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Categoria: Luto

Morre Almir Padilha, referência da música potiguar, aos 73 anos

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O cantor e compositor potiguar Almir Padilha partiu na noite de segunda-feira (5), aos 73 anos, na sua residência, em Parnamirim, na Grande Natal. A causa não foi divulgada.

Nome marcante da cena cultural do Rio Grande do Norte, Almir Padilha era reconhecido por sua contribuição à música potiguar, com trajetória que influenciou gerações de artistas locais. Seu estilo combinava raízes nordestinas, MPB e elementos regionais, sempre com forte identidade autoral.

Nas redes sociais, artistas e instituições culturais prestaram homenagens, destacando o legado do músico para a cultura potiguar.

BZN

Morre Millena Brandão, atriz mirim do SBT

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A atriz mirim do SBT, Millena Brandão, de 11 anos, morreu nesta sexta-feira (2) no Hospital Geral de Grajaú, na capital de São Paulo. Após sofrer várias paradas cardiorrespiratórias desde a última quarta-feira (30) e ser diagnosticada com tumor no cérebro de 5 centímetros, ela teve morte encefálica, conhecida popularmente como morte cerebral, constatada pela equipe médica. Ela estava entubada, sedada e sem respostas neurológicas, segundo boletim médico.

A garota começou a sentir fortes dores de cabeça e no corpo e foi levada ao Hospital Geral de Grajaú no dia 23 de abril. No primeiro momento, a atriz foi diagnosticada com dengue. Após uma piora no quadro de saúde da garota e a realização de exames mais aprofundados, os médicos identificaram o tumor.

Em nota, o Hospital do Grajaú informou que a morte aconteceu às 16h55 desta sexta-feira.

Millena participou da novela A Infância de Romeu e Julieta, do SBT, e da série Sintonia, da Netflix. Além de atriz, ela estrelou diversas campanhas publicitárias, era modelo e influenciadora digital, com mais de 140 mil seguidores no Instagram.

SBT News

Cantora Nanna Caymmi morre aos 84 anos no Rio de Janeiro

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A cantora Nana Caymmi, 84 anos, morreu nesta quinta-feira (1º) no Rio de Janeiro. A morte foi confirmada por seu irmão Danilo Caymmi. Nana estava internada na clínica São José, em Botafogo, zona sul da capital carioca, onde deu entrada em agosto do ano passado para tratar de uma arritmia cardíaca.

“É com muito pesar que eu comunico o falecimento da minha irmã, Nana Caymmi. Estamos, lógico, muito chocados e tristes na família, mas ela também passou nove meses de sofrimento em hospital, UTI. Um processo muito doloroso, várias comorbidades”, disse Danilo em vídeo postado nas redes sociais.

Danilo também pediu para que o comunicado sobre o falecimento de Nana fosse difundido aos fãs da cantora no país inteiro.

“O Brasil perde uma grande cantora, uma das maiores intérpretes que o Brasil já viu, de sentimento, de tudo, enfim”.

Com uma voz diferenciada e estilo inconfundível, Dinahir Tostes Caymmi, ou simplesmente Nana Caymmi, refletia o talento de toda uma família musical: filha do compositor, cantor e violonista Dorival Caymmi e da cantora Stella Maris. Ela iniciou a carreira artística em 1960.

Ao total, gravou 27 discos, sendo dois deles ao vivo.

Logo cedo, conquistou um lugar de destaque no mundo da música, dentro e fora do Brasil. Entre seus sucessos, estão “Só Louco”, “Não se Esqueça de Mim”, “Cais”, “Resposta ao Tempo” e “Ponta de Areia”.

Em 2016, a cantora passou por uma cirurgia de remoção de um tumor na parte externa do estômago, afastando-se dos palcos. Em 2019, gravou um disco com a obra de Tito Madi, e, no ano seguinte, outro com canções de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.

Em 2024, voltou a gravar, ao lado do cantor e violonista Renato Braz, uma faixa do disco Canário do Reino, em homenagem a Tim Maia.

Em agosto do mesmo ano, foi internada em um hospital para tratar de uma arritmia cardíaca onde permaneceu pelos últimos meses.

Agência Brasil

Familiares e amigos se despedem do piloto Flavius; depois do velório em Natal corpo segue para Santa Catarina

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O velório do piloto Flavius Neves, 66 anos, está sendo realizado nesta quarta-feira no Crematório e Centro Funerário São José, localizado na Rua São José, 1248.

Familiares e amigos prestam as últimas homenagens ao piloto que morreu vítima da queda de um girocóptero na Praia de Areias Alvas, em Grossos (RN).

