17 de março de 2026 às 17:16
17 de março de 2026 às 17:23
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De acordo com a assessoria do PT, o partido deve apresentar nos próximos dias um novo nome para a disputa ao Senado em substituição a Fátima, que lamentou o fato de seu vice Walter Alves (MDB) ter rompido o pacto firmado com o povo e com ela em 2022 e desistido de assumir o governo.
“Compromissos exigem maturidade. São escolhas e motivações que o tempo há de esclarecer, mas que serviram aos interesses de uma velha elite política e econômica que jamais suportou o fato de o Rio Grande do Norte ser governado por uma mulher de origem humilde, sertaneja e cuja carreira política se construiu na luta pela conquista de cidadania e direitos individuais e sociais”, disse Fátima.
A governadora descartou, portanto, submeter o estado a uma eleição indireta na Assembleia Legislativa para escolher um governador-tampão, o que aconteceria se ela deixasse o cargo e seu vice não assumisse.
“Se olharmos para dez anos atrás, veremos servidores sem salários, presídios tomados por facções rebeladas, policiais sem dinheiro para comer. Esse é o Estado que herdamos e para o qual não queremos voltar. O RN está muito melhor do que já foi! Eu não poderia, portanto, arriscar tudo isso em uma eventual eleição indireta.”
Fátima completou: “Com coragem, responsabilidade e compromisso, em primeiro lugar com o povo potiguar, e após consulta ao meu partido, abro mão de disputar o Senado para seguir governadora até o último dia de meu mandato. É Lula presidente, é Cadu governador, com o PT no senado, ao lado dos aliados do campo popular e democrático. Sigamos!*
17 de março de 2026 às 09:00
17 de março de 2026 às 05:03
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O partido Republicanos no Rio Grande do Norte intensificou nas últimas semanas a articulação para formação de nominatas competitivas visando as eleições de 2026. A estratégia vem sendo conduzida por um grupo que reúne o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, o prefeito de Natal, Paulinho Freire, o presidente da Câmara Municipal de Natal, Ériko Jácome, e o ex-vice-governador Fábio Dantas. Nesta segunda-feira (16), eles registraram um dos encontros frequentes de articulações das nominatas a estadual e federal.
Nos bastidores, a expectativa do grupo é montar uma nominata robusta para a Assembleia Legislativa, com cerca de 25 nomes competitivos. Pelas projeções internas, a chapa pode alcançar até sete cadeiras estaduais, além de tentar viabilizar duas ou três vagas para a Câmara Federal.
“Está se conversando, mas caminha para eleger pelo menos sete estaduais e se viabilizar a eleição de dois ou três federais”, avaliou.
A montagem da chapa federal, segundo ele, ainda está em fase inicial: “Ezequiel e Paulinho é quem têm os nomes a serem trabalhados. Eles estão nesse trabalho”, pontuou.
Ao Diário do RN, Fábio Dantas afirmou que tem auxiliado diretamente na montagem da nominata, embora não pretenda disputar eleições: “Eu estou ajudando o presidente Ezequiel nesse período.
Cristiane [Dantas] provavelmente vai se filiar lá. Eu estou no Solidariedade, mas como não serei candidato a nada, não precisaria de filiação. Não disputarei mais eleições”, afirmou o marido da deputada estadual Cristiane Dantas, que deverá disputar a reeleição pela legenda.
Segundo ele, o trabalho tem sido focado em construir uma nominata equilibrada e competitiva, especialmente diante da dificuldade de montagem das chapas proporcionais neste ciclo eleitoral.
O Republicanos surge como uma saída para Ezequiel Ferreira diante das alterações provocadas por Walter Alves (MDB), que após o rompimento com a governadora Fátima Bezerra (PT) e escolha pela aliança com a federação União Progressista e Allyson Bezerra (UB), viu desfeita também a parceria com Ezequiel.
Apesar das especulações sobre possíveis alinhamentos políticos com a direita de Rogério Marinho (PL) em apoio ao Álvaro Dias para a disputa majoritária no Estado, Dantas afirmou que o foco atual da articulação está exclusivamente nas eleições proporcionais.
