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Categoria: Esporte

Com largada em Pipa, Sertões volta a valer pelo Mundial para motos e quadriciclos

FOTO: MARCELO MACHADO DE MELO

Com largada na Praia da Pipa, no litoral Sul do Rio Grande do Norte, o Rally dos Sertões tem um atrativo a mais para os pilotos de motos e quadriciclos. Isto porque a prova volta a valer pelo Mundial de Rally Cross-Country FIM depois de sete anos. O maior rally das Américas terá 3.615 km de percurso, passando por sete estados do Nordeste – Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Bahia, Alagoas e Ceará – os dois últimos, porém, não vão receber a Vila Sertões.

Nas motos, o favoritismo não pode fugir do vencedor de 2020. o catarinense Ricardo Martins. Desta vez, no entanto, ele terá um rival à altura também no próprio time, o francês Adrien Metge, que ficou fora no ano passado por ter testado positivo para Covid. Ele espera se tornar o quarto estrangeiro a vencer a prova – antes, Cyril Despres, Marc Coma e Paulo Gonçalves também ganharam o Sertões.

Em outra equipe, mais três destaques capazes de levar o título na geral, a começar pelo maior vencedor da história do Sertões, o paulista Jean Azevedo – tem sete títulos. O gaúcho Gregório Caselani, melhor em 2016, está de volta, depois de uma lesão que o tirou da edição 2020. O paulista Júlio Zavatti, o Bissinho, foi vice-campeão no ano passado e mostrou em sua primeira chance com uma moto da principal categoria estar pronto para brigar pelo alto do pódio.

– As etapas este ano não serão tão longas, mas os dias prometem ser intensos e disputados. Do roteiro, a etapa chave será o primeiro dia da Maratona, com chegada em Xique Xique, em que teremos muita areia. Treinamos intensamente para chegar bem preparados a mais esse desafio, que é o principal da temporada – falou Jean Azevedo.

Nos quadriciclos, Marcelo Medeiros, atual campeão e dono de quatro títulos do Sertões, terá pela frente dois dos maiores nomes da modalidade, o que promete um rally emocionante. Vencedor da prova em 2010 (quando também valia pelo Mundial), o polonês Rafal Sonik está de volta. E o campeão do Dakar 2021, o argentino Manuel Andujar, também se junta à caravana que larga da praia de Pipa.

– Todo ano é um rally diferente. A logística ficou muito boa com deslocamentos mais curtos e em uma região com piso que gosto de pilotar, mais arenoso e bem técnico. Não vejo a hora de acelerar – contou Marcelo.

O Sertões 2021 está confirmado para o período de 13 a 22 de agosto. O roteiro da 29ª edição do maior rally das Américas exalta a região Nordeste. A largada será na Praia da Pipa, município de Tibau do Sul, no Rio Grande do Norte, e a chegada na Praia dos Carneiros, em Tamandaré, em Pernambuco.

GE

Jogadores da Seleção usam uniforme da Nike no pódio e COB vai à Justiça contra CBF

FOTO: LUCAS FIGUEIREDO

A subida dos jogadores da seleção brasileira ao ponto mais alto do pódio para receber o segundo ouro consecutivo nos Jogos Olímpicos de Tóquio gerou um conflito entre a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), que vai parar na Justiça.

Após a vitória contra a Espanha, os atletas brasileiros insistiram em usar a camisa da Nike, patrocinadora da seleção e de grande parte dos jogadores, em vez do agasalho oficial do COB, da marca Peak, que ficou amarrado na cintura.

Nos Jogos Olímpicos, cada país tem um uniforme de pódio aprovado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e que vale para as equipes de todas as modalidades.

Portal Forum

Surfista Italo Ferreira é inserido na ilustração de agradecimento de Paris a Tóquio

FOTO: REPRODUÇÃO

O perfil oficial dos Jogos Olímpicos de Paris divulgou uma ilustração nesta madrugada de domingo para agradecer a Tóquio por todas as “emoções” vividas nestes últimos dias de esporte. Em destaque na arte, está o brasileiro Italo Ferreira, primeiro campeão olímpico da história do surfe nas Olimpíadas. Além dele, a capital francesa homenageou diversos atletas que fizeram história no Japão.

Além do brasileiro Italo Ferreira, a ilustração presta homenagem ao nadador norte americano Caeleb Dressel, que conquistou incríveis cinco medalhas de ouro em Tóquio. Ainda na natação, a arte parisiense coloca Emma McKeon em destaque, a australiana subiu ao pódio sete vezes em Tóquio (4 ouros e 3 bronzes).

