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Categoria: Esporte

Atleta caicoense radicado na PB, Petrúcio Ferreira é ouro nas paralimpíadas de Tóquio

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O atleta paralímpico caicoense, radicado na Paraíba, Petrúcio Ferreira, conquistou o ouro nos 100 metros rasos nas Paralimpíadas de Tóquio nesta sexta-feira (27) e se tornou bicampeão, repetindo o feito obtido no Rio de Janeiro, em 2016, na classe T46/47 (para atletas com deficiências nos membros superiores), mas agora de modo mais especial.

O tempo de 10s53, afinal, o fez melhorar o seu recorde da prova nos Jogos Paralímpicos, que era de 10s57. Além disso, ele já era o recordista mundial da prova, com 10s42.

Blog Luciano Vale

Joana Neves encerra participação em Tóquio

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A terceira paralimpíada da carreira terminou com mais uma medalha pra conta da natalense Joana Neves, a “Peixinha”. O bronze no revezamento misto 4x50m livre é a quinta dela em Jogos.

Joana Neves encerrou a participação em Tóquio nadando os 50m borboleta, prova que é sua especialidade. Na bateria classificatória, conseguiu o sexto melhor tempo entre as  atletas: 46″32. Na grande final, baixou em quase um segundo o tempo, 45″33. Não foi suficiente para o pódio, terminou em quarto, mas feliz.

“Essa foi a minha melhor marca da carreira nessa prova. Dei o meu melhor e encerro minha participação extremamente grata pela experiência e por mais um bronze paralímpico. Agora é esperar por Paris em 2024”, comemora Joaninha.

Jadson André descarta aposentadoria e exalta Ítalo Ferreira: “Maior orgulho”

JADSON ANDRÉ ESTÁ HÁ 10 ANOS NA ELITE DO CIRCUITO MUNDIAL. FOTO: WSL/TONY HEFF

Com a aposentadoria do campeão mundial Adriano de Souza, o Mineirinho, a “braçadeira” de capitão do Brazilian Storm no Circuito Mundial de surfe agora será do potiguar Jadson André. Aos 31 anos, ele será o mais experiente entre os representantes brasileiros na elite da WSL. A temporada 2021, porém, foi complicada e o surfista da Vila de Ponta Negra – que está há uma década entre os melhores do mundo – também pensou interromper a carreira (veja entrevista no vídeo acima).

A confirmação da permanência na elite veio na etapa do México, com o anúncio do cancelamento da última etapa que seria no Taiti. Contas feitas, vaga assegurada e mudança de planos.

– Eu já estava preparado para pendurar a prancha, mas o ‘cara lá de cima’ fez: ‘não, você vai ficar. Não é agora, não’. Acabou me dando uma energia extra. Vou ter um belo tempo para descansar e, antes do circuito começar, me preparar da melhor forma possível – falou.

– Foi um ano bem delicado, bem cansativo. Até mesmo para a própria WSL, pela logística para as competições. Muitos voos cancelados. No final deu tudo muito certo. Minha situação não era confortável no ranking. Já estava decidido (em parar) e, 15 dias depois, estou vivendo o melhor momento da minha vida. Deus sabe o que faz – completou.

Jadson não se surpreende com o domínio brasileiro nos últimos anos no Circuito Mundial e ele, mais do que ninguém, acompanha de perto a evolução do conterrâneo Ítalo Ferreira, campeão mundial em 2019 e primeiro medalhista de ouro do surfe nos Jogos Olímpicos.

– Em 2010, eu ficava mostrando vídeos do Ítalo para a galera e falava: ‘espera esse aqui chegar’. Eu fico muito feliz de fazer parte dessa história. É uma amizade verdadeira. Já vem de muito tempo. Estou muito feliz com o que está acontecendo com ele, e eu também estou vivendo um momento incrível na minha carreira – lembra.

Danilo Costa e Marcelo Nunes, potiguares que integraram a elite do surfe no início dos anos 2000, foram exemplos para Jadson André, que, anos atrás, também foi esta referência para o surfista de Baía Formosa. Jadson, hoje, é só orgulho pela trajetória do amigo.

– Quando ele começou a viajar para fora, a gente sempre estava junto, na primeira vez no México, no Havaí. E é muito legal estar ali ainda e acompanhar de perto todo esse sucesso que ele vem tendo. Eu falo para ele e para todo mundo que eu não fico nem um pouco surpreso porque eu não tinha a mínima dúvida de que ele ia se tornar quem se tornou hoje. Não só pelos resultados, mas pelo ser humano em si que ele se transformou. É o maior orgulho que sinto dele é o ser humano que ele é. É um cara que não divulga, não posta muita coisa, mas é um cara que mais ajuda as pessoas – declarou.

