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Categoria: Esporte

Brasil bate Coreia do Sul, mantém 100% e decidirá liderança contra Rússia, no domingo, dia 14

BRASIL FEZ 25/13 NO SEGUNDO SET E REPETIU SUA MELHOR PARCIAL ATÉ ENTÃO NOS JOGOS OLÍMPICOSIMAGEM: RICARDO MORAES/REUTERS

BRASIL FEZ 25/13 NO SEGUNDO SET E REPETIU SUA MELHOR PARCIAL ATÉ ENTÃO NOS JOGOS OLÍMPICOS

Quatro jogos, quatro vitórias, nenhum set perdido. A seleção brasileira feminina de vôlei aumentou nesta sexta-feira sua campanha impecável até aqui nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. A vítima da vez foi a Coreia do Sul, em jogo no Ginásio do Maracanãzinho pela quarta rodada do Grupo A.

Diante das sul-coreanas, a equipe comandada pelo técnico José Roberto Guimarães voltou a vencer por 3 sets a 0, a exemplo do que fez contra Camarões, Argentina e Japão. Desta vez, com parciais de 25/17, 25/13 e 27/25, com 16 pontos de Natália. A Coreia tem duas vitórias e duas derrotas.

A campanha brasileira, entretanto, será colocada à prova na quinta rodada, quando as donas da casa enfrentam a Rússia – que também tem quatro vitórias em quatro jogos. As duas equipes medem forças no domingo (14), às 22h35.

Na partida desta sexta-feira, depois dois sets de pleno domínio do Brasil, José Roberto Guimarães optou por colocar reservas em quadra – destaque para Thaísa, recém-recuperada de lesão. Apesar da queda de rendimento na parcial, o treinador defendeu a opção.

“Acho que (as reservas) tinham que ganhar essa confiança, tinham que ganhar esse ritmo de jogo. Vamos precisar de todas as jogadoras do começo ao fim”, disse ele após a partida em entrevista ao canal de TV por assinatura SporTV.

SUSTO

Quando o placar da primeira parcial apontava 3/2 para as sul-coreanas, Dani Lins bateu o rosto na cabeça de Leia. As duas caíram no chão, Zé Roberto demonstrou preocupação e as demais jogadoras chamaram os médicos. Ambas, porém, permaneceram na partida para que o Brasil se recuperasse e virasse o placar, assumindo a frente em 7/6. As coreanas tentaram acompanhar o ritmo, mas as brasileiras cresceram no fraco bloqueio das rivais e fecharam o set em fáceis 25/17.

No segundo set, o Brasil aproveitou as possibilidades dadas pela Coreia do Sul e dominaram. Sheilla acertou o saque, Thaísa atacou com eficiência e o Brasil fechou em 25/13, igualando seu melhor set no torneio – na vitória por 3 a 0 sobre Camarões pela segunda rodada, a equipe também fez 25/13 na terceira parcial.

SHOW DA PODEROSA

O terceiro set teve Thaísa de titular e clima de festa da torcida. Com Jaqueline em quadra, o sistema de som colocou Show das poderosas para tocar – com o sucesso de Anitta a todo volume, a ponteira caprichou no saque e dificultou a recepção das sul-coreanas.

Moleza? Nada disso: com titulares do Brasil poupadas no set, as coreanas aproveitaram os erros, cresceram no jogo e dificultaram até o fim. No bloqueio de Thaísa, o Brasil fechou em 27/25.

Com informações do UOL /FOTO:RICARDO MORAES/REUTERS

Rafael Silva é bronze no judô; Brasil ganha a terceira medalha na modalidade

RAFAEL SILVA, O BABY, TAMBÉM  GANHOU O BRONZE NOS JOGOS OLÍMPICOS DE LONDRES. (REUTERS/MURAD SEZER/DIREITOS RESERVADOS)

RAFAEL SILVA, O BABY, TAMBÉM GANHOU O BRONZE NOS JOGOS OLÍMPICOS DE LONDRES. (REUTERS/MURAD SEZER/DIREITOS RESERVADOS)

O judoca brasileiro Rafael Silva conquistou hoje (12) sua segunda medalha de bronze em jogos olímpicos (a primeira foi em Londres 2012) e a primeira do judô masculino na Rio 2016. Com um yuko, Baby, como é conhecido, venceu o uzbeque Abdullo Tangriev na categoria 100 kg masculino.

