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Categoria: ELEIÇÕES 2026

Fátima Bezerra, em entrevista à FM Universitária, reafirmou que é “candidatíssima ao Senado”

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Em entrevista à FM Universitária, a governadora Fátima Bezerra (PT) declarou que é “candidatíssima ao Senado”. A afirmação sepulta especulações sobre sua pré-candidatura, deixando claro que mantém o projeto para 2026.

Fátima apresentou sua trajetória como base para o projeto, citando experiência como servidora pública, parlamentar e gestora. Entre os marcos destacados estão a relatoria do novo Fundeb, políticas de valorização de profissionais da educação, expansão da rede federal de ensino superior e técnico, criação dos Institutos Estaduais de Educação Profissional (IERNs) e interiorização universitária, incluindo o campus de Ciências Médicas do Seridó e a perspectiva de um Hospital Universitário em Caicó.

A governadora falou da necessidade de sua candidatura, atrelando ao projeto nacional, e afirmando que a eleição de 2026 será determinante para a governabilidade do presidente Lula e a composição do Congresso Nacional. Ela ressaltou a importância do Senado como espaço para garantir estabilidade institucional, citando episódios de confrontos às instituições, como os do dia 8 de janeiro de 2023.

No âmbito estadual, Fátima confirmou a pré-candidatura de Cadu Xavier ao governo do Estado e informou que PT e federação de esquerda trabalham na montagem de chapas para Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados. Ela também comentou a decisão de Walter Alves de não disputar a reeleição, destacando que o diálogo institucional foi mantido.

Ao se declarar “candidatíssima ao Senado”, Fátima reforça sua posição na disputa de 2026, sinalizando que pretende ocupar espaço político relevante no RN e na agenda nacional, sem fazer comentários sobre possíveis alianças ou estratégias partidárias além das confirmadas.

Blog do BG

Álvaro diz que “não tem pretensão” de disputar eleição indireta e defende técnico para governo tampão no RN

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O ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos) afirmou que não pretende disputar a eleição indireta que ocorrerá na Assembleia Legislativa para um mandato-tampão do Governo do Estado. Em entrevista à rádio 96 FM, ele defendeu que o ideal seria um nome técnico para comandar o Estado temporariamente, após as renúncias da governadora Fátima Bezerra (PT) e do vice Walter Alves (MDB).

Na quarta-feira 20, Álvaro Dias anunciou sua pré-candidatura para o Governo do Estado, mas disse que sua disposição é apenas para disputar a eleição regular, marcada para outubro, que vai eleger os gestores para o mandato de quatro anos entre 2027 e 2030.

“Eu não tenho essa pretensão”, afirmou o ex-prefeito, sobre a eleição indireta. Em seguida, acrescentou que não vê “com bons olhos” a hipótese de um nome assumir o governo por um período curto antes de enfrentar a campanha eleitoral.

Na avaliação do ex-prefeito, o tempo reduzido tornaria a missão politicamente arriscada e administrativamente limitada. “Eu acho que tem muito pouco tempo para um pré-candidato assumir o Governo do Estado. Tem nove meses só para apresentar algum resultado e disputar uma eleição. Eu acho muito complicado”, disse, ao justificar por que rejeita se colocar nesse tabuleiro.

Apesar disso, ele admitiu que poderia reavaliar o tema caso haja deliberação do grupo político do qual faz parte – que tem, entre outros nomes, os senadores Rogério Marinho (PL) e Styvenson Valentim (PSDB). “Desde que seja uma decisão do grupo, poderei analisar”, afirmou, antes de reiterar a posição contrária.

Depois de afastar o próprio nome, Álvaro detalhou qual seria, na visão dele, o caminho mais adequado para um eventual governo temporário: um perfil técnico, sem inserção político-partidária e sem objetivo eleitoral. “A gente acha que o nome ideal para assumir o Governo do Estado em uma eleição indireta seria o de um técnico, ninguém que ocupasse cargo político”, declarou.

Ele acrescentou que esse governador-tampão deveria atuar como uma gestão de transição, com foco em medidas difíceis para reorganizar o Estado. “Sem nenhum interesse político”, afirmou, defendendo que o escolhido teria mais liberdade para iniciar ajustes e decisões impopulares.

O argumento central, segundo Álvaro, é que o curto período exigiria ações duras — e que um político tenderia a evitar esse desgaste às vésperas de uma eleição (a de outubro). “Vão ter de ser tomadas muitas medidas duras, amargas. Então, se for um político, ele vai ter dificuldade nesse período curto de nove meses”, disse.

Ainda na entrevista, ao tratar do quadro das contas públicas, Álvaro reforçou que o próximo governador deverá adotar medidas de austeridade. Ele concordou com a linha de Rogério Marinho de que será necessário cortar gastos e promover ajustes. “Medidas duras, amargas, fortes, impactantes” seriam inevitáveis, afirmou.

