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Categoria: março 19, 2026

Prefeitura de Macau mantém contrato com banco ligado a facções criminosas

FOTO: DIVULGAÇÃO

A Prefeitura de Macau mantém ativo um convênio firmado com uma instituição financeira que recentemente passou a ser investigada pela Polícia Federal por suspeitas de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro de grandes proporções. O acordo foi assinado em novembro de 2025 com a BMP Sociedade de Crédito Direto S.A., empresa sediada em São Paulo, e prevê a oferta de empréstimos consignados e cartões de crédito a servidores municipais, com desconto direto em folha de pagamento.

Pelo convênio, que tem vigência inicial de 60 meses e pode ser prorrogado, a instituição financeira ficou autorizada a operar linhas de crédito voltadas aos servidores do município, incluindo empréstimos consignados, cartão de crédito e cartão benefício. O modelo permite que as parcelas sejam descontadas diretamente dos salários, dentro de limites previamente estabelecidos.

Segundo as regras do contrato, os descontos podem chegar a até 40% da remuneração líquida para empréstimos consignados e mais 5% para cartões, totalizando até 45% do salário comprometido com as operações financeiras. Nesse arranjo, a Prefeitura atua como consignante, responsável por realizar os descontos e repassar os valores à instituição financeira, mas não assume responsabilidade pelas dívidas contraídas pelos servidores.

Instituição na mira da PF

O convênio foi firmado com o objetivo de ampliar o acesso dos servidores a serviços financeiros e linhas de crédito com juros menores, característica comum nas operações consignadas. No entanto, a parceria passou a chamar atenção após a instituição envolvida se tornar alvo de uma investigação conduzida pela Polícia Federal, por suspeitas de vínculos com as organizações criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV).

No mês passado, a PF deflagrou a operação “Cliente Fantasma”, que incluiu mandados de busca e apreensão contra a BMP e seu presidente, Carlos Eduardo Benitez. As investigações apuram a suspeita de facilitação de lavagem de dinheiro que pode ter movimentado mais de R$ 25 bilhões por meio do sistema financeiro.

De acordo com a Polícia Federal, a instituição teria permitido movimentações financeiras sem identificação adequada de clientes e deixado de comunicar operações suspeitas aos órgãos responsáveis pela fiscalização. As autoridades também apontam falhas no envio de informações obrigatórias ao Banco Central, o que teria dificultado o rastreamento de recursos ligados a empresas investigadas.

Um dos pontos que chamou atenção dos investigadores foi o atraso no registro de vínculos com empresas sob investigação no sistema do Banco Central. Segundo a PF, esse atraso teria impedido que ordens judiciais de quebra de sigilo bancário alcançassem a instituição no momento adequado, comprometendo o acompanhamento das movimentações financeiras.

Outro dado destacado nas investigações é que, apesar de movimentar cerca de R$ 65 bilhões por mês e manter mais de 150 mil contas ativas, o banco teria comunicado apenas quatro operações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), em um período superior a três anos. Pela legislação, instituições financeiras são obrigadas a informar transações consideradas atípicas ao órgão de inteligência financeira.

Para os investigadores, há indícios consistentes de possíveis crimes como lavagem de dinheiro, gestão temerária e omissão de informações ao sistema de controle financeiro. A apuração busca esclarecer se as falhas ocorreram por problemas administrativos ou se fizeram parte de um mecanismo para ocultar recursos de organizações criminosas.

Na epóca, a BMP afirmou, através de nota, que está colaborando com as autoridades e fornecendo informações sobre operações antigas de ex-clientes. A instituição também declarou que seus produtos e serviços continuam operando normalmente.

Contrato vigente

Mesmo diante da investigação em curso, o convênio firmado com a Prefeitura de Macau permanece vigente. Com isso, servidores municipais seguem podendo aderir às linhas de crédito consignado e aos cartões oferecidos pela instituição financeira investigada.