O corpo de Flavius Neves foi liberado na terça-feira (22) e trazido de Mossoró para Natal. De acordo com familiares, depois do velório, o corpo seguirá na manhã da quinta-feira (24) para Santa Catarina em um voo comercial. Flavius será sepultado na cidade de Balneário Camboriú.

Ponta Negra News

Caixão mais simples, camerlengo no comando; entenda os 9 dias de funeral do papa

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Com a morte do papa Francisco nesta segunda-feira (21), o Vaticano inicia uma série de procedimentos. O “Ordo Exsequiarum Romani Pontificis” (ritos funerais para um pontífice romano) contém indicações para a liturgia e as orações das cerimônias que envolvem o sepultamento. Quase 25 anos depois de sua primeira edição, uma nova versão foi publicada em novembro de 2024, após aprovação de Francisco, com a intenção de simplificar alguns processos.

Entre as mudanças, a morte do papa passou a ser constatada em sua capela privada, e não mais no quarto do pontífice. É considerado um mito o suposto gesto do camerlengo de bater gentilmente com um martelo de prata sobre a testa do papa, para atestar a morte.

A pedido de Francisco, foram eliminados os três tradicionais caixões de cipreste, chumbo e carvalho (um era colocado dentro do outro) por apenas um, simples, de madeira revestido de zinco.

Já a Constituição “Universi Dominici Gregis” (todo o rebanho do Senhor), publicada em 1996 por João Paulo 2o(1920-2005), reúne, em mais de 90 artigos, as regras de como proceder desde quando o posto do papa fica vago até a posse do substituto. Em 2013, Bento 16 (1927-2022) publicou uma carta com uma dúzia de mudanças pouco antes de renunciar ao cargo.

Quando o papa morre, o Colégio Cardinalício, o grupo de cardeais, assume as funções de Estado e de governo do Vaticano, sob autoridade do camerlengo, um cargo nomeado pelo papa. Desde 2019, o irlandês naturalizado norte-americano Kevin Joseph Farrell ocupa a vaga, escolhido por Francisco.

Nos dias sem papa, é o camerlengo quem fica responsável pelos bens da Santa Sé e estabelece o cronograma das reuniões preparatórias para o conclave, como é chamada a assembleia de cardeais que elege o próximo pontífice. Também cabe a ele, auxiliado por cardeais, definir os detalhes das cerimônias fúnebres.

O camerlengo, tão logo saiba da morte do pontífice, tem a tarefa de verificar o óbito e lacrar o quarto e o escritório papais. Em seguida, os cardeais espalhados pelo mundo são avisados, assim como os chefes de Estado internacionais. O período de cerimônias fúnebres deve durar nove dias, e o sepultamento precisa ocorrer entre o quarto e o sexto dia após a morte.

Em 2005, João Paulo 2o, o último papa a morrer no cargo, foi enterrado seis dias após a morte, aos 84 anos. Depois de exposto na Sala Clementina para funcionários do Vaticano, o corpo foi para a Basílica São Pedro, para ser homenageado pelos fiéis.

Pontífice por 26 anos, João Paulo 2o atraiu uma multidão – cerca de 3 milhões de pessoas passaram pelo Vaticano durante os seis dias. Em média, foi preciso esperar 13 horas para entrar na basílica, que registrou fluxo de 21 mil pessoas por hora. No dia do funeral, 500 mil acompanharam a missa na praça São Pedro.

Foi também um dos eventos mais midiáticos do Vaticano, com 6.000 jornalistas credenciados. Ao menos 130 redes de televisão de quase uma centena de países transmitiram o funeral. O polonês foi enterrado em uma cripta sob a basílica, onde ficou até 2011, quando foi transferido para uma capela dentro da igreja.

As proporções que cercaram a morte de Bento 16, em 2022, foram muito mais modestas. Seja porque seu papado foi menos duradouro (sete anos) e popular do que o de seu antecessor, seja porque Joseph Ratzinger não estava mais no poder –sua renúncia, em 2013, fez dele um papa emérito. Cerca de 200 mil pessoas passaram pelo Vaticano durante o velório, e a missa do funeral foi acompanhada por 50 mil.

Folha de São Paulo

Francisco pediu “rito fúnebre simples e focados na fé”

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De acordo com a Igreja Católica, Francisco seguirá a nova edição do livro litúrgico para funerais papais. A obra Ordo Exsequiarum Romani Pontificis traz, entre outros elementos, como tratar os restos mortais do religioso após a morte.