“Isso não foi discutido. O Republicanos é um partido de centro e deve receber gente de ambas as vertentes, com filiados que apoiam direita, esquerda e centro. Acredito que com liberdade de escolhas majoritárias. A prioridade agora é o mandato proporcional”, disse, reforçando que, até o fim da janela partidária, o esforço seguirá concentrado nas filiações.
Nomes em articulação
Entre os nomes já citados nos bastidores para compor a nominata estadual estão os deputados Taveira Júnior, Ivanilson Oliveira, Ubaldo Fernandes, Cristiane Dantas, Terezinha Maia e Eudiane Macedo, além do próprio Ezequiel Ferreira.
Outros nomes considerados fortes na formação da chapa incluem o médico e ex-prefeito de Assú Gustavo Soares, o presidente da Câmara de Natal Ériko Jácome, o vereador de Natal Robson Carvalho, o apresentador de TV Léo Souza, o ex-deputado Getúlio Rego e o ex-prefeito de Nova Cruz Flávio de Berói.
Também aparecem como possíveis novidades na nominata a apresentadora da Band Natal Juliana Celli.
Nos bastidores, dirigentes do partido avaliam que a diversidade regional e de perfis, reunindo parlamentares, ex-prefeitos, vereadores e nomes da comunicação, é parte da estratégia para ampliar o alcance eleitoral da legenda no Estado.
17 de março de 2026 às 08:45
17 de março de 2026 às 05:01
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A jornalista e influenciadora digital Juliana Celli confirmou ao Diário do RN que entrará na política partidária e colocará seu nome à disposição do Republicanos nas eleições de 2026. A comunicadora deverá integrar a nominata que vem sendo estruturada pelo presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira, com foco na disputa por cadeiras na Assembleia Legislativa ou na Câmara dos Deputados. Ao Diário do RN, ela afirmou que a candidatura ainda está em definição, podendo ocorrer tanto para deputada estadual quanto para deputada federal: “Meu nome está à disposição. Para deputada estadual ou federal”.
A entrada de Juliana na política representa um novo desafio em sua trajetória pública, construída principalmente nas redes sociais e na comunicação. Juliana Celli já atuou como apresentadora em programas jornalísticos e de entretenimento em rádio e TV. Atualmente apresenta o Band Mulher e acumula cerca de 60 mil seguidores no Instagram. Além disso, atua como assessora de imprensa na Assembleia Legislativa.
Juliana tem a política no sangue. Seu pai, Bastinho da Campel, é ex-prefeito de Taipu. Segundo a jornalista, a decisão de se lançar oficialmente na disputa eleitoral ocorre após anos acompanhando os bastidores da política e da atividade parlamentar.
“Já estou na política há anos, nos bastidores. Entendo como funciona de perto esses bastidores e também a atividade parlamentar. A decisão de me filiar e colocar meu nome à disposição agora se deve, ao meu ver, à necessidade de novos nomes surgirem, que não estejam preocupados em defender esquerda ou direita, mas sim a população, principalmente as mulheres que vivem hoje talvez o momento mais triste de sua história, com recordes em números de violência”, declarou ela, que, além disso, já foi secretária de Estado da Comunicação e assessora do ex-governador Iberê Ferreira de Souza.
Juliana explicou que optou pelo Republicanos por considerar que a legenda oferece liberdade de posicionamento político e espaço para um perfil mais independente.
“É um partido de centro. Lá terei a liberdade de me posicionar do jeito que eu quiser. Posso criticar a esquerda quando acho necessário e a direita também. Acredito que é um partido que me dê essa liberdade. As pessoas estão cansadas dessa briga da direita e esquerda sem soluções para a população, inclusive eu”, avaliou.
Juliana Celli é assessora do presidente da Assembleia Legislativa há anos e reconhece que sua entrada no processo eleitoral também ocorre sob a liderança política de Ezequiel Ferreira. Segundo ela, a estratégia eleitoral ainda está sendo discutida.