Diário do RN

MP aponta omissão da prefeitura de Mossoró; Allyson é denunciado em Ação Civil Pública

FOTO: DIVULGAÇÃO

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) ingressou com uma Ação Civil Pública contra a Prefeitura de Mossoró para obrigar o Município a cumprir a legislação que exige acessibilidade em estabelecimentos públicos e privados de uso coletivo.

A ação, protocolada pela 15ª Promotoria de Justiça, tem como base o Inquérito Civil nº 04.23.2035.0000203/2022-55, instaurado ainda em 2022, após a constatação de que diversos prédios, incluindo escolas e funcionavam sem condições adequadas de acesso para pessoas com deficiência, mesmo com alvarás válidos.

De acordo com o MP, a Prefeitura vem concedendo e renovando alvarás de funcionamento sem verificar o cumprimento das normas de acessibilidade, contrariando o que determina a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015).

Falha estrutural

Durante a investigação, o próprio Município admitiu que não realiza fiscalização nos casos de renovação de alvarás, limitando-se à análise documental e à cobrança de taxas. A vistoria técnica, segundo os gestores, ocorre apenas em imóveis novos.

Inspeção realizada pelo Ministério Público em 2024 reforçou a falha: o sistema utilizado pela Prefeitura não possui sequer campo específico para comprovação de acessibilidade, nem exige laudo técnico ou vistoria presencial.

Para o MP, essa omissão cria um cenário de ilegalidade contínua.

“A cada novo alvará concedido sem fiscalização, renova-se a violação de direitos fundamentais”, aponta a ação.

Tentativa de acordo frustrada

Antes de judicializar o caso, o Ministério Público tentou resolver a situação de forma extrajudicial. Em 2025, foi proposta a assinatura de um acordo para que o Município implantasse um sistema de fiscalização a partir de 2026.

A proposta foi recusada pela Prefeitura, sob o argumento de que seria necessário ampliar o debate com setores econômicos e a sociedade civil, devido ao impacto da medida.

Sem avanço concreto após mais de três anos de apuração, o MP decidiu levar o caso à Justiça.

O que pede o MP

Na ação, o Ministério Público requer que o Judiciário determine que a Prefeitura:

  • Implante fiscalização efetiva de acessibilidade;
  • Passe a exigir comprovação das normas para conceder e renovar alvarás;
  • Regulamente os procedimentos administrativos necessários;
  • Adote medidas técnicas e operacionais para cumprir a lei no prazo de 90 dias.

O órgão também pede que, em caso de descumprimento, haja responsabilização dos gestores, inclusive na esfera penal, por possível prática de prevaricação.

Impacto social

O MP destaca que a falta de acessibilidade vai além de irregularidade administrativa e representa exclusão social.

Segundo a ação, barreiras arquitetônicas impedem o acesso de pessoas com deficiência, idosos e pessoas com mobilidade reduzida a serviços básicos, comprometendo direitos fundamentais como dignidade, autonomia e igualdade.

Além disso, a ausência de adaptações pode gerar riscos à segurança, como quedas e acidentes em locais sem estrutura adequada.

Pressão sobre o Município

A ação coloca pressão direta sobre a gestão municipal, que poderá ser obrigada judicialmente a mudar a forma como concede alvarás e fiscaliza estabelecimentos.

Caso a Justiça acate o pedido, Mossoró terá que reestruturar seus sistemas e criar uma política efetiva de controle urbano voltada à acessibilidade, algo que, segundo o MP, nunca foi plenamente implementado.

Diário do RN

FETRONOR alerta para o risco de redução da frota no RN após alta do diesel

FOTO: DIVULGAÇÃO

A Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste (FETRONOR) manifestou preocupação com os impactos do aumento no preço do óleo diesel sobre o setor de transporte no Rio Grande do Norte. Segundo a entidade, o combustível já acumula alta em torno de 20%, pressionando significativamente os custos operacionais das empresas.

