7 de janeiro de 2022 às 16:00
7 de janeiro de 2022 às 14:53
FOTO: NSC
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou
o uso do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) fabricado pela Fundação Oswaldo
Cruz (Fiocruz). Com isso, o Brasil passará a ter vacinas contra a Covid-19,
doença causada pelo coronavírus, totalmente produzidas em solo nacional.
A partir de agora, a Fiocruz poderá utilizar o produto na
fabricação da vacina AstraZeneca no país. “Com isso, todas as etapas de
produção serão realizadas no Brasil”, destaca a agência reguladora, em nota.
Essa será a primeira vacina anti-Covid produzida totalmente
com matéria-prima nacional. A Fiocruz começou a produção e os testes em julho
de 2021.
Para tomar essa decisão, a Anvisa avaliou os estudos de
comparabilidade. “Esses estudos demonstram que, ao ser fabricado no país, o
insumo mantém o mesmo desempenho que a vacina importada”, frisa a autorização.
Em maio de 2021 a Anvisa já havia feito a Certificação de
Boas Práticas de Fabricação do novo insumo, o que garante que a linha de
produção cumpre todos os requisitos necessários para a garantia da qualidade do
IFA.
Desde então, a Fiocruz vinha realizando a produção de lotes
de testes para obter a autorização de uso do IFA nacional na vacina contra
Covid-19 (recombinante).
A decisão desta sexta-feira (7/1) conclui a transferência de tecnologia feita pela Fiocruz e que teve início ainda no ano passado. A vacina da Fiocruz está autorizada para uso no Brasil desde 17 de janeiro de 2021 e recebeu o registro definitivo em 12 de março do ano passado.
7 de janeiro de 2022 às 13:00
7 de janeiro de 2022 às 14:07
FOTO: ADENIR BRITO
A vacinação contra a covid-19 entre os
adolescentes de 12 a 17 anos no Rio Grande do Norte alcançou metade do grupo
com as duas doses do imunizante. De acordo com Secretaria de Estado da Saúde
Pública (Sesap), são pouco mais de 159 mil jovens potiguares que completaram
seu esquema de proteção.
Os dados constam na plataforma RN+ Vacina.
No total, mais de 419 mil doses já foram aplicadas, chegando a 81% do
público-alvo, que é de aproximadamente 318 mil pessoas nos 167 municípios. A
Sesap alerta, no entanto, para o quantitativo de doses em atraso, que passa dos
47 mil adolescentes.
“Cada vez mais a campanha de
imunização avança e é importante ir alcançando esses patamares de imunização.
Porém, não podemos perder de vista a necessidade de tomar a segunda dose. A
vacinação é uma estratégia de proteção coletiva, precisa que todos façam sua
parte”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde Pública, Cipriano Maia.
O quantitativo de 50% dos jovens com duas
doses foi alcançado após cinco meses de campanha. A vacinação iniciou-se, com
intercorrências e poucas doses disponibilizadas pelo Ministério da Saúde, pelas
adolescentes grávidas, passando aos jovens com comorbidades ou deficiência
permanente, para depois ser liberada para todos entre 12 e 17 anos.
Adultos
Entre os moradores do RN acima dos 18 anos,
a cobertura de vacinação contra a Covid-19 já chegou a 91% com a primeira dose
e 83% com a segunda dose. A dose de reforço, que está liberada apenas para os
adultos, ultrapassou os 21% do público-alvo no início deste mês.
Ao olhar para a população geral, os
percentuais de aplicação das vacinas no estado estão em 84% para a primeira
dose e 75% para as duas doses.
Crianças
A Sesap informou que aguarda a sinalização
do Ministério da Saúde com relação ao envio das doses para o público das
crianças entre 5 e 11 anos. A Comissão Comissões Intergestores Bipartite, que
reúne a representação da Sesap e dos municípios, aprovou de forma unânime que a
vacinação de crianças contra a Covid-19 no RN não terá exigência de laudo
médico e/ou autorização de pediatra.