“A gente está conversando com Ezequiel. Sou liderada dele. Sou assessora dele há anos. Ele confia em mim e sabe que serei a voz dele também onde eu estiver, inclusive numa dobradinha para federal”, afirmou.
A jornalista também ressaltou que sua candidatura não será apenas para cumprir cota de gênero, caso venha a se confirmar.
“Jamais aceitaria ser uma candidata laranja. Se for isso, todos sabem que estou fora. O Republicanos é um partido de grande expressão nacional e aqui no Estado virá forte para estadual e federal”, declarou.
Nesse sentido, a proteção às mulheres e a atenção à população mais vulnerável estão entre as pautas que pretende defender: “Sem dúvida, lutar pelo direito das mulheres e da população menos favorecida. Sempre lutei nas redes sociais e me coloquei, onde tive espaço, pelas minorias”, disse.
Ela destacou ainda a importância de ampliar a presença feminina nos espaços de poder e reforçou que as mulheres precisam ocupar posições de decisão para avançar em políticas públicas voltadas à igualdade de gênero.
“Pedimos por leis mais eficazes, mas são as mulheres no poder que nos garantirão essas conquistas. Mulheres devem estar nesses espaços se quisermos equidade de gênero”, afirmou.
Confiança na nominata
Ao comentar a formação da nominata do Republicanos no Rio Grande do Norte, que vem sendo conduzida por Ezequiel Ferreira, Juliana demonstrou confiança no potencial eleitoral do partido para 2026.
“Ezequiel é um grande articulador e um grande gestor. O Republicanos será o maior partido do Estado e poderá ser o que tenha mais êxito nas eleições. Ezequiel é o maior estrategista desse Estado. Ele não dá ponto sem nó”, afirmou.
Para ela, a presença de nomes vindos de diferentes áreas da sociedade faz parte da estratégia de fortalecimento da legenda.
“A minha possível candidatura tem o dedo dele porque sabe que o partido precisa estar em todas as esferas da sociedade. Atrair gente como eu, que nunca imaginou entrar numa disputa, mas que já impacta na sociedade positivamente”, concluiu.
16 de março de 2026 às 14:15
16 de março de 2026 às 13:19
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O ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, cumpriu agenda política em Mossoró durante o fim de semana.
Entre os compromissos listados, Dias também visitou um hospital filantrópico e se encontrou com empresários do setor salineiro, incluindo uma ida a Câmara dos Dirigentes Logistas (CDL) da cidade.
No aspecto político, o ex-gestor de Natal se encontrou com lideranças locais e debateu ideias de seu projeto de governo. Além disso, ele também reuniu apoiadores do Partido Liberal (PL) para o alinhamento de estratégias de campanha.
13 de março de 2026 às 16:15
13 de março de 2026 às 16:15
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O ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, confirmou que irá deixar o Republicanos para se filiar ao Partido Liberal (PL) para disputar as eleições de 2026. A informação foi confirmada à reportagem da Jovem Pan News Natal, do SISTEMA TRIBUNA, nessa quinta-feira (12).
“Está confirmada à nossa filiação ao PL, ao nosso partido. Já conversei com o senador Rogério Marinho, que é o grande comandante do PL aqui no Rio Grande do Norte. Nós vamos fazer nossa filiação e caminhar, cerrar fileiras, lado a lado com o PL para acabar com o desgoverno do PT”, disse o ex-prefeito da capital potiguar.
O nome do ex-prefeito de Natal foi lançado pela oposição para a disputa do Governo do Rio Grande do Norte nas eleições de 2026, após a desistência da candidatura do senador Rogério Marinho (PL), que irá coordenar a campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL). O vice na chapa será o ex-prefeito de São Tomé e ex-presidente da Federação dos Municípios do RN (Femurn), Babá Pereira (PL).
