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Categoria: Segurança

PM registra assalto a ônibus, tiros e arrastão durante a noite em Natal

UM ARRASTÃO, UMA TENTATIVA DE ASSALTO E UM ASSALTO FORAM REGISTRADOS EM NATAL ONTEM (9) /FOTO: REPRODUÇÃO/INTER TV CABUGI

A Polícia Militar do Rio Grande do Norte registrou na noite desta quinta-feira (9) um assalto e uma tentativa de assalto a ônibus e um arrastão em uma parada. Todos os casos foram registrados em Natal e os criminosos estavam armados.

“A gente se revolta, mas vai fazer o que?”, questiona um motorista de ônibus, que foi assaltado nesta quinta. Segundo a PM, esta é a 12° vez que ele é alvo de bandidos. De acordo com o Boletim de Ocorrência, três homens entraram no ônibus se passando por passageiros, e logo em seguida anunciaram o assalto. O grupo estava armado e ordenou que o motorista passasse toda a renda obtida durante a viagem. Segundo o motorista, os criminosos também levaram os pertences de alguns passageiros.

Por volta das 19h30, dois homens armados fizeram um arrastão em uma parada de ônibus na Avenida Salgado Filho. De acordo com a Polícia Militar, os dois homens chegaram a pé e anunciaram o assalto. Eles estavam armados com revólveres. Os criminosos roubaram celulares, bolsas e carteiras das vítimas e fugiram. A PM fez diligências na região, mas os bandidos não foram localizados.

A terceira ocorrência foi registrada por volta das 22h na Rua Do Motor na Praia do Meio na Zona Leste de Natal. O motorista do ônibus desconfiou de um homem que pediu parada e não parou o veículo. Segundo a PM, o homem afirmou que o criminoso atirou três vezes contra o ônibus.

De acordo com a Polícia Militar, nenhum suspeito foi detido e ninguém ficou ferido.

 

Fonte: G1

ES continua sem a Polícia Militar nas ruas; paralisação chega ao 7º dia

O secretário de Direitos Humanos do Espírito Santo, Julio Pompeu, disse que o prazo para os policiais militares aceitarem a proposta do governo terminou às 6h desta sexta-feira (10). Com isso, segundo ele, a mesa de negociações com as lideranças do movimento “perde sentido”.

O movimento que paralisou o policiamento no estado pede aumento salarial (reposição da inflação e 10% de ganho real), além de melhores condições de trabalho. O governo disse ser impossível dar reajuste, mas propôs avaliar promoções, carga horária dos PMs e outras reivindicações.

O Espírito Santo está sem PMs nas ruas desde sábado (4), o que desencadeou uma onda de violência que deixou 113 mortos. Escolas, postos de saúde e ônibus seguem sem funcionar na Grande Vitória e em outras regiões do estado

Negociações

Na noite de quinta-feira (9), o governo se reuniu com lideranças do movimento. O encontro, que se estendeu até a madrugada desta sexta-feira, terminou sem acordo. O governo, entretanto, manteve sua proposta em aberto até as 6h.

“Precisávamos do prazo para saber se nos quartéis vão aceitar a proposta e vão voltar às ruas. Chegamos às 6h, a força policial não foi para as ruas, ou seja, não aceitaram nossa proposta, a mesa de negociações perde sentido”, afirmou Julio Pompeu, em entrevista ao Bom Dia ES.

Agora, caberá às Forças Armadas, que assumiram o comando da segurança pública no estado, dedicir as “medidas necessárias” tomar para “o restabelecimento da lei e da ordem”, afirmou Pompeu.

“Essas medidas dependem de avaliação caso a caso, do comando militar, das forças de segurança, que estão no comando da segurança pública, que aqui está com o general do Exército”, disse.

Nesta quinta, o Comando da Polícia Militar do Espírito Santo de início a procedimentos para punir mais de 300 policiais acusados de participar da paralisação. As investigações indicam atos de motim ou revolta.

Fonte: G1

Garibaldi Filho diz que o Brasil está perdendo a guerra para o crime organizado

 

GARIBALDI FILHO: “EXISTE UMA GUERRA NÃO DECLARADA QUE PRECISA SER COMBATIDA”

“Nós, o Estado brasileiro, estamos perdendo essa guerra para o crime organizado”. A constatação foi feita pelo senador Garibaldi Filho, no Plenário do Senado, em aparte ao senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), que se pronunciou apresentando sugestões para minimizar os problemas que o Brasil enfrenta na segurança pública.

Garibaldi Filho comentou que o governo já devia ter adotado medidas que prevenissem a situação caótica atual. “O ideal seria adotar um plano que não fosse emergencial, um plano nacional de segurança que tivesse o condão de evitar, por exemplo, a situação que o Rio Grande do Norte está vivendo, onde foram contabilizados 26 mortos e a fuga de 56 detentos, afirmou o senador potiguar.

Ele destacou ainda que a crise se estende a outros estados do país, com a disseminação de atos violentos e ameaças. No Rio Grande do Norte, registrou Garibaldi Filho, foi necessário o Exército auxiliar no policiamento para retomar relativa tranquilidade nas ruas. “Existe uma guerra não declarada que precisa ser combatida”, advertiu.

