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Categoria: Esporte

ABC estreia uniforme inspirado em pele de elefante contra Flamengo nesta quinta-feira

FOTO: REPRODUÇÃO/ABC

O ABC Futebol Clube se prepara para o primeiro compromisso da fase de oitavas de final da Copa do Brasil 2021, nesta quinta-feira, contra o Flamengo, no Estádio Maracanã, e a partida marcará a estreia do terceiro uniforme do Alvinegro. 

Produzido pela loja do alvinegro, a Elefante Mais Querido, a marca própria do Clube do Povo, o Manto vem com um tecido que a textura é inspirada na pele de elefante, mascote abecedista, e conta com tags da camisa em 3D, um material para agregar valor ao uniforme. 

A camisa conceito carrega no peito uma mensagem social de cuidado aos animais, vestindo a ideia da preservação. Muito mais que um novo uniforme, uma proposta em defesa dos animais, para chamar atenção para a causa, principalmente, em combate à caça. 

Uma ação inédita de marketing com a pujança e tradição do Elefante do ABC, do Clube do Povo, em favor da vida, por um Manto de peso, um Manto de Respeito.

A camisa foi lançada oficialmente para o torcedor no sábado passado (24) e pode ser adquirida no site www.elefantemq.com.br ou na Loja Oficial do clube, a loja da Elefante Mais Querido, pelo valor de R$ 170,00 para sócio adimplente e R$ 199,90 para não-sócio.

O manto tem conceito, valores em favor da preservação dos animais, dos elefantes. É pra entrar para a história.

Portal Grande Ponto

Tóquio 2021: Medalha de Ítalo Ferreira é 31º ouro do Brasil em Jogos

FOTO: REPRODUÇÃO

O potiguar Ítalo Ferreira fez história em 27/07 ao ganhar o ouro olímpico no surfe masculino na Olimpíada de Tóquio 2021. A medalha não foi apenas a primeira do Brasil nesses Jogos — ela foi também a primeira da história da competição em Olimpíadas, já que o surfe fez em Tóquio a sua estreia olímpica.

De origem humilde, Ferreira começou surfando na tampa do isopor usado pelo pai para guardar os peixes que eram vendidos a restaurantes da praia em Baía Formosa (RN), onde o surfista mora até hoje.

A medalha de Ferreira foi a 31ª de ouro do Brasil em Jogos Olímpicos. Em 125 anos de era moderna das Olimpíadas, a trajetória do Brasil no topo do pódio é recente.

A primeira medalha de ouro foi conquistada nos primeiros jogos olímpicos em que houve participação de atletas brasileiros, em 1920 na Antuérpia (Bélgica). O atirador do exército brasileiro Guilherme Paraense (1884-1968) conquistou o ouro na pistola rápida (o Brasil também conquistou uma prata, com Afrânio Costa, e um bronze, com Paraense).

Ao longo dos primeiros 84 anos de Jogos Olímpicos, o Brasil teve apenas três ouros. Além de Paraense, o paulista Adhemar Ferreira da Silva foi bicampeão olímpico no salto triplo em Helsinque 1952 (onde bateu o recorde mundial) e Melbourne 1956.

Depois disso, o Brasil só foi subir ao topo do pódio olímpico novamente em Moscou 1980. Foram duas medalhas de ouro na vela, esporte que mais rendeu ouros ao país na hitória: sete.

Desde então, o Brasil só não conquistou medalhas de ouro em uma edição dos Jogos, em Sydney 2000. O recorde de medalhas de ouro aconteceu em casa, na Rio 2016, quando foram obtidas sete medalhas.

BBC

Ítalo Ferreira se torna 1° medalhista de ouro do surf na história dos Jogos Olímpicos

FOTO: JONNE RORIZ/COB

O primeiro ouro do surfe nos Jogos Olímpicos é do Brasil, é do Rio Grande do Norte. Ítalo Ferreira subiu ao topo do pódio na madrugada desta terça-feira (27). O potiguar superou o japonês Kanoa Igarashi com um somatório de 15,14 contra 6,60.