Na entrevista, Álvaro avaliou a disputa ao cargo de governador. “Ajudar a varrer do estado do Rio Grande do Norte esse povo que promoveu atraso que estagnou o nosso estado, que atrasou o RN. Nós precisamos. O RN precisa mudar e nós vamos contribuir de uma maneira definitiva para mudar e para que o RN possa retomar os caminhos perdidos do progresso, avanço e do desenvolvimento quando assumirmos o governo do Estado”, considerou.
Com a confirmação, Álvaro Dias irá deixar o Republicanos, onde também é o presidente do partido no Rio Grande do Norte, após quatro anos. Antes, esteve filiado por duas vezes ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB) – entre os anos de 1987 e 2003 e 2011 e 2020 – e também passou por PDT e PSDB. Pela sigla tucana disputou as eleições de 2020, quando foi reeleito à Prefeitura de Natal.
10 de março de 2026 às 08:00
10 de março de 2026 às 05:45
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A corrida pelo Governo do Rio Grande do Norte em 2026 tende a apresentar um cenário equilibrado no horário eleitoral gratuito de rádio e televisão entre os principais pré-candidatos. Projeções iniciais apontam uma diferença bem menor no tempo de propaganda em comparação com disputas recentes no Estado.
Nas eleições municipais de 2024 em Natal, por exemplo, a coligação que sustentou a candidatura de Paulinho Freire (União) reuniu um amplo conjunto de partidos e garantiu ao então candidato quase quatro vezes mais tempo de televisão do que Carlos Eduardo (PSD), que liderava as pesquisas no início da campanha, mas terminou fora do segundo turno.
Agora, para a disputa estadual, as articulações partidárias em andamento indicam uma distribuição mais próxima entre os principais concorrentes. As estimativas foram publicadas pelo blog Na Hora H, editado pelo jornalista Heverton de Freitas, com base em levantamento divulgado pelo site Metrópoles a partir dos critérios de divisão estabelecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
No cenário potiguar, o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), aparece com vantagem inicial. Considerando a soma do tempo de televisão dos partidos que orbitam sua pré-candidatura — União Brasil, PP, MDB, PSD e Solidariedade — ele teria aproximadamente 4 minutos e 27 segundos em cada bloco de 12 minutos e 30 segundos da propaganda eleitoral.
O ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos), por sua vez, teria cerca de 3 minutos e 40 segundos, a partir da composição formada por PL, Podemos e Republicanos.
Já o secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier (PT), teria aproximadamente 3 minutos e 11 segundos, somando o tempo de PT, PV, PCdoB, PDT, PSB e Psol.
Os números ainda não completam os 12 minutos e 30 segundos previstos para cada bloco do horário eleitoral porque parte das siglas ainda não definiu seu posicionamento político. Entre os partidos que permanecem sem alinhamento claro estão PSDB, Cidadania, Avante, PRD e Rede.
A depender das alianças que forem formalizadas até o período de convenções e da consolidação de federações partidárias, o quadro pode sofrer alterações. Ainda assim, o desenho inicial indica uma disputa menos desigual no tempo de exposição televisiva.
Pela legislação eleitoral brasileira, apenas partidos que superaram a chamada cláusula de barreira têm direito ao acesso ao horário eleitoral gratuito. O mecanismo exige desempenho mínimo na eleição para a Câmara dos Deputados.
Os blocos da propaganda eleitoral na TV para o governo deverão ser veiculados às segundas, quartas e sextas, em dois horários.
No plano nacional, PT e PL continuam liderando a divisão do horário eleitoral nas disputas presidenciais. As inserções para presidente serão exibidas às terças, quintas e sábados, em dois horários om blocos de 12min30s cada.
Fundo eleitoral
Se a divisão do tempo de rádio e televisão no Rio Grande do Norte tende a ficar relativamente equilibrada, o mesmo não ocorre quando se observa o acesso aos recursos do fundo eleitoral em nível nacional.
De acordo com levantamento citado pelo blog Na Hora H, o PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, deve contar com cerca de R$ 882,6 milhões do fundo público para financiar candidaturas em todo o país. O PT, legenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aparece na sequência, com aproximadamente R$ 618,3 milhões.