A logística para a operação da vacina nas
crianças será a mesma mantida pela Sesap, em parceria com a Secretaria de
Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), desde o início da
campanha, há cerca de um ano, com a distribuição das doses em menos de 24h após
a chegada do carregamento ao estado.
7 de janeiro de 2022 às 11:45
7 de janeiro de 2022 às 10:51
FOTO: GEOVANA ALBUQUERQUE
O Rio Grande do Norte contabiliza a perda de quase 40 mil
doses da vacina Pfizer que seriam utilizadas para a campanha de imunização
contra a covid-19. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da
Saúde Pública (Sesap). As doses passaram do prazo de validade, que corresponde
a 31 dias após o descongelamento para serem utilizadas.
Ao todo, 39.515 doses se perderam. Desse total, mais de 55%,
isto é, 21.900 das doses estavam sob responsabilidade de Natal, capital
potiguar. Mossoró, no Oeste potiguar, registrou a segunda maior quantidade de
perdas, passando das cinco mil vacinas.
O levantamento foi realizado pela Sesap no dia 30 de
dezembro, com base nas informações repassadas por 151 municípios potiguares,
que representam 90,4% das cidades do RN. O principal motivo para o desperdício
das vacinas em todos os municípios foi o prazo de validade vencido. Apenas uma
pequena parcela desse quantitativo se perdeu por outra razão, que foi um
problema técnico na câmara fria em Jardim de Piranhas.
De acordo com a coordenadora de Vigilância em Saúde da
Sesap, Kelly Lima, o Governo do Estado recebe do Ministério da Saúde as doses
já descongeladas. “Por essa razão, em menos de 24 horas, nós realizamos essa
distribuição, para que os municípios tenham um tempo adequado para a aplicação
das doses”, explica.
Ainda segundo a coordenadora, foram poucos municípios onde
ocorreram essas perdas. “A grande maioria conseguiu efetivamente aplicar todas
as doses abrindo mão de estratégias efetivas de busca ativa para que essas
doses realmente fossem administradas. O Estado também desenvolveu um projeto, o
‘Acelera Vacina’, que se trata de uma vacinação itinerante que busca vacinar as
pessoas em seus bairros e domicílios de forma a garantir a aplicação de todas
as doses. Nem todos os municípios fizeram a adesão a essas estratégias e
infelizmente algumas doses acabaram se perdendo”.
Kelly Lima ainda também destacou que a Sesap “está
totalmente aberta a apoiar todos os municípios para que novas doses não venham
a ser perdidas e que se consiga proteger o maior número de potiguares”.
Lista das 10 cidades do RN com mais perdas de doses da Pfizer:
6 de janeiro de 2022 às 11:45
6 de janeiro de 2022 às 05:13
FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK
Fábio Dantas, ex-vice-governador, poderá ser o candidato de
oposição ao Governo do Estado nas eleições deste ano.
Fábio Dantas, que é um dos críticos contundentes da
governadora petista Fátima Bezerra, e integrante da nova geração de políticos
do Estado, é um estudioso da administração pública e defensor da implantação da
meritocracia para modernizar o Estado e valorizar o servidor público.
Diretor da FEMURN – Federação dos Municípios do Rio Grande
do Norte, Fábio Dantas está realizando um trabalho de articulação junto aos
prefeitos tendo como objetivo aproximar os gestores aos órgãos federais para
captação de recursos através da apresentação de projetos que venham a
beneficiar a população residente nos municípios do Rio Grande do Norte.
Segundo uma fonte próxima ao vice-governador, Fábio Dantas
está preparado para governar o Estado, podendo, inclusive, ser o nome ideal
para unir a oposição e vencer a disputa com a atual governadora do PT. “Não
existem dúvidas de que Fábio Dantas poderá ser um candidato competitivo com
chances reais de vitória nas eleições deste ano para o Governo do Estado”,
ressaltou a mesma fonte, lembrando que Fábio é um político moderno,
inteligente, jovem e ousado, que, segundo ele, tem todas as condições
necessárias para vencer o pleito e transformar o Rio Grande do Norte num Estado
rico e promissor.
