5 de março de 2026 às 04:09
5 de março de 2026 às 05:17
FOTO: DIVULGAÇÃO
Pessoas surdas de Natal podem ter acesso garantido às informações divulgadas em eventos públicos promovidos pela Prefeitura. A Câmara Municipal aprovou nesta quarta-feira (4) um projeto que torna obrigatória a presença de intérprete de Libras no palco em programações oficiais do município, ampliando a acessibilidade na capital potiguar.
A proposta foi analisada em segunda discussão e representa um avanço direto na inclusão social no RN. Na prática, shows, campanhas institucionais, eventos culturais e ações promovidas pelo Executivo municipal deverão contar com tradução simultânea em Língua Brasileira de Sinais.
O principal benefício da medida é eliminar barreiras de comunicação que ainda limitam a participação de pessoas com deficiência auditiva em atividades públicas. Sem intérprete, grande parte das informações repassadas em discursos, anúncios e apresentações acaba inacessível. Com a exigência, o município garante que esse público tenha acesso ao conteúdo completo dos eventos, fortalecendo o direito à informação e à participação cidadã.
Impacto direto na vida da população
Em Natal e na Região Metropolitana, famílias que convivem com pessoas surdas relatam dificuldade em acompanhar programações oficiais, inclusive anúncios importantes nas áreas de saúde, educação e serviços essenciais.
A presença obrigatória de intérprete de Libras permite que comunicados institucionais, campanhas públicas e ações culturais sejam compreendidos por todos. Isso amplia o alcance das políticas públicas e torna o serviço mais eficiente.
Segundo o autor da proposta, vereador Tércio Tinoco (União Brasil), a iniciativa consolida uma prática que já vinha sendo adotada em parte dos eventos desde 2023 e agora passa a ter força de lei, garantindo continuidade independentemente de gestões futuras. O projeto segue para os trâmites finais antes de eventual sanção do prefeito Paulinho Freire (União Brasil). Se confirmado, o texto passa a valer oficialmente para os eventos organizados pelo município.
5 de março de 2026 às 04:08
5 de março de 2026 às 05:20
FOTO: AFP
O Irã lançou uma nova onda de mísseis contra Israel durante a madrugada, de acordo com informações Exército israelense.
De acordo com as Forças de Defesa de Israel (IDF), o Comando da Frente Interna enviou um alerta preventivo diretamente para celulares em áreas consideradas relevantes pouco antes das 4h no horário local.
Segundo os militares, esta é a terceira leva de mísseis disparada do Irã contra Israel desde a meia-noite.
O Irã continuou seus ataques retaliatórios contra seus vizinhos no Oriente Médio, nesta quarta-feira (4), após os ataques conjuntos EUA-Israel que deram início à guerra neste fim de semana.
O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, declarou à imprensa que “os disparos de mísseis balísticos iranianos diminuíram 86% em relação ao primeiro dia de combates, com uma redução de 23% apenas nas últimas 24 horas”
Ataques do Irã
As Forças de Defesa de Israel afirmaram anteriormente ter identificado “mísseis lançados do Irã” em direção ao seu território. Um oficial das Forças de Defesa de Israel declarou recentemente à CNN que “duas barragens de mísseis do Irã e do Hezbollah foram lançadas simultaneamente contra civis israelenses”
Os Emirados Árabes Unidos interceptaram três mísseis e 121 drones nesta quarta-feira, enquanto outros oito drones caíram em seu território, informou o governo. Em um comunicado divulgado ontem, o Ministério das Relações Exteriores do país afirmou ter sido “alvo de mais de mil ataques” desde o início do conflito.
O Ministério da Defesa do Catar informou, em uma publicação na rede social X, que o país foi alvo de dez drones e dois mísseis de cruzeiro ao amanhecer desta quarta-feira (4). Todos foram interceptados com sucesso por uma combinação das forças aéreas e navais do Catar.
5 de março de 2026 às 04:07
5 de março de 2026 às 05:15
FOTO: MANOEL BARBOSA
A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SME), realiza nesta quinta-feira (5), às 16h, a entrega de novos laboratórios de robótica na Escola Municipal Professora Almerinda Bezerra Furtado, localizada no bairro Guarapes, na Zona Oeste da capital, com as presenças do prefeito Paulinho Freire e do secretário de Educação, Aldo Fernandes de Sousa Neto.
A ação faz parte do investimento da gestão na modernização da Rede Municipal de Ensino. Ao todo, 20 escolas vão receber os novos laboratórios de robótica, representando um investimento total de R$ 4,6 milhões, que vai beneficiar os estudantes da Rede.
