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Categoria: março 12, 2026

Quem é Darren Beattie, assessor de Trump que Bolsonaro quer receber na prisão

FOTO: GETTY

Darren Beattie é assessor do governo dos Estados Unidos ligado ao presidente Donald Trump e responsável, no Departamento de Estado, por assuntos e políticas relacionadas ao Brasil. Ele foi o nome citado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro em pedido ao STF (Supremo Tribunal Federal) para realizar uma visita extraordinária ao político, que cumpre pena na Papudinha, em Brasília.

Segundo a Agência Brasil e o R7, Beattie atua como assessor do Departamento de Estado norte-americano, com foco específico na relação de Washington com o Brasil. No cargo, ele participa da formulação e do acompanhamento de estratégias e iniciativas do governo Trump voltadas ao país, em um posto classificado como de alto nível na estrutura diplomática.

Segundo a Agência Brasil e o R7, Beattie atua como assessor do Departamento de Estado norte-americano, com foco específico na relação de Washington com o Brasil. No cargo, ele participa da formulação e do acompanhamento de estratégias e iniciativas do governo Trump voltadas ao país, em um posto classificado como de alto nível na estrutura diplomática.

O pedido apresentado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do processo que levou Bolsonaro à prisão, solicita autorização para que Beattie entre na unidade prisional acompanhado de um intérprete, já que o ex-presidente não fala inglês.

A defesa argumenta que o assessor estará em Brasília em missão oficial por curto período, o que exigiria uma autorização excepcional para o encontro.

Bolsonaro está preso na Papudinha, no Complexo da Papuda, onde cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado, e todas as visitas dependem de aval prévio do ministro do STF.

A eventual reunião entre o ex-presidente e o assessor de Trump, se autorizada, ocorreria sob essas regras e dentro das condições fixadas pelo Supremo para o cumprimento da pena.

NDMais

Morte em ação policial gera protesto no Passo da Pátria, na zona Leste de Natal

FOTO: REPRODUÇÃO

A morte em ação policial registrada no final da tarde desta quarta-feira na comunidade do Passo da Pátria, na Zona Leste de Natal, provocou um protesto de moradores na principal via de acesso ao bairro durante a noite.

De acordo com informações iniciais, um jovem identificado como Richard, de 23 anos, morreu durante uma operação policial realizada na comunidade. Logo após a ocorrência, moradores se reuniram na Avenida do Contorno e iniciaram uma manifestação.

Protesto bloqueia avenida e ônibus é depredado

Durante o protesto, moradores colocaram objetos na pista e atearam fogo. Como resultado, a fumaça tomou conta da via e dificultou a circulação de veículos na região.

Além disso, manifestantes depredaram um ônibus nas proximidades da rotatória que dá acesso ao viaduto do Baldo. O veículo ficou atravessado na pista e bloqueou parcialmente o trânsito.

Por causa da situação, motoristas precisaram mudar o trajeto. Muitos veículos seguiram em direção à Cidade Alta para conseguir deixar a área.

Equipes de reportagem que estavam no local registraram a movimentação intensa de moradores acompanhando o protesto. Até aquele momento, nenhuma viatura da Polícia Militar estava na avenida onde a manifestação ocorria.

Avó da vítima relata momento da ação policial

Durante a cobertura ao vivo exibida no programa Tá Na Hora RN, a avó do jovem morto conversou com a reportagem. Segundo ela, o neto estava dentro de casa quando os policiais entraram na residência.

De acordo com o relato, Richard estava deitado no quarto quando os disparos aconteceram. A mulher afirmou que tentou impedir a ação e pediu para que os policiais não atirassem.

Ainda segundo a avó, o jovem não reagiu durante a abordagem. Além disso, ela declarou que não havia arma ou qualquer material ilícito com ele dentro da casa.

Durante a entrevista, a mulher também confirmou que o neto já teve passagem pelo sistema penitenciário. No entanto, ela disse que ele estava em liberdade no momento da ocorrência.