Ao mesmo tempo, rejeitou a possibilidade de elevar impostos para reequilibrar as finanças. “Não, de nenhuma forma… Nunca ou de nenhuma forma aumentando impostos”, declarou, sustentando que, na sua visão, o caminho seria buscar recursos “fora”, com projetos, convênios e articulação em Brasília.

Agora RN

Ezequiel tem ‘obrigação’ de assumir Governo se Fátima e Walter renunciarem e não corre risco de ficar inelegível, diz jurista

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Na avaliação do advogado e professor de Direito Constitucional Erick Pereira, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB), tem a “obrigação constitucional” de assumir o Governo do Estado interinamente caso se confirmem as renúncias da governadora Fátima Bezerra (PT) e do vice-governador Walter Alves (MDB) em abril.

Segundo o jurista potiguar, em entrevista à TV Agora RN, essa responsabilidade decorre diretamente da Constituição e não se trata de uma escolha política, mas de um dever institucional, cujo descumprimento pode, inclusive, resultar em responsabilização jurídica. Na avaliação de Erick Pereira, se não quiser assumir o cargo de governador interino, Ezequiel teria de renunciar à presidência da Assembleia – assim como Walter vai renunciar à Vice-Governadoria para não assumir o governo, não podendo simplesmente recusar a tarefa e permanecer no cargo.

Nos bastidores, comenta-se que o presidente da Assembleia não pretende assumir o governo para não correr o risco de ficar inelegível para deputado estadual no pleito regular de 4 de outubro. O professor de Direito Constitucional, porém, ressaltou que o cenário de renúncia de Fátima Bezerra e Walter Alves não se trata de sucessão, mas de substituição provisória, o que afasta qualquer risco de inelegibilidade futura para Ezequiel em caso de assumir o governo.

“Quem sucederá a governadora é o eleito (na eleição indireta), e não quem está presidindo ou quem está substituindo”, declarou.

O professor fez questão de diferenciar sucessão de substituição, ressaltando que essa distinção é central para afastar qualquer temor de inelegibilidade futura. “Para o direito constitucional, há uma diferença entre suceder e substituir”. Por isso, na avaliação do jurista, assumir interinamente o governo, por apenas 30 dias, não gera efeitos políticos permanentes nem impede futuras candidaturas.

Erick Pereira também foi enfático ao afirmar que o presidente da Assembleia não pode se afastar deliberadamente do cargo para evitar a interinidade, seja por licença, viagem ou outro expediente. De acordo com ele, esse tipo de conduta pode caracterizar violação grave ao ordenamento constitucional. “Tem a obrigação constitucional de substituir”, disse.

Durante a entrevista, Erick citou o caso de Alagoas, em 2022. Na ocasião, após as renúncias do governador e do vice, o presidente da Assembleia Legislativa local optou por não assumir o governo interinamente, alegando receio de ficar inelegível para deputado estadual. Com isso, o comando provisório do Estado acabou sendo exercido pelo presidente do Tribunal de Justiça. Para Erick, porém, “houve uma cautela excessiva do presidente da Assembleia”. Segundo ele, o presidente da Assembleia poderia ter assumido o cargo e concorrido normalmente a deputado estadual em outubro daquele ano.

O professor reforçou que esse tipo de decisão não encontra respaldo na jurisprudência consolidada da Justiça Eleitoral, que distingue claramente a substituição provisória do exercício definitivo do mandato. “Substituir é algo provisório, é algo que você não gera efeitos de inelegibilidade”, destacou, lembrando que há diversos precedentes que confirmam esse entendimento.

Segundo Erick Pereira, a Constituição impõe ônus e bônus aos agentes políticos, e assumir temporariamente o governo em um cenário de crise institucional é parte dessas responsabilidades.

Entenda o quadro sucessório do RN

A governadora Fátima Bezerra e o vice Walter Alves pretendem ser candidatos na eleição regular de outubro de 2026 e, portanto, precisam deixar o Executivo com no mínimo seis meses de antecedência do pleito. Fátima quer disputar o Senado, enquanto Walter pretende concorrer a um mandato de deputado estadual.

Com isso, o RN deverá ter uma eleição indireta. Nela, os 24 deputados estaduais da Assembleia Legislativa terão de eleger um governador e um vice para concluírem o mandato da chama Fátima/Walter – que se encerra oficialmente em 5 de janeiro de 2027. Pela Constituição, quando a vacância dupla ocorre nos dois últimos anos de mandato, a eleição indireta precisa acontecer em até 30 dias após a saída dos titulares.

No período entre as vacâncias e a posse do novo governador, quem comanda o governo interinamente deve ser o presidente da Assembleia Legislativa (ALRN) ou, na impossibilidade deste, o presidente do Tribunal de Justiça (TJRN).