Rafael Silva começou bem o torneio, com duas vitórias por ippon, contra o hondurenho Ramon Pileta e, em seguida, contra o russo Renat Saidov. Na semifinal, no entanto, perdeu para o mito do judô atual, o judoca francês Teddy Riner, que não perde uma luta há seis anos ou 114 combates.

Dinamismo

Na repescagem, Baby superou o holandês Roy Meyer, se credenciando para a disputa do bronze.

Para o brasileiro, o resultado da equipe de judô é positivo. “O judô é um esporte dinâmico, ativo e as olimpíadas são uma competição diferente. É difícil dizer quantas medalhas vão ocorrer, mas a equipe teve um bom desempenho. A Rafa [Rafaela Silva] conquistou o ouro e agora ganho o bronze”, disse Rafael Silva.

A medalha de bronze de Rafael Silva é a vigésima segunda do judô brasileiro em olimpíadas e a quarta do Brasil na Rio 2016. O judô é a modalidade que mais conquistou medalhas em jogos para o Brasil.

Agência Brasil

TV Brasil vai transmitir Jogos Paralímpicos em parceria com emissoras estaduais

EVENTO EM SALVADOR MARCOU O LANÇAMENTO DA TRANSMISSÃO DOS JOGOS PARALÍMPICOS PELA TV BRASIL E OUTRAS EMISSORAS PÚBLICAS. (FOTO:SAYONARA MORENO)

EVENTO EM SALVADOR MARCOU O LANÇAMENTO DA TRANSMISSÃO DOS JOGOS PARALÍMPICOS PELA TV BRASIL E OUTRAS EMISSORAS PÚBLICAS. (FOTO:SAYONARA MORENO)

Entre os dias 7 e 18 de setembro, a TV Brasil transmitirá os Jogos Paralímpicos 2016, em parceria com emissoras da Rede Pública de Televisão dos estados. Com o slogan O canal dos Jogos Olímpicos, a emissora pública vai exibir as cerimônias de abertura e encerramento e as principais competições.

Hoje (11), em Salvador, atletas paralímpicos participaram do evento de lançamento da transmissão, entre elas a nadadora Verônica Almeida, portadora de uma síndrome rara que afeta os movimentos dos membros e medalhista de bronze na Olimpíada de Pequim, em 2008. Para ela, o importante é que o esporte paralímpico seja visto, aplaudido e apoiado, porque, apesar da superação, ninguém é “coitado”.

“É importante as pessoas entenderem que não é um esporte apenas de superação, é um esporte de alto rendimento, tanto quanto o olímpico. A gente não quer deixar a impressão de que somos coitadinhos, pelo contrário. Nós treinamos e nos dedicamos tanto quanto os [atletas] olímpicos, então, chega dessa coisa de coitadinho”, disse a nadadora paralímpica.

Verônica é a protagonista do filme Quebra-mar, da produtora-executiva Andrea Gama, que lançou o trailer do média-metragem no evento desta quinta-feira. O documentário narra um dos maiores desafios de Verônica, quando entrou para o livro dos recordes, o Guiness Book, ao nadar 12 quilômetros usando apenas o braço esquerdo, entre a Ilha de Itaparica e o Porto da Barra, na Bahia, em quase cinco horas de prova, no ano passado.

“Os paralímpicos, para mim, têm uma tarefa muito mais difícil. Para mim são os verdadeiros heróis, que enfrentam as barreiras do esporte, superando os segundos, mas também as barreiras do dia a dia, porque no Brasil ainda não há uma conscientização sobre a mobilidade, até porque existe também a questão da inclusão”, disse a cineasta.

