4 de outubro de 2024 às 06:55
4 de outubro de 2024 às 08:21
FOTO: REPRODUÇÃO
O candidato Paulinho Freire (União Brasil) comentou em suas redes sociais, o resultado do debate ocorrido na noite dessa quinta, na Inter TV Cabugi. Para ele, o momento foi de apresentar as propostas e esclarecer o eleitor sobre fatos do passado.
“Obrigado, InterTV, pelo convite e a todos que acompanharam. Estamos prontos para levar Natal pra frente. Neste domingo, é todo mundo”.
4 de outubro de 2024 às 06:53
4 de outubro de 2024 às 08:22
FOTO: REPRODUÇÃO
Mesmo com momentos acalorados, entre acusações, o candidato Carlos Eduardo (PSD) afirmou estar convicto de sua vitória nas urnas.
“Agradeço a oportunidade de discutir nossas propostas e soluções pra nossa cidade. Eu sou testado, aprovado e estou renovado. Por isso, peço seu voto e de sua família”.
4 de outubro de 2024 às 06:52
4 de outubro de 2024 às 08:22
FOTO: DIVULGAÇÃO
O trio que lidera as pesquisas em Natal (RN), Natália Bonavides (PT), Carlos Eduardo (PSD) e Paulinho Freire (UB) protagonizaram o debate pela prefeitura local e trocaram acusações e ofensas, no estúdio da TV Cabugi, afiliada da TV Globo, na noite desta quinta-feira (3).
Natália Bonavides atacou Carlos Eduardo e fez uma dobradinha com Paulinho Freire para atacar o ex-prefeito. “Eu tô um pouco chocada. Nos últimos 22 anos, ele foi prefeito em 12 anos e os outros foram vices dele. E agora estão falando que fará a nova licitação de ônibus. O senhor acredita nisso?”, perguntou.
Freire respondeu: “A maior piada desse debate é o candidato Carlos Eduardo falar em coerência. Ele é um aproveitador. Ele já teve a oportunidade de fazer por essa cidade e não fez. [Ele diz] que fará licitação para voltar as linhas (de ônibus), eu não acredito nele, candidata. O natalense também não acredita nele.”
Em sua tréplica, Bonavides voltou a criticar a gestão de Eduardo à frente de Natal. “O candidato Carlos foi o que mais deu aumento nas tarifas e perdoou R$ 70 milhões das dívidas das empresas de ônibus. O prefeito Álvaro Dias, que apoia o Paulinho Freire, continuou o sucateamento dos ônibus e a frota diminuiu quase 50% na gestão dele. Quem sofre com isso é quem está na parada, que muitas vezes não têm nem cobertura.”
4 de outubro de 2024 às 06:42
4 de outubro de 2024 às 06:47
FOTO: EBC
Pelo menos 15 estados — incluindo o Rio Grande do Norte (RN) — não deverão ter a chamada Lei Seca nas eleições municipais de 2024. Quem afirma é a a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel)
Além do RN não devem adotar a restrição no próximo final de semana, sendo eles Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.
No caso do Rio Grande do Norte, na sexta-feira (4) haverá uma coletiva de imprensa da Secretaria de Segurança Pública, às 11h, na Escola de Governo para apresentar como será o esquema de segurança das eleições. A Sesed informou que não vai editar portaria para a Lei Seca no RN.
A proibição da venda de bebidas alcoólicas durante as eleições é decidida localmente pelas autoridades de segurança pública e eleitorais. Nove estados brasileiros proibirão a venda de bebidas alcoólicas no dia das eleições municipais, marcadas para o próximo domingo (6).
Em seis deles, a medida valerá em todo o estado: Acre, Amapá, Pará, Piauí, Maranhão e Alagoas. Em outros três, a medida será restrita a zonas eleitorais específicas. No Tocantins, serão quatro zonas, enquanto em Mato Grosso serão três, segundo informações dos tribunais regionais eleitorais (TREs). Em Goiás, o TRE não informou sobre as zonas que terão a chamada Lei Seca, mas pelo menos uma delas anunciou que adotará a proibição.
No Acre, a decisão coube aos juízes eleitorais de primeira instância. Os responsáveis pelas nove zonas eleitorais do estado expediram portarias decretando a Lei Seca em suas respectivas áreas. Nos estados de Mato Grosso, do Tocantins e de Goiás, a definição também ficou por conta dos magistrados de cada zona.