Outro que aparece na arte é o britânico Tom Daley, dono de uma medalha de ouro e outra de bronze no salto sincronizado e individual nos Jogos de 2020 mas que viralizou mesmo ao ser flagrado tricotando nas arquibancadas.

A venezuelana Yulimar Rojas também aparece na ilustração francesa. Ela já tinha o ouro do salto triplo garantido quando, na última tentativa, alcançou 15,67m e quebrou o recorde mundial da ucraniana Inessa Kravets, que já durava 26 anos.

Campeões olímpicos no judô peso meio-leve, os irmãos japoneses Abe não ficaram de fora da homenagem de Paris. Hifumi foi ouro no masculino (até 66kg), e Uta no feminino (até 52kg). Outra japonesa também foi destaque na arte. A jovem Momiji Nishiya, de apenas 13 anos, venceu o skate street feminino e formou o pódio mais jovem da história ao lado da brasileira Rayssa Leal e da compatriota Funa Nakayama.

No topo da imagem, Paris-2024 destaca um atleta da “casa”. Nicolas Batum, jogador de basquete francês, que salvou os Bleus com um lindo toco restando dois segundos no relógio na semifinal contra Eslovênia. A França então voltou a disputar uma final olímpica da modalidade depois de 21 anos.

Outra francesa em destaque é Clarisse Agbegnenou. A judoca chegou ao topo do pódio na categoria até 63 Kg e conquistou o título olímpico na disputa por equipes. Para encerrar, o perfil homenageou a sul-coreana An San, que conquistou três medalhas de ouro no Arco (individual, equipes feminina e equipes mista).

Com informações GE

Nordeste é a região do Brasil que mais produziu medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos

FOTO: MONTAGEM

Das sete medalhas de ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, quatro foram conquistados por pessoas nascidas na região, são elas:

  • Ítalo Ferreira, surfe (Rio Grande do Norte)
  • Ana Marcela Cunha, maratona aquática (Bahia)
  • Isaquias Queiroz, canoagem (Bahia)
  • Hebert Conceição, boxe (Bahia)

Blog do BG

“Nunca foi sorte, sempre foi Exu”, diz Paulinho com ouro olímpico

FOTO: REÇPRODUÇÃO

Autor do quarto gol da vitória por 4 a 2 na estreia da seleção brasileira nas Olimpíadas de Tóquio, quando simulou uma flecha para homenagear o orixá Oxóssi, o atacante Paulinho agradeceu a mais uma entidade das religiões de matriz africana pela conquista do ouro olímpico neste sábado (7) no Estádio Internacional de Yokohama.

“Nunca foi sorte, sempre foi Exu”, publicou o jogador nas redes com a medalha.

De família com forte ligação com o Candomblé e a Umbanda, Paulinho rompe com o estereótipo da religião na seleção, onde a maioria dos atletas são cristãos e boa parte evangélicos.

https://twitter.com/PaulinhoPH7/status/1424024712712232966?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1424024712712232966%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Frevistaforum.com.br%2Fesporte%2Fnunca-foi-sorte-sempre-foi-exu-diz-paulinho-com-ouro-olimpico%2F

Portal Forum

É ouro! Brasil derrota a Espanha e é bicampeão olímpico no futebol em Tóquio

FOTO: LUCAS FIGUEIREDO

Brasil e Espanha fizeram um duelo equilibrado e movimentado desde o início. Aos 15 do primeiro tempo, Diego Carlos salvou em cima da linha o que seria o gol espanhol. Aos 37, após checagem do VAR, foi assinalado pênalti do goleiro Unai Simón em saída atrapalhada da meta, atropelando Matheus Cunha. No entanto, na cobrança, Richarlison chutou por cima do gol, desperdiçando a chance de abrir o placar.

Porém, não demorou para o Brasil conseguir enfim sair na frente. Nos acréscimos da primeira etapa, Daniel Alves salvou um cruzamento de Claudinho que sairia pela linha de fundo. A bola subiu e Matheus Cunha ganhou dos zagueiros espanhois para dominar e chutar com precisão no canto esquerdo do goleiro: 1 a 0.