De acordo com especialistas da política do Rio Grande do Norte, Fábio Dantas, tem tudo para aceitar o desafio de ser o candidato oposicionista, já que tem vontade política e se relaciona bem com outras lideranças de oposição, a exemplo do ministro Rogério Marinho, que pretende disputar a vaga de senador. “ Fábio Dantas é o nome certo, no lugar certo, neste momento de indefinições”, concluiu a fonte que prefere não se identificar.
6 de janeiro de 2022 às 11:30
6 de janeiro de 2022 às 04:44
FOTO: HELENE SANTOS
Ministério da Saúde autorizou nesta quarta-feira, 5, a
aplicação da vacina contra a covid-19 em crianças de 5 a 11 anos sem exigência
de prescrição médica. O intervalo da aplicação das duas doses pediátricas será
de 8 semanas e a imunização começa ainda em janeiro.
No comunicado divulgado à imprensa, a pasta não fixou uma
data específica para o início da vacinação, que será feita por faixa etária, de
forma decrescente, com prioridade para crianças com comorbidades ou
deficiências permanentes.
A previsão é de que 3,7 milhões de doses pediátricas da
vacina da Pfizer cheguem ainda neste mês e as demais unidades até março.
Ao todo, o governo estima em 20 milhões o número de crianças
nesta faixa etária.
“Não é o grupo que tem maior mortalidade, mas toda a
vida é importante, principalmente das nossas crianças”, disse o ministro
da Saúde, Marcelo Queiroga, durante o anúncio, na sede da pasta.
A vacinação infantil já havia recebido aval da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) há 20 dias.
Mesmo não exigindo a prescrição, o Ministério da Saúde
orienta que os pais procurem a recomendação prévia de um médico antes da
imunização. A assinatura de uma autorização dos pais será exigida apenas no
caso de o responsável não estar presente no ato de vacinação.
A decisão de não exigir prescrição médica vai ao encontro do
que era defendido pelos conselhos nacionais de secretarias estaduais de saúde
(Conass) e secretarias municipais de saúde (Conasems), além da maioria dos que
participaram de consulta pública aberta pela pasta.
Na antevéspera do Natal, Queiroga havia afirmado que o
governo vacinaria as crianças apenas mediante prescrição médica, o que gerou
críticas de especialistas, pois não houve a mesma exigência para outras faixas
etárias. A medida foi considerada na ocasião uma forma de dificultar a
imunização.
Após a declaração do ministro no mês passado, o Conass
divulgou uma “carta de Natal às crianças do Brasil”, na qual afirma
que não pediria prescrição médica. Em audiência pública na terça-feira, 4, a
representante do Conasems, Kandice Falcão, afirmou que a entidade é
“extremamente contra a exigência de prescrição médica para vacinação de
crianças”. Segundo ela, pedir o documento é “inviável”.
A decisão da Saúde de vacinar crianças ocorre em meio à
resistência do presidente da República, Jair Bolsonaro, e de seus aliados à
imunização desta faixa etária. Antes de liberar a vacinação, o ministério criou
mecanismos que postergaram a decisão sobre a aplicação dos imunizantes, com a
criação de consulta e audiência pública sobre o tema, que já havia sido
autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 16 de
dezembro e chancelado por especialistas e pela experiência internacional.
Segundo o Ministério da Saúde informou, a maioria das
pessoas que participaram da consulta pública sobre vacinação de crianças foi
contrária à obrigatoriedade de prescrição médica para a imunização, o que vinha
sendo defendido pela gestão Bolsonaro.
A consulta, cujo formato de realização foi criticado por
especialistas e apresentou falhas durante sua execução, também mostrou a maior
parte dos participantes contrária à compulsoriedade da vacinação nesse público
e terminou no domingo, 2.
“Tivemos 99.309 pessoas que participaram neste curto
intervalo de tempo cujo documento esteve para consulta pública. Sendo que a
maioria se mostrou concordante com a não compulsoriedade da vacinação e a
priorização das crianças com comorbidades. A maioria foi contra a obrigatoriedade
de prescrição médica no ato de vacinação”, disse a secretária
extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite de Melo.
