29 de julho de 2021 às 08:45
29 de julho de 2021 às 05:49
FOTO: REPRODUÇÃO/ABC
O ABC Futebol Clube se prepara para o primeiro compromisso da fase de oitavas de final da Copa do Brasil 2021, nesta quinta-feira, contra o Flamengo, no Estádio Maracanã, e a partida marcará a estreia do terceiro uniforme do Alvinegro.
Produzido pela loja do alvinegro, a Elefante Mais Querido, a
marca própria do Clube do Povo, o Manto vem com um tecido que a textura é
inspirada na pele de elefante, mascote abecedista, e conta com tags da camisa
em 3D, um material para agregar valor ao uniforme.
A camisa conceito carrega no peito uma mensagem social de
cuidado aos animais, vestindo a ideia da preservação. Muito mais que um novo
uniforme, uma proposta em defesa dos animais, para chamar atenção para a causa,
principalmente, em combate à caça.
Uma ação inédita de marketing com a pujança e tradição do
Elefante do ABC, do Clube do Povo, em favor da vida, por um Manto de peso, um
Manto de Respeito.
A camisa foi lançada oficialmente para o torcedor no sábado passado (24) e pode ser adquirida no site www.elefantemq.com.br ou na Loja Oficial do clube, a loja da Elefante Mais Querido, pelo valor de R$ 170,00 para sócio adimplente e R$ 199,90 para não-sócio.
O manto tem conceito, valores em favor da preservação dos animais, dos elefantes. É pra entrar para a história.
27 de julho de 2021 às 14:15
27 de julho de 2021 às 13:25
FOTO: REPRODUÇÃO
O potiguar Ítalo Ferreira fez história em 27/07 ao ganhar o
ouro olímpico no surfe masculino na Olimpíada de Tóquio 2021. A medalha não foi
apenas a primeira do Brasil nesses Jogos — ela foi também a primeira da
história da competição em Olimpíadas, já que o surfe fez em Tóquio a sua estreia
olímpica.
De origem humilde, Ferreira começou surfando na tampa do
isopor usado pelo pai para guardar os peixes que eram vendidos a restaurantes
da praia em Baía Formosa (RN), onde o surfista mora até hoje.
A medalha de Ferreira foi a 31ª de ouro do Brasil em Jogos
Olímpicos. Em 125 anos de era moderna das Olimpíadas, a trajetória do Brasil no
topo do pódio é recente.
A primeira medalha de ouro foi conquistada nos primeiros
jogos olímpicos em que houve participação de atletas brasileiros, em 1920 na Antuérpia
(Bélgica). O atirador do exército brasileiro Guilherme Paraense (1884-1968)
conquistou o ouro na pistola rápida (o Brasil também conquistou uma prata, com
Afrânio Costa, e um bronze, com Paraense).
Ao longo dos primeiros 84 anos de Jogos Olímpicos, o Brasil
teve apenas três ouros. Além de Paraense, o paulista Adhemar Ferreira da Silva
foi bicampeão olímpico no salto triplo em Helsinque 1952 (onde bateu o recorde
mundial) e Melbourne 1956.
Depois disso, o Brasil só foi subir ao topo do pódio
olímpico novamente em Moscou 1980. Foram duas medalhas de ouro na vela, esporte
que mais rendeu ouros ao país na hitória: sete.
Desde então, o Brasil só não conquistou medalhas de ouro em uma edição dos Jogos, em Sydney 2000. O recorde de medalhas de ouro aconteceu em casa, na Rio 2016, quando foram obtidas sete medalhas.
27 de julho de 2021 às 08:45
27 de julho de 2021 às 09:17
FOTO: JONNE RORIZ/COB
O primeiro ouro do surfe nos Jogos Olímpicos é do Brasil, é
do Rio Grande do Norte. Ítalo Ferreira subiu ao topo do pódio na madrugada
desta terça-feira (27). O potiguar superou o japonês Kanoa Igarashi com um
somatório de 15,14 contra 6,60.
Nem a prancha quebrada na primeira onda conseguiu evitar o
que ele tanto sonhou e lutou para alcançar.