Na volta para o segundo tempo, a Espanha recuperou o jogo de posse de bola, enquanto o Brasil passou a se focar no contra-ataque. Foi assim que Richarlison quase ampliou. Aos seis minutos, ele recebeu na área, driblou o zagueiro e chutou. O desvio do goleiro Simón foi o suficiente para a bola sair da trajetória das redes e encontrar o travessão.

A Espanha também parou no travessão por duas vezes, até marcar aos 16. Soler cruzou da direita e Oyarzabal, de primeira, finalizou longe do alcance do goleiro Santos.

Daí em diante, a Espanha manteve a posse da bola, criando dificuldades para a seleção brasileira, mas sem conseguir transformar a vantagem em liderança no placar.

Na prorrogação, o técnico André Jardine substituiu Matheus Cunha por Malcom, uma substituição que se mostraria decisiva.

Recuperando o fôlego, o Brasil passou a dominar o jogo, utilizando principalmente o lado esquerdo, com o próprio Malcom e o lateral Guilherme Arana. O lance capital aconteceu aos quatro minutos do segundo tempo da prorrogação.

Malcom recebeu lançamento longo pela esquerda, passou pela marcação ao dominar a bola e saiu na cara do gol. Ele tocou na saída do goleiro para dar a vitória e o ouro ao Brasil.

O gol representou a conclusão de uma história curiosa do atacante de 24 anos. Ele fez parte da lista inicial de Jardine, mas não foi liberado pelo seu clube, o Zenit, da Rússia, por ainda ter uma final a disputar com o time. Posteriormente, com a lesão e o corte de Douglas Augusto às vésperas da viagem para o Japão, ele acabou sendo reconvocado, agora já com a permissão do Zenit. Ele foi o último atleta a se apresentar à seleção para a Olimpíada.

O Brasil, que até 2016 colecionava decepções no futebol masculino em Olimpíadas, agora tem dois ouros. Há cinco anos, o palco foi o Maracanã. E neste sábado, o Estádio de Yokohama, o mesmo onde a seleção conquistou seu último título da Copa do Mundo, em 2002.

DEFINIDO! Messi acerta com o PSG e vai reeditar parceria com Neymar

FOTO: REUTERS

De acordo com o jornal Marca, da Espanha, Messi já tem destino certo e será jogador do PSG. O veículo de comunicação espanhol afirmou, ainda, que apenas uma “surpresa” tiraria o argentino do clube francês.

Com isso, o ex-Barcelona vai reeditar a parceria com o brasileiro Neymar, que fez sucesso no time catalão, ao lado de Luis Suárez.

Três motivos

Segundo a imprensa espanhola, Messi tem três motivos para atuar no PSG. O primeiro é o fato de poder entrar ainda mais para história e dar o primeiro título de Liga dos Campeões da Europa ao clube francês.

iG

Brasil estabelece recorde de 20 medalhas em uma edição olímpica, superando a Rio 2016

FOTO: TORU HANAI/GETTY IMAGES

Após a medalha de prata conquistada por Pedro Barros no skate park igualar o recorde de 2016 de 19 medalhas para o Brasil em uma única edição olímpica, em Tóquio 2020, a seleção feminina de vôlei venceu a Coreia do Sul na semifinal e se classificou para a disputa do ouro olímpico, garantindo a vigésima medalha do país no Japão e estabelecendo novo recorde. Afinal, as meninas do vôlei saíram dos Jogos com, no mínimo, a prata. No quadro de medalhas, o país soma 16 pódios já confirmados, mas já conta com quatro medalhas garantidas, faltando apenas definir a cor. Além do vôlei, disputam o ouro Bia Ferreira e Hebert Conceição, no boxe, e o futebol masculino.

Nas Olimpíadas do Rio, o país conquistou sete ouros, seis pratas e seis bronzes, totalizando 19 pódios, melhor campanha da história. Em Tóquio, no momento são quatro ouros, quatro pratas e oito bronzes, além das quatro medalhas já garantidas. E ainda há possibilidade de ir mais longe. Afinal, o vôlei masculino está na briga pelo bronze e Isaquias Queiroz é um dos favoritos ao pódio no C1 1000, da canoagem de velocidade.

AS MEDALHAS DO BRASIL ATÉ O MOMENTO

Ouro

  • Ítalo Ferreira (surfe)
  • Rebeca Andrade (salto sobre a mesa)
  • Martine Grael/Kahena Kunze (vela classe 49er FX)
  • Ana Marcela Cunha (maratona aquática)

G1