2 de abril de 2026 às 08:45
2 de abril de 2026 às 07:27
FOTO: REPRODUÇÃO
O secretário estadual da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, conhecido como Cadu, entrou em contato com o Blog do BG para esclarecer que continua no cargo e não foi exonerado, respondendo questionamentos levantados após sua participação em agenda oficial do Governo do Rio Grande do Norte.
A manifestação ocorre após a repercussão da matéria que apontava possível irregularidade na presença do pré-candidato ao governo durante visita às obras em Macau, ao lado da governadora Fátima Bezerra. Segundo Cadu, por ainda exercer a função de secretário, não há qualquer ilegalidade em sua participação no evento.
Com o esclarecimento, o secretário reforça que segue regularmente à frente da Secretaria da Fazenda, esclarecendo a interpretação de que estaria participando de atos oficiais sem vínculo com o governo.
2 de abril de 2026 às 08:30
2 de abril de 2026 às 04:57
FOTO: DEMIS ROUSSOS
A tarifa social será aplicada no sistema de transporte público da capital durante o feriado da Sexta-feira Santa, celebrado nesta sexta-feira (3). A medida, que já ocorre tradicionalmente em feriados, garante redução no valor das passagens de ônibus para a população.
De acordo com a Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU), a operação do transporte coletivo seguirá o quadro de horários de domingos. Além disso, a frota será ajustada conforme a demanda prevista para o dia, o que pode impactar diretamente na frequência dos veículos nas principais linhas.
Com a adoção da tarifa social Natal, os usuários devem ficar atentos às mudanças no funcionamento do sistema. Por isso, a STTU recomenda que a população planeje seus deslocamentos com antecedência, principalmente para evitar transtornos relacionados à redução de veículos em circulação.
2 de abril de 2026 às 08:15
2 de abril de 2026 às 07:38
FOTO: REPRODUÇÃO
O presidente da Associação dos Oficiais Militares do Rio Grande do Norte (ASSOFME), coronel Antoniel Moreira, classificou como “absolutamente intolerável” a declaração do senador Styvenson Valentim (PSDB) de que coronéis da Polícia Militar “não fazem nada” e ganham “dinheiro fácil”.
Em entrevista à rádio 98 FM, o coronel associou a postura do senador a um comportamento reiterado, relembrou episódios da formação militar e questionou sua evolução na carreira, ao mesmo tempo em que relatou indignação generalizada dentro da corporação e repercussão interna que ultrapassou o campo institucional.
A fala de Styvenson aconteceu em um evento no município de Parelhas no último domingo 29. Durante a inauguração de uma escola, o senador afirmou que coronéis da Polícia Militar “não fazem nada” e ganham “dinheiro fácil”. Ele deu a declaração enquanto comentava sua decisão de deixar a Polícia Militar para ingressar na política. Antes de ser eleito em 2018, Styvenson era tenente da PM e ganhou notoriedade como operador da Lei Seca. Hoje, é capitão da reserva.
“Há 10, 12 anos, quando ele era tenente da Lei Seca, já fazia críticas aos oficiais”, afirmou, acrescentando que a conduta se mantém ao longo do tempo. “Não chega a nos surpreender”, disse, ao classificar o comportamento como recorrente e atribuir possível motivação a busca por visibilidade. “Achávamos até que era uma tentativa de ganhar engajamento.” A crítica se estendeu à forma como o senador se posiciona diante da instituição. “É um cara que se acha mais importante do que todos”, afirmou.
A resposta da Associação dos Oficiais, presidida por Moreira, foi alvo de questionamentos pelo tom. O coronel rejeitou a avaliação de excesso. “A resposta foi dura, tal qual a fala dele desnecessária”, afirmou, sustentando que a entidade tem histórico de posicionamentos firmes e que a reação acompanhou a gravidade da declaração.
Ao justificar a inclusão de episódios pessoais na nota, disse que o objetivo foi estabelecer contraponto. “É para chamar atenção do senador que ele tem que lembrar do passado dele”, afirmou, acrescentando que críticas também podem ser dirigidas a ele.
No detalhamento desses episódios, Moreira afirmou que, durante o curso de formação, Styvenson deixou de cumprir obrigações financeiras assumidas pela turma. “Todos os colegas pagaram, exceto ele”, disse. Também mencionou situação envolvendo evento da formação que teria gerado constrangimento. “A turma afirma com todas as letras que sim”, afirmou, ao se referir à presença de garotas de programa supostamente levadas por Styvenson. “Isso causou um constrangimento absurdo”, disse.