Mas o que é uma prancha quebrada para quem começou a surfar,
aos 8 anos, em tampa de isopor? Ele trocou o equipamento e seguiu dando seu
show nas águas de Tsurigasaki.
Após algumas notas baixas, Ítalo emendou uma boa sequência,
com um 7,00; um 7,77 com direito a aéreo; e por fim um 7,37. As combinações
deixaram o japonês precisando de duas boas notas a menos de 3 minutos do fim da
bateria. O que não aconteceu e o ouro ficou com o Rio Grande do Norte.
“Eu acreditei até o final. Eu treinei muito nos últimos
meses e Deus realizou meu sonho e eu só tenho a agradecer a Ele por poder fazer
o que eu amo, ajudar a minha família”, disse ao término da prova.
Emocionado, ele ainda voltou a lembrar da família. “Eu
queria que minha vó estivesse viva para ver o que eu me tornei, o que eu consegui
fazer pelos meus pais”.
Ítalo Ferreira foi campeão mundial de 2019 e sustenta a caroa até hoje, já que o torneio de 2020 foi suspenso devido à pandemia de covid-19. Na atual temporada, ele está na segunda posição, atrás apenas de Gabriel Medina, que vai sair do Japão sem medalha.
26 de julho de 2021 às 08:45
26 de julho de 2021 às 05:14
FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM
A skatista Rayssa Leal fez história nesta segunda-feira ao
conquistar a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio com apenas 13 anos
e 7 meses de idade. Ela é a atleta brasileira mais nova a disputar uma
Olimpíada. Foi a segunda medalha do skate brasileiro em Tóquio. Antes, Kelvin
Hoefler havia ficado com a prata. o skate está fazendo a si estreia no programa
olímpico.
Atual vice-líder do ranking mundial, Fadinha, como é
popularmente conhecida, não se intimidou diante das adversárias mais
experientes e deu show no Ariake Urban Sports Park com manobras espetaculares.
Chamou atenção a calma e o desempenho de Rayssa, que em alguns momentos foi
vista dançando relaxada na pista. Bastante inspirada, ela foi derrubando as
rivais ao longo das baterias até conquistar o seu lugar no pódio.
Leticia Bufoni e Pâmela Rosa outras brasileiras bem cotadas
para brigar por uma vaga no pódio em Tóquio ficaram pelo caminho. Pâmela Rosa,
inclusive, revelou que competiu lesionada em Tóquio.
A pequena Rayssa, nascida em Imperatriz, no Maranhão, é um
verdadeiro fenômeno do esporte. Desde 2018, com apenas 11 anos, já integra a
seleção brasileira e é vista como uma das melhores do mundo na categoria
street, dona de um talento raro.
A primeira vez que ela subiu em cima de um skate foi aos 6
anos, quando seus pais lhe deram o equipamento de presente. Um ano depois, já
estava competindo.
O mais impressionante é que ela aprendeu tudo por conta
própria, sozinha. A garota assista a vídeos dos seus ídolos no celular e depois
ficava repetindo insistentemente as manobras.
Aos 9 anos, Rayssa já não competia mais entre as crianças
para disputar campeonatos na categoria geral. Passou, então, a levar uma vida
de “adulta”, treinando três horas todos os dias.
Tanto esforço deu certo e agora a pequena Rayssa Leal é medalhista olímpica.
26 de julho de 2021 às 08:30
26 de julho de 2021 às 05:08
FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK
Na madrugada desta segunda-feira, Ítalo Ferreira levou a
melhor sobre o neozelandês Billy Stairmand e avançou às quartas de final do
surfe nos Jogos Olímpicos de Tóquio. O atual campeão mundial do esporte
encerrou a prova com 14.54 pontos, enquanto o adversário fez 9:67 pontos.
O início de prova não foi com grandes emoções, com Ítalo
assumindo a ponta com dois aéreos baixos, mas suficientes para ter a vantagem.
Na sequência, o brasileiro conseguiu um bom aéreo e somou 5.67, ficando
tranquilo no duelo.
