
Depois de falir o Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra não merece se eleger senadora da República

O eleitor que tem juízo e vergonha na cara, não deve sair de casa para votar na governadora Fátima Bezerra (PT) para o Senado da República.
O motivo é simples: Fátima sairá do governo, deixando o Rio Grande do Norte em estado de falência, com dívidas consolidadas superiores a R$ 6,3 bilhões e um déficit projetado de R$ 1,5 bilhão para o próximo ano. A situação financeira é descrita como um “caos” e “bomba” para o próximo governo, com baixa capacidade de investimento, dívidas com fornecedores e grande parte da receita comprometida com a folha de pagamento e previdência.
Ou seja, Fátima Bezerra foi reprovada no quesito “meritocracia” e não merece ser Senadora da República.
Apenas na cabeça de seus aliados, que tentam manipular à opinião pública e encobrir os fatos, um cupim que destruiu o Estado fez um grande governo.
Pode uma coisa dessa?

Se for comprovado que Allyson Bezerra é “comedor” de propina, profecia de Álvaro Dias será realidade antes do tempo
O envolvimento do prefeito de Mossoró, Alysson Bezerra (U.B), como suposto “comedor” de propina e um dos principais alvos da Operação Mederi, da Polícia Federal, pode fazer com que a profecia do ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao governo do RN, Álvaro Dias (Republicanos), se torne realidade muito mais cedo do que o próprio Álvaro imagina.
Em recente declaração à imprensa, Álvaro disse que Allyson Bezerra não chega ao segundo turno, o que na sua opinião deve ocorrer entre sua candidatura e um nome indicado pelo PT.
Embora o nome de Allyson até então apareça como o favorito na disputa para o governo estadual, se for confirmado que ele é, de fato, um “ladrão” de verba pública, o prefeito mossoroense pode se despedir do sonho governamental – o que tornará a profecia de Álvaro Dias realidade antes mesmo do tempo.
Detalhe: quem teria dito que Allyson seria “ladrão”, foi o empresário Oseas Monthalggan, sócio da distribuidora de medicamentos DISMED, em conversas interceptadas pela investigação.

União Brasil assina nota em apoio a Alysson, mas Agripino permanece em silêncio sobre seu afilhado político
Enquanto partidos como a União Brasil, MDB, PSD e Progressistas divulgam uma nota que não passa de pura retórica política em apoio ao prefeito de Mossoró, Alysson Bezerra (U.B), o ex-senador José Agripino Maia, presidente regional do União Brasil, e principal padrinho da candidatura do mossoroense ao governo do RN, permanece calado, sem dar uma única declaração a favor do afilhado político.
A liderança do União Brasil preferiu ficar na zona de conforto, por trás das palavras de uma nota fria, do que mostrar a cara e defender de viva voz o apadrinhado.
Aliás…
Será que a nota subscrita pelo União Brasil também teve o aval do prefeito de Natal, Paulinho Freire, que é filiado ao União Brasil, mas não apoia Alysson e, consequentemente, não segue a orientação e liderança política de José Agripino?
É só uma pergunta….

DIREITO DE PERGUNTA: Walter Alves se precipitou ao antecipar a decisão de não assumir o governo do RN?
Na opinião de um próximo interlocutor do vice-governador Walter Alves (MDB ), este se precipitou em anunciar desde já que não vai assumir o governo do Estado por ocasião da desincompatibilização da governadora Fátima Bezerra (PT), que pretende disputar uma das duas vagas para o Senado. Poderia ter deixado a decisão para o próximo mês de março.
Para a raposinha felpuda, mesmo diante da situação falimentar do Estado, Walter, assumindo o governo, teria todas as condições de se candidatar à reeleição, com ampla chance de vitória, inclusive com o apoio do presidente Lula.
Para os mais íntimos, até mesmo o ex-senador Garibaldi Filho (MDB), já teria admitido que, se estivesse na condição do filho, Walter Alves, assumiria o governo.