A avaliação sobre a trajetória do senador dentro da Polícia Militar foi ainda mais incisiva. “Foi uma carreira rápida, de 15 anos”, afirmou, ao destacar que ele não completou o tempo usual para progressão. Segundo Moreira, houve registros disciplinares e episódios de conflito. “Foi punido disciplinarmente várias vezes”, afirmou. A conclusão apresentada é categórica. “Pertencia ao baixo nível do oficialato”, disse, ao acrescentar que dificilmente alcançaria o posto de coronel. “Era a percepção que sempre tivemos dele.”
Ao abordar a projeção pública de Styvenson, especialmente no período da Lei Seca, o coronel relativizou o protagonismo atribuído ao senador. “A Lei Seca é um programa nacional, não é local”, afirmou, acrescentando que o rigor é padrão em todo o País. “Em qualquer estado não tem carteirada.”
Segundo ele, a personalização do programa distorce a realidade. “Ele trouxe como se fosse o responsável”, disse. Para reforçar, citou exemplos recentes. “Há poucos meses um coronel foi autuado, dois majores também”, afirmou, indicando que o padrão de fiscalização permanece.
Internamente, o impacto da fala foi imediato. “Há uma indignação de todos os coronéis”, afirmou. Segundo ele, a repercussão atingiu ativos, veteranos e familiares. “Há viúvas de coronéis extremamente magoadas”, disse. O episódio passou a circular no cotidiano da corporação. “Virou meme na Polícia Militar”, relatou, mencionando abordagens informais entre colegas.
Moreira também situou o episódio no campo político. Para ele, a declaração se insere em tentativa de afirmação pública. “Ele se perdeu ali no meio da fala”, afirmou, ao sugerir que o senador buscou autopromoção ao dizer que poderia “ganhar dinheiro sem fazer nada” na carreira. Em paralelo, fez comparação com outros parlamentares. “A densidade é muito diferenciada”, disse, ao tratar do nível do debate.
2 de abril de 2026 às 08:00
2 de abril de 2026 às 10:16
FOTO: REPRODUÇÃO
No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados, Álvaro Dias aparece com 37,2% das intenções de voto, seguido pelo prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, com 28,8%. Na sequência, Cadu Xavier tem 10,7%. Branco/Nulo/Nenhum somam 17,8% e Não sabe/Não respondeu são 5,5%.
Espontânea mostra desconhecimento do eleitor
Já no cenário espontâneo, quando os entrevistados não recebem uma lista de candidatos, o quadro é de indefinição.
A pesquisa Metadata/Grupo Dial está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-07708/2026 com 1.000 entrevistados nos dias 27 e 28 de março na cidade de Natal com um nível de confiança estatística de 95% e uma margem de erro máxima estimada de 3,1% pontos percentuais.
2 de abril de 2026 às 07:30
2 de abril de 2026 às 07:30
Levantamento do Instituto Metadata em parceria com o Grupo Dial, divulgado nesta terça-feira (1º), coloca o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL), na liderança da corrida pelo Governo do Rio Grande do Norte. No cenário estimulado, ele aparece com 37,2% das intenções de voto, abrindo vantagem sobre os adversários.
Na segunda colocação está o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), com 28,8%, seguido por Cadu Xavier (PT) que registra 10,7%. A pesquisa também aponta 17,8% de eleitores que optam por branco, nulo ou nenhum, além de 5,5% que não souberam ou não responderam.
A vantagem de quase 9 pontos percentuais sobre o segundo colocado indica, neste momento, uma dianteira consistente. O resultado reforça o protagonismo de Álvaro Dias no cenário político estadual e evidencia a consolidação de seu nome como principal referência na pré-corrida eleitoral.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-07708/2026, com 1.000 entrevistados entre os dias 27 e 28 de março, em Natal. O levantamento apresenta nível de confiança de 95% e margem de erro de 3,1 pontos percentuais.
2 de abril de 2026 às 04:11
2 de abril de 2026 às 04:56
FOTO: LUIS MACEDO
O ex-deputado federal Rafael Motta vai se filiar ao PDT nesta quinta-feira 2. A informação foi confirmada ao AGORA RN pela assessoria do ex-parlamentar, que afirmou ainda que Rafael foi convidado a ingressar no partido pelo presidente nacional da sigla, Carlos Lupi.