Nem a prancha quebrada na primeira onda conseguiu evitar o que ele tanto sonhou e lutou para alcançar.

Mas o que é uma prancha quebrada para quem começou a surfar, aos 8 anos, em tampa de isopor? Ele trocou o equipamento e seguiu dando seu show nas águas de Tsurigasaki.

Após algumas notas baixas, Ítalo emendou uma boa sequência, com um 7,00; um 7,77 com direito a aéreo; e por fim um 7,37. As combinações deixaram o japonês precisando de duas boas notas a menos de 3 minutos do fim da bateria. O que não aconteceu e o ouro ficou com o Rio Grande do Norte.

“Eu acreditei até o final. Eu treinei muito nos últimos meses e Deus realizou meu sonho e eu só tenho a agradecer a Ele por poder fazer o que eu amo, ajudar a minha família”, disse ao término da prova.

Emocionado, ele ainda voltou a lembrar da família. “Eu queria que minha vó estivesse viva para ver o que eu me tornei, o que eu consegui fazer pelos meus pais”.

Ítalo Ferreira foi campeão mundial de 2019 e sustenta a caroa até hoje, já que o torneio de 2020 foi suspenso devido à pandemia de covid-19. Na atual temporada, ele está na segunda posição, atrás apenas de Gabriel Medina, que vai sair do Japão sem medalha.

Portal da Tropical

TÓQUIO 2020: Aos 13 anos, Rayssa Leal conquista medalha de prata no Skate

FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

A skatista Rayssa Leal fez história nesta segunda-feira ao conquistar a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio com apenas 13 anos e 7 meses de idade. Ela é a atleta brasileira mais nova a disputar uma Olimpíada. Foi a segunda medalha do skate brasileiro em Tóquio. Antes, Kelvin Hoefler havia ficado com a prata. o skate está fazendo a si estreia no programa olímpico.

Atual vice-líder do ranking mundial, Fadinha, como é popularmente conhecida, não se intimidou diante das adversárias mais experientes e deu show no Ariake Urban Sports Park com manobras espetaculares. Chamou atenção a calma e o desempenho de Rayssa, que em alguns momentos foi vista dançando relaxada na pista. Bastante inspirada, ela foi derrubando as rivais ao longo das baterias até conquistar o seu lugar no pódio.

Leticia Bufoni e Pâmela Rosa outras brasileiras bem cotadas para brigar por uma vaga no pódio em Tóquio ficaram pelo caminho. Pâmela Rosa, inclusive, revelou que competiu lesionada em Tóquio.

A pequena Rayssa, nascida em Imperatriz, no Maranhão, é um verdadeiro fenômeno do esporte. Desde 2018, com apenas 11 anos, já integra a seleção brasileira e é vista como uma das melhores do mundo na categoria street, dona de um talento raro.

A primeira vez que ela subiu em cima de um skate foi aos 6 anos, quando seus pais lhe deram o equipamento de presente. Um ano depois, já estava competindo.

O mais impressionante é que ela aprendeu tudo por conta própria, sozinha. A garota assista a vídeos dos seus ídolos no celular e depois ficava repetindo insistentemente as manobras.

Aos 9 anos, Rayssa já não competia mais entre as crianças para disputar campeonatos na categoria geral. Passou, então, a levar uma vida de “adulta”, treinando três horas todos os dias.

Tanto esforço deu certo e agora a pequena Rayssa Leal é medalhista olímpica.

Estadão

TÓQUIO 2020: Potiguar Ítalo Ferreira supera neozelandês e garante vaga nas quartas

FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK

Na madrugada desta segunda-feira, Ítalo Ferreira levou a melhor sobre o neozelandês Billy Stairmand e avançou às quartas de final do surfe nos Jogos Olímpicos de Tóquio. O atual campeão mundial do esporte encerrou a prova com 14.54 pontos, enquanto o adversário fez 9:67 pontos.

O início de prova não foi com grandes emoções, com Ítalo assumindo a ponta com dois aéreos baixos, mas suficientes para ter a vantagem. Na sequência, o brasileiro conseguiu um bom aéreo e somou 5.67, ficando tranquilo no duelo.