Os Jogos Paralímpicos Rio 2016 serão disputados de 7 a 18 de setembro. Mais de 4,35 mil atletas de 178 países vão competir em 22 modalidades.

Agência Brasil

Após ter postagens antigas criticadas, Joanna Maranhão pede desculpas

 NO SNAPCHAT, JOANNA MARANHÃO PEDE DESCULPAS POR POSTS ANTIGOS (FOTO: REPRODUÇÃO REDE SOCIAL)


NO SNAPCHAT, JOANNA MARANHÃO PEDE DESCULPAS POR POSTS ANTIGOS (FOTO: REPRODUÇÃO REDE SOCIAL)

Depois de prometer processar autores de ofensas nas redes sociais, a nadadora Joanna Maranhão segue no centro da polêmica sobre o tema. Na última terça-feira, emocionada, a atleta havia pedido respeito ao falar de comentários agressivos que tinha sofrido no fim de semana, depois de postar uma mensagem de agradecimento à torcida em seu perfil no Facebook. Nesta quarta, o assunto ganhou novos capítulos: usuários de redes sociais resgataram postagens antigas da nadadora em seu perfil no Twitter e passaram a confrontá-la.

Em textos postados há cerca de cinco anos, Joanna utilizou palavras como “vagabunda” para caracterizar mulheres e afirmou que a transgênero Ariadna, ex-participante do Big Brother Brasil, precisaria “nascer de novo” para parecer mulher. Nos comentários, feitos nas últimas horas, usuários da rede ironizaram as postagens:

– Temos que denunciar mesmo ofensas na internet – diz um dos textos.

– Mais uma que vai trancar a conta e falar que quem escreveu não foi ela… E se foi, ela mudou ou se redescobriu – afirma outro usuário.

Conectada, Joanna Maranhão não demorou a se manifestar a respeito da polêmica. Na manhã desta quarta-feira, ela postou um vídeo em sua conta do Snapchat em que pede desculpas a quem se sentiu ofendido pelo que chamou de “brincadeiras na internet” e diz que não é homofóbica .

– Eu entendi o quanto que uma brincadeira na internet pode magoar as pessoas. O pessoal foi atrás de uns tuítes antigos meus, em que eu fiz umas… Quem me conhece sabe que eu não sou uma pessoa homofóbica, pelo contrário, eu luto contra isso. Mas tem um tuíte meu antigo que falo que “Ariadna não vai ser mulher nunca”. Mas a verdade é que nem todo mundo me conhece, né? Então abre, sim, precedente, e sem querer posso ter magoado muitos transexuais que passam por situações difíceis – diz.

No vídeo, a nadadora destaca a diferença entre as brincadeiras que faz em sua intimidade, com a família, e aquilo que é postado em uma rede social.

– Uma coisa sou eu brincar dentro da minha casa com meu irmão e com minha mãe. Quando meu irmão fica doente eu falo assim “ah, ficou doente, porque é viado, se fosse hétero não ficava doente”. Outra bastante diferente é eu ir no Twitter falar isso. E aí as pessoas obviamente pegam, botam fora de contexto, e parece mesmo que sou uma pessoa homofóbica. Então eu quero pedir perdão a todo mundo da comunidade LGBT pela brincadeira que eu fiz no Twitter há um tempo atrás. Eu faço brincadeira o tempo todo, mas acho que essa foi uma brincadeira pesada – afirma.

A nadadora pernambucana encerrou sua participação na Olimpíada do Rio de Janeiro nesta terça-feira ao competir nos 200m borboleta. Com o tempo de 2m10s69 nas eliminatórias, ficou na 24ª colocação e não conseguiu vaga para a semifinal. Joanna competiu ainda nos 400m medley e nos 200m medley, provas nas quais chegou à semifinal.

