SELO BLOG FM (4)

Categoria: Luto

Morre Jair Marinho, ídolo do Flu e campeão do mundo pela Seleção

O ENTERRO ESTÁ MARCADO PARA AS 10 HORAS DESTE DOMINGO. FOTO: DIVULGAÇÃO

Jair Marinho, que foi reserva de Djalma Santos na Seleção Brasileira que bicampeã mundial no Chile, em 1962, morreu na manhã deste sábado, aos 83 anos. O ex-lateral-direito, que também atuava como zagueiro, estava internado desde meados de fevereiro, quando sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC), e não resistiu a uma parada cardiorrespiratória.

O velório será realizado a partir do fim da tarde deste sábado no Cemitério Maruí, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. O enterro está marcado para as 10 horas deste domingo.

Jair Marinho nasceu em Santo Antônio de Pádua, no Noroeste do Estado do Rio, em 1936. Pelo Tricolor, por quem atuou entre 1956 e 1964, e conquistou os títulos do Campeonato Carioca, em 1959, e do Torneios Rio-São Paulo, em 1957 e em 1960. Ele ainda passou por Corinthians, Vasco, Portuguesa, Alianza Lima, do Peru, e Campo Grande, onde encerrou a carreira em 1970.

— Descanse em paz, meu amigo Jair Marinho. Obrigado pelo amor dedicado ao Fluminense e pelo enorme carinho que sempre teve comigo. Sentirei saudade do seu abraço e do seu doce sorriso — escreveu, no Twitter, o presidente do Fluminense, Mário Bittencourt.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) afirmou que, em homenagem ao ex-lateral-direito, será respeitado um minuto de silêncio em jogos da Copa do Nordeste neste sábado.

R7

Velório de Dona Núbia, mãe do Secretário de Governo de Natal Fernando Fernandes, tem início; Sepultamento será nesta tarde

DONA NÚBIA FERNANDES NÃO RESISTIU ÀS COMPLICAÇÕES EM DECORRÊNCIA DE UMA QUEDA. FOTO: REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS

Faleceu nessa quinta-feira, aos 87 anos, no hospital Promater, dona Núbia Fernandes. Ela é esposa de Marcelo de Oliveira Fernandes e mãe do atual Secretário de Governo de Natal, o empresário Fernando Fernandes.

Dona Núbia não resistiu às complicações de saúde em decorrência de uma queda sofrida em casa.

O velório teve início às 8h, na capela do cemitério Morada da Paz, em Emaús. O sepultamento acontecerá após a missa, às 16h.

Velório do servidor público Wagner Xavier, o “Deputado”, será às 16h no cemitério Morada da Paz, em Emaús

WAGNER XAVIER VINHA TRAVANDO LUTA CONTRA O CÂNCER E NÃO RESISTIU. FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK

Faleceu na manhã desta quinta-feira, em decorrência de um câncer, o funcionário público Wagner Xavier de Oliveira, conhecido em Natal como “Deputado”. Ele era coordenador administrativo do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema) e há cerca de um ano travava luta contra um câncer de próstata, que tomou proporção metastática.

Ontem, o Blog do FM divulgou a necessidade de Wagner de conseguir doação de plaquetas (qualquer tipo sanguíneo) para transfusão.

O velório de Wagner Xavier começa às 16 horas, na capela do cemitério Morada da Paz, em Emaús. Às 18 horas, acontece a missa e, em seguida, o sepultamento.

Morre aos 79 anos, a lenda da sinuca no Brasil e astro do ‘Show do Esporte’, Rui Chapéu

BAIANO DE ITABUNA, ELE ESTAVA NO APARTAMENTO DA FILHA EM SÃO PAULO QUANDO SE SENTIU MAL E FOI LEVADO PARA O HOSPITAL. FOTO: REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS

O baiano Rui Chapéu, lenda da sinuca brasileira, morreu na madrugada deste sábado, em São Paulo, aos 79 anos. Ele passou mal no apartamento de sua filha por volta de 1h e foi levado para o hospital, onde foi constatada a presença de água no pulmão. Mais tarde, aproximadamente às 4h, teve um infarto fulminante e faleceu. Ainda não há informações sobre o velório.

Nascido em Itabuna, Rui Chapéu nasceu em 21 de março 1940 e se chamava José Rui de Mattos Amorim. Ele ficou conhecido por suas participações no “Show do Esporte”, programa de Luciano do Valle na “Rede Bandeirantes”.

G1

Morre Valdir Espinosa, campeão carioca pelo Botafogo em 1989 e do mundo pelo Grêmio em 1983

TREINADOR NÃO RESISTE A COMPLICAÇÕES DE UMA CIRURGIA NO ABDÔMEN. FOTO: DIVULGAÇÃO

Morreu nesta quinta-feira Valdir Espinosa, aos 72 anos de idade. Submetido a uma cirurgia na região do abdômen no dia 17, ele foi internado novamente no dia 20 e não se recuperou. Ele ocupava o cargo de gerente de futebol do Botafogo, clube com o qual tinha grande identificação pela conquista do Campeonato Carioca de 1989.

Nascido em Porto Alegre, Espinosa começou sua carreira no futebol como jogador do Grêmio. Atuou por oito anos como profissional, passando por CSA, Esportivo e Caxias. Parou em 1978 e no ano seguinte já iniciou no cargo de treinador do Esportivo.

Desde então, construiu uma carreira sólida, com o auge em 1983, quando comandou o Grêmio campeão da Libertadores e do Mundial. Na época, o time contava com jogadores como Renato Gaúcho, De León, Paulo César Caju e Mário Sérgio.

Em 1989, Espinosa aceitou o convite do Botafogo, que não conquistava o Campeonato Carioca havia 20 anos. Com um gol de Maurício na final contra o Flamengo, o time celebrou o título invicto da competição e criou mais um momento histórico para a carreira do treinador.