Já no Pará, as regras da Lei Seca serão definidas em comum acordo entre os juízes eleitorais e a Polícia Civil dos municípios, “avaliando as especificidades, o contexto e a situação de cada localidade. Porém, a publicação de portaria com as normas para todo o estado é de responsabilidade da Secretaria estadual de Segurança Pública, por meio da Delegacia Geral de Polícia Civil. A partir desse documento, os juízes eleitorais podem definir os horários da Lei Seca, de acordo com a realidade dos municípios”.
O TRE do Amapá informou em nota, na noite de terça-feira (1º), que os juízes cumprirão rigorosamente a Portaria da Lei Seca, “garantindo a ordem e a segurança nos dias que antecedem e no próprio dia das eleições”, sem indicar quem seria o responsável pela decisão.
Entre os estados que que não haverá Lei Seca durante as eleições, estão Minas Gerais, o Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina. No caso do Paraná e de Pernambuco, os TREs informaram que a decisão caberia às secretarias de Segurança, mas que não haviam recebido qualquer notificação até essa quarta-feira (2).
No caso do Espírito Santo, ocorreu o oposto. A Secretaria de Segurança informou que a decisão caberia ao TRE e que não tinha recebido nenhuma notícia de aplicação da Lei Seca. Na Bahia e no Ceará, as secretarias de Segurança informaram que a decisão caberia aos TREs e solicitaram que a Agência Brasil procurasse os respectivos tribunais, os quais não responderam ao questionamento.
Nos demais estados, nem o TRE nem a Secretaria de Segurança responderam à Agência Brasil. “Nos estados que ainda têm lei seca, a Abrasel tem recorrido para derrubá-la”, informou a assessoria de imprensa da associação.
4 de outubro de 2024 às 06:41
4 de outubro de 2024 às 08:20
FOTO: REPRODUÇÃO
O debate entre os candidatos à prefeitura de Natal, que aconteceu na noite dessa quinta-feira (04), ficou marcado por um clima tenso entre Paulinho Freire e Carlos Eduardo. O encontro, que visava discutir propostas para o futuro da região, rapidamente se transformou em um embate pessoal.
Durante a discussão, Paulinho acusou Carlos Eduardo de contratar a empresa, que no projeto da engorda, indicava a jazida que não deu certo. Carlos começou a rebater, falando fora do tempo disponibilizado à rsposta, ainda com o microfone desligado e as provocações se intensificaram, levando à interrupções e gritos entre os candidatos, que usaram termos como “mentiroso” e “falso” para se referir ao adversário, o que levou à Emily Virgilio, mediadora do debate, chamar o intervalo.
Indagado sobre sua aliança com o atual prefeito, Álvaro Dias (Republicanos), o candidato Carlos Eduardo, que governou Natal em três oportunidades, criticou o mandatário: “Esse governo foi desleal, ele abandonou a cidade. A cidade está um caos. A governadora Fátima Bezerra (PT) também está reprovada, vivemos um período em que ambos estão reprovados”.
Na réplica, Paulinho Freire o criticou. “O Carlos Eduardo é o ‘camaleão’ da política. Ele não falava da gestão de Álvaro até maio, aí começou a falar mal porque não teve o seu apoio. O senhor era o plano B do PT nessa eleição e eles te descartaram.”
4 de outubro de 2024 às 06:40
4 de outubro de 2024 às 06:49
FOTO: ROVENA ROSA
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta quinta-feira (3) 11 novas autorizações de envio de militares federais para garantir a segurança de locais de votação no primeiro turno das eleições municipais, que será realizado no domingo (6).
Por unanimidade, os ministros aprovaram um pacote de 11 processos para o envio de soldados das Forças Armadas para os municípios de Marechal Deodoro (AL), Chã Preta (AL), Campo Alegre (AL), Teotônio Vilela (AL), Estrela de Alagoas (AL), Roteiro (AL), Marimbondo (AL), São Gonçalo do Amarante (RN), Jardim de Piranhas (RN), Pombal e São Bento (PB).
No mês passado, o TSE também aprovou 53 processos para garantir a segurança da votação em municípios dos estados de Tocantins, Piauí, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Ceará, Maranhão, Acre, Mato Grosso, Pará, Paraíba e Rio Grande do Norte.
Agora, com as novas inclusões, ao todo, 13 estados terão tropas federais durante o primeiro turno.
O envio de tropas ocorre quando um município informa à Justiça Eleitoral que não tem capacidade de garantir a normalidade do pleito com o efetivo policial local.