Mas, para Erick Pereira, justamente por ser substituição — e não exercício definitivo do mandato — não há espaço para recusa ou afastamento estratégico do cargo por parte de Ezequiel Ferreira. “Para o direito constitucional, há uma diferença entre suceder e substituir, como é o caso. Há a obrigação constitucional de assumir”, afirma o jurista.

Agora RN

Walter Alves confirma indicação de Hermano Morais para vice na chapa de Allyson Bezerra

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O vice-governador Walter Alves confirmou que o MDB indicará o deputado estadual Hermano Morais para ocupar a vaga de candidato a vice-governador na chapa do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), na disputa para o Governo do Estado. A declaração aconteceu na noite desta quarta-feira 21 em entrevista ao radialista Joãozinho GPS, da Rádio Difusora de Mossoró.

“O MDB fechou uma aliança com o prefeito Allyson. Nós vamos indicar o vice-governador, o deputado Hermano Morais”, afirmou Walter em declaração no Aeroporto Dix Sept Rosado, em Mossoró, onde foi recepcionar o ministro dos Transportes, Renan Filho, que veio cumprir agenda no Estado.

O apoio do MDB à pré-candidatura de Allyson Bezerra já havia sido anunciado no início da semana. Em nota na última segunda-feira 19, o vice-governador do RN afirmou também que vai renunciar ao cargo em abril para ser candidato a deputado estadual no pleito de 4 de outubro.

Hermano Morais atualmente está filiado ao PV. Nesta quarta-feira, porém, ele confirmou seu retorno ao MDB para ser candidato a vice-governador, por indicação de Walter Alves.

Durante a entrevista, Walter Alves também comentou sobre sua pré-candidatura a deputado estadual e destacou a estrutura partidária do MDB como um dos principais ativos para o projeto eleitoral. Segundo ele, o partido saiu fortalecido das últimas eleições municipais. “O MDB, na eleição municipal, conseguiu eleger 42 prefeitos, 30 vice-prefeitos e mais de 300 vereadores”, afirmou.

Walter atribuiu a capilaridade da legenda ao histórico de atuação do MDB no Estado, destacando a trajetória do ex-senador e ex-governador Garibaldi Alves Filho. “A capilaridade do MDB é muito grande, graças a Garibaldo Filho, meu pai, pelo grande trabalho que ele desenvolveu. Aqui mesmo em Mossoró, foi quem trouxe a água. Então, em todo o Estado tem obra, tem trabalho realizado pela marca do MDB”, declarou.

Sobre as articulações políticas com a governadora Fátima Bezerra (PT) e a permanência do MDB em cargos na administração estadual, Walter Alves afirmou que houve uma conversa direta e transparente. “Tive uma conversa com a governadora sincera, franca, na segunda-feira, e disse que os cargos estão à disposição para serem entregues”, afirmou.

Agora RN

Álvaro Dias crava: “Segundo turno será entre nós e o candidato do PT”

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Recém-confirmado como pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte pelo Republicanos, o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, já começou a desenhar o cenário político que enxerga para as próximas disputas. Em entrevista ao Jornal das 6, Álvaro projetou que a eleição pelo Governo do RN será, mais uma vez, decidida pela polarização entre dois campos antagônicos, e posicionou seu grupo como um dos polos dessa batalha. Assista no link acima:

A declaração ganha peso justamente por ser uma das primeiras análises de cenário feitas por Dias após oficializar sua entrada na corrida pelo governo estadual. Álvaro afirmou acreditar que o eleitorado se dividirá entre a candidatura apoiada pelo seu grupo político e a candidatura ligada ao Partido dos Trabalhadores (PT).

Nesta projeção, o ex-prefeito estabelece os dois lados da disputa: de um, o grupo liderado por ele, que, embora o tenha agora como pré-candidato ao Governo do RN, buscará eleger seu sucessor na capital; do outro, o grupo da governadora Fátima Bezerra (PT), que lançou o nome do secretário estadual da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, como pré-candidato a prefeito.

A tese de Álvaro Dias sugere que haverá pouco espaço para uma terceira via ou para candidaturas de centro que tentem furar o confronto direto. Com isso, ele deixa claro não acreditar no “fôlego” do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), que tem se colocado como nome entre esquerda e direita.

Portal 96 FM

TSE acelera mudanças e põe regras das eleições de 2026 em debate público; entenda

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta semana 12 minutas com propostas de alterações nas normas que vão reger as eleições de 2026, abrindo discussão sobre temas sensíveis como calendário eleitoral, regras da pré-campanha, pesquisas, financiamento e a responsabilidade das plataformas digitais sobre conteúdos que atacam o processo eleitoral.

Desde a última segunda-feira (19), cidadãos, especialistas e entidades podem enviar sugestões por meio de um formulário eletrônico disponibilizado pelo próprio TSE. O prazo para participação segue aberto até o dia 30 de janeiro.