A robótica educacional é uma abordagem pedagógica que utiliza a construção e a programação de robôs como ferramentas para potencializar o processo de ensino e aprendizagem. A metodologia integra conhecimentos de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática (STEAM) por meio de atividades práticas, estimulando o pensamento crítico, a criatividade, o trabalho em equipe e o desenvolvimento de habilidades tecnológicas essenciais para o século XXI.
Com essa nova etapa de entrega de materiais, a Rede Municipal de Ensino passa a contar com 50 unidades equipadas com laboratórios de robótica. Antes da ampliação, 30 escolas já dispunham da estrutura, fortalecendo a política de inovação tecnológica nas escolas da capital potiguar.
A entrega dos laboratórios vai beneficiar as Escolas Municipais Professora Almerinda Bezerra Furtado, Nossa Senhora da Apresentação, Nossa Senhora dos Navegantes, Profa. Francisca Ferreira da Silva, Prefeito Mário Eugênio Lira, Profa. Palmira de Souza, Prof. Luiz Maranhão Filho, Profa. Adelina Fernandes, Profa. Francisca de Oliveira, Prof. Veríssimo de Melo, Profa. Ivonete Maciel, Prof. Ulisses de Góis, Profa. Emília Ramos, Jornalista Erivan França, Prof. Eudo José Alves, Profa. Maria Zuleide Fernandes de Macêdo Silva, João Paulo II, Prof. Bernardo do Nascimento, Profa. Malvina Cosme e Profa. Mareci Gomes dos Santos.
A iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura do Natal com a inovação, a qualidade do ensino e a ampliação de oportunidades para os estudantes da rede pública de Natal.
5 de março de 2026 às 04:06
5 de março de 2026 às 05:13
FOTO: REPRODUÇÃO
Na decisão que mandou prender o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou haver indícios de que o banqueiro determinou que se forjasse um assalto, ou simulasse cenário semelhante, para “prejudicar violentamente” o colunista do Globo Lauro Jardim. O objetivo, diz Mendonça, era, a partir do episódio, “calar a voz da imprensa que ousasse emitir opinião contrária aos seus interesses privados”.
Mensagens encontradas pela Polícia Federal (PF) no celular de Vorcaro revelam que o banqueiro participava de um grupo de WhatsApp chamado “A Turma”, no qual foi discutida uma estratégia para simular um assalto e atacar Lauro Jardim.
Nos diálogos encontrados pela PF, Vorcaro, que é identificado como DV, afirma que seria necessário colocar pessoas para seguir Lauro Jardim e chega a mencionar a possibilidade de agredi-lo em um suposto assalto para intimidá-lo.
Nas mensagens reproduzidas na decisão de André Mendonça, o banqueiro teria dado autorização para que a ação fosse executada contra o jornalista, conforme mostra o trecho abaixo:
MOURÃO: Esse Lauro Jardim bate cartão todo domingo? hrs hein Lanço uma nova sua? Positiva.
DV: Sim
MOURÃO: Cara escroto.
DV: Tinha que colocar gente seguindo esse cara. Pra pegar tudo dele.
MOURÃO: Vou fazer isto.
(…)
DV: Esse lauro quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto.
‘Sicário’
As mensagens apontam que o agressor seria Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, identificado como “Felipe Mourão” e apelidado de “Sicário”. Segundo a investigação, ele seria responsável pela coordenação operacional de atividades de vigilância, levantamento de informações e monitoramento de pessoas ligadas a investigações ou críticas ao Banco Master.
De acordo com os investigadores, Mourão também realizava consultas em sistemas restritos de órgãos públicos, utilizando credenciais de terceiros para acessar bases de dados ligadas a instituições de segurança e investigação. A Polícia Federal afirma que houve acessos indevidos a sistemas da própria PF, do Ministério Público Federal e até a bases internacionais.
A decisão de Mendonça menciona ainda que Mourão articulava tentativas de remoção de conteúdos na internet, enviando comunicações que simulavam solicitações oficiais de órgãos públicos para obter dados de usuários ou retirar publicações consideradas prejudiciais aos interesses do grupo.
O grupo de WhatsApp “A Turma”, segundo a investigação da PF, reunia personagens com diferentes perfis e funções. Entre os participantes estavam um ex-diretor do Banco Central, um ex-chefe de departamento da mesma instituição, um policial civil aposentado, apontado como responsável por executar ações de caráter miliciano, além de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro. De acordo com a decisão de Mendonça, cabia a Mourão coordenar a execução das atividades e repassar ordens atribuídas ao banqueiro.
