presidente do PSDB e senador Tasso Jereissati (CE) para assumir o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

A possibilidade de Tasso ir para MDIC pode atrapalhar, contudo, os planos do senador José Serra (PSDB-SP) que deverá assumir a pasta de Relações Exteriores.

Nas negociações preliminares com Temer chegou-se a ser discutida a possibilidade de se transferir as funções de comércio exterior do MDIC para o Itamaraty. Já a formulação da política industrial passaria para o ministério do Planejamento, previsto para ser comandado pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR). O desenho, no entanto, ainda não foi fechado por Temer.

Além dos senadores Tasso Jereissati e José Serra, o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) também deverá fazer parte da nova equipe ministerial, comandando a pasta das Cidades, que no governo Dilma estava nas mãos do PSD.

Direito de Revanche: “No plenário, o resultado será diferente”, diz senador do PT

Senador Humberto Costa (PT-PE): "Ainda que possamos dizer que não é certa uma possibilidade da nossa vitória". Moreira Mariz/Agência Senado

Senador Humberto Costa (PT-PE): “Ainda que possamos dizer que não é certa uma possibilidade da nossa vitória”. (Foto: Moreira Mariz/Agência Senado)

A votação na Comissão Especial do Impeachment do Senado terminou em 15 a 5 pela admissibilidade do processo, mas o líder do governo, senador Humberto Costa (PT-PE), afirmou ter confiança de que o resultado será diferente no plenário.

“Ainda que possamos dizer que não é certa uma possibilidade da nossa vitória, teremos sem dúvida o número de votos que, lá na frente, será suficiente para impedirmos a materialização desse golpe”, disse.

Costa afirmou que não foi surpreendido pelo resultado da votação, pois os líderes dos partidos “escolheram a dedo” os membros da comissão que já tinham posicionamento firmado a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Porém, se disse satisfeito com a discussão que os governistas propuseram durante as sessões da comissão: “A participação dos governistas foi muito cristalina e deixou absolutamente claro que o que estão chamando de crime é apenas um pretexto para um processo político de retirada da presidente.”

Sobre o relatório lido quarta-feira pelo senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), voltou a dizer que tratou-se de um “contorcionismo retórico” que não traz “qualquer evidência de qualquer crime político ou de responsabilidade praticado por Dilma.”

Ele seguiu chamando o impeachment de “golpe”. “O golpe de hoje não precisa ter armas e paredões para se concretizar. Basta a propagação de uma série de mentiras, de argumentos sofismáticos e, acima de tudo, uma maioria oportunista que quer chegar ao poder sem ter o voto da população”, criticou.

“O Advogado-Geral”: Cardozo estuda recurso contra impeachment após afastamento de Cunha

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, disse hoje (6) que estuda recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para anular o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff com base na decisão que afastou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Segundo Cardozo, a suspensão do parlamentar reforça a tese de defesa da presidenta desde o início do processo de impedimento e mostra que Cunha cometeu desvio de poder.

“Foi mais um ato num conjunto de situações que obviamente mostrava que ele agia com competência desviada daquilo que a lei fixava. Essa decisão do Supremo ontem indiretamente reforça os argumentos de que houve desvio de poder durante toda a tramitação do processo na Câmara dos Deputados”, disse o ministro.

Ontem (6), o Supremo validou por unanimidade a decisão liminar do ministro Teori Zavascki, que determinou a suspensão do mandato do deputado Eduardo Cunha e, consequentemente, da presidência da Casa.

Segundo Teori, relator da ação, Cunha atua com desvio de finalidade para promover interesses espúrios. O ministro citou casos envolvendo a Comissão Parlamentar do Inquérito (CPI) da Petrobras e o processo a que Cunha responde no Conselho de Ética da Câmara, nos quais o deputado é acusado de usar requerimentos apresentados por aliados para se beneficiar.

“Não há absolutamente nada para esconder nesse caso. Que se apure, que se investigue. É uma acusação feita pelo senador Delcídio do Amaral que não para em pé. É notório que ele queria, quando estava preso, que o governo agisse para que ele saísse da prisão. O governo obviamente não fez isso e ele então, como já anunciava antes mesmo de fazer a delação premiada, fez o seu ato de retaliação ao governo. É uma situação que não para em pé minimamente. É uma investigação que, se feita, aclarará todos os fatos”, disse o advogado-geral.

“Contagem Regressiva”: Comissão do Senado aprova relatório a favor do impeachment de Dilma

Foto: Reprodução/ Exame

Foto: Reprodução/ Exame

A Comissão Especial do Impeachment no Senado aprovou há pouco o parecer do relator, Antonio Anastasia (PSDB-MG), favorável à admissibilidade do processo de afastamento da presidenta Dilma Rousseff. Foram 15 votos a favor e cinco contra. O presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB), não votou, porque, em geral, ele só vota em caso de desempate.

O resultado, anunciado pelo presidente da comissão, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), deverá ser lido no plenário da Casa na sessão ordinária marcada para as 14h da próxima segunda -feira (9).

A leitura marca também o começo da contagem do prazo de 48 horas para deliberação da fase de admissibilidade do processo no plenário pelos 81 senadores, o que, de acordo com o calendário votado no início dos trabalhos da comissão especial, deve ocorrer na quarta -feira (11). Assim como ocorreu na comissão especial, no plenário a votação é por maioria simples, ou seja, metade mais um dos senadores presentes. Se aprovado o parecer de Anastasia no plenário da Casa, a presidenta Dilma será notificada e imediatamente afastada do cargo por 180 dias. Com isso, quem assume é o vice-presidente Michel Temer.

No prazo de 180 dias, o impeachment deve ser aprovado pelo plenário do Senado. A votação, desta vez, será comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e exige votos de dois terços (54 dos 81 senadores) para a condenação.

Em caso de absolvição, a presidenta reassume o mandato de imediato. Se condenada, Dilma é automaticamente destituída e Temer assume até o fim do mandato.