Globoesporte.com

Nadadores brasileiros não se classificam para a final dos 200 metros borboleta

 NA SEMIFINAL DESTA SEGUNDA PHELPS E O SUL-AFRICANO CHAD LE CLOS AVANÇARAM PARA OS 200M BORBOLETA (FOTO: REUTERS)


NA SEMIFINAL DESTA SEGUNDA PHELPS E O SUL-AFRICANO CHAD LE CLOS AVANÇARAM PARA OS 200M BORBOLETA (FOTO: REUTERS)

Os nadadores brasileiros Léo de Deus e Kaio Márcio não conseguiram se classificar para a final dos 200 metros borboleta. Na primeira semifinal, disputada na noite de ontem (8), Kaio Márcio ficou na sétima posição, com o tempo 1m57s45.

Na segunda semifinal, Leo de Deus também ficou em penúltimo, com o tempo de 1m56s77. Com o resultado, os atletas brasileiros ficaram com o 14º e 13º tempos, respectivamente.

O multicampeão olímpico, Michael Phelps ficou na segunda posição na segunda semifinal da noite, atrás do húngaro Tamas Kenderesi. O norte-americano passou para a final dos 200 metros borboleta com o segundo melhor tempo.

A primeira semifinal foi vencida por outro húngaro, Laszlo Cseh, que vai à final com o terceiro melhor tempo.

Agência Brasil

Judoca Rafaela Silva vence e avança para a semifinal

A judoca brasileira Rafaela Silva venceu hoje (8) a húngara Hedvig Karakas e segue para a disputa da semifinal na categoria até 57 quilos feminino

A JUDOCA BRASILEIRA RAFAELA SILVA VENCEU A HÚNGARA HEDVIG KARAKAS NAS QUARTAS DE FINALREUTERS/TORU HANAI/DIREITOS RESERVADOS

A judoca brasileira Rafaela Silva venceu hoje (8) a húngara Hedvig Karakas nas quartas de final e segue para a disputa da semifinal na categoria até 57 quilos feminino. Rafaela conseguiu um wazari sobre a oponente e encara, hoje à tarde, a romena Corina Caprioriu. Se vencer, a brasileira vai disputar a medalha de ouro.

Mais cedo, a brasileira venceu a alemã Myriam Roper com um ippon e a sul-coreana Kim Jandi com um wazari.

Agência Brasil

Seleção empata com o Iraque e sai de campo vaiada pela torcida

 SELEÇÃO BRASILEIRA CONTRA O IRAQUE NO MANÉ GARRINCHA, EM BRASÍLIA. (FOTO:LUCAS FIGUEIREDO)


SELEÇÃO BRASILEIRA CONTRA O IRAQUE NO MANÉ GARRINCHA, EM BRASÍLIA. (FOTO:LUCAS FIGUEIREDO)

Difícil medir o alcance, os efeitos do tropeço de proporções escandalosas do Brasil diante do Iraque. Porque existe um limite entre o aceitável e o suportável. É aceitável dizer que o time foi formado há pouco tempo, trata-se de um torneio de improvisos e que futebol se faz com projeto, algo difícil para seleções hoje. Tudo isso é justo e real. O caso é que o futebol brasileiro não suporta mais tropeços desta natureza. A cota de constrangimentos parece esgotada, a pressão é enorme. Ter piorado sua situação na primeira fase da Olimpíada é só a consequência esportiva imediata. A seleção perdeu o crédito com o público. Diante disso, perdeu a cabeça, o equilíbrio. No 0 a 0 contra os iraquianos, foi vaiada primeiro. Depois, foi humilhada com gritos de “olé”, de “Marta” e um desfecho melancólico: gritos de “Iraque” em Brasília. O compreensível senso de urgência nacional é o maior dos adversários do futebol brasileiro.