Com mais um belo aéreo, Ítalo recebeu um 7:17 e construiu
uma bela vantagem. Por mais que Stairmand tenha encontrado duas boas ondas em
sequência, o brasileiro seguiu à frente, ampliando o placar e batendo na marca
dos 14:54.
Nas quartas de final, Ítalo terá pela frente o vencedor da bateria entre o japonês Hiroto Ohhara e o peruano Miguel Tudela.
24 de julho de 2021 às 15:30
24 de julho de 2021 às 14:38
FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM
A seleção brasileira feminina de handebol começa a caminhada
na Olimpíada de Tóquio (Japão) neste sábado (24), a partir das 23h (horário de
Brasília), contra a equipe do Comitê Olímpico Russo. Nesse jogo, o Rio Grande
do Norte estará representado pela atleta potiguar Samara Vieira, de 29 anos,
que joga como meia-esquerda. Ela participa, pela primeira vez, dos Jogos
Olímpicos.
Atual hexacampeão pan-americano, o time brasileiro é
comandado pelo técnico espanhol Jorge Dueñas. Durante o período de preparação,
a equipe conseguiu vitórias importantes contra Holanda, por 25 a 19, e
Montenegro, por 22 a 21. Além dos amistosos, o grupo passou também 20 dias em
Portugal, treinando com foco total nos Jogos de Tóquio. Pelo fato de o
adversário de hoje ser o atual campeão olímpico, o jogo é apontado como o mais
complicado da fase de grupos.
Contando com a potiguar Samara Vieira, o time brasileiro é
formado por 15 atletas, incluindo as experientes Alexandra Nascimento, que
chega à quinta edição da Olimpíada, Ana Paula, que está na quarta, e Duda
Amorim, melhor do Mundial de 2013 e melhor do mundo em 2014.
Além do Comitê Olímpico Russo (bandeira sob a qual os
atletas russos estão competindo após a Rússia ser punida pelo Tribunal Arbitral
do Esporte por causa de um escândalo de doping), o Brasil enfrenta na sequência
Hungria, Espanha, Suécia e França. Após a fase de grupos, os quatro melhores de
cada chave avançam para os duelos eliminatórios. A disputa do ouro está
prevista para acontecer no dia 7 de agosto. Os confrontos acontecerão no
Ginásio Nacional Yoyogi.
“Estamos num grupo muito forte. São adversários de alto
nível e por isso afirmo que, dificilmente, alguém passará para a segunda fase
de forma invicta. A Rússia talvez seja o adversário mais difícil, com um elenco
muito qualificado, tanto que tem mostrado isso nos últimos anos. O Brasil
também está em alto nível e é o atual campeão pan-americano. Acredito que as
partidas serão vencidas ou perdidas nos detalhes”, afirmou Jorge Dueñas à
Confederação Brasileira de Handebol.
Sobre a atleta potiguar Samara Vieira
Samara Vieira da Silva é uma das duas meia-esquerdas da
seleção brasileira feminina de handebol que participará de sua primeira edição
olímpica nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Atual campeã eslovena e uma das
maiores goleadoras da temporada europeia, Samara será fundamental no ataque da
seleção brasileira comandada pelo técnico Jorge Dueñas.
Nascida na capital do Rio Grande do Norte, conquistou muitos
títulos treinando em um projeto do Colégio Sagrada Família. Começou aos 9 anos
como goleira. Porém, como era bem maior e mais forte que as adversárias, foi
para a linha e começou a marcar muitos gols. Com o clube natalense, passou a
disputar os campeonatos regionais no sudeste e sul do Brasil e já foi convocada
para a seleção juvenil aos 15 anos.
Em 2008, quando fez 16 anos, começou a trilhar o caminho de
sucesso na Europa, principal foco do handebol mundial. O primeiro dos muitos
clubes que a potiguar defendeu foi o C.Le.Ba.León. Lá, passou a melhorar seus
fundamentos e seu condicionamento físico.
Após uma série de lesões, precisou dar uma pausa na carreira
de 2011 a 2014. Recuperada, retornou ao Brasil e teve passagens por Caxias do
Sul e pelo Vasco da Gama, no Rio de Janeiro. Faturou uma medalha de prata e
duas medalhas de bronze por esses dois clubes, além de ter sido a melhor
meia-esquerda de 2015.