Caso gera revolta entre moradores

A morte em ação policial gerou revolta entre moradores da comunidade. Por isso, o grupo decidiu realizar o protesto na principal avenida de acesso ao bairro.

A situação provocou tensão na região e chamou a atenção de quem passava pelo local. Enquanto isso, moradores acompanharam a manifestação e observaram a movimentação na avenida.

A reportagem foi exibida ao vivo pelo repórter Ranilson Oliveira durante o programa Tá Na Hora RN. Novas informações sobre o caso devem ser apresentadas nas próximas edições do Patrulha da Cidade ou a qualquer momento nas redes sociais da emissora.

Ponta Negra News

‘Forçou sexo oral’: preso por estupro coletivo fez outra vítima em festa da escola

FOTO: REPRODUÇÃO

A prisão de Victor Hugo Oliveira Simonin, envolvido no caso de estupro coletivo em Copacabana, encorajou uma nova denúncia de violência sexual contra ele. Uma ex-colega de Simonin no Colégio Pedro II, agora maior de idade, procurou a polícia para relatar um abuso ocorrido quando ela tinha apenas 17 anos.

O episódio aconteceu durante uma festa escolar. Segundo o depoimento da vítima, o que começou com um beijo evoluiu para uma tentativa de agressão quando Victor passou a exigir atos sexuais. “Ele pediu para eu fazer sexo oral nele. Eu disse que não ia fazer aquilo, muito menos ali”, recorda a jovem.

Mesmo com a negativa explícita, o agressor teria passado a usar a força física para subjugar a adolescente. “Enquanto a gente se beijava, ele começou a tentar empurrar minha cabeça para baixo. Eu falei: ‘Victor, eu não vou fazer isso aqui. E aí nisso, ele continuou’”, relatou. A situação escalou quando a vítima se desequilibrou e caiu; momento em que Simonin teria forçado o sexo oral.

O ato só foi interrompido com a intervenção de um segurança do evento. A jovem explica que demorou a processar a gravidade do que viveu. O entendimento de que havia sido vítima de um crime só veio com a repercussão do caso de Copacabana. ”Eu ouvi e eu falei: ‘tá’, realmente aquilo ali foi um estupro e eu preciso realmente falar sobre isso”, declara.

Após o trauma na festa, a adolescente ainda recebeu convites de outro menor envolvido no estupro coletivo para ir em um apartamento, mas recusou. “Eu não cheguei nem para casa dele, nem para casa do Victor Hugo. nunca fui na casa de nenhum dos dois. Eu só fui chorar agora e foi não pelo que aconteceu, mas pelo que poderia ter acontecido”, desabafa.

Em nota oficial, o Colégio Pedro II afirmou que acolhe denúncias e aplica as medidas disciplinares previstas. Sobre o recente estupro coletivo, a instituição informou a abertura de um processo que pode resultar na expulsão definitiva dos envolvidos.

Mantra Redpill

No momento da sua prisão, Simonin chamou a atenção ao chegar à delegacia vestindo uma camiseta com a frase em inglês “Regret Nothing” (Não me arrependo de nada”, em tradução literal).

A escolha da vestimenta gerou forte reação nas redes sociais. A expressão estampada na peça é frequentemente associada a fóruns e grupos misóginos na internet que disseminam discursos de ódio contra mulheres, os chamados grupos “Redpill”.

Correio 24h

Dívida externa brasileira bate recorde e chega perto dos US$ 400 bi

FOTO: DIVULGAÇÃO

A dívida externa do Brasil atingiu o maior patamar em 56 anos de registros do Banco Central (BC), totalizando US$ 397,5 bilhões em janeiro. O montante, que engloba obrigações de orgãos públicos, instituições financeiras e do setor corporativo com credores internacionais, reflete uma trajetória de crescimento ininterrupto iniciada em 2023, período em que o estoque da dívida avançou 24,4%.