Com mais um belo aéreo, Ítalo recebeu um 7:17 e construiu uma bela vantagem. Por mais que Stairmand tenha encontrado duas boas ondas em sequência, o brasileiro seguiu à frente, ampliando o placar e batendo na marca dos 14:54.

Nas quartas de final, Ítalo terá pela frente o vencedor da bateria entre o japonês Hiroto Ohhara e o peruano Miguel Tudela.

Terra

Potiguar que integra seleção feminina de handebol estreia hoje na Olimpíada

FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

A seleção brasileira feminina de handebol começa a caminhada na Olimpíada de Tóquio (Japão) neste sábado (24), a partir das 23h (horário de Brasília), contra a equipe do Comitê Olímpico Russo. Nesse jogo, o Rio Grande do Norte estará representado pela atleta potiguar Samara Vieira, de 29 anos, que joga como meia-esquerda. Ela participa, pela primeira vez, dos Jogos Olímpicos.

Atual hexacampeão pan-americano, o time brasileiro é comandado pelo técnico espanhol Jorge Dueñas. Durante o período de preparação, a equipe conseguiu vitórias importantes contra Holanda, por 25 a 19, e Montenegro, por 22 a 21. Além dos amistosos, o grupo passou também 20 dias em Portugal, treinando com foco total nos Jogos de Tóquio. Pelo fato de o adversário de hoje ser o atual campeão olímpico, o jogo é apontado como o mais complicado da fase de grupos.

Contando com a potiguar Samara Vieira, o time brasileiro é formado por 15 atletas, incluindo as experientes Alexandra Nascimento, que chega à quinta edição da Olimpíada, Ana Paula, que está na quarta, e Duda Amorim, melhor do Mundial de 2013 e melhor do mundo em 2014.

Além do Comitê Olímpico Russo (bandeira sob a qual os atletas russos estão competindo após a Rússia ser punida pelo Tribunal Arbitral do Esporte por causa de um escândalo de doping), o Brasil enfrenta na sequência Hungria, Espanha, Suécia e França. Após a fase de grupos, os quatro melhores de cada chave avançam para os duelos eliminatórios. A disputa do ouro está prevista para acontecer no dia 7 de agosto. Os confrontos acontecerão no Ginásio Nacional Yoyogi.

“Estamos num grupo muito forte. São adversários de alto nível e por isso afirmo que, dificilmente, alguém passará para a segunda fase de forma invicta. A Rússia talvez seja o adversário mais difícil, com um elenco muito qualificado, tanto que tem mostrado isso nos últimos anos. O Brasil também está em alto nível e é o atual campeão pan-americano. Acredito que as partidas serão vencidas ou perdidas nos detalhes”, afirmou Jorge Dueñas à Confederação Brasileira de Handebol.

Sobre a atleta potiguar Samara Vieira

Samara Vieira da Silva é uma das duas meia-esquerdas da seleção brasileira feminina de handebol que participará de sua primeira edição olímpica nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Atual campeã eslovena e uma das maiores goleadoras da temporada europeia, Samara será fundamental no ataque da seleção brasileira comandada pelo técnico Jorge Dueñas.

Nascida na capital do Rio Grande do Norte, conquistou muitos títulos treinando em um projeto do Colégio Sagrada Família. Começou aos 9 anos como goleira. Porém, como era bem maior e mais forte que as adversárias, foi para a linha e começou a marcar muitos gols. Com o clube natalense, passou a disputar os campeonatos regionais no sudeste e sul do Brasil e já foi convocada para a seleção juvenil aos 15 anos.

Em 2008, quando fez 16 anos, começou a trilhar o caminho de sucesso na Europa, principal foco do handebol mundial. O primeiro dos muitos clubes que a potiguar defendeu foi o C.Le.Ba.León. Lá, passou a melhorar seus fundamentos e seu condicionamento físico.

Após uma série de lesões, precisou dar uma pausa na carreira de 2011 a 2014. Recuperada, retornou ao Brasil e teve passagens por Caxias do Sul e pelo Vasco da Gama, no Rio de Janeiro. Faturou uma medalha de prata e duas medalhas de bronze por esses dois clubes, além de ter sido a melhor meia-esquerda de 2015.