Já União Brasil, PSD e PP devem somar mais de R$ 1,3 bilhão em recursos disponíveis nacionalmente, formando um dos maiores blocos financeiros da eleição.
No total, os partidos brasileiros terão mais de R$ 4,9 bilhões do fundo eleitoral para financiar campanhas em 2026. A distribuição leva em consideração, principalmente, o desempenho das legendas nas eleições de 2022, especialmente o número de deputados federais eleitos.
Os valores definitivos do fundo deverão ser divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral em junho, enquanto a divisão oficial do tempo de rádio e televisão está prevista para agosto, após o encerramento do registro das candidaturas.
A propaganda eleitoral do primeiro turno deverá ocorrer entre 28 de agosto e 1º de outubro de 2026.
9 de março de 2026 às 15:14
9 de março de 2026 às 15:14
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O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) definiu o ex-vereador Robério Paulino como o nome da legenda para disputar as eleições de 2026 ao governo do Rio Grande do Norte. A informação foi confirmada pelo presidente estadual da legenda, Sandro Pimentel, em entrevista à 98 FM Natal nesta segunda-feira (9).
Além da indicação de Paulino, a legenda também definiu o nome de Pimentel na disputa pelo Senado Federal. Segundo o próprio presidente, a legenda manteve o compromisso de apoiar a candidatura de Fátima Bezerra ao cargo.
“Foi definido de consenso o nome do professor Robério Paulino como candidato ao governo e também de consenso o meu nome ao Senado Federal, que o pessoal vai manter os esforços para garantir uma boa nominata para Estadual e Federal, e também diálogo com o PT no sentido de indicar que o nosso segundo voto ao Senado seja na professora Fátima Bezerra”, disse.
A decisão ocorreu durante um encontro realizado pelo diretório nacional durante a sexta-feira (6). Outra deliberação em pauta foi a possibilidade da formação de uma federação com o PT. Porém, o posicionamento foi contrário ao movimento, conforme também escolheu o diretório nacional.
A vereadora de Natal e pré-candidata a deputada federal Thabbata Pimenta foi a única filiada que defendeu a aliança institucional entre os partidos.
Pimentel também rebateu declarações que indicam uma dependência política do PSOL em relação ao PT. Ele defendeu que a legenda possui autonomia e relevância para construir suas próprias articulações.
“Nós somos um partido que tem autonomia. Nós não dependemos do PT nem do outro partido para nada. As nossas decisões são tomadas nas nossas instâncias, tanto é que está aí, os nomes para quem estava duvidando, está aí, o pessoal vai ter nome para o governo e nome para o Senado”, afirmou.
3 de março de 2026 às 18:00
3 de março de 2026 às 11:26
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, a resolução que estabelece o calendário oficial das Eleições 2026. A norma define as principais datas do pleito, incluindo os dias de votação e os prazos que devem ser observados por eleitores, partidos e candidatos.
O primeiro turno será realizado em 4 de outubro, quando os brasileiros escolherão presidente e vice-presidente da República, 27 governadores e vice-governadores, 54 senadores, 513 deputados federais, 1.035 deputados estaduais e 24 deputados distritais. Caso necessário, o segundo turno ocorrerá em 25 de outubro.
Além das datas de votação, o calendário fixa prazos para mudança partidária, renúncia de ocupantes de cargos do Executivo e regularização do título eleitoral, além das regras para financiamento e propaganda de campanha.
Calendário:
5 de março – Início da janela de migração partidária para deputados federais, estaduais e distritais. 3 de abril – Fim da janela de migração partidária. 4 de abril – Prazo final para presidente, governadores e prefeitos que desejarem disputar outros cargos renunciarem aos mandatos. 6 de abril – Último dia para eleitores sem biometria cadastrada solicitarem alistamento, transferência ou revisão pela internet. 1º de junho – Data-limite para a União disponibilizar o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) ao TSE. 16 de junho – Prazo para o TSE divulgar o montante de recursos do FEFC. 6 de agosto – Início da propaganda eleitoral no rádio e na televisão.
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