As investigadores também identificaram indícios de pagamentos regulares a Mourão. Segundo as mensagens analisadas pela PF, ele teria recebido cerca de R$ 1 milhão por mês, valor que seria repassado por Zettel em nome de Vorcaro e posteriormente dividido entre integrantes da estrutura.
Para a Polícia Federal, o conjunto de mensagens indica a existência de uma estrutura organizada para vigilância, obtenção irregular de dados e intimidação de críticos, supostamente financiada pelo banqueiro.
A defesa dos citados ainda não se manifestou publicamente sobre o teor das mensagens mencionadas na decisão. O caso segue sob investigação no Supremo Tribunal Federal.
Nota do Globo
Sobre esses fatos, O Globo divulgou a seguinte nota:
“O GLOBO repudia veementemente as iniciativas criminosas planejadas contra o colunista Lauro Jardim, um dos mais respeitados jornalistas do país. A ação, como destacado pelo ministro André Mendonça, visava “calar a voz da imprensa”, pilar fundamental da democracia. Os envolvidos nessa trama criminosa devem ser investigados e punidos com o rigor da lei. O GLOBO e seus jornalistas não se intimidarão com ameaças e seguirão acompanhando o caso e trazendo luz às informações de interesse público.”
5 de março de 2026 às 04:05
5 de março de 2026 às 05:10
FOTO: DIVULGAÇÃO
A operação DNA do Crime prendeu em Ceará-Mirim um homem suspeito de roubo e estupro em Ielmo Marinho. Laudo de DNA confirmou participação no crime.Polícia Civil cumpre mandados e prisões em flagrante durante ação de combate à violência contra a mulher. A Operação Mulher Segura resultou na prisão de 110 pessoas no Rio Grande do Norte. A Polícia Civil do Rio Grande do Norte intensificou o combate à violência doméstica e familiar e cumpriu mandados de prisão preventiva, condenatória e autos de prisão em flagrante.
Ao todo, os policiais efetuaram 89 prisões em flagrante e cumpriram 21 mandados judiciais. Além disso, as equipes prenderam investigados por descumprimento de medidas protetivas, sentenças condenatórias e também por crimes sexuais relacionados ao contexto de violência contra a mulher.
Combate à violência doméstica
A violência doméstica e familiar ainda representa uma das formas mais comuns de agressão contra mulheres. Muitas vítimas enfrentam medo constante, seja ao sair de casa, utilizar transporte público, caminhar nas ruas ou até mesmo permanecer dentro da própria residência.
Diante desse cenário, a Polícia Civil reforçou as ações para responsabilizar agressores e ampliar a sensação de segurança. Segundo a corporação, a operação também permitiu mapear as regiões com maior incidência de casos.
A concentração mais significativa ocorre na Grande Natal, especialmente nos municípios de Natal, Parnamirim, Macaíba, São Gonçalo do Amarante, Ceará-Mirim e Extremoz. No entanto, o interior do estado também registra números expressivos.
Denúncia é fundamental
A Polícia Civil destaca que violência contra a mulher é crime e que denunciar é essencial para interromper o ciclo de agressões. Qualquer pessoa pode comunicar casos de forma anônima, caso tenha receio de se identificar.
Além disso, o cidadão pode comparecer a uma delegacia e registrar ocorrência como comunicante, relatando situações que tenha presenciado ou das quais tenha tomado conhecimento.
As mulheres que sofrem violência doméstica podem denunciar de forma presencial em qualquer delegacia, preferencialmente nas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher. Além disso, é possível registrar ocorrência pela Delegacia Online da Polícia Civil do RN, quando disponível para esse tipo de crime. A denúncia também pode ser feita de forma anônima pelo Disque 181 ou pelo 190, em caso de emergência. Outra opção é ligar para o 180, Central de Atendimento à Mulher, que funciona 24 horas por dia e oferece orientação, acolhimento e encaminhamento para a rede de proteção.
5 de março de 2026 às 04:04
5 de março de 2026 às 05:08
FOTO: ILUSTRAÇÃO
Os gastos do governo brasileiro ultrapassaram a marca de R$1 trilhão nesta quarta-feira (4), segundo a plataforma Gasto Brasil, da Associação Comercial de São Paulo e da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB). A conta inclui gastos públicos primários dos governos municipais, estaduais e – especialmente – do governo federal do PT, que torrou mais de R$402 bilhões desde o início do ano. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.
Os 27 governos estaduais respondem por mais de R$280 bilhões, em 2026, enquanto os mais de 5,5 mil municípios custaram R$309 bilhões.
O Gasto Brasil aponta que apenas o Poder Executivo do governo federal já torrou mais de R$52 bilhões com pessoal e encargos, em 2026.