– Ser campeão do mundo, ser campeão olímpico é algo surreal, mas isso uma hora passa. O que vai ficar é o seu legado, e isso me deixa muito orgulhoso – emendou.

GE

Arena das Dunas: América joga para manter a vice-liderança

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A derrota (3 x 1) para o rival ABC na última rodada não abalou o América, que tem uma decisão pela frente neste sábado (28), às 15h, na Arena das Dunas. Uma vitória sobre o Campinense/PB pode garantir a segunda vaga do Grupo A3 da Série D do Campeonato Brasileiro para a segunda fase (mata-mata) da competição.

O Alvirrubro tem o mesmo número de pontos (21) do time paraibano, que está na terceira colocação do grupo, perdendo nos gols pró: 24 x 18. Ambos estão a 4 pontos do líder ABC. Uma vitória sobre o Campinense e um tropeço do Alvinegro pode alimentar a esperança rubra de terminar a primeira fase na liderança do grupo.

O paranaense Gustavo Nogas apita o jogo, auxiliado pelos potiguares Francisco de Assis da Hora e George Ítalo Antas Nogueira. Alciney Santos de Araújo, também do Rio Grande do Norte, será o quarto árbitro. Vale destacar que estão mantidos os protocolos de segurança e sanitários definidos pelas autoridades públicas no combate à pandemia do coronavírus. Apenas a imprensa e quem vai trabalhar têm acesso à Arena das Dunas.

Joana Neves conquista primeira medalha do RN nas Paralimpíadas de Tóquio

FOTO: ALE CABRAL

A nadadora Joana Neves conquistou a primeira medalha do Rio Grande do Norte nos Jogos Paralímpicos de Tóquio. Ao lado de Daniel Dias, Patrícia Pereira e Talisson Glock, a potiguar levou o bronze no revezamento 4×50 metros misto livre.

Aos 34 anos e na terceira paralimpíada, Joana é uma das atletas mais experientes da delegação brasileira. E o bronze em Tóquio é a quinta medalha dela em Jogos. No Rio, em 2016, conquistou duas pratas e bronze. Em Londres, em 2012, um bronze.

Nesta edição dos Jogos, Joana foi a única brasileira na final dos 100m livre, e terminou na oitava colocação. Ela ainda vai nadar os 50m borboleta às 21h dessa quinta, horário do Brasil.

Copa Natal de Futebol 2021 tem abertura neste sábado

FOTO: DIVULGAÇÃO/SEL

A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, promove mais uma edição da Copa Natal de Futebol a partir deste sábado (28). O torneio reúne 22 equipes representantes dos Centros Desportivos da capital, que estarão divididas em sete grupos de todas as zonas administrativas da cidade.

Os jogos vão acontecer aos finais de semana nos campos dos Centros Desportivos do Santa Catarina, Nova Natal, KM6, Rocas, Niterói, Mãe Luíza, Nova Descoberta, Pajuçara e Cidade da Esperança.

A titular da SEL, Jodia Melo, destaca a importância do torneio: “A Copa Natal de Futebol 2021 será mais uma importante iniciativa da gestão do prefeito Álvaro Dias voltada ao desporto comunitário e que contemplará todas as zonas da cidade através dos centros desportivos”, afirmou.

Duas partidas simultâneas marcam a abertura da competição, no sábado, 28, às 15h30: Trindade FC x ABC Planalto, no campo do Centro Desportivo do Santa Catarina; e Timeco FC x Praça Deodoro, no campo do Centro Desportivo das Rocas.

Quarta-feira marca estreia de potiguares nos Jogos Paralímpicos de Tóquio

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Já vai ser quinta-feira do outro lado do mundo quando aqui no RN, será dada a largada na torcida potiguar pelos paratletas nos Jogos de Tóquio. Três atletas, em três modalidades diferentes, começam a corrida pelo pódio nas paralimpíadas.

Joana Neves, 34 anos de idade e veterana das piscinas, busca a quinta medalha em sua terceira participação nos Jogos. “Foram três pódios no Rio 2016, e um em Londres 2012. Em Tóquio vou dar meu melhor para tentar aumentar minha coleção”, garante Joana. A natação é a segunda modalidade com mais representantes brasileiros nos Jogos, ficando atrás apenas do atletismo.