Espinosa rodou o Brasil como treinador e teve experiências internacionais. Ele trabalhou no Cerro Porteño, do Paraguai, no Al-Hilal, da Arábia Saudita, e no Tokyo Verdy, do Japão. Também teve uma rápida passagem pelo Las Vegas City.

G1

Polícia Militar do RN emite Nota de Pesar pelo falecimento do Coronel PM Arcanjo

É com pesar, que a Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte comunica o falecimento do Coronel PM Wellington Arcanjo de Morais.

Em sua carreira na instituição, o Cel Arcanjo já havia comandado o Comando de Policiamento do Interior (CPI), o Centro de Ensino Superior (CES), o Setor de Pensionistas e Inativos (SPI), dentre outras unidades.

O Oficial faleceu neste domingo (23), ele estava acometido de uma patologia e há dias estava internado em um hospital particular na cidade de Natal.

A Polícia Militar lamenta a morte deste profissional de segurança pública, externando aos amigos, companheiros de trabalho e familiares, os nossos sentimentos de mais profundo pesar.

O corpo será velado no Centro de Velório do Morada da Paz, na Av. São José, a partir das 17h deste domingo (23). Já a missa acontecerá às 09h desta segunda-feira (24), e logo em seguida o sepultamento.

Claudia Telles, cantora popular na década de 1970, morre no Rio aos 62 anos

FILHA DE SYLVIA TELLES, VOZ DA BOSSA NOVA, ARTISTA CARIOCA DEIXA GRAVAÇÕES MARCANTES COMO AS DAS CANÇÕES ‘FIM DE TARDE’ E ‘EU PRECISO TE ESQUECER’. FOTO: DIVULGAÇÃO

Cantora profissional desde 1972, ano em que iniciou carreira fazendo coro em discos de cantores como Roberto Carlos e José Augusto, Claudia Telles viveu o melhor momento da carreira na CBS, gravadora na qual lançou três álbuns entre 1977 e 1979. O primeiro fez sucesso com Eu preciso te esquecer (1977), outra canção romântica dos mesmos compositores de Fim de tarde, Mauro Motta e Robson Jorge (1954 – 1992).

Veiculada na trilha sonora da novela Locomotivas (TV Globo), exibida com sucesso fenomenal naquele ano de 1977, a balada Eu preciso te esquecer consolidou o sucesso da fase inicial da carreira de Claudia Telles.

Na sequência, também do primeiro álbum da cantora, as rádios tocaram Aprenda a amar (Walter d’Ávila Filho e Claudia Telles, 1977), música feita com inspiração no cancioneiro do compositor norte-americano Burt Bacharach.

Outra gravação do mesmo disco – a de Dindi (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1959), lembrança do standard da bossa lançado na voz da mãe Sylvia Telles – surtiu menor efeito comercial, mas apontaria o caminho seguido futuramente por Claudia a partir dos anos 1990.

Após gravar o segundo e o terceiro álbuns em 1978 e 1979, ambos intitulados Claudia Telles e lançados sem repercussão comercial, a cantora foi dispensada da CBS. Gravou somente um álbum na década de 1980, Claudia Telles (1988), até entrar no nicho dos tributos fonográficos a compositores de tempos idos.

Nesse segmento, Claudia gravou discos em homenagens a Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), a Cartola (1908 – 1980), a Nelson Cavaquinho (1911 – 1986) e a Vinicius de Moraes (1913 – 1980), além, claro, de celebrar a mãe no melhor destes saudosistas títulos fonográficos, Por causa de você – Dedicado a Sylvinha Telles, álbum editado em 1997.

G1

Morre, aos 84 anos, o professor Damásio de Jesus

RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE, REPRESENTOU O BRASIL DIVERSAS VEZES NA ONU E RECEBEU O TÍTULO DE DOUTOR HONORIS CAUSA DA UNIVERSIDADE DE SALERNO. FOTO: DIVULGAÇÃO

Morreu na noite desta quarta-feira (12/2), aos 84 anos, o professor Damásio Evangelista de Jesus, em Bauru (SP). O velório está acontecendo no Centro Velatório Terra Branca, na cidade do interior paulista. O sepultamento está marcado para 16h30.

Nascido em Cerquilho (SP), o professor Damásio integrou o Ministério Público de São Paulo e foi advogado criminalista. Como jurista, lançou mais de 20 livros e criou o grupo Damásio Educacional, que além de curso preparatório para concursos da área jurídica possui também a faculdade de Direito.

Familiares, amigos e admiradores já se despedem dele no salão nobre 1 do Centro Velatório Terra Branca, na quadra 5 da rua Gerson França.

Reconhecido internacionalmente, representou o Brasil diversas vezes na ONU e recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade de Salerno, da Itália.

Em 2008, em entrevista à ConJur, o professor Damásio falou um pouco sobre sua carreira e como fundou seu grupo educacional, além de criticar a qualidade do ensino jurídico no país. “Um dos piores do mundo. E a culpa é do método de ensino adotado pelas faculdades”.

Considerado um dos mais respeitados especialistas em Direito Penal da atualidade, o professor também falou sobre o assunto. Para ele, aumentar as penas e criar novos crimes não contribuem para diminuir a criminalidade.

“Existem três tendências no Direito Penal. A primeira é usar a pena como política. A segunda é ir para o caminho da ressocialização. A terceira tendência é intermediária. O Brasil não sabe para onde vai. Não sabe se a pena é punitiva, ressocioalizadora, ou se fica no meio do caminho. O Direito Penal não é um instrumento do Estado para punir o suspeito. É um instrumento do suspeito para se defender do Estado”.

Conjur