O Brasil do primeiro tempo fez 30 minutos de pavor e terminou com um tipo de jogo que poderia ser a semente de uma mudança. O difícil é fazer a boa sensação durar. Seja porque o futebol brasileiro hoje tem dificuldade de jogar bem em equipe, seja porque o time existe há muito pouco tempo, seja porque os nervos dominam a seleção. Antes de mudar, mostrou como é viciado o jogador brasileiro num jogo em espasmos, de correria na direção do gol, sem combinações e troca de passes em progressão. Sem pensamento. Eram tentativas individuais, verticais. Joga-se futebol com pressa no Brasil. E mudar a cultura leva tempo. Mesmo sem treino, o que dificulta tudo, o primeiro recurso do brasileiro não é passar, é correr.

É verdade que o Iraque tinha meio time semifinalista do Mundial sub-20 há três anos, o que lhe dá algo de padrão coletivo. Mas também teve que mudar jogadores para o Rio-2016. Não ficou imune. E mesmo assim era condicionado a se associar. Chegou duas vezes com perigo, uma em lance armado, outra ao acaso, num lateral que terminou na trave de Weverton. O Brasil, na dificuldade, corria. Mais tarde, na fase agônica da partida, cavava faltas, brigava com o árbitro, recorria a artifícios.

O Globo

 

Imprensa internacional coloca abertura como vitória brasileira sobre crise

NEW YORK TIMES DESTACOU A ABERTURA COMO UMA SUPERAÇÃO DE TODOS OS PROBLEMAS ENFRENTADOS PELO BRASIL

NEW YORK TIMES DESTACOU A ABERTURA COMO SUPERAÇÃO DE TODOS OS PROBLEMAS ENFRENTADOS PELO BRASIL

A imprensa internacional ficou satisfeita com a Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro realizada na noite desta sexta-feira (5), no estádio do Maracanã. De acordo com alguns dos principais jornais do mundo, o evento conseguiu desfocar um pouco de todos os problemas sofridos pelo Brasil para protagonizar uma festa grandiosa.

O jornal norte-americano New York Times destacou a abertura como uma superação de todos os problemas enfrentados pelo Brasil neste momento.

“O primeiro país sul-americano a sediar os Jogos Olímpicos está se recuperando de uma combinação surpreendente de agitação política e crise econômica. Os seus esforços para sediar o maior evento esportivo do mundo, encontrou problemas em cada turno, a partir do vírus Zika às águas poluídas aos cortes no orçamento tão profundas que as operações básicas tornaram-se tensas”, escreveu a publicação.

Enquanto isso, o jornal britânico The Guardian sinalizou o evento como “um pouco confuso”. Mas, assim como o NY Times, destacou a vitória, mesmo que por alguns instantes, sobre a crise.

“Oito anos, dois presidentes desacreditados e um esfregaço interminável de publicidade negativa, Rio-2016, finalmente um respiro com uma cerimônia de abertura que era às vezes agradáveis, outras um pouco raquítico e caseira”, escreveram os britânicos.

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“Em uma noite fria e úmida no Estádio do Maracanã, Rio-2016 fez o que podia. Uma coisa que foi melhor de que todos os cerimoniais foi a duração agradavelmente curta”, destacou o The Guardian.

O francês Le Figaro concordou o The Guardian ao falar de uma cerimônia diferente das outras.

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“Simbólico e muitas vezes sem fim, figura obrigatória tedioso, mas Rio-2016 mostrou luz, ritmo e muita inspiração. Vai deixar uma memória doce”, escreveu a publicação francesa.

A BBC também repercutiu positivamente e foi na mesma linha das outras publicações ao falar sobre “tirar o foco dos problemas para colocar nos atletas e nos Jogos”.

“Tiramos o chapéu para você, Rio. Foi uma cerimônia para não nos esquecermos jamais”, escreveu a BBC.

Para o canadense National Post, a abertura não teve defeitos: “Rio-2016 passa em seu primeiro teste com uma animada e mágica cerimônia”.

Com informações do UOL 

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