16 de abril de 2016 às 22:06
16 de abril de 2016 às 22:06
Foto: Assessoria/ ABC
O ABC é o campeão da Copa Rio Grande do Norte, o segundo turno do Campeonato Potiguar. O time alvinegro jogou o suficiente para bater o Alecrim por 2 a 0 neste sábado, na Arena das Dunas, em Natal. Os dois gols foram marcados por Nando, ainda no primeiro tempo. Com a conquista, o Mais Querido está garantido na Copa do Nordeste e na Copa do Brasil de 2017, além de fazer a final do estadual com o arquirrival América-RN.
16 de abril de 2016 às 09:40
16 de abril de 2016 às 09:40
ABC REALIZOU UM TREINO NA MANHÃ DESTA SEXTA-FEIRA, NA ARENA DAS DUNAS (FOTO: DIVULGAÇÃO/ABC)
O ABC realizou o último treino antes da final do segundo turno na manhã desta sexta-feira e o técnico Geninho comandou um “rachão” na Arena das Dunas, palco da partida do confronto contra o Alecrim. O treinador não contou com o lateral-esquerdo Alex Ruan, que sentiu um desconforto na coxa esquerda durante a partida contra o Potiguar de Mossoró, na última quarta-feira, e ficou no CT abecedista em tratamento médico. Para o setor, Geninho tem o jovem Luiz Felipe como opção. Outra novidade é a volta do volante Naldinho, que cumpriu suspensão na rodada anterior. A lista dos relacionados é composta por 21 atletas.
O técnico alvinegro segue sem contar com o goleiro Rafael Copetti e o zagueiro Vinicius, entregues ao departamento médico, e ainda não terá os laterais Max e Jefferson e o atacante Pedro Igor, que estão em fase final de recuperação de lesões.
O ABC deve ir para o jogo com Vaná; Filipi Sousa, Gustavo Bastos, Léo Fortunato, Alex Ruan (Luiz Felipe), Márcio Passos, Erivélton (Naldinho), Echeverria, Lúcio Flávio; Nando e Jones Carioca.
14 de abril de 2016 às 11:28
14 de abril de 2016 às 11:28
A Federação Internacional de Futebol (Fifa) definiu hoje (14) os três grupos do futebol feminino nos Jogos Olímpicos de 2016, em um sorteio no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. O Brasil ficará no Grupo E, com as seleções da Suécia, China e África do Sul
O primeiro jogo da seleção brasileira será no dia 3 de agosto, às 16h, no Estádio Olímpico do Engenhão, no Rio de Janeiro, contra a China. Depois, os brasileiros enfrentam a Suécia, às 22h do dia 6, no mesmo estádio. O último jogo será contra a África do Sul, no dia 9 de agosto, às 22h, na Arena Amazônia, em Manaus.
O grupo F terá Alemanha, Austrália, Canadá e Zimbábue. Já o Grupo G terá Estados Unidos, França, Nova Zelândia e Colômbia.
10 de abril de 2016 às 11:04
10 de abril de 2016 às 11:04
Lutador potiguar Jonatas Augusto. Foto: Arquivo/ Novo Jornal
Os Jogos Olímpicos já batem na porta pedindo passagem. No dia 5 de agosto, o Brasil receberá pela primeira vez na história o principal evento esportivo mundo, que acontece no Rio de Janeiro.
Para a cabeça de um atleta de alto rendimento, a Olimpíada é o mais alto dos patamares de um sonho.
Do RN, muitos nomes já tiveram a honra de defender o Brasil em Olimpíadas. Outros foram ainda mais longe e chegaram até a subir no pódio e trazer uma medalha pra terras potiguares, como a ex-jogadora de vôlei Virna, bronze em Atlanta (1996) e Sidney (2000).
Mas a certeza de que para eles, essa história não foi nenhum pouco fácil. Neste ano, por enquanto, o Rio Grande do Norte tem um nome com índice olímpico: o nadador Marcos Macedo, nos 100m borboleta. Enquanto uns ainda brigam pela vaga, outros ficaram pelo caminho de uma batalha que apenas começou.
Jonatas Augusto tirou do próprio bolso cerca de R$ 10 mil para se preparar em treinamentos e competições nos cinco meses que antecederam os Jogos. A vaga não veio, mas muito pior do que não realizar o sonho de disputá-los, é o cenário que se mostra imutável, mesmo em um país às vésperas do principal evento esportivo do mundo.
“Como eu me senti? Triste, por não conseguir lutar uma Olimpíada no meu país, mas ainda mais triste quando acabou meu dinheiro e eu tive que voltar para Natal. Aqui eu não tenho técnico, eu treino sozinho. E eu não tenho patrocínio aqui”, lamenta Jonatas, que brigava por uma vaga na categoria até 86 quilos no estilo livre, na Luta Olímpica.
10 de abril de 2016 às 04:51
10 de abril de 2016 às 04:51
Messi, goleiro do Alecrim, foi alvo de xingamentos (Foto: Fabiano de Oliveira)
O zagueiro e capitão do Alecrim, Geílson, mostrou-se indignado com a atitude de alguns torcedores que foram ao Estádio Nogueirão, onde o time dele empatou em 1 a 1 com o Potiguar de Mossoró. Após o jogo, Geilson desabafou em entrevista a uma rádio de Mossoró sobre os xingamentos recebidos pelo goleiro Messi, em virtude, segundo o depoimento do atleta, pelo fato do camisa 1 ser homossexual. Jogando pelo Palmeira-RN, Messi virou destaque no país inteiro no ano de 2010, quando assumiu publicamente sua opção sexual.