O presidente da federação, Eudo Laranjeiras , que também ocupa a vice-presidência da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) , avalia que o cenário pode provocar redução na oferta de serviços, já que os reajustes recentes comprometem o equilíbrio financeiro das operadoras.

Diante disso, ele informou que pretende procurar o Governo do Estado do Rio Grande do Norte para discutir alternativas e buscar uma solução para o setor.

“Estamos diante de um aumento expressivo nos principais insumos do setor. O diesel tem um peso determinante na estrutura de custos, e essa elevação impacta diretamente a sustentabilidade das empresas”, afirmou o dirigente.

Entre as principais preocupações da federação está o risco de diminuição na oferta de transporte. Segundo a FETRONOR, o aumento dos custos pode levar empresas a reverem operações, afetando diretamente a população usuária, sobretudo em linhas consideradas essenciais.

O cenário, de acordo com a entidade, exige atenção imediata. Sem medidas de mitigação, a tendência é de agravamento das dificuldades financeiras das operadoras, com reflexos na qualidade e na continuidade do transporte de passageiros no estado.

Páscoa deve abrir cerca de 4 mil vagas em supermercados do RN

FOTO: LUANA COSTA

O período da Páscoa deve impulsionar a geração de aproximadamente 4 mil empregos temporários no Rio Grande do Norte, segundo estimativa da Associação dos Supermercados do RN (Assurn). As informações são do portal G1 RN.

As contratações são motivadas pelo aumento da demanda por chocolates e outros produtos típicos da data, que costumam elevar o fluxo de consumidores nas lojas. Para dar conta do movimento maior, redes de supermercados reforçam suas equipes durante as semanas que antecedem a celebração.

De acordo com a Assurn, a expectativa do setor é de crescimento de cerca de 6% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado, o que contribui para ampliar a necessidade de mão de obra temporária.

As vagas oferecidas neste período costumam ter remuneração média entre um salário mínimo e cerca de R$ 1.700, podendo incluir benefícios, a depender da função exercida e da política de cada empresa.

Entre os cargos mais procurados estão promotor de vendas, repositor de mercadorias, operador de caixa, atendente de loja e auxiliares de logística ou de estoque — funções diretamente ligadas ao aumento da movimentação nas lojas.

Além de atender à demanda sazonal, o trabalho temporário pode abrir portas para oportunidades permanentes.

Especialistas em mercado de trabalho apontam que essas vagas também podem representar uma porta de entrada para quem busca a primeira experiência profissional ou tenta retornar ao mercado.

Por outro lado, empresas que contratam trabalhadores temporários precisam observar as regras previstas na legislação. Entre elas estão a formalização do contrato por prazo determinado e a garantia dos direitos trabalhistas previstos para esse tipo de vínculo.

Segundo o advogado Roberto Targino, o trabalhador temporário deve ter assegurados direitos semelhantes aos de um empregado contratado pelo regime tradicional da CLT.

Agora RN

R$ 3,5 BILHÕES PARADOS: Dinheiro da segurança pública encalha enquanto violência avança no país

FOTO: SSP/SP

Mais de R$ 3,5 bilhões destinados à segurança pública seguem sem uso no Brasil, mesmo diante do avanço da criminalidade. Levantamento do Instituto Rui Barbosa aponta que R$ 3,57 bilhões do Fundo Nacional de Segurança Pública ainda não foram aplicados em ações de combate à violência.

A informação é da colunista Manoela Alcântara, do portal Metrópoles. Entre 2019 e 2025, quase R$ 7 bilhões foram repassados a estados e ao Distrito Federal, mas quase metade desse valor permanece parada e pode até ser perdida. A situação acendeu o alerta de órgãos de controle, que veem falhas graves na execução dos recursos.

Diante do cenário, 23 Tribunais de Contas decidiram realizar uma auditoria nacional para investigar o destino dos valores. A ação será coordenada pelo comitê do IRB em parceria com a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil.