Investigador é morto ao tentar impedir assalto no Espírito Santo

INVESTIGADOR ERA CONHECIDO COMO MARCELINHO (FOTO:
DIVULGAÇÃO/WHATSAPP)

O corpo do investigador Mario Marcelo de Albuquerque vai ser velado no cemitério Jardim da Paz, na Serra, Grande Vitória. O enterro está previsto para às 15h, horário local, de hoje (8).

Segundo a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o policial foi atingido por um criminoso ao intervir no assalto a um motociclista. Ninguém foi preso ainda.

O investigador Marcelinho, como era conhecido, estava de carro com um colega quando, na altura da Curva Mario Cassani, na BR-259, abordaram criminosos que assaltavam um motociclista.

Houve troca de tiros, e o investigador foi baleado na barriga. Os assaltantes conseguiram fugir.

Marcelinho foi levado para o Hospital São Bernardo, em Colatina, mas não resistiu e morreu. O investigador deixa esposa e dois filhos.

Fonte: G1

Policiais civis paralisam atividades em protesto por colega morto no Espírito Santo

POLÍCIAS CIVIS DO ES DECIDE PARAR APÓS MORTE DE POLICIAL EM VITÓRIA FOTO: WILTON JUNIOR/ESTADÃO

Os policiais civis do Espírito Santo paralisaram as atividades ao meio-dia desta quarta-feira (8), em protesto por conta da morte de um investigador em Colatina, Noroeste do estado, nesta terça-feira (7). Eles saíram em passeata até o quartel da Polícia Militar em Maruípe, em Vitória, e de lá seguiram para o velório do colega.

A paralisação, que também apoia o movimento dos parentes de policiais militares, vai acabar à meia-noite desta quinta-feira (9), segundo o sindicato da Polícia Civil. Durante a paralisação, só serão feitos atendimentos de urgência.

O Sindicato de Policiais Civis diz que foi decidida uma paralisação de um dia e que não foi deflagrada greve. Amanhã, às 13h, será feita uma assembleia para deliberar o que a categoria fará diante do caos no estado.

A Polícia Civil, por meio do chefe de Polícia, delegado Guilherme Daré, informou que só uma parte da categoria aderiu a esta paralisação. “Esse movimento de paralisação é isolado e está sendo feito apenas por uma associação. Não concordamos com ele e reiteramos o nosso apoio irrestrito e o nosso compromisso com o governo do estado, com a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social e a sociedade”, destacou.

Além disso, Guilherme Daré aproveitou para lamentar a morte do investigador. “A Polícia Civil está de luto pela perda de um excelente policial e querido por todos. Lamentamos profundamente essa perda e declaramos o nosso apoio aos parentes e aos amigos do policial”, ressaltou.

POLICIAIS CIVIS FAZEM PASSEATA EM PROTESTO POR MORTE DE COLEGA NO ES / FOTO: VIVIANE MACHADO/ G1

Entenda a crise na segurança no ES
– Os PMs reivindicam aumento nos salários, pagamento de benefícios e adicionais e criticam as más condições de trabalho.

– Como os PMs não podem fazer greve, as famílias foram para a frente dos batalhões para impedir a saída das viaturas policiais.

– O bloqueio começou no sábado (4) e atinge a Grande Vitória e cidades como Linhares, Aracruz, Colatina, Cachoeiro de Itapemirim e Piúma.

– Desde então, o Espírito Santo registrou 90 mortes violentas, segundo o sindicato da Polícia Civil.

– Escolas, postos de saúde e parte do comércio estão fechados desde segunda-feira (6), quando ônibus também pararam de circular. Os coletivos voltaram a rodar na manhã desta terça (7), mas foram recolhidos novamente às 19h. Na quarta-feira (8), o Sindicato informou que não haverá circulação.

– 1.000 homens das Forças Armadas fazem policiamento na Grande Vitória desde segunda, e 200 integrantes da Força Nacional começam a atuar nesta terça.

Fonte: G1

Ofícios apontam que Governo do RN sabia de risco de rebelião em Alcaçuz

REBELIÃO NO PRESÍDIO ESTADUAL DE ALCAÇUZ, EM JANEIRO DE 2017 / FOTO NEY DOUGLAS

Uma série de documentos assinados pela diretoria da Penitenciária Estadual de Alcaçuz mostra que a Secretaria de Justiça e Cidadania havia sido informada sobre “o risco iminente de uma rebelião” na maior penitenciária do Rio Grande do Norte. Alcaçuz foi palco de uma matança que deixou pelo menos 26 detentos mortos entre os dias 14 e 15 de janeiro. A direção da unidade alertou a Sejuc sobre os riscos de uma fuga em massa, rivalidade entre facções, invasões, mortes e a presença de explosivos e armas de fogo. “Queremos evitar um caos”, diz um dos documentos.