Na soma das três esferas de governo, o Executivo gastou R$269 bilhões com pessoal; o Judiciário, R$9,4 bilhões; e o Legislativo, R$7 bilhões.
5 de março de 2026 às 04:03
5 de março de 2026 às 05:06
FOTO: REPRODUÇÃO
A gasolina voltou a ultrapassar a marca dos R$ 7 em Natal. Motoristas já encontram o litro sendo vendido por até R$ 7,19 em postos da capital, reacendendo o alerta sobre o peso dos combustíveis no orçamento de quem depende do carro todos os dias.
O aumento foi registrado em diferentes regiões da cidade. Além da gasolina comum e aditivada, outros combustíveis também apresentam valores elevados. O etanol é comercializado por até R$ 6,29, enquanto o diesel chega a R$ 6,79 em alguns estabelecimentos.
A nova escalada atinge principalmente trabalhadores que usam o veículo como ferramenta de renda. Motoristas de aplicativo, taxistas e profissionais autônomos relatam dificuldade para manter a margem de lucro diante dos reajustes sucessivos.
Em Natal e na Região Metropolitana, onde muitos deslocamentos dependem do transporte individual, o impacto é imediato. Cada centavo a mais no litro representa custo maior ao fim do mês.
Preços variam por bairro
Os valores não são uniformes e variam conforme a região da capital. Ainda assim, já há registros de postos em Natal cobrando acima dos R$ 7, consolidando a volta do combustível a um patamar que preocupa o consumidor potiguar.
O cenário também pode refletir no preço de serviços e produtos, já que o transporte influencia diretamente a cadeia econômica.
Debate econômico volta à pauta
Com a gasolina novamente acima de R$ 7 no RN, o tema deve ganhar força nas discussões econômicas locais. Caso novos reajustes sejam confirmados nas próximas semanas, o impacto pode ser ainda maior para trabalhadores e famílias da capital.
Enquanto isso, o motorista segue fazendo contas antes de abastecer.
5 de março de 2026 às 04:02
5 de março de 2026 às 05:04
FOTO: REPRODUÇÃO
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, morreu na noite desta quarta-feira (4), em Belo Horizonte, após tentar tirar a própria vida enquanto estava sob custódia da Polícia Federal. Ele havia sido preso na manhã do mesmo dia durante a Operação Compliance Zero. Mourão chegou a ser socorrido e levado a um hospital da capital mineira, mas não resistiu. O investigado era réu em processos por organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Segundo as investigações da Polícia Federal, Mourão integrava um grupo chamado de “A Turma”, que também teria a participação do banqueiro Daniel Vorcaro.
De acordo com os investigadores, “Sicário” desempenhava funções ligadas à obtenção de informações estratégicas para a organização, incluindo monitoramento de pessoas e levantamento de dados considerados relevantes para os interesses do grupo. A apuração aponta ainda que ele realizava consultas e extração de dados em sistemas restritos de órgãos públicos.
A Polícia Federal afirma que o investigado teria acessado de forma indevida bancos de dados utilizados por instituições de segurança e investigação. Entre os sistemas mencionados nas investigações estariam bases vinculadas à própria Polícia Federal, ao Ministério Público Federal (MPF) e até a organismos internacionais, como Federal Bureau of Investigation (FBI) e Interpol.
Além disso, ele também teria atuado na remoção de conteúdos e perfis em plataformas digitais com o objetivo de obter dados de usuários ou retirar críticas ao grupo investigado.
Intimidação e monitoramento
As investigações apontam que Mourão também teria participado de ações de monitoramento e intimidação de ex-funcionários do Banco Master. Em um dos episódios citados pela Polícia Federal, ele teria participado de uma conversa com Vorcaro na qual o banqueiro teria solicitado a organização de um assalto e agressão contra o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou Mourão por participação em um esquema de pirâmide financeira. Segundo a investigação, ele teria movimentado cerca de R$ 28 milhões em contas bancárias ligadas a empresas associadas a ele entre junho de 2018 e julho de 2021.
O objetivo do esquema seria atrair investidores e movimentar recursos por meio de diversas empresas, prática que, segundo o Ministério Público, caracteriza tentativa de ocultação de valores e lavagem de dinheiro.
Análise realizada pelo setor de inteligência da Polícia Militar de Minas Gerais em um celular apreendido do investigado apontou indícios de que Mourão exercia papel de liderança na organização. De acordo com o relatório, mensagens extraídas do aparelho indicam que ele coordenava as ações do grupo e administrava atividades consideradas ilícitas. A defesa de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão não havia se manifestado até a publicação desta matéria.
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