Ainda na noite desta quarta – manhã de quinta no Japão, Júnior França estreia no halterofilismo e nos Jogos. Apesar do cansaço da viagem, diz que já está recuperado e pronto pra disputa: “Levamos mais de 35 horas entre a saída do Brasil e a chegada à cidade onde fizemos a aclimatação no país. Estou muito feliz e entusiasmado com minha primeira participação em Paralimpíada”. O natalense de 25 anos viajou acompanhado do técnico. Carlos Williams, também potiguar, foi convocado como técnico da seleção brasileira para os Jogos.

Outra estreia será de Ana Raquel Montenegro, que participa pela segunda vez dos Jogos. Em 2016, foi no Triathlon, em 2021, no Paraciclismo. Ana Raquel tem 30 anos e vai participar de provas de pista e estrada. O paraciclismo será disputado no Izu Velódromo, em Shizuoka, construído em 1964 para a disputa da primeira Paralimpíada no Japão, e que foi totalmente reestruturado para essa edição.

PERFIL DOS ATLETAS (Fonte: CPB)

JOANA MARIA JACIARA DA SILVA NEVES EUZEBIO

Nascimento: 14/02/1987, Natal (RN)

Classe: S5

História: Joana tem nanismo. Começou a praticar natação aos 10 anos por recomendação médica e, aos 13, passou a competir. Já aos 14, participou da primeira competição internacional. Principais conquistas: Prata nos 50m borboleta e bronze nos 50m livre no Mundial de Londres 2019; ouro nos 50m livre, 100m livre, 50m borboleta e nos 200m livre, prata nos 200m medley e bronze no revezamento 4x100m livre nos Jogos Parapan-Americanos Lima 2019; prata nos 50m livre no Mundial do México, em 2017; duas medalhas de prata e uma de bronze nos Jogos Paralímpicos Rio 2016; cinco medalhas de ouro nos Jogos Parapan-Americanos Toronto 2015; dois ouros e um bronze no Mundial de Glasgow 2015; três bronzes no Mundial de Montreal 2013; um bronze nos Jogos Paralímpicos Londres 2012; quatro ouros nos Jogos Parapan-Americanos Guadalajara 2011; uma prata e um bronze no Mundial da Holanda 2010.

JOÃO MARIA DE FRANÇA JUNIOR

Nascimento: 20/10/1995, Natal (RN)

Peso: 49kg

Categoria: Até 49kg

História: Nasceu com artrogripose, deficiência que comprometeu o movimento de suas pernas. Antes de ser halterofilista, praticou atletismo e basquete em cadeira de rodas. Começou no halterofilismo timidamente e em 2015 passou a se dedicar a modalidade. Principais conquistas: Prata por equipes na etapa de Tbilisi da Copa do Mundo 2021; prata na Copa do Mundo da Hungria, em 2017. Ouro nos Jogos ParapanAmericanos de Lima, em 2019;

ANA RAQUEL MONTENEGRO BATISTA LINS

Nascimento: 11/03/1991, Natal (RN)

Classe: C5

História: Ana Raquel nasceu com síndrome de Poland, deformidade rara que afetou sua região torácica, seu braço, mão e região abdominal esquerda. Ela começou na natação e migrou para o triatlo em 2014. Participou dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 pela modalidade e no ano seguinte, focou no paraciclismo.

Ítalo Ferreira lança vídeo com imagens inéditas da campanha do ouro olímpico

FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

O potiguar Ítalo Ferreira lançou um episódio especial em seu canal no Youtube, com imagens inéditas da campanha que o levou a conquistar a primeira medalha de ouro da história do surfe nos Jogos Olímpicos (confira no final do texto).

O palco da histórica conquista foi a praia de Shidashita, em Chiba, Japão. Na final, Ítalo derrotou o californiano naturalizado japonês Kanoa Igarashi, que ficou com a prata. O brasileiro chegou a ter sua prancha quebrada logo na primeira onda, mas trocou o equipamento e voltou determinado para alcançar o sonho do ouro olímpico.

Ítalo dominou a bateria do início ao fim e não teve muito trabalho para derrotar o adversário, já que Kanoa não conseguiu entrar em sintonia com as ondas e repetir as boas performances das fases anteriores. Em suas duas melhores ondas, o brasileiro somou 7.77 e 7.37, descartando ainda notas 7.00, 5.50 e 4.90, também superiores às pontuações obtidas pelo japonês. Perdido no outside, Kanoa somou apenas 3.83 e 2.77.

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