Um dos ritos dispõe das ações imediatas após a morte. Segundo o Vaticano, “constatação da morte ocorre na capela, e não no quarto onde ele faleceu, e o corpo é imediatamente colocado no caixão”. De acordo com o arcebispo Diego Ravelli, mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias, o Papa pediu que os ritos fúnebres fossem “simples e focados na fé da Igreja no Corpo Ressuscitado de Cristo”. “O rito renovado busca enfatizar ainda mais que o funeral do Pontífice Romano é o de um pastor e discípulo de Cristo, e não de uma figura poderosa deste mundo”, disse Ravelli.

Por fim, o comunicado oficial cita que o Santo Padre “nos ensinou a viver os valores do Evangelho com fidelidade, coragem e amor universal”:

“Queridos irmãos e irmãs, com profunda tristeza devo anunciar a morte do nosso Santo Padre Francisco. Às 7h35 desta manhã, o Bispo de Roma, Francisco, retornou à casa do Pai. Toda a sua vida foi dedicada ao serviço do Senhor e da Sua Igreja. Ele nos ensinou a viver os valores do Evangelho com fidelidade, coragem e amor universal, especialmente em favor dos mais pobres e marginalizados. Com imensa gratidão por seu exemplo como verdadeiro discípulo do Senhor Jesus, confiamos a alma do Papa Francisco ao amor misericordioso do Deus Uno e Trino”.

A última Páscoa de Francisco: Papa celebrou Missa com os fiéis em Roma nesse domingo

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O Papa Francisco faleceu aos 88 anos na madrugada desta segunda-feira (21 de abril). E, nesse Domingo de Páscoa (20), o Pontífice celebrou com os fiéis na praça de São Pedro, em Roma – o que foi uma espécie de ‘despedida’.

No dia em que a Igreja Católica celebrou a ressurreição de Cristo, Francisco publicou em suas redes sociais registros de sua última aparição, e afirmou: “Na maravilha da fé pascal, trazendo no coração todas as expectativas de paz e libertação, podemos dizer: Convosco, Senhor, tudo é novo. Convosco, tudo recomeça”.

Em sua última homília, Francisco ressaltou que no anúncio da Páscoa “encerra-se todo o sentido da nossa existência, que não foi feita para a morte, mas para a vida. A Páscoa é a festa da vida! Deus criou-nos para a vida e quer que a humanidade ressurja”. O pontífice também pediu orações pela paz nas regiões que estão enfrentando guerras atualmente.

“Este anúncio de esperança ressoa hoje ainda mais forte enquanto vemos todos os dias os inúmeros conflitos que ocorrem em diferentes partes do mundo. Quanta violência vemos com frequência também nas famílias, dirigida contra as mulheres ou as crianças.

Neste dia, gostaria que voltássemos a ter esperança e confiança nos outros e a ter esperança de que a paz é possível.

Não é possível haver paz sem um verdadeiro desarmamento! A necessidade que cada povo sente de garantir a sua própria defesa não pode transformar-se numa corrida generalizada ao armamento. Estas são as ‘armas’ da paz: aquelas que constroem o futuro, em vez de espalhar morte”.

Ao final, o Papa concedeu a bênção apostólica e saudou os fiéis do papamóvel.

O Tempo

Líderes mundiais se pronunciam sobre a morte do papa Francisco

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Líderes mundiais se pronunciaram, e lamentaram a morte do papa Francisco, aos 88 anos, em Roma, Itália. A morte do pontífice foi anunciada na manhã desta segunda-feira (21/4) pelo Vaticano.

O presidente francês, Emmanuel Macron, em sua conta no X, lamentou a morte de Francisco, relembrando sua trajetória.

“De Buenos Aires a Roma, o Papa Francisco quis que a Igreja levasse alegria e esperança aos mais pobres. Que ela una as pessoas entre si e com a natureza. Que essa esperança renasça continuamente além dele. Minha esposa e eu enviamos nossos pensamentos a todos os católicos e ao mundo enlutado”, escreveu Macron.

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, também se pronunciou nas redes sociais.

“O Papa Francisco retornou à casa do Pai. Esta notícia nos entristece profundamente, pois um grande homem e um grande pastor nos deixou. Tive o privilégio de desfrutar de sua amizade, seus conselhos e seus ensinamentos, que nunca falharam, mesmo nos momentos de provação e sofrimento. Nas meditações da Via Sacra, ele nos lembrou o poder do dom, que faz tudo florescer novamente e é capaz de reconciliar o que aos olhos do homem é irreconciliável. E pediu ao mundo, mais uma vez, a coragem de mudar de direção, de seguir um caminho que ‘não destrói, mas cultiva, repara, protege’. Caminharemos nessa direção, para buscar o caminho da paz, perseguir o bem comum e construir uma sociedade mais justa e equitativa. Seu ensinamento e seu legado não se perderão. Saudamos o Santo Padre com o coração cheio de tristeza, mas sabemos que ele agora está na paz do Senhor”, escreveu Giorgia.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também usou as redes sociais para lamentar a morte do papa.