De acordo com o detalhamento das estatísticas oficiais, o sistema bancário detém a maior fatia desse passivo, respondendo por US$ 159,4 bilhões (40,1% do total). Outros segmentos econômicos concentram US$ 133 bilhões (33,5%), enquanto o governo geral, que inclui as esferas federal, estadual e municipal, soma US$ 86,5 bilhões (21,7%). O próprio Banco Central é responsável pelos 4,7% remanescentes, o equivalente a US$ 18,6 bilhões.

Embora o volume total tenha batido recorde, o governo conseguiu reduzir sua dívida em moeda estrangeira em 11% na comparação com dezembro de 2024, atingindo R$ 310,6 bilhões em janeiro. Esse recuo foi influenciado pela valorização do real e pelo fato de os pagamentos de vencimentos terem superado as novas captações, apesar de o Tesouro ter captado US$ 10,8 bilhões no exterior em 2025, o maior volume em duas décadas. Por outro lado, o endividamento dos bancos cresceu 32% no último ano, e o do setor público subiu 7,7%.

Analistas de mercado ponderam que, apesar do alerta, não há um risco de insolvência iminente. O país ainda mantém reservas internacionais superiores ao estoque da dívida, embora essa margem de segurança tenha sofrido uma redução drástica. Se há uma década o saldo positivo entre reservas e obrigações ultrapassava US$ 67 bilhões, atualmente essa diferença é inferior a US$ 10 bilhões.

A pressão sobre as contas externas também é evidenciada pelo salto no déficit das transações correntes, que passou de US$ 27,1 bilhões em 2023 para US$ 69 bilhões no ano passado. Especialistas apontam que gastos com serviços digitais e investimentos em criptoativos têm impactado o balanço de pagamentos. Para 2025, os investimentos estrangeiros diretos somaram US$ 77,7 bilhões, e a projeção é que o déficit em conta corrente recue de forma lenta, chegando a US$ 60 bilhões apenas em 2030.

Quanto ao setor privado, a avaliação é de que os débitos corporativos não configuram risco soberano direto, visto que muitas empresas operam com proteção natural contra oscilações do câmbio por possuírem receitas em moedas estrangeiras.

Diário do Poder

Boulos e Lula sugerem mais uma taxa, agora para entregadores

FOTO: RICARDO STUCKERT

O governo federal quer acelerar a implementação da lei que regulamenta o trabalho de motoristas e entregadores por aplicativo. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, defende que a ausência de normas claras favorece as grandes plataformas e prejudica os trabalhadores, tornando necessária a criação de regras que equilibrem essa relação comercial.

Uma das principais preocupações da classe trabalhadora é o efeito inverso: o risco iminente de uma redução nos ganhos. Isso porque, além do repasse às plataformas, agora os motoristas teriam que contribuir com a Previdência. A perda de autonomia é outra preocupação pertinente, com possíveis imposições sobre a carga horária de trabalho.

Boulos afirmou que foi criado um grupo de trabalho como ministros do governo Lula para ouvir as demandas dos trabalhadores. Entre as críticas estão as atuais taxas de retenção, que podem chegar a 50% do valor pago pelo cliente. Argumenta-se que é injusto o trabalhador arcar sozinho com os custos operacionais enquanto as empresas ficam com metade do faturamento.

A proposta central estabelece o pagamento de uma taxa mínima de R$ 10 por entrega ou corrida, com adicional de R$ 2,50 por quilômetro rodado. O objetivo é garantir uma remuneração base que cubra os custos operacionais dos prestadores.

Outro ponto de questionamento é o sistema de “entregas agrupadas”, onde a plataforma cobra o valor integral de clientes próximos, mas não repassa o proporcional aos entregadores. O governo busca assegurar que esses ganhos logísticos sejam distribuídos de forma mais justa.