Depois de rápidas passagens pela Alemanha, Turquia e o
regresso ao Brasil, Samara foi jogar no SCM Râmnicu Vâlcea, da Romênia, em
2018. A ida ao país natal do Conde Drácula deu uma estabilidade que a natalense
precisava. Lá, conquistou seus primeiros e importantes títulos. Na primeira
temporada, venceu a Supercopa da Romênia.
Com boas atuações, foi chamada para atuar nos Jogos
Pan-Americanos em Lima, capital do Peru. Samara ajudou a seleção feminina a
conquistar seu sexto título consecutivo. Seguindo as boas performances, foi
convocada novamente, dessa vez para a disputa do Mundial do Japão.
Durante a pandemia, Samara Vieira trocou a Romênia pela
Eslovênia. A jogadora passou a integrar o time Krim Mercator. Já com a seleção
brasileira de handebol feminino, participou em abril do torneio amistoso na
Croácia que tinha as donas da casa, a seleção feminina e a atual campeã mundial
Holanda. Na ocasião, o Brasil venceu bem a Holanda e perdeu para a Croácia no
fim, ficando com o segundo lugar.
Em julho, nos amistosos preparatórios para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, Samara teve boas performances e conseguiu a vaga para integrar a seleção nas Olimpíadas.
19 de julho de 2021 às 09:00
19 de julho de 2021 às 05:14
FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK
O potiguar Italo Ferreira chegou a Tóquio para a disputa das
Olimpíadas trazendo na bagagem um histórico vitorioso nas ondas do Japão. Em evento
teste realizado em 2019 no Japão, o ISA Games, em Miyazaki, Italo se sagrou
campeão.
“Pela experiência que eu passei em 2019, nos dois primeiros
dias de evento, as ondas estavam bem pequenas e no último dia entrou uma
tempestade, com vento, e aí as ondas ficaram com 1,5m. A gente tá sabendo dessa
possibilidade. É um lugar realmente famoso por ter ondas pequenas, mas aí pode
ter a possibilidade de ter ondas maiores. Independente do tamanho da onda, eu
vou estar preparado”, explicou Italo.
Apesar de receber ondas pequenas nessa época do ano, a Praia
de Tsurigasaki, onde vai ser disputada a prova olímpica de surfe, pode receber
ondas grandes durante a janela de disputa, que abre no próximo dia 25. A
previsão da formação de um tufão pode gerar ondas de mais de 3m de altura já no
primeiro dia de competição. Algo bem parecido com o que aconteceu em Miyazaki
em 2019.
Italo terá agora uma semana para se preparar para a estreia
no dia 25. A janela do surfe vai até o dia 28, mas pode ser estendida até o dia
1 de agosto se as condições do mar não possibilitarem a conclusão da prova.
Italo será o cabeça de chave número 1 no masculino e está
escalado para a 1ª bateria, contra o italiano Leonardo Fioravanti, o japonês
Hiroto Ohhara e o argentino Leandro Usuna.
“Eu acho que essa é uma oportunidade incrível, não só pros atletas brasileiros que vão competir, que tão classificado, mas para os amantes do esporte. Quem sonhava em um dia ver o surfe nas Olimpíadas. Eu acho que isso já é uma conquista incrível. Não só o surfe, mas o skate também que que entrou e vai estrear nas Olimpíadas”, comemorou Italo.
17 de julho de 2021 às 17:30
17 de julho de 2021 às 15:55
FOTO: REPRODUÇÃO/ABC FC
ABC x Flamengo poderá contar com a presença de público no
duelo pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Há conversas nesse sentido
entre os dois clubes e o Governo do Rio Grande do Norte. Para que isso
aconteça, no entanto, os clubes precisam ter uma sinalização positiva por parte
da administração estadual, para seguirem com as providências necessárias para a
presença da torcida junto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Dono da maior torcida do Brasil, o Flamengo é o maior
interessado no assunto e tem buscado há algum tempo a volta dos torcedores em
seus jogos. A partida da volta pela Copa do Brasil, em Natal, está marcada para
o dia 5 de agosto em estádio ainda a ser definido. O primeiro jogo, no Rio de
Janeiro, será no dia 29 de julho. Até lá, os times terão que ter muita
articulação política e conversas com os entes envolvidos.