As documentações estão anexadas à sindicância, relativa à Alcaçuz, que apurou o que houve no dia 14 de janeiro deste ano, data de início da maior rebelião do sistema prisional do RN. Um dos anexos mais antigos é de abril de 2016 e descreve Alcaçuz como “uma bomba relógio”.

“Fatores como o baixo efetivo de agentes penitenciários de plantão, superlotação carcerária e a infraestrutura completamente comprometida da Unidade Prisional possibilitaram o evento danoso”, afirma o documento.

Em quase todos os memorandos que enviou à Coape, a direção a Penitenciária de Alcaçuz reforçou a briga entre as facções e a possibilidade de um descontrole, além de apontar as falhas estruturais. Um dos memorandos, datado de setembro de 2016, relatava o “clima de insegurança e instabilidade da ordem interna desse estabelecimento penal”.

Fonte: G1

Ministério Público realiza seminário sobre “Desafios do Sistema Prisional” no Estado potiguar

PENITENCIÁRIA ESTADUAL DE ALCAÇUZ, EM NÍSIA FLORESTA (RN) / FOTO NEY DOUGLAS

 

O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte realiza nos próximos dias 13 e 14 de fevereiro, na Procuradoria-Geral de Justiça, o seminário “Desafios do sistema prisional”.

A iniciativa é fruto de parceria firmada entre o Centro de Estudo e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF), do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Investigação Criminal (CAOPCriminal).

O evento vai contar com participação de representantes do Ministério da Justiça, do Ministério Público do São Paulo, Rio de Janeiro e Amazonas; do Governo do Estado e do judiciário estadual e federal.

De acordo com o Coordenador do CEAF, André Mauro Lacerda Azevedo, diante das situações ligadas à crise do sistema prisional ocorridas nos estados de Roraima e Amazonas, antes mesmo da rebelião localizada no presídio de Alcaçuz, o GAECO sinalizou a necessidade de realização da referida capacitação. André Mauro destaca a importância do debate acerca da crise do sistema prisional. “A questão da segurança pública é umas das maiores prioridades do MPRN hoje”, afirmou.

Clique aqui e confira a programação do seminário.

Fonte: MP RN

MPRN repassa informações da Cosern para cuidados com rede elétrica durante o Carnaval

CARNAVAL DE RUA, TRIO ELÉTRICO E OS RISCOS AOS FOLIÕES DURANTE A FESTA

O Ministério Público Estadual encaminhou comunicado a todos os seus promotores de Justiça espalhados pelo Rio Grande do Norte com informações repassadas pela Cosern com a finalidade de garantir a segurança e qualidade no fornecimento de energia elétrica nos principais polos e prévias carnavalescas deste ano.

A companhia promoveu uma série de ações preventivas em sua rede elétrica e o plano de manutenção contemplou, principalmente, os corredores e locais, onde os órgãos responsáveis e prefeituras, identificaram como locais de aglomerações de foliões em todo Estado.

Dentre as ações desenvolvidas destacam-se as inspeções nas redes elétricas, poda de vegetação próxima à fiação, substituição de equipamentos e condutores, e instalação de espaçadores na rede de baixa tensão.

A Cosern ressalta que intervenções não autorizadas na rede elétrica nesse período de Carnaval são recorrentes e representam riscos de acidentes, além de interrupções no fornecimento de energia.

Situações como essas levaram a companhia em alertar o MPRN para este aspecto com prefeituras, agremiações, blocos carnavalescos, operadores de trios elétricos, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, e demais órgãos fiscalizadores sobre a necessidade de se observar cuidados relacionados à rede elétrica.

Para evitar problemas, a Cosern listou algumas recomendações que devem ser seguidas nos dias de folia: evitar solicitar ligação provisória de última hora, quando o prazo mínimo para esse tipo de atendimento é de três dias de antecedência; estruturas metálicas devem possuir aterramento conforme Norma Brasileira 5410 da ABNT; é proibido construir ou instalar palanques, palcos, trios elétricos ou qualquer outra estrutura, principalmente metálica, próxima às redes elétricas; as instalações devem ter Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) fornecida pelo CREA; é proibida a instalação de adereços e objetos decorativos em postes e na própria rede elétrica, bem como o lançamento de serpentinas, bandeiras, hastes e confetes metalizados, pois o contato de objetos com a rede pode provocar curtos-circuitos e causar acidentes; os blocos e agremiações que forem utilizar veículos como caminhões e trios elétricos devem ficar atentos ao padrão de altura dos cabos de energia elétrica e às distâncias mínimas a serem observadas (Carta Circular nº 001/2017 encaminhada às prefeituras no último mês de janeiro); contratar apenas profissionais qualificados e habilitados para a realização dos serviços elétricos; proibido realizar ligações clandestinas ou gambiarras para a energização de barracas, arquibancadas, palanques, palcos, camarotes ou qualquer outro tipo de instalação, o que além de configurar crime, põe em risco a vida de quem faz e das pessoas que passam por perto.

Em casos de dúvidas a Cosern disponibiliza o contato da Unidade de Atendimento do Poder Público através do telefone 3215-6580, ou e-mail [email protected]

 

Fonte: MP RN