Para agilizar a votação, os ministros Luiz Marinho e Gleisi Hoffmann reuniram-se com o presidente da Câmara, Hugo Motta. O objetivo é dar celeridade ao relatório do deputado Augusto Coutinho, garantindo segurança jurídica e direitos mínimos à categoria ainda este ano.

Pleno News

Ascensão de Flávio Bolsonaro nas pesquisas desanima Lula e pressiona PSD

FOTO: REPRODUÇÃO

Ao menos para Lula (PT) não surpreendeu a nova pesquisa Quaest apontando empate com Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial, cada um com 41%. O desânimo se estabeleceu no terceiro andar do Planalto, onde fica seu gabinete, já na terça (10), com o tracking diário já colocando o filho do ex-presidente à sua frente. A ascensão de Flávio também forçou Gilberto Kassab, presidente do PSD, a apressar a definição do candidato do partido. Ele queria “cozinhar” isso até abril.

Haddad no banco

O desânimo confirma informações, entre banqueiros da Faria Lima pró-Lula, de que o presidente cederá sua candidatura a Fernando Haddad.

Posição destacada

O mais recente levantamento do Paraná Pesquisas aponta Haddad como o petista mais bem posicionado entre os que poderão substituir Lula.

Sem herdeiro político

Lula não quer passar a vergonha de encerrar a carreira derrotado pelo filho do maior inimigo. Sem ter um filho que possa chamar de herdeiro.

Ratinho favorito

Entre as opções do PSD, a escolha mais provável de Kassab é o governador do Paraná, Ratinho Jr., que tem mais tempo de “janela”.

Diário do Poder

Indicado por Lula, Zanin decide se haverá CPI do Master

FOTO: CARLOS MOURA

O ministro Cristiano Zanin vai relatar a ação para obrigar a Câmara dos Deputados a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as fraudes no Banco Master. Zanin foi indicado por Lula ao Supremo Tribunal Federal e tomou posse em 2023.

Inicialmente, o relator escolhido por sorteio foi o ministro Dias Toffoli, que declarou suspeição alegando “motivo de foro íntimo” e devolveu a relatoria do caso.

No mês passado, o ministro Dias Toffoli deixou a relatoria do caso após a Polícia Federal informar o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, sobre a existência de menções ao magistrado em mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro.

O aparelho foi apreendido durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, deflagrada no ano passado. As mensagens teriam sido identificadas pela PF ao analisar o conteúdo do celular do banqueiro.

Diário do Poder

Flávio culpa governo Lula pelo avanço do crime no País

FOTO: REPRODUÇÃO

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a criticar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao abordar o tema da segurança pública no Brasil.

Em publicação divulgada nas redes sociais, o parlamentar associou o aumento da sensação de insegurança no país à falta de ação do governo federal diante da criminalidade.

No vídeo divulgado, Flávio afirma que a população brasileira vive sob constante ameaça e que muitos trabalhadores se tornaram “reféns” de organizações criminosas.

Segundo o senador, o país precisa “libertar o trabalhador da mão do crime”, defendendo que o poder público adote medidas mais duras contra facções e criminosos que atuam em diferentes regiões do território nacional.

O parlamentar também responsabilizou o governo federal por não apresentar respostas eficazes para enfrentar o problema da violência.

Para ele, a ausência de políticas firmes e de uma estratégia nacional consistente para o combate ao crime contribui para a expansão da criminalidade e para o agravamento da sensação de insegurança entre os brasileiros.

Flávio Bolsonaro tem reforçado o tema da segurança pública em suas manifestações políticas recentes.

O senador, que é apontado como pré-candidato à Presidência da República, tem defendido ações mais rígidas de enfrentamento ao crime organizado, além de maior apoio às forças policiais e endurecimento das leis penais como forma de reduzir os índices de violência.

As declarações do senador ampliam o embate político entre integrantes da oposição e o governo federal, especialmente em temas relacionados à segurança pública, área que frequentemente se torna foco de críticas ao Executivo por parte de parlamentares ligados ao campo conservador.

Diário do Poder