– É lamentável isso. Toda vez que o nosso goleiro ia bater o tiro de meta, ele era xingado por alguns torcedores. Eu não admito qualquer tipo de preconceito. Todo mundo sabe da condição do Messi, mas não é possível em 2016 aconteça uma coisa dessas. Informei ao árbitro, que é a autoridade máxima do jogo. Eu gosto da cidade de Mossoró, o povo daqui que sempre recebeu os outros bem, mas esses caras que fizeram isso com o Messi perderam meu respeito – disse Geilson.
10 de abril de 2016 às 04:44
10 de abril de 2016 às 04:44
Foto: Divulgação
Assu e ABC fizeram um jogo duro de assistir na abertura da sexta rodada do segundo turno do Campeonato Potiguar, na tarde deste sábado. O placar de 0 a 0 acabou sendo justo pelo que as equipes não produziram no Estádio Edgarzão, na cidade de Assú.
A dificuldade com a qualidade do gramado e em uma noite pouco inspirada, Assu e ABC ficaram no 0 a 0, no Estádio Edgarzão. As melhores chances de gol do duelo pararam nas traves de Anderson e Vaná.
3 de abril de 2016 às 16:13
3 de abril de 2016 às 16:13
NICO ROSBERG COMEMORA A VITÓRIA APÓS RECEBER A BANDEIRADA EM SAKHIR, NO BAHRAIN (FOTO: KAMRAN JEBREILI / AP)
O Bahrein, por mais um ano, promoveu uma corrida movimentada, com muitas ultrapassagens e cheia de possibilidades. E na prova que começou no entardecer e terminou à noite, sob luzes dos holofotes, levou a melhor quem fugiu das confusões: Nico Rosberg. Partindo do segundo lugar, do grid, o alemão tomou a ponta de seu companheiro de Mercedes, o pole position Lewis Hamilton, e rumou para sua segunda vitória no ano, abrindo boa vantagem na liderança do campeonato. Foi sua quinta vitória consecutiva, contando os três triunfos no fim do ano passado, a 16ª na carreira.
Hamilton, mais uma vez, não se deu bem na largada. Além de perder a ponta para Rosberg, foi acertado por Valtteri Bottas na primeira curva, rodou e caiu para sétimo. O britânico fez uma corrida de recuperação e ainda conseguiu completar o pódio em terceiro, atrás de Kimi Raikkonen, da Ferrari. E Sebastian Vettel? Você deve estar se perguntando. Teve problemas na volta de apresentação e sequer largou.
Felipe Massa, por sua vez, chegou a vislumbrar um bom resultado. Partindo da sétima colocação do grid, o brasileiro largou muito bem, e pulou para segundo. Mas a Williams acabou adotando uma estratégia que se mostrou equivocada. O veterano fez uma parada a menos que os rivais, apostando em stints longos de pneus médios, mas foi sendo ultrapassado nas voltas finais e cruzou em oitavo.
3 de abril de 2016 às 16:07
3 de abril de 2016 às 16:07
LUCAS ATUOU NA GOLEADA DO PSG SOBRE O NICE NO FRANCÊS (FOTO: FRANCK FIFE / AFP)
Excluído das últimas convocações do técnico Dunga, o meia-atacante Lucas, do Paris Saint-German, afirmou neste domingo, em entrevista ao GLOBO, no Centro de Treinamento de Ooredoo, que a seleção brasileira peca falta de organização tática e admitiu que o padrão de jogo está aquém das seleções mais competitivas do planeta.
Alçado à titularidade do PSG, na vaga antes ocupada pelo uruguaio Cavani, Lucas acredita que sobra qualidade técnica, mas falta compactação e jogo coletivo.
“O que mais se cobra na seleção brasileira é esta formulação coletiva. Eu acho que o Brasil deixa um pouco a desejar, na minha opinião. O futebol evoluiu muito, o Brasil tem muita qualidade técnica, individual. Mas acho que a gente está pecando um pouco na qualidade coletiva. A gente vê as outras equipes muito compactas, muito bem montadas dentro de campo. E o Brasil, às vezes, fica perdido, não encontra a sua melhor maneira de jogar. Mas com a qualidade que os jogadores têm, dá pra voltar a jogar um bom futebol.”
Lucas, que atuou no sábado na goleada de 4 a 1 do PSG contra o Nice, em jogo morno contra o terceiro colocado na competição (o PSG já é o campeão antecipado), foi além: a seleção não tem uma identidade desde a Era Ronaldo/Rivaldo/Cafu, campeã do mundo em 2002.
“O Brasil vive grande crise. Crise política, crise no futebol, e isso acaba refletindo na seleção. Eu não sei porquê. Nao sei o motivo, difícil explicar porque não vai para frente. O Brasil não tem identidade desde que acabou aquela safra de Ronaldo, Ronaldinho, Rivaldo e Cafu.”
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