3 de outubro de 2024 às 13:45
3 de outubro de 2024 às 12:00
FOTO: JOSÉ ALDENIR
Em um vídeo divulgado nas redes sociais, a propaganda do candidato a prefeito de Natal Carlos Eduardo (PSD) denunciou a postura do deputado e também candidato Paulinho Freire (União Brasil) em relação à defesa dos direitos das mulheres. Segundo Carlos, Paulinho se diz defensor da igualdade de gênero, mas ignora leis fundamentais, como a que estabelece a igualdade salarial, obrigando que homens e mulheres recebam o mesmo salário para a mesma função.
A propaganda destacou que, apesar de suas declarações, o deputado faltou sem justificativa à sessão que votou a proposta de igualdade salarial. “Se um pagamento mais justo para as mulheres não tem importância para Paulinho Freire, aumentar o salário dele, sim”.
Além disso, o vídeo apontou que, durante seu tempo como presidente da Câmara dos Vereadores, Paulinho Freire aumentou seu próprio salário em 60%. “Nós não somos ingênuos e não vamos cair no discurso de campanha de quem prioriza o próprio bolso em detrimento da justiça social”.
3 de outubro de 2024 às 11:15
3 de outubro de 2024 às 10:12
FOTO: JOSÉ CRUZ
Pelo menos nove estados brasileiros proibirão a venda de bebidas alcoólicas no dia das eleições municipais, marcadas para o próximo domingo 6. Em seis deles, a medida valerá em todo o estado: Acre, Amapá, Pará, Piauí, Maranhão e Alagoas.ebcebc
Em outros três, a medida será restrita a zonas eleitorais específicas. No Tocantins, serão quatro zonas, enquanto em Mato Grosso serão três, segundo informações dos tribunais regionais eleitorais (TREs). Em Goiás, o TRE não informou sobre as zonas que terão a chamada Lei Seca, mas pelo menos uma delas anunciou que adotará a proibição.
A proibição da venda de bebidas alcoólicas durante as eleições é decidida localmente pelas autoridades de segurança pública e eleitorais. A ideia é reduzir os riscos de desordem que prejudiquem o processo eleitoral. Em alguns estados, a decisão coube às secretarias de Segurança, como foi o caso dos estados do Piauí, Maranhão e de Alagoas.
No Acre, a decisão coube aos juízes eleitorais de primeira instância. Os responsáveis pelas nove zonas eleitorais do estado expediram portarias decretando a Lei Seca em suas respectivas áreas. Nos estados de Mato Grosso, do Tocantins e de Goiás, a definição também ficou por conta dos magistrados de cada zona.
Já no Pará, as regras da Lei Seca serão definidas em comum acordo entre os juízes eleitorais e a Polícia Civil dos municípios, “avaliando as especificidades, o contexto e a situação de cada localidade. Porém, a publicação de portaria com as normas para todo o estado é de responsabilidade da Secretaria estadual de Segurança Pública, por meio da Delegacia Geral de Polícia Civil. A partir desse documento, os juízes eleitorais podem definir os horários da Lei Seca, de acordo com a realidade dos municípios”.
O TRE do Amapá informou em nota, na noite de terça-feira 1º, que os juízes cumprirão rigorosamente a Portaria da Lei Seca, “garantindo a ordem e a segurança nos dias que antecedem e no próprio dia das eleições”, sem indicar quem seria o responsável pela decisão.
Estados sem proibição
Entre os estados que confirmaram à Agência Brasil que não haverá Lei Seca durante as eleições, estão Minas Gerais, o Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina. No caso do Paraná e de Pernambuco, os TREs informaram que a decisão caberia às secretarias de Segurança, mas que não haviam recebido qualquer notificação até essa quarta-feira 2.
No caso do Espírito Santo, ocorreu o oposto. A Secretaria de Segurança informou que a decisão caberia ao TRE e que não tinha recebido nenhuma notícia de aplicação da Lei Seca. Na Bahia e no Ceará, as secretarias de Segurança informaram que a decisão caberia aos TREs e solicitaram que a Agência Brasil procurasse os respectivos tribunais, os quais não responderam ao questionamento.
Nos demais estados, nem o TRE nem a Secretaria de Segurança responderam à Agência Brasil. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), entidade que se posiciona contra a Lei Seca nas eleições, informou que, além do RS, de MG, PE, do PR, ES e RJ, os estados de São Paulo, Sergipe, da Paraíba, Bahia e do Rio Grande do Norte decidiram não fazer qualquer restrição à venda de bebidas alcoólicas no dia da eleição. “Nos estados que ainda tèm lei seca, a Abrasel tem recorrido para derrubá-la”, informou a assessoria de imprensa da associação.
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