Com 39 anos, Rafael Motta está sem partido desde 2024, quando deixou o Avante.
O movimento amplia as possibilidades de composição para a disputa ao Senado Federal nas eleições de 2026, dentro de uma articulação mais ampla que vem sendo desenhada no campo progressista no Estado.
Em 2022, Rafael Motta foi candidato ao Senado e obteve 385 mil votos, ficando em 3° lugar. Na época, o ex-deputado era filiado ao PSB.
No RN, o PDT é presidido pela ex-deputada estadual Márcia Maia e já conta com nomes como o do ex-senador e ex-presidente da Petrobras Jean Paul Prates.
A chegada de Rafael Motta dialoga com a formação de uma possível aliança que tem como pré-candidato ao Governo Cadu Xavier e como nome ao Senado Samanda Alves, ambos pelo PT. Nesse cenário, o ex-deputado passa a ser uma das alternativas para a segunda vaga ao Senado na chapa.
2 de abril de 2026 às 04:10
2 de abril de 2026 às 05:02
FOTO: DIVULGAÇÃO
A declaração do senador Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos, apontando o Brasil como “solução” para atender à demanda americana por minerais estratégicos, segue reverberando no meio político. Procurado pelo Diário do RN, o ex-senador José Agripino Maia (UB) adotou tom cauteloso ao comentar o episódio e evitou ampliar a crise, mas sinalizou a necessidade de responsabilidade ao tratar de temas sensíveis como soberania nacional.
Sem endossar diretamente o conteúdo da fala, Agripino destacou que declarações envolvendo riquezas estratégicas do país exigem equilíbrio e atenção ao interesse nacional, especialmente quando feitas em ambiente internacional.
“Essa é uma peça tão importante em matéria de potencial do Brasil que não pode você chegar oferecendo coisas. Isso tem que ser instrumento de negociação em torno do interesse nacional.
Não dá para você chegar e oferecer uma coisa que é do interesse claríssimo de uma potência estrangeira como os Estados Unidos. Você pode esperar que eles venham de lá para cá e usar esse trunfo como instrumento de negociação”, afirmou à reportagem.
A fala de Flávio ocorreu durante a Conservative Political Action Conference (CPAC), onde o senador defendeu que o Brasil poderia ajudar os Estados Unidos a reduzir a dependência da China em minerais raros, insumos essenciais para tecnologia e defesa, que existe em abundância no Brasil.
Nos bastidores, principalmente pela oposição, a avaliação é de que falas como a de Flávio, consideradas por setores como excessivamente alinhadas a interesses estrangeiros, podem impactar o debate eleitoral, sobretudo em um cenário onde soberania e recursos naturais ganham peso estratégico.
A avaliação do ex-senador e liderança política, aponta que o Brasil tem uma riqueza, que deve ser usado estrategicamente.
“Não é que ameace a soberania nacional. O trunfo da economia do Brasil tem que ser utilizado em benefício dos interesses do Brasil. E não colocar como um fato a mais numa pauta de atendimento ou de relação bilateral entre dois países. Não. As terras raras são um trunfo da economia brasileira. Se os Estados Unidos têm interesse nas terras raras, que aquilo seja instrumento de negociação em todo o interesse do Brasil”, finalizou Agripino.
2 de abril de 2026 às 04:09
2 de abril de 2026 às 04:52
FOTO: DIVULGAÇÃO
A primeira pesquisa divulgada da parceria entre o Instituto Metadata e o Grupo Dial mostrou que, no levantamento estimulado, que o pré-candidato coronel Hélio Oliveira lidera as intenções do segundo voto dos entrevistados na disputa pelo Senado Federal com 13,6%.
Em segundo lugar, Styvenson Valentim com 12%. Na sequência, Zenaide Maia 11,8%, Thabatta Pimenta 10,2%, Samanda Alves 7,7%, Ezequiel Ferreira 6,8% e Jean Paul Prates 4,4%.
Enquanto isso, não sabe/não respondeu somam 18,6% e rejeita todos/não votaria em nenhum chega a 14,9%.
A pesquisa Metadata/Grupo Dial está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-07708/2026 com 1.000 entrevistados nos dias 27 e 28 de março na cidade de Natal com um nível de confiança estatística de 95% e uma margem de erro máxima estimada de 3,1% pontos percentuais.
Comentários