A audiência pública promovida pela Saúde não teve a participação de representantes da Anvisa. Convidada, a agência decidiu não participar porque avaliou que já havia se manifestado oficialmente.
5 de janeiro de 2022 às 09:15
5 de janeiro de 2022 às 14:34
EVENTO OCORRE PRÓXIMO SÁBADO, NO MERCADO DAS ROCAS. FOTO: DIVULGAÇÃO
A quarta edição do projeto Samba no Mercado, a primeira de 2022,
ocorre neste sábado (8), com apresentações de Berthone Oliveira e Soanata, a
partir das 12h, no Mercado das Rocas.
O Projeto visa fortalecer os mercados como pontos culturais
e turísticos de Natal, promovendo o talento musical dos artistas potiguares de
forma gratuita. São espaços que oferecem
artesanato, culinária regional e agora com apresentações musicais de
samba e pagode, uma forma a mais de atrair o público para estes locais em
Petrópolis, Rocas e Alecrim.
Em 2021 o Samba no Mercado integrou a programação do Natal
em Natal. É uma realização da Associação dos Produtores Culturais e Artísticos
do RN (APCA/RN), com patrocínio da Prefeitura do Natal, via emenda parlamentar
do vereador Raniere Barbosa (Avante).
O projeto já teve três edições em novembro de 2021, nos
mercados da Seis, Petrópolis e Rocas, com atrações como D’Breque, Pagode Seis, Soul Mais Elas, Ana
Tomaz e Debinha Ramos.
Já estão programadas outras duas edições neste mês de
janeiro, sendo a próxima no dia 15, no Mercado da 6, com Debinha Ramos e
Tornado do Samba e outra no dia 22, com
o Grupo Berço do Samba e Grupo D’breque.
Sobre os artistas
Soanata
O Soanata surgiu no ano de 1998, quando três amigos se juntaram, formando um grupo de
pagode para tocar nas batucadas de Natal. O primeiro sucesso a ganhar as rádios
potiguares foi Minha Princesa. A música chegou há ficar várias semanas
liderando as paradas no RN. O primeiro CD vendeu surpreendentes 30 mil cópias. Na época, o grupo se
apresentou 03 vezes no programa Raul Gil, e em outros programas televisivos.
No ano de 2002, gravou seu segundo CD intitulado Faz de Mim.
Dando sempre prioridade à qualidade musical, o Soanata sempre foi respeitado no
meio artístico, mantendo a mesma formação. Em 2005 gravou o DVD de despedida no
Boulevard, com um público de 5.000 pessoas. Para o prazer dos fãs do Soanata
voltou a se apresentar e encantar a todos.
Berthone Oliveira
Berthone Oliveira é um carioca que reside em Natal há 20
anos, iniciando aqui sua carreira musical. Durante esse período foi vocalista
de quatro bandas: Coisa de Pele, Fé e Raiz, Cor da Noite, e Sambrasil, até
iniciar seu projeto solo como Berthone Oliveira, levando a essência do samba
como sua maior identidade. Participou de vários projetos musicais, inclusive o
próprio Projeto Seis e Meia, além de um grandioso musical, “Cartola
simplesmente divino”, no palco do Teatro Riachuelo. Chegou a gravar 5 cds
independentes e fez uma grande live em 2020 para seu canal no youtube.
4 de janeiro de 2022 às 17:00
4 de janeiro de 2022 às 16:03
FOTO: DIVULGAÇÃO
Veja os grupos que estão sendo vacinados em São Gonçalo:
? Terceira dose (D3):
Pessoas acima de 18 anos que completaram 4 meses da segunda dose;Pessoas com
imunossupressão que tomaram a D2 nos últimos 28 dias.
? Segunda dose (D2):
? Oxford/AstraZeneca
para quem tomou a D1 nos últimos 56 dias;
? Pfizer para quem tomou
a D1 nos últimos 21 dias;
? Coronavac para quem
tomou a D1 nos últimos 28 dias.