Depois de rápidas passagens pela Alemanha, Turquia e o regresso ao Brasil, Samara foi jogar no SCM Râmnicu Vâlcea, da Romênia, em 2018. A ida ao país natal do Conde Drácula deu uma estabilidade que a natalense precisava. Lá, conquistou seus primeiros e importantes títulos. Na primeira temporada, venceu a Supercopa da Romênia.

Com boas atuações, foi chamada para atuar nos Jogos Pan-Americanos em Lima, capital do Peru. Samara ajudou a seleção feminina a conquistar seu sexto título consecutivo. Seguindo as boas performances, foi convocada novamente, dessa vez para a disputa do Mundial do Japão.

Durante a pandemia, Samara Vieira trocou a Romênia pela Eslovênia. A jogadora passou a integrar o time Krim Mercator. Já com a seleção brasileira de handebol feminino, participou em abril do torneio amistoso na Croácia que tinha as donas da casa, a seleção feminina e a atual campeã mundial Holanda. Na ocasião, o Brasil venceu bem a Holanda e perdeu para a Croácia no fim, ficando com o segundo lugar.

Em julho, nos amistosos preparatórios para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, Samara teve boas performances e conseguiu a vaga para integrar a seleção nas Olimpíadas.

Portal da Tropical

Potiguar Italo Ferreira chega a Tóquio para disputar Olimpíada com histórico vencedor no Japão

FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK

O potiguar Italo Ferreira chegou a Tóquio para a disputa das Olimpíadas trazendo na bagagem um histórico vitorioso nas ondas do Japão. Em evento teste realizado em 2019 no Japão, o ISA Games, em Miyazaki, Italo se sagrou campeão.

“Pela experiência que eu passei em 2019, nos dois primeiros dias de evento, as ondas estavam bem pequenas e no último dia entrou uma tempestade, com vento, e aí as ondas ficaram com 1,5m. A gente tá sabendo dessa possibilidade. É um lugar realmente famoso por ter ondas pequenas, mas aí pode ter a possibilidade de ter ondas maiores. Independente do tamanho da onda, eu vou estar preparado”, explicou Italo.

Apesar de receber ondas pequenas nessa época do ano, a Praia de Tsurigasaki, onde vai ser disputada a prova olímpica de surfe, pode receber ondas grandes durante a janela de disputa, que abre no próximo dia 25. A previsão da formação de um tufão pode gerar ondas de mais de 3m de altura já no primeiro dia de competição. Algo bem parecido com o que aconteceu em Miyazaki em 2019.

Italo terá agora uma semana para se preparar para a estreia no dia 25. A janela do surfe vai até o dia 28, mas pode ser estendida até o dia 1 de agosto se as condições do mar não possibilitarem a conclusão da prova.

Italo será o cabeça de chave número 1 no masculino e está escalado para a 1ª bateria, contra o italiano Leonardo Fioravanti, o japonês Hiroto Ohhara e o argentino Leandro Usuna.

“Eu acho que essa é uma oportunidade incrível, não só pros atletas brasileiros que vão competir, que tão classificado, mas para os amantes do esporte. Quem sonhava em um dia ver o surfe nas Olimpíadas. Eu acho que isso já é uma conquista incrível. Não só o surfe, mas o skate também que que entrou e vai estrear nas Olimpíadas”, comemorou Italo.

Com informações do GE

ABC e Governo do RN abrem diálogo para volta da torcida em jogo contra Flamengo

FOTO: REPRODUÇÃO/ABC FC

ABC x Flamengo poderá contar com a presença de público no duelo pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Há conversas nesse sentido entre os dois clubes e o Governo do Rio Grande do Norte. Para que isso aconteça, no entanto, os clubes precisam ter uma sinalização positiva por parte da administração estadual, para seguirem com as providências necessárias para a presença da torcida junto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Dono da maior torcida do Brasil, o Flamengo é o maior interessado no assunto e tem buscado há algum tempo a volta dos torcedores em seus jogos. A partida da volta pela Copa do Brasil, em Natal, está marcada para o dia 5 de agosto em estádio ainda a ser definido. O primeiro jogo, no Rio de Janeiro, será no dia 29 de julho. Até lá, os times terão que ter muita articulação política e conversas com os entes envolvidos.