O Flamengo conta com o prestígio e força política do clube e
tem conseguido algumas vitórias nesse sentido. Nesta sexta-feira (16), o rubro
negro conseguiu a transferência do jogo contra o Defensa y Justicia pela
Libertadores para Brasília para ter público. O governo do Distrito Federal
publicou um decreto autorizando torcida. A partida, que será na próxima
quarta-feira, poderá receber até 15 mil pessoas, o que representa 25% da
capacidade de público do Estádio Mané Garrincha.
Entre ABC x Flamengo, porém, as conversas ainda estão em
fase inicial, mas há chances de os torcedores voltarem às arquibancadas, embora
o presidente do ABC, Bira Marques, considere difícil. Segundo ele, desde quando
foi realizado o sorteio das oitavas da Copa do Brasil, os dois clubes vêm
tentando viabilizar a volta do público nas partidas.
“Essa discussão tem evoluído, mas ainda não há nada
concreto, se vai ter ou se não vai ter torcida”, disse o presidente do ABC em
contato com o portal GRANDE PONTO neste sábado (17).
O mesmo disse o Governo do RN, em uma curta nota enviada ao
portal pelo secretário-chefe do Gabinete Civil, Raimundo Alves. “O Governo está
em conversas com a diretoria do ABC, mas ainda não temos nada definido”.
TRATATIVAS
Ainda segundo Bira, o ABC vai se reunir para elaborar e
enviar um um protocolo para a CBF e o Governo do Estado como sugestão para a
partida. É uma forma de mostrar que o clube está interessado no assunto e vê
com bons olhos a presença de torcedores, de uma forma segura, conforme
documento a ser apresentado.
O ABC deve se reunir nessa semana para começar a elaborar
esse protocolo em conjunto com o departamento médico e infectologistas e deve
também rediscutir o tema com diretores na próxima segunda-feira (19).
Já houve conversas entre o ABC e o comitê científico que
auxilia o Governo do RN na pandemia, mas as partes não chegaram a um acordo.
“Eles [Comitê Científico] têm sido muito sensíveis, porque
caiu bastante a questão de contaminação pela Covid-19 e também devido ao avanço
da vacinação, mas não sinalizaram em nenhum momento nada positivo ainda. A
gente vai lá, conversa com eles, eles atendem muito bem a gente, mas é igual
àquela história: agua mole em pedra dura tanto bate até que fura”, disse o
presidente do ABC. E acrescentou: “É muito difícil ter público. É o nosso papel
tentar falar com o pessoal, sensibilizar de alguma forma, mas é muito difícil”.
IMPASSE
Outra dificuldade dos clubes diz respeito à questão técnica.
Segundo Bira Marques, a CBF pondera se a volta do público a alguns estádios
poderia provocar algum tipo de desigualdade técnica entre as equipes. Isso pode
ocorrer, por exemplo, caso o Governo do RN libere a volta de público e o
Governo do RJ não.
“Se o governo sinalizar positivamente, nós vamos para a CBF
e ainda temos que ter a autorização da confederação, porque a CBF também fala
da questão técnica se, por exemplo, no Rio de Janeiro não for liberado e em
Natal sim, teria que ver se essa questão técnica pesaria. Mas em relação ao
Flamengo eu acho que não teria, porque o Flamengo é um grande clube e onde ele
for vai jogar do mesmo jeito”, considera Marques.
Caso dê tudo certo, o ABC ainda avalia o local onde
aconteceria a partida. Bira afirma que tudo dependerá da quantidade de
torcedores que poderá ser liberada. Caso seja liberada uma quantidade
considerável, o jogo deverá ser na Arena das Dunas, que suporta uma capacidade
maior de público. Entretanto, se o percentual liberado de torcida for muito
pequeno, ele acha melhor que o ABC mande o jogo na sua casa, o estádio Frasqueirão.
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