?Janssen – pode tomar a
dose de reforço quem tomou a dose única nos últimos 60 dias. (Na ausência do imunizante
da Janssen, poderá ser administrada com a Pfizer). ATENÇÃO: Gestantes e
Puérperas que tomaram a dose única da Janssen, deverão tomar a dose de reforço,
exclusivamente, com o imunizante da Pfizer. Locais para aplicação da JANSSEN:
UBS do Centro, Santo Antônio, Jardim Lola, Mangueirão, Cidade das Flores e
Amarante.
? Primeira dose (D1):
População de 12 a 17 anos em todos os locais de vacinação serão vacinados
exclusivamente com o imunizante da Pfizer. População geral acima de 18 anos em
todos os locais poderão ser vacinados com imunizastes da Pfizer e Coronavac (de
acordo com a disponibilidade do imunizante na UBS).
✌? Documentos: Para D3 e
D2 são necessários cartão de vacina e documento oficial com foto. Já para
primeira dose, estar cadastrado no RN Mais Vacina, documento oficial com foto e
comprovante de residência. E os adolescentes devem estar acompanhados do
responsável legal.
Horário das Unidades Básicas de Saúde: das 8h às 12h.
4 de janeiro de 2022 às 14:19
4 de janeiro de 2022 às 14:19
FOTO: HELENE SANTOS
O Ministério da Saúde detalhou, nesta terça-feira (4/1),
como ocorrerá a vacinação de crianças de 5 a 11 anos de idade contra a
Covid-19. As informações foram apresentadas em audiência pública na sede da
Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).
De acordo com a secretária Extraordinária de Enfrentamento à
Covid-19, Rosana Leite de Melo, a consulta pública realizada pelo governo entre
os dias 23 de dezembro e 2 de janeiro sobre o tema colheu 99,3 mil respostas. A
maioria dos participantes manifestou-se contra a exigência de receita médica
para a vacinação de crianças.
A intenção do governo, no entanto, é seguir a recomendação
de exigir prescrição médica para a vacinação do público infantil. Segundo
Rosana, as informações serão detalhadas em documento divulgado pelo Ministério
da Saúde na quarta-feira (5/1).
A secretária, porém, adiantou que a vacinação deve ter a
seguinte ordem de prioridade:
Veja a ordem de prioridade para vacinação de crianças contra a Covid-19:
Crianças de 5 a 11 anos de idade com deficiência
permanente ou comorbidade;
Crianças que vivam em lares com pessoas de alto
risco para evolução grave de Covid-19; e
Crianças sem comorbidades, na seguinte ordem: 10
e 11 anos, 8 e 9 anos, 6 e 7 anos e, por fim, 5 anos.
“Em todos os casos, será exigida a prescrição médica e
autorização dos pais ou responsáveis mediante assinatura de termo de
consentimento. As vacinas devem ser aplicadas seguindo fielmente as
recomendações da Anvisa”, explicou a secretária.
Entidades médicas
Além da participação de representantes do Ministério da
Saúde, a audiência pública conta com debates de grupos médicos contrários e
favoráveis à imunização de crianças contra o coronavírus.
De acordo com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, foram
convocados o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Conselho
Federal de Medicina (CFM), o Conselho Nacional de Justiça, o Conselho Nacional
do Ministério Público Federal (CNMPF) e outras entidades.
O uso de doses pediátricas da vacina Pfizer foi autorizado
pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 16 de dezembro de
2021. No entanto, apesar do aval do órgão regulador, cabe ao Ministério da
Saúde adquirir o imunizante e incluir o público infantil no Programa Nacional
de Imunizações (PNI).
Vale ressaltar que a Anvisa foi convidada a participar da
audiência desta terça. O órgão, no entanto, recusou-se a fazer parte do evento
e alegou que já apresentou dados técnicos suficientes sobre a imunização
infantil.
“A Anvisa, por seu caráter técnico, visualiza que sua
participação na audiência pública não agregaria novos elementos à temática”,
informou a entidade, em ofício enviado ao Ministério da Saúde.
Início da vacinação
Na segunda-feira (3/1), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, adiantou que as doses para este público devem chegar em 10 de janeiro, e a campanha terá início na segunda quinzena do mês.
Comentários