Os recursos poderiam ser utilizados em áreas estratégicas, como inteligência policial, combate ao crime organizado, enfrentamento à violência contra a mulher, além da compra de equipamentos, viaturas e modernização de estruturas das forças de segurança.

Além do desperdício, há o risco de perda definitiva do dinheiro caso os prazos legais não sejam cumpridos. Estados precisam comprovar a execução mínima dos valores recebidos, sob pena de ver bilhões voltarem aos cofres da União sem qualquer impacto real na segurança da população.

MPF firma acordo com prefeitura e operadores turísticos para proteger golfinhos da Praia de Pipa

FOTO: EMPROTURN

O Ministério Público Federal (MPF) assinou um termo de ajustamento de conduta (TAC) com a prefeitura de Tibau do Sul (RN) e com a Associação do Turismo Náutico de Pipa (Atunp) para proteger a fauna marinha da região, que é um dos principais destinos turísticos do país. Entre outras medidas, o termo prevê limite de tempo e de quantidade de passeios de barco para preservar os golfinhos da espécie boto-cinza e as tartarugas marinhas.

O procurador da República Camões Boaventura destaca que o MPF acompanha de forma permanente o aumento da intervenção humana na área, que compõe uma unidade de conservação com presença elevada de botos-cinza, a Reserva Faunística Costeira de Tibau do Sul (Refauts). Vistorias e estudos científicos apontam que o descumprimento da legislação tem causado alterações comportamentais nos golfinhos, associadas aos ruídos das embarcações e ao modo de aproximação.

Atualmente, há 11 embarcações licenciadas, com dezenas de passeios diários. É recorrente o descumprimento do limite de passeios, o excesso de passageiros e a perseguição aos botos-cinza. Os impactos das embarcações sobre os golfinhos incluem o abandono de áreas, interferência nos parâmetros acústicos, redução do tempo de repouso, alimentação e socialização, fragmentação de grupos, aumento da velocidade de deslocamento e do tempo de submersão.

Com o acordo, os operadores turísticos, representados pela Atunp, se comprometem a:

  • reduzir o tempo máximo de observação de golfinhos de 20 para 10 minutos por aproximação ou grupo de animais;
  • respeitar o limite de quatro passeios diários por embarcação, podendo chegar a seis durante a alta temporada, feriados e finais de semana, com horário de saída até as 15h15;
  • manter distância mínima de 100 metros dos golfinhos e o limite de velocidade de 5 nós (cerca de 9 km/h, com animais a 300 metros), sem mudanças bruscas de direção, nem perseguir, interceptar, cercar ou tentar alterar o deslocamento dos golfinhos, de acordo com a legislação ambiental pertinente; e
  • orientar e conscientizar os turistas sobre as regras e a importância da preservação dos botos-cinza.

Entre outras obrigações, a prefeitura de Tibau do Sul, por sua vez, deverá:

  • instituir e manter um programa permanente de monitoramento, controle e fiscalização das atividades turísticas na área, com aplicação das sanções de advertência e suspensão por 30 dias e cancelamento da licença para atividades náuticas em casos de reincidência;
  • limitar o embarque a três lanchas por vez na maré alta e a quatro lanchas por vez na maré baixa;
  • limitar a circulação simultânea a três caiaques por vez na Enseada do Curral e na Enseada do Madeiro; e
  • não conceder novos alvarás para embarcações e estabelecer critérios objetivos para renovação ou cassação dos alvarás existentes;

Tanto a prefeitura quanto a Atunp também se comprometem a instalar, em até um ano, um espaço físico com exposição dos valores tabelados dos passeios e orientações sobre a importância ecossistêmica e socioeconômica da preservação do boto-cinza e do cumprimento das regras de navegação. Também devem ser disponibilizados canais para denúncia de eventuais irregularidades.