Encerrada essa etapa, as contribuições consideradas mais relevantes serão analisadas e debatidas em audiências públicas marcadas para acontecer entre os dias 3 e 5 de fevereiro. Pela legislação eleitoral, todas as resoluções precisam ser aprovadas pelo plenário da Corte até 5 de março do ano do pleito.

Calendário eleitoral e datas da votação

O cronograma das eleições também aparece entre os pontos destacados nas minutas. O primeiro turno das eleições de 2026 está previsto para o dia 3 de outubro, conforme determina a Constituição, que fixa a votação no primeiro domingo do mês.

Já o segundo turno deve ocorrer em 31 de outubro, no último domingo. Nessa data, os eleitores irão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

Conteúdos digitais e responsabilidade das plataformas

Um dos temas mais sensíveis das propostas envolve o combate a conteúdos que deslegitimem o processo eleitoral nas redes sociais. As minutas foram assinadas pelo vice-presidente do TSE, ministro Nunes Marques, que defende regras mais rígidas para a remoção dessas publicações.

A proposta prevê que as próprias plataformas sejam obrigadas a retirar conteúdos considerados ofensivos ao sistema eleitoral, sem a necessidade de decisão judicial prévia. Atualmente, a responsabilização ocorre apenas quando há descumprimento de ordens da Justiça Eleitoral.

Pré-campanha, IA e financiamento partidário

No campo da pré-campanha, as sugestões ampliam as possibilidades de atuação dos pré-candidatos nas redes sociais, permitindo transmissões ao vivo, desde que não haja pedido explícito de voto nem menção direta à candidatura. Também foram definidos critérios para proteger críticas à administração pública feitas por cidadãos, inclusive com impulsionamento pago, desde que não tenham viés eleitoral.

As regras sobre inteligência artificial permanecem inalteradas. O TSE mantém as diretrizes aprovadas em 2024, incluindo a proibição do uso de deep fakes, que manipulam vídeos ou áudios para distorcer falas ou imagens.

Já no financiamento eleitoral, uma das minutas autoriza partidos a alterarem os critérios de distribuição de recursos até 30 de agosto do ano eleitoral, desde que a mudança seja justificada e aprovada pela maioria do diretório nacional.

BNews Natal

Styvenson anuncia apoio a Álvaro Dias e impõe condição para 2030

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O senador Styvenson Valentim (PSDB) confirmou, nesta quarta-feira (21), apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias (Republicanos) ao Governo do RN. Ao justificar a decisão, Styvenson afirmou que já percorreu caminhos políticos de forma independente.

“Já foi fácil para mim tomar decisões sozinho. Já foi fácil caminhar só”, disse, ao relembrar a eleição de 2018, que classificou como “inusitada” para a política potiguar. Segundo ele, o mandato no Senado trouxe reconhecimento e cobrança popular. “Eu me sinto honrado, lisonjeado e também temeroso pela cobrança que as pessoas me fazem quando eu vou à rua”.

Styvenson afirmou que a escolha também considerou o apoio de prefeitos. “Recebi ontem cerca de 20 ou 30 ligações de prefeitos dizendo que estavam comigo em qualquer decisão”, relatou. Segundo ele,, esses aliados reforçaram a importância de sua permanência no Congresso.

Cobrança a Álvaro

Já com relação a Álvaro Dias, Styvenson afirmou que, caso este, sendo eleito governador do RN, não cumpra as metas administrativas do governo, perderá seu apoio nas eleições de 2030. “Álvaro sabe e já foi conversado com ele. Ele vai ter que cumprir as metas, com o objetivo de tirar o nosso estado do buraco. Se não cumprir as regras, daqui a quatro anos eu sou candidato”, garantiu.

Segundo Styvenson, o novo pré-candidato ao governo do RN se comprometeu a ‘fazer o que tem que fazer’. “Tem que ter alguém com culhões para fazer. Mas ele vai se comprometer. E todos vão observar. Acabou a época de promessa, viu, gente? Acabou a época de enganar as pessoas”, afirmou.

Novo Notícias

PL confirma Álvaro Dias como candidato ao Governo do RN em coletiva às 10h

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O senador Rogério Marinho (PL), presidente estadual do Partido Liberal e líder da oposição no Senado Federal, convocou uma entrevista coletiva para esta quarta-feira (21), a partir das 10h, em que vai confirmar Álvaro Dias como candidato do grupo liderado por Marinho, Styvenson Valentim e Paulinho Freire.

A coletiva acontece na sede do PL do Rio Grande do Norte, em Natal, em um momento decisivo das articulações políticas da oposição potiguar. Todos os detalhes da coletiva, análises e informações de bastidores você acompanha no programa Meio-Dia RN, desta quarta-feira, com BG.

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