“Hoje, o mundo lamenta o falecimento do Papa Francisco. Ele inspirou milhões, muito além da Igreja Católica, com sua humildade e amor tão puros pelos menos afortunados. Meus pensamentos estão com todos que sentem esta profunda perda. Que encontrem consolo na ideia de que o legado do Papa Francisco continuará a nos guiar rumo a um mundo mais justo, pacífico e compassivo, escreveu Ursula.

O vice-presidente dos Estados Unidos, J.D.Vance, que foi o útimo encontro profissional do cardeal, nesse domingo (20/4), comentou a triteza da perda de Francisco.

“Acabei de saber do falecimento do Papa Francisco. Meu coração está com os milhões de cristãos em todo o mundo que o amavam. Fiquei feliz em vê-lo ontem, embora ele estivesse obviamente muito doente. Mas sempre me lembrarei dele pela homilia abaixo, que ele proferiu nos primeiros dias da Covid. Foi realmente muito bonita. Que Deus o tenha em paz”, escreveu Vance.

O primeiro-ministro da Inglaterra, Keir Starmer, afirmou estar “profundamente triste ao saber da morte de Sua Santidade o Papa Francisco. Seus esforços incansáveis ​​para promover um mundo mais justo para todos deixarão um legado duradouro. Em nome do povo do Reino Unido, compartilho minhas mais sinceras condolências a toda a Igreja Católica”.

“Eu me junto a milhões de pessoas em todo o mundo no luto pela morte do Santíssimo Papa Francisco. Sua liderança em um momento complexo e desafiador do mundo e da Igreja sem teve coragem e, mesmo assim, sem veio de um lugar de profunda humildade. Papa Francisco foi um papa para os pobres e os esquecidos. Ele viveu perto da realidade humana, da fragilidade, conhecendo cristãos por todo o mundo que encaram guerras, fome, perseguição e pobreza. E, mesmo assim, ele nunca perdeu a fé absoluta em um mundo melhor”, escreveu Starmer.

Em uma publicação no X, o primeiro-ministro da Holanda, Dick Schoof, classificou Francisco como um “homem do povo”. Ele ainda reconheceu o trabalho do papa em “questões candentes da nossa época”.

“O Papa Francisco foi, em todos os sentidos, um homem do povo. A comunidade católica global se despede de um líder que reconheceu as questões candentes da nossa época e chamou a atenção para elas. Com seu estilo de vida sóbrio, atos de serviço e compaixão, o Papa Francisco foi um modelo para muitos – católicos e não católicos. Lembramo-nos dele com grande respeito”, declarou Schoof.

O presidente da Lituânia, Gitanas Nausèda, lamentou a partida do líder da Igreja Católica, e disse que o mundo perdeu um “amigo sábio e próximo”.

“Seus ensinamentos sobre fraternidade e amizade social são extremamente importantes para nós agora, quando as forças do mal, por meio de guerras e agressões, estão destruindo a esperança de coexistência pacífica e tentando apagar dos corações das pessoas a perspectiva de um mundo justo e harmonioso”, disse o líder da Lituânia.

Da Polônia, o presidente do país, Andrzej Duda, disse que o papa Francisco guiou os anos de sua liderança na Igreja Católica pela “humanidade e modéstia”.

“O Papa Francisco faleceu hoje e foi para a Casa do Pai. Em seu ministério pastoral ele foi guiado pela humildade e modéstia. Ele escolheu como lema papal as palavras de seu lema episcopal: “Miserando atque eligendo” (“Ele olhou com misericórdia e escolheu”). Ele foi um grande apóstolo da Misericórdia, na qual viu a resposta para os desafios do mundo moderno”, escreveu o presidente polonês nas redes sociais.

Já o premiê da República Tcheca, Petr Fiala, descreveu o líder católico como uma pessoa que “buscou transformar a igreja”.

“Ele era um homem de fé profunda que buscou transformar a igreja para que ela pudesse cumprir melhor sua missão na sociedade contemporânea. Ele demonstrou grande preocupação por aqueles que sofriam alguma injustiça e irradiava humanidade e humildade. Lembro-me do encontro pessoal com gratidão. Que ele descanse em paz!”, disse Fiala.

Metrópoles