Reserva – A Reserva Faunística Costeira de Tibau do Sul (Refauts) é a única unidade de conservação no Rio Grande do Norte, criada com o objetivo de proteger o boto-cinza, espécie em risco de extinção. A reserva compreende a faixa costeira e marinha das enseadas do Madeiro e dos Golfinhos, a praia de Cacimbinhas e parte da Lagoa de Guaraíras, reconhecida nacional e internacionalmente por seu potencial turístico, sendo o boto-cinza um relevante atrativo turístico e importante indutor de renda para a comunidade local.

Camões Boaventura ressalta que, mesmo criada há mais de 15 anos, a reserva não tem um plano de manejo, o que compromete a gestão adequada, a fiscalização e a efetividade das ações de proteção ambiental. Por isso, o TAC também determina o funcionamento regular do Conselho Gestor da Refauts e, em até 90 dias, a adoção de medidas para elaborar o plano de manejo da unidade, que deve ser concluído dentro de um ano.

Comando Vermelho treinava táticas de guerrilha no MT, enquanto Lula protegia facções da ação de Trump

FOTO: RICARDO STUCKERT

Enquanto Lula (PT) insiste em proteger facções criminosas brasileiras da reclassificação para organizações terroristas, com alegações de cunho ideológico que remetem ao antiamericanismo juvenil dos anos 1970, a realidade bate à porta. Na semana passada, a Polícia Civil de Mato Grosso desmantelou um centro de treinamento da facção carioca Comando Vermelho em uma aldeia indígena em Santo Antônio de Leverger, a apenas 27km de Cuiabá. “Retrato do fracasso do Estado”, diz José Medeiros (PL-MT).

Táticas de guerrilha

A Operação Argos apurou que o “CT” da facção do Rio preparava bandidos para sobreviver na selva e ensinava táticas de guerrilha.

Drogas e armas

As investigações da Polícia Civil apuravam tráfico de drogas do grupo na região, mas desvendou os “cursos” de guerrilha com armamento bélico.

Restrito irrestrito

Eram usadas pistolas .40, 9mm, fuzis .556 e .762, metralhadora e arma com tripé .30; armamentos de uso restrito às forças armadas e policiais.

Prova cabal

Para o deputado Nelson Barbudo (PL-MT), a ação é “prova que facções criminosas já estão agindo como verdadeiros grupos de guerrilha”.

Diário do Poder

Secretaria de Segurança de Macaíba entrega material para curso de tiro da Guarda Municipal

FOTO: EDEILSON MORAIS

A Secretaria Municipal de Segurança Pública de Macaíba entregou, na manhã desta quarta-feira (18/03), um importante reforço para a fase final do curso de formação da Guarda Civil Municipal (GCM). Os equipamentos adquiridos incluem munições de armas dos calibres .380 e .12, sprays de pimenta, gás lacrimogêneo e dispositivos de eletrochoque. Todo o material destinado à Guarda Municipal de Natal, responsável pela formação, com as devidas autorizações legais junto ao Exército Brasileiro, garante o cumprimento das normas de segurança e controle.

De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública, os itens serão utilizados exclusivamente na etapa final da formação dos futuros guardas municipais, especificamente na disciplina de tiro, considerada essencial para a capacitação técnica e preparo dos agentes. Esse investimento reforça o compromisso da gestão municipal com a qualificação da Guarda Municipal, visando oferecer mais segurança e eficiência no atendimento à população macaibense.

O material foi apresentado durante reunião realizada na sede do Centro de Operações Integradas de Segurança Pública (COISP), com a presença do prefeito Emídio Júnior, do secretário da pasta, Kleber Macedo, do secretário adjunto Jota Júnior, do comandante da GMM, Roberto Ângelo, e do subcomandante da GCM de Natal, Alexandre Melo, responsável pela instrução dos alunos em formação.

O prefeito declarou: “Nos organizamos para a última etapa do curso de formação dos guardas municipais, o material para o treino já está pronto. Esse treinamento é fundamental para que justamente eles possam estar devidamente armados circulando e trabalhando nas ruas de nosso município. Que eles possam estar nas ruas o quanto antes, e isso está próximo de acontecer.”