O Flamengo conta com o prestígio e força política do clube e tem conseguido algumas vitórias nesse sentido. Nesta sexta-feira (16), o rubro negro conseguiu a transferência do jogo contra o Defensa y Justicia pela Libertadores para Brasília para ter público. O governo do Distrito Federal publicou um decreto autorizando torcida. A partida, que será na próxima quarta-feira, poderá receber até 15 mil pessoas, o que representa 25% da capacidade de público do Estádio Mané Garrincha.

Entre ABC x Flamengo, porém, as conversas ainda estão em fase inicial, mas há chances de os torcedores voltarem às arquibancadas, embora o presidente do ABC, Bira Marques, considere difícil. Segundo ele, desde quando foi realizado o sorteio das oitavas da Copa do Brasil, os dois clubes vêm tentando viabilizar a volta do público nas partidas.

“Essa discussão tem evoluído, mas ainda não há nada concreto, se vai ter ou se não vai ter torcida”, disse o presidente do ABC em contato com o portal GRANDE PONTO neste sábado (17).

O mesmo disse o Governo do RN, em uma curta nota enviada ao portal pelo secretário-chefe do Gabinete Civil, Raimundo Alves. “O Governo está em conversas com a diretoria do ABC, mas ainda não temos nada definido”.

TRATATIVAS

Ainda segundo Bira, o ABC vai se reunir para elaborar e enviar um um protocolo para a CBF e o Governo do Estado como sugestão para a partida. É uma forma de mostrar que o clube está interessado no assunto e vê com bons olhos a presença de torcedores, de uma forma segura, conforme documento a ser apresentado.

O ABC deve se reunir nessa semana para começar a elaborar esse protocolo em conjunto com o departamento médico e infectologistas e deve também rediscutir o tema com diretores na próxima segunda-feira (19).

Já houve conversas entre o ABC e o comitê científico que auxilia o Governo do RN na pandemia, mas as partes não chegaram a um acordo.

“Eles [Comitê Científico] têm sido muito sensíveis, porque caiu bastante a questão de contaminação pela Covid-19 e também devido ao avanço da vacinação, mas não sinalizaram em nenhum momento nada positivo ainda. A gente vai lá, conversa com eles, eles atendem muito bem a gente, mas é igual àquela história: agua mole em pedra dura tanto bate até que fura”, disse o presidente do ABC. E acrescentou: “É muito difícil ter público. É o nosso papel tentar falar com o pessoal, sensibilizar de alguma forma, mas é muito difícil”.

IMPASSE

Outra dificuldade dos clubes diz respeito à questão técnica. Segundo Bira Marques, a CBF pondera se a volta do público a alguns estádios poderia provocar algum tipo de desigualdade técnica entre as equipes. Isso pode ocorrer, por exemplo, caso o Governo do RN libere a volta de público e o Governo do RJ não.

“Se o governo sinalizar positivamente, nós vamos para a CBF e ainda temos que ter a autorização da confederação, porque a CBF também fala da questão técnica se, por exemplo, no Rio de Janeiro não for liberado e em Natal sim, teria que ver se essa questão técnica pesaria. Mas em relação ao Flamengo eu acho que não teria, porque o Flamengo é um grande clube e onde ele for vai jogar do mesmo jeito”, considera Marques.

Caso dê tudo certo, o ABC ainda avalia o local onde aconteceria a partida. Bira afirma que tudo dependerá da quantidade de torcedores que poderá ser liberada. Caso seja liberada uma quantidade considerável, o jogo deverá ser na Arena das Dunas, que suporta uma capacidade maior de público. Entretanto, se o percentual liberado de torcida for muito pequeno, ele acha melhor que o ABC mande o jogo na sua casa, o estádio Frasqueirão.

Portal Grande Ponto